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Médico • Pós-graduado em Psiquiatria. Atuação focada no atendimento social em saúde mental e ampla expertise na área pericial, unindo a precisão técnica e o rigor científico a um olhar humanizado e voltado para a garantia de direitos.
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Sou médico formado pela Faculdade de medicina de Petrópolis, pós-graduando em Psiquiatria pela IBCMED. Sou apaixonado por música, leitura, viagens, museus, pinturas... basicamente (arte num geral). Meu atendimento é focado na escuta ativa...
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Medico formado em 2023, atua como Diretor Clínico do Caps Joao Batista ha 2 anos e meio especializado em atendimentos multidisciplinar e completo em pacientes com Ansiedade, Depressão, Vícios em substâncias, transtorno de humor, Transtorno ...
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Juliane Vieira De Mendonça Sousa Assunção
Médica
PSIQUIATRIA - PÓS-GRADUADA/ESPECIALIZADA - NÃO ESPECIALISTA
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Sou médica formada pela Universidade Nilton Lins, com pós-graduação em Psiquiatria pela FGMED, dedicada ao cuidado da saúde mental por meio de um atendimento humanizado e acolhedor. Minha prática é voltada à escuta ativa, empatia e compre...
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Me chamo Bárbara Fontinele, sou médica residente em Psiquiatria do Complexo de Referência Estadual em Saúde Mental do Estado do Goiás (CRESM), dedicada ao cuidado da saúde mental de adultos e idosos. Meu objetivo é oferecer um atendimento ...
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Sou médica, com experiência em saúde mental, pós-graduanda em Psiquiatria, e acredito que cuidar da saúde mental vai muito além de tratar sintomas. Meu propósito é oferecer uma escuta atenta, acolhedora e sem julgamentos, compreendendo cada...
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Sou médica com pós graduação em psiquiatria e saúde mental da infância e adolescência e pós graduação em psiquiatria e saúde mental, com experiência nos transtornos comportamentais e do neurodesenvolvimento. Atuo de forma acolhedora pessoa...
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Sou médica, atualmente em especialização em Psiquiatria pela SLM, em São Paulo. Atuo no cuidado em saúde mental com uma abordagem acolhedora, ética e individualizada, priorizando a escuta qualificada, o bem-estar e a singularidade de cada ...
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Meu nome é Amanda, sou médica formada pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) em 2024. Tenho grande interesse pela área da saúde mental e acredito que um cuidado de qualidade começa com uma escuta acolhedora, livre de julgamentos e ...
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Sobre agressividade: quando o comportamento agressivo é um sinal
A agressividade não é um transtorno por si só. Reagir com irritação em um momento de tensão faz parte da experiência humana, mas, quando o comportamento agressivo se torna frequente, intenso ou difícil de controlar, pode ser o sinal de um quadro subjacente. A agressividade pode aparecer na irritabilidade da depressão, no TDAH, no transtorno explosivo intermitente ou no uso de substâncias. Por isso, a avaliação com um psiquiatra ajuda a distinguir uma reação pontual de um sintoma que merece cuidado, entendendo o que está por trás das explosões.
Alguns sinais indicam que vale a pena buscar ajuda para o controle da agressividade:
- Explosões frequentes: episódios de raiva ou reações agressivas que se repetem e parecem desproporcionais à situação.
- Dificuldade de controle: sensação de perder o controle no momento da tensão, com arrependimento e culpa depois.
- Prejuízo nas relações: conflitos frequentes em casa, no trabalho ou no trânsito, que afastam pessoas e desgastam vínculos.
- Irritabilidade constante: estar sempre no limite, com pouca paciência e a sensação de que qualquer coisa é capaz de irritar.
- Sinais associados: tristeza, ansiedade, insônia ou uso de álcool que aparecem junto com a agressividade e podem indicar um quadro subjacente.
Quando procurar um psiquiatra para agressividade
Vale procurar ajuda quando a agressividade traz sofrimento, se repete e prejudica as relações ou o dia a dia. Entender o papel de cada profissional ajuda a montar o cuidado certo:
- A psicoterapia é o cuidado central: o psicólogo conduz a psicoterapia, que ajuda a desenvolver habilidades de controle da agressividade, de regulação emocional e de comunicação.
- O psiquiatra é médico: formado em Medicina e especializado em saúde mental, faz o diagnóstico diferencial, avalia se há um quadro subjacente e cuida das comorbidades.
- Diagnóstico diferencial: a agressividade pode ser sintoma de depressão, TDAH, transtorno explosivo intermitente ou uso de substâncias; o médico investiga cada possibilidade.
- Procure ajuda: quando as explosões se repetem, prejudicam as relações e o trabalho, ou quando há sinais de outro quadro que peçam avaliação médica.
Como funciona a consulta de psiquiatria online para agressividade
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo e a mesma validade de uma consulta presencial. Para começar, é simples:
- Escolha o médico: veja a lista de médicos experientes no cuidado da agressividade nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende a consulta: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, direto pela plataforma.
- Faça a consulta por vídeo: converse com o médico de onde estiver, sem julgamento; ele acolhe a sua história, faz o diagnóstico diferencial, avalia as comorbidades e organiza o plano de cuidado com você.
- Receba a orientação e a receita quando necessária: quando há indicação de medicação para um quadro subjacente, a prescrição é enviada de forma digital, com validade em todo o Brasil, e o pagamento é feito diretamente ao profissional.
