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Olá, sou o Dr. Jorge Enrique Rossotto, médico pós graduado em Dor Crônica e Psiquiatria pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Moro em Londrina onde atuo há 14 anos. Nosso atendimento será sempre visando a integração de seu bem estar fí...
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Sou médica com ampla experiência em atendimento via telemedicina. O público alvo preferencial dos meus atendimentos são crianças, adolescentes, mulheres e idosos. Viso atender de forma humanizada e completa. Meu diferencial positivo é ser...
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Sou médica de família e comunidade, com formação em psiquiatria, e trabalho com uma abordagem integral da saúde mental — considerando aspectos emocionais, físicos, sociais e ambientais. Atendo adultos que estão enfrentando sofrimento emoci...
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Olá! Sou médica com atuação em Saúde Mental e Medicina de Família e Comunidade. Acredito que cada pessoa tem uma história única e, por isso, ofereço um atendimento baseado na escuta atenta, no acolhimento e no respeito às necessidades indiv...
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Natural de Natal-RN, formada pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), residente de Medicina de Familia e Comunidade. Filha única de dona Quiteria, sou apaixonada por ler, ver séries, viajar e conversar. Acredito que o processo de...
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Atendimentos em saúde mental com uma abordagem humanística, acolhedora e livre de julgamentos. Acredito que cada pessoa vivencia o sofrimento de forma única e, por isso, o cuidado deve ser individualizado. Meu objetivo é ajudar você a com...
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Quase todo paciente que chega até mim passou anos com algo sem nome e sem tratamento. Sou médico residente em Psiquiatria (R2) na UNISA e atendo adultos online — dar nome ao que você sente é onde começo. Se você chegou até aqui, provavelme...
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Sobre a dor crônica: quando dor e emoção se entrelaçam
A dor crônica é aquela que persiste por meses, muitas vezes além do tempo esperado de cura, e passa a fazer parte do dia a dia da pessoa. Ela tem uma relação de mão dupla com a saúde mental: viver com dor por muito tempo pode levar à depressão, à ansiedade e à insônia, e o sofrimento emocional, por sua vez, intensifica a percepção da dor. A dor é sempre real. Nesse cenário, o cuidado da saúde mental é parte do manejo da dor: o psiquiatra ajuda a tratar a depressão, a ansiedade e a insônia ligadas à dor crônica, sempre junto dos profissionais que tratam a causa da dor no corpo.
Alguns sinais indicam que vale a pena somar o cuidado da saúde mental no manejo da dor crônica:
- Dor que persiste por meses: dor que continua por muito tempo e passa a limitar as atividades, o trabalho e o lazer.
- Humor deprimido ligado à dor: tristeza persistente, desânimo ou perda de interesse que surgem ou pioram por conta da dor.
- Ansiedade e medo em relação à dor: preocupação constante com a dor, com o futuro e com a possibilidade de piora, que aumentam a tensão e o sofrimento.
- Insônia e sono não reparador: dificuldade para dormir por causa da dor, e noites mal dormidas que deixam a dor ainda mais intensa no dia seguinte.
- Ciclo de dor e sofrimento emocional: a dor piora o humor e o sono, e o sofrimento emocional intensifica a dor, criando um ciclo que se retroalimenta.
Quando procurar um psiquiatra na dor crônica
Na dor crônica, o cuidado da saúde mental faz parte do manejo multidisciplinar: ele não substitui os especialistas que tratam a causa da dor no corpo, mas cuida da depressão, da ansiedade e da insônia que caminham junto dela. Entender o papel de cada profissional ajuda a montar o cuidado certo:
- O psiquiatra é médico: formado em Medicina e especializado em saúde mental, avalia o humor, a ansiedade e o sono e, quando há indicação, prescreve a medicação que também pode ajudar na modulação da dor.
- O cuidado da causa da dor continua: o acompanhamento com os médicos e a equipe que tratam a origem da dor no corpo permanece essencial; o cuidado de saúde mental soma a ele.
- A psicoterapia é central: o psicólogo conduz a terapia cognitivo-comportamental, com boa evidência para ajudar a lidar com a dor crônica, o estresse e o impacto emocional que ela traz.
- Procure o médico de saúde mental: quando a dor vem acompanhada de tristeza persistente, ansiedade, insônia ou desânimo que atrapalham a rotina.
Como funciona a consulta de psiquiatria online na dor crônica
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo e a mesma validade de uma consulta presencial. Para começar, é simples:
- Escolha o médico: veja a lista de médicos experientes no cuidado da saúde mental na dor crônica nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende a consulta: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, direto pela plataforma, sem precisar se deslocar apesar da dor.
- Faça a consulta por vídeo: converse com o médico de onde estiver; ele acolhe sua história, avalia o humor, a ansiedade e o sono e organiza o plano de cuidado com você.
- Receba a orientação e a receita quando necessária: quando há indicação de medicação, a prescrição é enviada de forma digital, com validade em todo o Brasil, e o pagamento é feito diretamente ao profissional.
Tipos de tratamento no manejo da dor crônica
O manejo da dor crônica é multidisciplinar e individualizado. O cuidado da saúde mental soma ao tratamento da causa da dor e cuida da depressão, da ansiedade e da insônia que a acompanham, sem substituir os especialistas que tratam a dor no corpo. Na prática, o cuidado de saúde mental envolve:
- Psicoterapia: principalmente a terapia cognitivo-comportamental, que ajuda a lidar com a dor crônica, o estresse e o impacto emocional, com boa evidência no manejo da dor.
