CRM PE/34706
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Médico • Pós-graduado em Psiquiatria. Atuação focada no atendimento social em saúde mental e ampla expertise na área pericial, unindo a precisão técnica e o rigor científico a um olhar humanizado e voltado para a garantia de direitos.
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CRM PR/31081
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Olá, sou o Dr. Jorge Enrique Rossotto, médico pós graduado em Dor Crônica e Psiquiatria pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Moro em Londrina onde atuo há 14 anos. Nosso atendimento será sempre visando a integração de seu bem estar fí...
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Telefone: (43) 98427-1719
CRM BA/50222
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Médica apaixonada pela área de saúde mental, com atendimento humanizado, escuta acolhedora e foco no cuidado individualizado de cada paciente. Acredito na importância de oferecer um espaço seguro, leve e sem julgamentos, onde cada pessoa p...
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Olá, tudo bem? Meu nome é Thomaz, sou médico pós-graduando em Psiquiatria do Adulto pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein. Na minha consulta, o meu objetivo não é apenas tratar sintomas ou “fechar diagnósticos”, mas...
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CRM SP/242015
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Olá, seja bem-vindo (a). Me chamo Nathany, sou médica e atualmente faço especialização em Psiquiatria em São Paulo. Meu compromisso é oferecer um atendimento acolhedor, sem julgamentos e baseado na escuta atenta da sua história. Acredito ...
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CRM MG/117303
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Sou Larissa, médica formada pela Universidade Federal de São João del Rei. Tenho como compromisso oferecer um atendimento humanizado, acolhedor e baseado em evidências. Acredito que cada pessoa tem uma história única e merece ser ouvida c...
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CRM MS/13775
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Sou médica, pós-graduada em Psiquiatria, e realizo atendimentos on-line para adolescentes, adultos e idosos. Meu foco é oferecer um cuidado humanizado, acolhedor e individualizado, auxiliando no tratamento de questões como ansiedade, depr...
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CRM SC/36749
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Sou médica com atendimento voltado a adolescentes, adultos e idosos, buscando oferecer um cuidado humanizado, ético e centrado na escuta individual de cada paciente. Acredito na importância de um atendimento acolhedor, baseado na construçã...
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Médica formada pela Estácio de Sá com experiência em saúde mental e formação em Psicologia pela PUC-Rio. Possuo atuação voltada para a avaliação cuidadosa e para o acompanhamento de pacientes, considerando de forma integrada os aspectos bi...
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Sou médica com sólida formação clínica e pós-graduanda em Psiquiatria, dedicando minha trajetória ao cuidado integral da saúde mental. Acredito que cada paciente é único, com histórias, dores e potencialidades que precisam ser compreendidas...
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Borderline na adolescência: quando o cuidado médico faz diferença
O transtorno de personalidade borderline na adolescência aparece como uma instabilidade emocional intensa, com sentimentos que mudam rápido e reações fortes a situações do dia a dia. É importante lembrar que a adolescência já é uma fase de muitas mudanças, por isso o diagnóstico é feito com cuidado e ao longo do tempo, sem rótulos apressados.
Quando o sofrimento é grande e afeta a escola, a família e as amizades, a avaliação de um médico de saúde mental ajuda a entender o que está acontecendo e a definir o melhor cuidado. Alguns sinais merecem atenção:
- Instabilidade emocional intensa: emoções que mudam de forma rápida e forte, com dificuldade de voltar à calma depois de uma frustração.
- Medo de abandono: receio muito grande de ser deixado de lado, que gera reações intensas em brigas e términos de amizade ou namoro.
- Impulsividade: atitudes por impulso que podem trazer risco, como gastos, uso de substâncias ou decisões repentinas.
- Comportamento autolesivo: machucar o próprio corpo ou falar em se machucar, sinais que sempre pedem acolhimento e ajuda profissional.
- Dificuldade nos relacionamentos: relações intensas e instáveis, que oscilam entre grande proximidade e conflitos frequentes.
Quando procurar um psiquiatra para o adolescente
No cuidado com o borderline na adolescência, psicólogo, médico e família caminham juntos. Entender o papel de cada um ajuda a buscar o cuidado certo:
- O psiquiatra é médico: formado em Medicina e especializado em saúde mental, é o profissional que avalia o quadro com cautela e cuida dos sintomas que aparecem junto, como ansiedade ou depressão.
- A psicoterapia é a base: no borderline, o tratamento se apoia principalmente na psicoterapia especializada, como a DBT, feita com o psicólogo ao longo das sessões.
- Procure o médico: quando há sofrimento intenso, impulsividade de risco, autolesão ou sintomas que precisam de avaliação clínica cuidadosa.
- Família e escola juntas: os responsáveis autorizam e participam do cuidado, e a escola pode apoiar a rotina, sempre respeitando a autonomia crescente do adolescente.
Como funciona a consulta de psiquiatria online para o adolescente
O atendimento é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo e a mesma validade de uma consulta presencial. Para começar, é simples:
- Escolha o médico: veja a lista de médicos de saúde mental que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende a consulta: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do adolescente e da família, direto pela plataforma.
- Faça a consulta por vídeo com a família: os responsáveis participam da consulta, e o médico também abre espaço para o adolescente falar, respeitando sua privacidade e sua autonomia.
- Receba a receita quando necessária: se o médico indicar medicação, a receita digital tem validade em todo o Brasil, e o pagamento é feito diretamente ao profissional.