Tipos de tratamento para agressividade
O tratamento da agressividade tem a psicoterapia como base e como principal recurso, com foco no desenvolvimento de habilidades de controle e regulação emocional. A agressividade em si não se trata com remédio; a medicação, quando indicada, entra apenas para cuidar de um quadro subjacente identificado pelo médico, como depressão, TDAH ou transtorno explosivo intermitente. Na prática, o cuidado envolve:
- Psicoterapia como base: é o cuidado central; ajuda a reconhecer os gatilhos, desenvolver o controle da agressividade e ampliar as estratégias de regulação e comunicação.
- Medicação só para o quadro subjacente: não há remédio para a agressividade em si; o médico pode indicar medicação apenas quando há um quadro como depressão, TDAH ou transtorno explosivo intermitente.
- Cuidado das comorbidades: identificar e tratar depressão, ansiedade ou uso de substâncias que acompanham a agressividade faz parte do plano de cuidado.
- Psicoeducação e acolhimento: entender o que dispara as explosões e como o corpo reage ajuda a antecipar situações de risco e a manter o tratamento.
Acompanhamento contínuo no cuidado da agressividade
Lidar com a agressividade costuma ser um processo, com a psicoterapia como principal caminho e o objetivo de reduzir os episódios e melhorar as relações. Quando há um quadro subjacente, o acompanhamento contínuo com o médico de saúde mental sustenta esse cuidado ao longo do tempo:
- Consultas de retorno: encontros periódicos para avaliar a evolução, a frequência das explosões e o que está funcionando melhor para você.
- Ajustes na medicação: quando há medicação para um quadro subjacente, o médico acompanha efeitos e resposta e ajusta a dose com você, sem interrupções por conta própria.
- Integração com a psicoterapia: o cuidado médico caminha junto com a psicoterapia, que é o centro do tratamento, reforçando as habilidades de controle desenvolvidas nas sessões.
- Cuidado próximo, mesmo online: pela PsyMeet você mantém o vínculo com o mesmo médico e a continuidade do tratamento, com a comodidade do atendimento a distância.
Perguntas frequentes sobre psiquiatra para agressividade
O psiquiatra trata agressividade?
Sim. O psiquiatra é o médico especializado em saúde mental e pode avaliar a agressividade, fazer o diagnóstico diferencial e cuidar de um quadro subjacente, como depressão, TDAH ou transtorno explosivo intermitente, quando presente. Vale lembrar que a psicoterapia é o cuidado central no controle da agressividade. Você pode ver os médicos de saúde mental experientes nesse cuidado na lista de profissionais desta página.
Agressividade é um transtorno?
A agressividade não é um transtorno por si só. Muitas vezes ela é um sintoma que pode aparecer na irritabilidade da depressão, no TDAH, no transtorno explosivo intermitente ou no uso de substâncias. O médico avalia a frequência, a intensidade e o impacto do comportamento agressivo para distinguir uma reação pontual de um sinal de um quadro subjacente que merece cuidado.
Qual a diferença entre psicólogo e psiquiatra para agressividade?
Na agressividade, o psicólogo tem um papel central: conduz a psicoterapia, que ajuda a desenvolver o controle e a regulação emocional. O psiquiatra é médico e cuida do diagnóstico diferencial e do tratamento de um quadro subjacente, com medicação quando indicada. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra. Muitas vezes os dois cuidados se somam.
Quanto custa uma consulta de psiquiatria para agressividade na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da consulta de psiquiatria é fixo e acessível: R$70,00 por consulta com o médico, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas consultas que fizer. Isso torna o cuidado com a agressividade mais acessível.
Existe remédio para agressividade?
Não há um remédio para tratar a agressividade em si. O cuidado central é a psicoterapia, voltada ao controle da agressividade e à regulação emocional. A medicação pode ser indicada pelo médico apenas para cuidar de um quadro subjacente, como depressão, TDAH ou transtorno explosivo intermitente, quando presente. A escolha, a dose e o tempo de uso são sempre definidos pelo médico, de forma individual.
Como ter mais controle da agressividade?
O controle da agressividade é construído principalmente na psicoterapia, que ajuda a reconhecer os gatilhos, ampliar a regulação emocional e desenvolver formas mais saudáveis de responder à tensão. O médico entra para avaliar se há um quadro subjacente, como depressão ou transtorno explosivo intermitente, e para tratá-lo quando necessário. O acompanhamento ajuda a sustentar os avanços ao longo do tempo.
A consulta de psiquiatria online é eficaz para agressividade?
Sim. A teleconsulta em psiquiatria é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e permite avaliar o comportamento agressivo, fazer o diagnóstico diferencial e acompanhar a evolução com a mesma qualidade e o mesmo sigilo da consulta presencial. Para a agressividade, o atendimento online facilita o acesso ao cuidado e a continuidade do acompanhamento, do conforto da sua casa, sempre com a psicoterapia como base.
Como é feita a avaliação da agressividade?
A avaliação é clínica e feita pelo médico, a partir da sua história, da frequência e da intensidade das explosões e do impacto na sua vida e nas suas relações. Não é feita com um teste rápido ou exame de sangue. Essa avaliação cuidadosa é o que permite fazer o diagnóstico diferencial, identificar um quadro subjacente e definir o melhor plano de cuidado.
Agressividade tem tratamento?
Sim. A agressividade pode ser trabalhada, e muitas pessoas conseguem reduzir os episódios e melhorar bastante as suas relações. A psicoterapia é o caminho central e costuma ser um processo, com mudanças construídas ao longo do tempo. Quando há um quadro subjacente, como depressão ou transtorno explosivo intermitente, o cuidado médico se soma. O acompanhamento ajuda a sustentar os avanços.
Como encontro um psiquiatra para agressividade na PsyMeet?
Basta escolher um médico experiente no cuidado da agressividade na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a consulta online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e conta com médicos de saúde mental verificados junto ao Conselho Regional de Medicina.