Jamile Fernanda Cerqueira de Jesus
Psicóloga
CRP: 03/12103
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá! Seja bem vindo! Meu nome é Jamile sou psicóloga clínica com especialização em psicologia humanista. Realizo atendimentos presencial (Bahia) e online de adolescentes ,adultos e idosos. Meu objetivo é orientar por meio da psicologia hu...
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Telefone: (71) 99185-5526
Psicólogo
CRP: 24/05969
Abordagem: Psicanálise - Lacan, Psicanálise - Freud, Psicanálise - Ferenczi
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicólogo e atuo a partir da orientação psicanalítica, atendendo adolescentes, adultos e idosos. Ofereço um espaço de escuta ética e cuidadosa, onde o sofrimento pode ser colocado em palavras sem julgamentos ou respostas prontas. A psi...
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Telefone: (69) 99390-2022
Psicóloga
CRP: 04/85611
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá! Sou Izis Carias, psicóloga clínica e pós-graduanda em Terapia Cognitivo-Comportamental. Começar a terapia pode trazer dúvidas e até certo receio. Por isso, é necessário construir um espaço acolhedor, respeitando seu tempo e respeitand...
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Psicóloga
CRP: 08/48490
Abordagem: Humanista, Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga e compreendo a psicoterapia como um espaço de escuta, cuidado e reflexão sobre as experiências que fazem parte da vida, suas dores, mudanças, relações, escolhas e possibilidades. A psicoterapia é construída a partir da singul...
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Psicóloga
CRP: 06/87934
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá! Meu nome é Dinalva e sou psicóloga. Minha prática clínica é fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem baseada em evidências que compreende a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. O processo t...
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Leidelene Costa Pereira Do Lago
Psicóloga
CRP: 03/21810
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
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Me chamo Leidelene Lago, sou formada há sete anos, atuo na psicologia clínica na abordagem da tcc( terapia cognitivo comportamental). Os meus atendimentos são on line, e em casos mais intensos dou o suporte quando viável e necessário. E...
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Psicólogo
CRP: 04/62085
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Terapia do Esquema - Young
Adultos, Idosos
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Olá, sou um psicólogo que trabalha com a abordagem chamada Terapia Cognitivo-Comportamental que propõe para você paciente um trabalho em conjunto e acolhedor, eu e você somos uma equipe e JUNTOS vamos promover MUDANÇA e BEM-ESTAR em sua vid...
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Psicóloga
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, seja bem-vindo(a)! Sou psicóloga, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem baseada em evidências que busca compreender a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos e como esses elementos influenci...
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Sou Cristiane Venzke Nogueira, sou professora e psicóloga, sou especialista em Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) Educação Especial, Psicopedagogia e Psicologia Escolar. Atuo com psicoterapia infantil, infanto-juvenil, adultos e idosos.
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Olá!, meu nome é Claudia, sou psicóloga clínica formada pela Universidade Santa Úrsula/RJ. Minha abordagem é cognitiva-comportamental, com longa experiência em atendimento de adultos e idosos. Sigo uma linha humanista cujo objetivo final é ...
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O que é a síndrome do pânico em idosos
A síndrome do pânico em idosos se manifesta como episódios súbitos e intensos de medo, com sintomas físicos que surgem sem aviso: coração acelerado, falta de ar, tontura, formigamento e uma sensação avassaladora de que algo muito grave está acontecendo. É assustador e desconcertante, e muitas vezes o idoso acredita estar sofrendo um infarto.
Na terceira idade, esses episódios costumam ser mal interpretados, tanto pelo idoso quanto pela família, e podem levar a idas repetidas ao pronto-socorro sem uma causa cardíaca ou física identificada. Com o tempo, o medo de ter um novo ataque leva o idoso a evitar situações e lugares, o que reduz progressivamente a sua autonomia e a sua qualidade de vida. A ajuda de um psicólogo é fundamental para quebrar esse ciclo.
- Ataques súbitos com sintomas físicos intensos: coração acelerado, falta de ar, tontura e sensação de desmaio aparecem de repente e podem durar minutos ou mais.
- Medo de morrer ou perder o controle: durante o ataque, o idoso frequentemente acredita que algo muito grave está ocorrendo com o seu corpo.
