Médico de Psiquiatria Valdetrudes Junior Holanda Dos Santos

R$70

Valdetrudes Junior Holanda Dos Santos

Médico

PSIQUIATRIA - NÃO ESPECIALISTA

CRM CE/26316

Depressão
Ansiedade
Transtorno Bipolar
Compulsão alimentar
Insônia
Transtorno de Pânico ou Síndrome do Pânico
Esquizofrenia
Acompanhamento psiquiátrico
LGBTQIA+
Libido
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Adolescentes, Adultos, Idosos

Sobre mim:

Sou médico formado pela Universidade Federal de Campina Grande e professor da faculdade de Medicina IDOMED, atuo na área saúde mental com mais de 10.000 atendimentos, e acredito que cuidar da mente vai além da medicação. Meu atendimento un...

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Telefone: (88) 92003-9018

Médico de Psiquiatria Rômulo Amadeu Barbosa

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Rômulo Amadeu Barbosa

Médico

PSIQUIATRIA - NÃO ESPECIALISTA

CRM RS/61255

Dependência química
Autoaceitação
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Depressão
Ansiedade
Disfunções sexuais
Insegurança
Libido
Parar de fumar
Saúde do trabalhador
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Adultos, Idosos

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Médico generalista, com atuação em atendimento clínico, focado em oferecer um cuidado humanizado, objetivo e individualizado. Busco compreender cada paciente de forma integral, aliando escuta atenta, raciocínio clínico e condutas baseadas...

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Telefone: (51) 99572-7975

Médico de Psiquiatria Julia Onisto Costa

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Julia Onisto Costa

Médica

PSIQUIATRIA - NÃO ESPECIALISTA

CRM RJ/1417952

Angústia
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Conflitos amorosos
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Estresse pós-traumático
Libido
Morte e luto
Relacionamentos
Sexualidade
Traumas
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Adolescentes, Adultos

Sobre mim:

Sempre tive interresse pela saúde mental durante minha graduação em medicina pela universidade federal do Rio de Janeiro, com o passar dos anos fui estudando mais e realmente entendendo que a saúde mental é o que nos possibilita existirmos ...

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Telefone: (35) 99939-6135

Médico de Psiquiatria Gustavo Teixeira Caprio

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Gustavo Teixeira Caprio

Médico

PSIQUIATRIA - NÃO ESPECIALISTA

CRM SP/184185

Agressividade
Automutilação
Transtorno Depressivo Persistente - TDP (Distimia)
Transtorno de Estresse Pós Traumático - TEPT
Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade - TDA/TDAH
Transtornos de Ansiedade
Transtorno Afetivo Bipolar - TAB
LGBTQIA+
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Adolescentes, Adultos, Idosos

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Sou graduado pela EPM-Unifesp, como especialização médica, passei por estágios realizados em conjunto com a residência em psiquiatria da mesma instituição (porém com necessidade de realização de prova de título para RQE ao final); departame...

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Sobre libido: por que o desejo sexual pode diminuir

A libido é o desejo sexual, e é normal que ela varie ao longo da vida. Quando a baixa libido ou a falta de libido se tornam persistentes e incomodam, vale investigar o que está por trás. É importante deixar claro: as causas são variadas e nem sempre são emocionais. Elas podem ser físicas e hormonais, medicamentosas (inclusive alguns antidepressivos podem reduzir o desejo) e também emocionais, como ansiedade, depressão, estresse e dificuldades na relação. Por isso, a avaliação com um psiquiatra ajuda a entender o quadro, cuidar do que é da saúde mental e encaminhar para outras especialidades quando a causa é física ou hormonal.

A baixa libido raramente tem uma causa única. Alguns pontos ajudam a entender quando vale procurar avaliação:

  • Causas emocionais: ansiedade, depressão, estresse crônico e dificuldades na relação estão entre as causas mais comuns da queda do desejo.
  • Causas medicamentosas: alguns remédios, inclusive certos antidepressivos, podem reduzir a libido; nesse caso, o médico avalia e ajusta o tratamento.
  • Causas físicas e hormonais: alterações hormonais, condições clínicas e outras questões físicas também afetam o desejo e podem pedir avaliação de outras especialidades.
  • Impacto na autoestima e na relação: a queda do desejo costuma vir acompanhada de culpa, frustração e conflitos, o que realimenta o problema.
  • Quando incomoda: quando a baixa libido é persistente, causa sofrimento ou afeta o bem-estar e a relação, vale investigar com um profissional.