- Medicação quando indicada: alguns antidepressivos e outras medicações usadas na saúde mental podem ajudar tanto no humor e na ansiedade quanto na modulação da dor; a escolha, a dose e o tempo de uso são sempre definidos pelo médico, de forma individual.
- Cuidado com o sono: melhorar o sono é parte importante do manejo, já que a insônia intensifica a dor e piora o humor.
- Cuidado integrado com a equipe: o tratamento de saúde mental caminha junto com os profissionais que tratam a causa da dor, dentro de um manejo multidisciplinar.
Acompanhamento contínuo no cuidado da dor crônica
Conviver com a dor crônica é um processo, e o cuidado da saúde mental tem o objetivo de reduzir o sofrimento emocional, melhorar o sono e o humor e ajudar a lidar melhor com a dor. O acompanhamento contínuo com o médico de saúde mental sustenta esse cuidado ao longo do tempo:
- Consultas de retorno: encontros periódicos para avaliar a evolução do humor, do sono e da relação com a dor, e o que está funcionando melhor para você.
- Ajuste da medicação: quando há uso de medicação, o médico acompanha efeitos e resposta e ajusta a dose com você, sem interrupções por conta própria.
- Integração com a equipe que trata a dor: o cuidado de saúde mental segue somando ao acompanhamento dos profissionais que tratam a causa da dor, dentro de um manejo multidisciplinar.
- Cuidado próximo, mesmo online: pela PsyMeet você mantém o vínculo com o mesmo médico e a continuidade do tratamento, com a comodidade de não precisar se deslocar apesar da dor.
Perguntas frequentes sobre psiquiatra para dor crônica
O psiquiatra trata dor crônica?
O psiquiatra é o médico especializado em saúde mental e faz parte do manejo da dor crônica dentro de uma equipe multidisciplinar. Ele não substitui os especialistas que tratam a causa da dor no corpo, mas cuida da depressão, da ansiedade e da insônia que caminham junto dela, e alguns medicamentos que ele prescreve também ajudam na modulação da dor. Você pode ver os médicos de saúde mental experientes nesse cuidado na lista de profissionais desta página.
A dor crônica tem relação com a saúde mental?
Sim, e é uma relação de mão dupla. Viver com dor por muito tempo pode levar à depressão, à ansiedade e à insônia, e o sofrimento emocional, por sua vez, intensifica a percepção da dor. Isso não significa que a dor seja imaginária: a dor é sempre real. Justamente por essa relação, cuidar da saúde mental é parte importante do manejo da dor crônica.
Qual a diferença entre psicólogo e psiquiatra no cuidado da dor crônica?
O psiquiatra é médico: avalia o humor, a ansiedade e o sono e, quando indicado, prescreve a medicação, que às vezes também ajuda na dor. O psicólogo conduz a psicoterapia, principalmente a terapia cognitivo-comportamental, que ajuda a lidar com a dor crônica e o impacto emocional que ela traz. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra. Na maioria dos casos, os dois cuidados se somam, junto dos profissionais que tratam a causa da dor.
Quanto custa uma consulta de psiquiatria para dor crônica na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da consulta de psiquiatria é fixo e acessível: R$70,00 por consulta com o médico, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas consultas que fizer. Isso torna o cuidado médico da saúde mental na dor crônica mais acessível.
Existe remédio da saúde mental que ajuda na dor crônica?
Sim, em alguns casos. Alguns antidepressivos e outras medicações usadas na saúde mental podem ajudar tanto no humor e na ansiedade quanto na modulação da dor crônica. A escolha, a dose e o tempo de uso são sempre definidos pelo médico, de forma individual, e o tratamento medicamentoso costuma somar à psicoterapia e ao acompanhamento dos profissionais que tratam a causa da dor.
A consulta de psiquiatria online é eficaz na dor crônica?
Sim. A teleconsulta em psiquiatria é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e permite fazer a avaliação, acompanhar os sintomas e ajustar a medicação com a mesma qualidade e o mesmo sigilo da consulta presencial. Para a dor crônica, o atendimento online tem uma vantagem prática: evita deslocamentos que costumam ser difíceis para quem convive com dor, facilitando a continuidade do cuidado.
O cuidado psiquiátrico substitui os médicos que tratam a causa da dor?
Não. Na dor crônica, o cuidado de saúde mental é complementar e faz parte de um manejo multidisciplinar. Ele cuida da depressão, da ansiedade e da insônia que acompanham a dor, mas não substitui os especialistas que investigam e tratam a causa da dor no corpo. Manter o acompanhamento com esses profissionais é essencial, e o cuidado de saúde mental soma a ele.
Cuidar da saúde mental quer dizer que a dor é imaginação?
Não. A dor crônica é sempre real. Cuidar da saúde mental na dor não significa dizer que ela é imaginação, e sim reconhecer que a dor e as emoções se influenciam: a dor prolongada pode gerar depressão, ansiedade e insônia, e esse sofrimento emocional intensifica a percepção da dor. Tratar esse lado ajuda a quebrar esse ciclo e a melhorar a qualidade de vida.
Como escolher um médico de saúde mental para a dor crônica?
Procure um médico de saúde mental com quem você se sinta acolhido e respeitado, que reconheça que a dor crônica é real. Na lista de profissionais desta página você vê o perfil de cada médico e pode agendar diretamente; use os filtros no topo para refinar a busca. O mais importante é sentir confiança e conseguir manter o acompanhamento ao longo do tratamento, junto do cuidado que trata a causa da dor.
Como encontro um psiquiatra para dor crônica na PsyMeet?
Basta escolher um médico experiente no cuidado da saúde mental na dor crônica na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a consulta online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e conta com médicos de saúde mental verificados junto ao Conselho Regional de Medicina.