- Antecipação e evitação: o medo de ter um novo ataque leva o idoso a evitar situações, lugares e atividades que antes faziam parte da sua rotina.
- Impacto na independência: com o tempo, a evitação limita as saídas e os compromissos, isolando o idoso e reduzindo a sua qualidade de vida.
Como a terapia para idosos com síndrome do pânico ajuda
Na terapia para idosos, o psicólogo acompanha o idoso com paciência e sem pressa, ajudando-o a compreender o que dispara os ataques de pânico e a enfrentá-los de forma gradual. O objetivo não é eliminar toda a ansiedade, mas romper o ciclo de medo e evitação que limita a vida do idoso. Ao longo do processo, é possível:
- Entender o que dispara os ataques: identificar os gatilhos, os pensamentos e as situações que precedem os episódios de pânico no dia a dia do idoso.
- Aprender a tolerar os sintomas físicos: técnicas de respiração e de atenção ao corpo ensinam o idoso a atravessar o ataque sem entrar em espiral de medo.
- Enfrentar gradualmente o que foi evitado: retomar, no ritmo do idoso, os lugares e as atividades que passaram a ser evitados por medo de um novo episódio.
- Recuperar a autonomia e a confiança: com o avanço do processo, o idoso volta a sair, a se relacionar e a fazer as coisas que gosta com mais segurança.
Como funciona a terapia para síndrome do pânico em idosos online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para síndrome do pânico em idosos é 100% online, por videochamada, do celular, tablet ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Fazer a sessão em casa é especialmente vantajoso para quem já evita sair por causa do pânico: o idoso cuida do emocional em um ambiente que conhece e onde se sente seguro. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo na lista: veja a lista de profissionais que atendem idosos nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem melhor na rotina do idoso, direto pela plataforma.
- Faça a sessão em casa: um espaço tranquilo e com boa conexão facilita a sessão, e um familiar pode ajudar a preparar o ambiente e a tecnologia sempre que precisar.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para síndrome do pânico em idosos
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com o idoso, o caminho que melhor se adapta ao momento e às necessidades dele. Entre as abordagens mais usadas para a síndrome do pânico em idosos estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): abordagem com forte base em evidências que ajuda o idoso a identificar os pensamentos catastróficos e a enfrentar gradualmente as situações evitadas.
- Técnicas de respiração e regulação do sistema nervoso: ensinam o idoso a interromper a espiral de pânico com estratégias de respiração lenta e de foco no presente.
- Terapia de exposição gradual: de forma cuidadosa e no ritmo do idoso, a exposição progressiva às situações temidas reduz o medo e amplia a liberdade de movimento.
- Terapia de apoio e psicoeducação: explica ao idoso e à família o que é o pânico, desfaz interpretações equivocadas e oferece recursos para lidar com os episódios no dia a dia.
Pânico, corpo e saúde na terceira idade
Os ataques de pânico assustam porque os sintomas físicos, como coração acelerado, falta de ar e tontura, são intensos e surgem do nada. Na terceira idade, essa semelhança com sintomas cardíacos é ainda mais preocupante, tanto para o idoso quanto para a família, e pode levar a investigações médicas repetidas. Descartar causas físicas com um médico é um passo importante e não deve ser pulado.
Quando as causas orgânicas são afastadas e o pânico é identificado, a terapia entra como o caminho mais eficaz para cuidar do lado emocional que sustenta os episódios. Tratar o pânico é cuidar da saúde integral do idoso: menos medo significa mais disposição para sair, se relacionar e viver a terceira idade com autonomia.
- Sintomas físicos que mimetizam o infarto: coração acelerado, falta de ar e dor no peito durante o ataque levam muitos idosos ao pronto-socorro, onde causas cardíacas precisam ser descartadas.
- Investigação médica como primeiro passo: consultar um médico para afastar causas físicas traz tranquilidade e prepara o caminho para o cuidado emocional com o psicólogo.
- Cuidar do emocional protege a saúde: a terapia reduz a frequência e a intensidade dos episódios, diminui o estresse e contribui para a saúde do coração e do sistema nervoso do idoso.
- Mais autonomia, mais qualidade de vida: quando o pânico é tratado, o idoso retoma as saídas, os encontros e as atividades que o medo havia tirado da sua rotina.