Quando procurar um psiquiatra para a baixa libido

Vale procurar avaliação quando a baixa libido é persistente e incomoda, ou quando aparece junto de sinais de ansiedade, depressão, estresse ou como possível efeito de uma medicação. Entender o papel de cada profissional ajuda a montar o cuidado certo:

  • O psiquiatra é médico: formado em Medicina e especializado em saúde mental, avalia o quadro, investiga causas emocionais e medicamentosas e cuida de comorbidades, como ansiedade e depressão.
  • Avaliação da medicação: quando a queda do desejo pode ser efeito de um remédio, inclusive alguns antidepressivos, o médico avalia e ajusta o tratamento com você.
  • Encaminhamento quando necessário: se a causa parece física ou hormonal, o médico orienta e encaminha para endocrinologista, ginecologista ou urologista, conforme o caso.
  • A psicoterapia e a terapia sexual complementam: o psicólogo conduz a psicoterapia e, quando indicada, a terapia sexual, que ajudam a trabalhar ansiedade, autoestima e questões da relação.

Como funciona a consulta de psiquiatria online para libido

O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo e a mesma validade de uma consulta presencial. Para um tema íntimo como a libido, isso ajuda a falar com mais conforto e privacidade. Para começar, é simples:

  • Escolha o médico: veja a lista de médicos experientes na avaliação da baixa libido nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
  • Agende a consulta: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, direto pela plataforma.
  • Faça a consulta por vídeo: converse com o médico de onde estiver, com sigilo e sem julgamento; ele acolhe a sua história, investiga as possíveis causas e organiza o cuidado ou o encaminhamento com você.
  • Receba a orientação e a receita quando necessária: quando há indicação de ajuste de medicação ou de tratamento de uma comorbidade, a prescrição é enviada de forma digital, com validade em todo o Brasil, e o pagamento é feito diretamente ao profissional.

Tipos de cuidado para a baixa libido

O cuidado da baixa libido começa por entender a causa, que pode ser física, hormonal, medicamentosa ou emocional. Não existe uma pílula que simplesmente aumente o desejo; a medicação entra apenas quando há um quadro que a justifique, como o ajuste de um remédio que esteja reduzindo a libido ou o tratamento de uma depressão ou ansiedade associadas. O objetivo é cuidar do que está por trás e melhorar o bem-estar. Na prática, o cuidado envolve:

  • Avaliação e investigação da causa: o médico investiga se a queda do desejo tem origem emocional, medicamentosa, física ou hormonal, para direcionar o cuidado certo.
  • Ajuste de medicação quando é a causa: quando um remédio, inclusive alguns antidepressivos, está reduzindo a libido, o médico avalia alternativas e ajusta o tratamento com você.
  • Cuidado das comorbidades: tratar ansiedade, depressão e estresse, que afetam diretamente o desejo, faz parte do cuidado e melhora o bem-estar geral.
  • Psicoterapia, terapia sexual e encaminhamentos: a psicoterapia e, quando indicada, a terapia sexual complementam o cuidado; se a causa for física ou hormonal, o médico encaminha para a especialidade adequada.

Acompanhamento contínuo no cuidado da libido

Cuidar da baixa libido costuma ser um processo, que passa por entender a causa e cuidar do que está por trás, com a psicoterapia e a terapia sexual como apoio quando o fator é emocional. Quando há ajuste de medicação ou comorbidades, o acompanhamento contínuo com o médico de saúde mental sustenta esse cuidado ao longo do tempo:

  • Consultas de retorno: encontros periódicos para avaliar a evolução, a resposta ao ajuste do tratamento e o que está funcionando melhor para você.
  • Ajustes na medicação: quando há medicação envolvida, o médico acompanha efeitos e resposta e ajusta a dose ou a escolha do remédio com você, sem mudanças por conta própria.
  • Integração com a psicoterapia e outras especialidades: o cuidado médico caminha junto com a psicoterapia, a terapia sexual e, quando necessário, com o endocrinologista, o ginecologista ou o urologista.
  • Cuidado próximo, mesmo online: pela PsyMeet você mantém o vínculo com o mesmo médico e a continuidade do cuidado, com a comodidade e a privacidade do atendimento a distância.