Avaliação e medicação com cautela na adolescência
Não existe um remédio que cure o borderline, e a medicação, quando entra, é adjuvante: serve para aliviar sintomas específicos, sempre com cautela redobrada na adolescência e em decisão conjunta com a família. Na consulta, o médico avalia o caso por completo:
- Avaliação clínica cuidadosa: o médico investiga a história do adolescente, os sintomas e o impacto na rotina, com o cuidado que a idade pede.
- Decisão sobre medicação com a família: quando indicada, a medicação trata sintomas que aparecem junto, como ansiedade, oscilações de humor ou impulsividade, e é sempre conversada com os responsáveis.
- Cautela na adolescência: as escolhas são feitas com prudência, explicando efeitos esperados e acompanhando de perto a resposta do adolescente.
- Tratamento integrado: o médico costuma recomendar unir o acompanhamento à psicoterapia especializada, que é a base do cuidado com o borderline.
Acompanhamento contínuo com o mesmo médico de saúde mental
Cuidar do borderline na adolescência é um processo que pede continuidade e vínculo. O acompanhamento contínuo com o médico de saúde mental ajuda o tratamento a se adaptar ao momento do adolescente:
- Consultas de retorno: encontros periódicos para acompanhar a evolução, junto do trabalho feito na psicoterapia.
- Segurança na medicação: quando há remédio, o médico acompanha efeitos, faz ajustes com cautela e orienta a família, sem automedicação.
- Prevenção de recaídas e cuidado com o risco: estratégias para lidar com momentos de crise e atenção especial a sinais de autolesão ou ideação, sempre com acolhimento.
- Vínculo próximo, mesmo online: pela PsyMeet o adolescente mantém o acompanhamento com o mesmo médico, com a comodidade do atendimento a distância.
Perguntas frequentes sobre psiquiatra para borderline na adolescência
O psiquiatra trata borderline em adolescentes?
Sim. O psiquiatra é o médico especializado em saúde mental e pode avaliar o adolescente com sinais de borderline, com cautela e ao longo do tempo. Ele cuida dos sintomas que aparecem junto, como ansiedade, oscilações de humor ou impulsividade, e trabalha em conjunto com o psicólogo, já que a base do tratamento é a psicoterapia especializada. Você pode ver os médicos de saúde mental que atendem adolescentes na lista de profissionais desta página.
Qual a diferença entre psicólogo e psiquiatra para borderline na adolescência?
O psiquiatra é médico, faz a avaliação clínica e pode prescrever medicação para os sintomas que aparecem junto. O psicólogo conduz a psicoterapia especializada, como a DBT, que é a base do tratamento do borderline e trabalha as emoções, a impulsividade e os relacionamentos. No borderline na adolescência, os dois cuidados costumam se somar, sempre com a participação da família.
Quanto custa uma consulta de psiquiatria para adolescentes na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da consulta de psiquiatria é fixo e acessível: R$70,00 por consulta com o médico, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas consultas que fizer. Isso torna o cuidado médico com o adolescente mais acessível para a família.
O psiquiatra online pode receitar remédio para o adolescente?
Sim. O médico pode prescrever medicação na consulta online quando avaliar que ela é necessária, sempre com cautela na adolescência e em conversa com os responsáveis. A receita é enviada de forma digital, com assinatura eletrônica e validade em todo o Brasil. No borderline, não há um remédio que cure o quadro: a medicação, quando usada, é adjuvante e alivia sintomas específicos.
Adolescente com borderline sempre precisa de medicação?
Não necessariamente. Não existe um remédio que cure o borderline, e a base do tratamento é a psicoterapia especializada, como a DBT. A medicação, quando entra, é adjuvante e serve para aliviar sintomas que aparecem junto, como ansiedade, oscilações de humor ou impulsividade. Essa decisão é sempre individual, tomada pelo médico com cautela e junto da família.
A consulta de psiquiatria online funciona para adolescentes?
Sim. A teleconsulta em psiquiatria é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e funciona bem para adolescentes, com a participação da família. O médico conduz a consulta por vídeo com o mesmo sigilo da presencial, abre espaço para o adolescente falar e respeita sua privacidade, com a comodidade de ser atendido de casa.
Preciso da autorização dos pais?
Sim. Por se tratar de um adolescente menor de idade, a consulta é autorizada e acompanhada por um dos pais ou pelo responsável legal. A família participa do cuidado, dá o histórico e recebe orientações do médico. Ao mesmo tempo, o médico respeita a autonomia crescente do adolescente e abre espaço para ele se expressar dentro de um ambiente seguro.
E se o adolescente falar em se machucar ou estiver em risco?
Se o adolescente falar em se machucar, tiver comportamentos de autolesão ou você sentir que há risco imediato, procure ajuda na hora: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência mais próximo. Acolha o adolescente, mostre que ele pode falar com você sem julgamento e, em seguida, dê continuidade ao cuidado com acompanhamento profissional.
Como escolher um médico para borderline na adolescência?
Procure um médico de saúde mental com experiência no atendimento de adolescentes e com quem tanto a família quanto o adolescente se sintam à vontade. Na lista de profissionais desta página você vê o perfil de cada médico e pode agendar diretamente; use os filtros no topo para refinar a busca. O vínculo e a continuidade do acompanhamento são especialmente importantes no cuidado com o borderline.
Como encontro um psiquiatra para borderline na adolescência na PsyMeet?
Basta escolher um médico que atenda adolescentes na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a consulta online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e conta com médicos de saúde mental verificados junto ao Conselho Regional de Medicina.