Perguntas frequentes sobre psicólogo para síndrome do pânico em idosos
Como saber se um idoso está com síndrome do pânico e não com um problema cardíaco?
Essa é uma das principais dúvidas, porque os sintomas do pânico, como coração acelerado, falta de ar e dor no peito, se parecem muito com os de um problema cardíaco. Por isso, o primeiro passo é sempre consultar um médico para descartar causas físicas. Quando os exames voltam normais e os episódios continuam, a síndrome do pânico é uma hipótese a considerar. Um psicólogo pode avaliar o quadro emocional e iniciar o acompanhamento. Você pode ver os profissionais que atendem idosos na lista desta página.
A síndrome do pânico é comum em idosos? Por que acontece nessa fase?
Sim. O pânico pode surgir ou se intensificar na terceira idade por diferentes razões: preocupações com a saúde, perdas de pessoas queridas, isolamento social, mudanças na rotina e o medo de adoecer ou depender dos outros. O corpo do idoso também responde de forma mais intensa ao estresse, o que favorece episódios físicos agudos. Reconhecer que o pânico tem tratamento é o primeiro passo para buscar ajuda.
Como a terapia para idosos ajuda com a síndrome do pânico?
A terapia para idosos oferece um espaço seguro para entender o que dispara os ataques, aprender a tolerar os sintomas físicos sem entrar em espiral de medo e retomar gradualmente as situações e os lugares que passaram a ser evitados. O psicólogo trabalha no ritmo do idoso, respeitando a sua história e a sua autonomia. Com o tempo, os episódios diminuem em frequência e intensidade, e o idoso recupera a confiança para viver a rotina.
A síndrome do pânico em idosos tem relação com ansiedade e depressão?
Tem. O pânico costuma andar junto com a ansiedade generalizada e, muitas vezes, com a depressão. O medo constante de um novo ataque gera tensão permanente, que desgasta o emocional e pode abrir espaço para tristeza, desmotivação e isolamento. Por isso, o psicólogo cuida do quadro de forma integrada, e pode indicar acompanhamento com um médico quando necessário.
A terapia online funciona para idosos com síndrome do pânico?
Sim, e pode ser especialmente útil para quem já evita sair de casa por causa do pânico. A sessão acontece em um ambiente familiar e seguro, por videochamada, sem a necessidade de deslocamentos. Quando há dificuldade com a tecnologia, um familiar pode ajudar a preparar o aparelho e o ambiente. O sigilo e a qualidade são os mesmos de uma consulta presencial.
O idoso com síndrome do pânico precisa de remédio, além da terapia?
Nem sempre. Em muitos casos, a terapia é suficiente para reduzir e controlar os episódios de pânico. Em situações mais intensas ou quando há outros quadros associados, o psicólogo pode sugerir uma avaliação com um médico de psiquiatria, que vai avaliar a necessidade de medicação com atenção especial às interações com outros remédios que o idoso já usa. Terapia e medicação, quando indicadas juntas, se complementam.
Qual a diferença entre o psicólogo e o médico de psiquiatria para o idoso com pânico?
O psicólogo cuida das questões emocionais do idoso por meio da terapia, ajudando-o a entender e a enfrentar os ataques de pânico sem receitar medicação. O médico de psiquiatria é quem avalia a necessidade de remédio em casos mais intensos, com atenção especial às interações com os outros medicamentos que o idoso já usa. Em muitos casos a terapia é suficiente; em outros, os dois cuidados trabalham juntos.
A família pode ajudar o idoso com síndrome do pânico? Como agir durante um ataque?
Sim. A presença calma de um familiar faz grande diferença durante e depois de um ataque de pânico. O mais importante é não entrar em pânico junto: falar devagar, em tom tranquilo, dizer que o episódio vai passar e ajudar o idoso a respirar com calma. O psicólogo orienta a família sobre como apoiar sem reforçar a evitação e sem tirar a autonomia do idoso.
Quanto custa uma sessão de terapia para síndrome do pânico em idosos na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com a síndrome do pânico em idosos mais acessível para a família.
Como começar a terapia para síndrome do pânico em idosos na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo que atenda idosos na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular, tablet ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.