Perguntas frequentes sobre psiquiatra para libido

O psiquiatra trata a baixa libido?

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Quais são as causas da baixa libido?

A baixa libido tem causas variadas e, muitas vezes, mais de uma ao mesmo tempo. Ela pode ter origem emocional (ansiedade, depressão, estresse, questões da relação), medicamentosa (alguns remédios, inclusive certos antidepressivos, reduzem o desejo) e também física ou hormonal. Por isso a avaliação é importante: entender a causa é o que permite direcionar o cuidado certo, que às vezes envolve mais de uma especialidade.

Qual a diferença entre psicólogo e psiquiatra para libido?

No cuidado da libido, o psiquiatra é médico e avalia as causas emocionais e medicamentosas, ajusta a medicação quando é a causa e encaminha quando necessário. O psicólogo conduz a psicoterapia e, se indicada, a terapia sexual. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra. Muitas vezes os dois cuidados se somam.

Quanto custa uma consulta de psiquiatria para libido na PsyMeet?

Na PsyMeet, o valor da consulta de psiquiatria é fixo e acessível: R$70,00 por consulta com o médico, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas consultas que fizer. Isso torna a avaliação da baixa libido mais acessível.

O antidepressivo pode diminuir a libido?

Sim, alguns antidepressivos podem reduzir o desejo sexual como efeito colateral. Isso não significa parar a medicação por conta própria, o que pode ser arriscado. O caminho é conversar com o médico, que avalia a relação entre o remédio e a queda da libido e pode ajustar a dose, considerar outra opção ou outras estratégias, sempre buscando equilibrar o cuidado da saúde mental e o bem-estar.

Existe remédio para aumentar a libido?

Não existe uma pílula que simplesmente aumente o desejo. O cuidado da baixa libido começa por entender a causa. A medicação entra apenas quando há um quadro que a justifique, como ajustar um remédio que esteja reduzindo o desejo ou tratar uma depressão ou ansiedade associadas. A escolha e a dose são sempre definidas pelo médico, de forma individual, e às vezes o cuidado envolve outras especialidades.

A consulta de psiquiatria online é eficaz para a libido?

Sim. A teleconsulta em psiquiatria é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e permite avaliar o quadro, investigar causas emocionais e medicamentosas e acompanhar a evolução com a mesma qualidade e o mesmo sigilo da consulta presencial. Para um tema íntimo como a libido, o atendimento online costuma trazer mais conforto e privacidade para falar sobre o assunto, do conforto da sua casa.

A baixa libido é sempre um problema emocional?

Não. A baixa libido nem sempre é emocional. Ela pode ter causas físicas, hormonais e medicamentosas, além das emocionais, como ansiedade, depressão e estresse. Muitas vezes há mais de um fator envolvido. Por isso a avaliação é importante: o médico de saúde mental investiga o que está por trás, cuida do que é da saúde mental e encaminha para outras especialidades quando a causa é física ou hormonal.

A baixa libido tem solução?

Na maioria das vezes, sim, quando se entende a causa e se cuida do que está por trás. Se o fator é emocional, a psicoterapia, a terapia sexual e o cuidado da ansiedade ou depressão ajudam. Se é medicamentoso, o ajuste do remédio faz diferença. Se é físico ou hormonal, o encaminhamento resolve. O acompanhamento com o médico ajuda a organizar esse caminho e a avaliar a evolução.

Como encontro um psiquiatra para libido na PsyMeet?

Basta escolher um médico experiente na avaliação da baixa libido na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a consulta online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e conta com médicos de saúde mental verificados junto ao Conselho Regional de Medicina.

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A baixa libido tem causas variadas, físicas, hormonais, medicamentosas e emocionais, e o cuidado começa por entender o que está por trás. O médico de saúde mental avalia, cuida das comorbidades, ajusta a medicação quando é a causa e encaminha quando necessário, com a psicoterapia e a terapia sexual como apoio e medicação apenas quando há quadro que a justifique.

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Oliviane Assis Ferrari Magro

CRP: 08/34316

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