Psicólogo
CRP: 06/160073
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sobre mim:
Atuo como psicólogo clínico há oito anos, com prática em saúde mental pública. Sou especialista em Transtorno do Espectro Autista pela PUCPR. Também sou Autista com dupla excepcionalidade AHSD (Altas habilidades/superdotação). Tenho exper...
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Psicóloga
CRP: 08/34110
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga de orientação analítica (junguiana), e gosto muito da profissão que me habilita a contribuir com as pessoas com meu trabalho. Percebo a vida como uma jornada, e nessa jornada pode ocorrer desafios internos e externos os quais,...
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Psicólogo
CRP: 06/199660
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT, Psicologia Clínica, ...
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá, sou o Carlos, psicólogo especializado em Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), dedicado a fornecer suporte eficaz para indivíduos lidando com desafios emocionais. Com uma abordagem centrada no paciente, meu objetivo é oferecer um a...
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Fabíola de Souza Medeiros Castro
Psicóloga
CRP: 12/26596
Abordagem: Psicodrama, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá! Sou a Fabíola, moro em Tubarão - SC , casada , tenho um filho e sou apaixonada pela Psicologia. Estou aqui para guiar meus pacientes em uma jornada de autodescoberta e crescimento pessoal, ajudando-os a reconciliarem-se consigo mesmos ...
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Psicólogo
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Profissional dedicado e empático. -Pós graduado em Transtorno de Ansiedade e pânico -Pós graduado em Psicopedagogia -Pós graduado em Neuropsicologia.
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Psicólogo
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Abordagem: Psicoterapia Breve, Psicanálise, Psicodinâmica
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Sou Psicólogo clínico, atendo em psicoterapia de orientação psicanalítica. Acolhimento, discrição e ética. Comprometimento e seriedade profissional.
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Psicólogo
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Abordagem: Fenomenológica-existencial, Gestalt Terapia
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A terapia é uma oportunidade para você que busca lidar de maneira mais equilibrada com as questões do dia a dia sem julgamentos, críticas e opiniões contraditórias. Me chamo Leonardo Alves, sou Psicólogo e busco contribuir para que esse apr...
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Abordagem: Fenomenológica-existencial
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Olá! Meu nome é Tays, sou psicóloga clínica e hospitalar. Atendo crianças e adultos em momentos de ansiedade, sobrecarga, conflitos ou mudanças. Ofereço um espaço de acolhimento, autoconhecimento e cuidado emocional. Acredito que a psicoter...
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Abordagem: Fenomenológica-existencial
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Olá! Sou a Amanda, tenho 25 anos e sou psicóloga. 🌻 Sou pós-graduada em Transtornos de Ansiedade e Síndrome do Pânico, e também trabalho com casos de depressão, autoestima, relacionamentos e outros temas que fazem parte da nossa caminhada....
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Lucas Antônio Nogueira Rodrigues
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Sou Lucas Nogueira, psicólogo e utilizo a abordagem Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Em meu trabalho clínico, ajudo meus pacientes a explorar e desenvolver habilidades, enquanto descobrem estratégias para enfrentar desafios e encontr...
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O que é a síndrome do pânico em idosos
A síndrome do pânico em idosos se manifesta como episódios súbitos e intensos de medo, com sintomas físicos que surgem sem aviso: coração acelerado, falta de ar, tontura, formigamento e uma sensação avassaladora de que algo muito grave está acontecendo. É assustador e desconcertante, e muitas vezes o idoso acredita estar sofrendo um infarto.
Na terceira idade, esses episódios costumam ser mal interpretados, tanto pelo idoso quanto pela família, e podem levar a idas repetidas ao pronto-socorro sem uma causa cardíaca ou física identificada. Com o tempo, o medo de ter um novo ataque leva o idoso a evitar situações e lugares, o que reduz progressivamente a sua autonomia e a sua qualidade de vida. A ajuda de um psicólogo é fundamental para quebrar esse ciclo.
- Ataques súbitos com sintomas físicos intensos: coração acelerado, falta de ar, tontura e sensação de desmaio aparecem de repente e podem durar minutos ou mais.
- Medo de morrer ou perder o controle: durante o ataque, o idoso frequentemente acredita que algo muito grave está ocorrendo com o seu corpo.
- Antecipação e evitação: o medo de ter um novo ataque leva o idoso a evitar situações, lugares e atividades que antes faziam parte da sua rotina.
- Impacto na independência: com o tempo, a evitação limita as saídas e os compromissos, isolando o idoso e reduzindo a sua qualidade de vida.
Como a terapia para idosos com síndrome do pânico ajuda
Na terapia para idosos, o psicólogo acompanha o idoso com paciência e sem pressa, ajudando-o a compreender o que dispara os ataques de pânico e a enfrentá-los de forma gradual. O objetivo não é eliminar toda a ansiedade, mas romper o ciclo de medo e evitação que limita a vida do idoso. Ao longo do processo, é possível:
- Entender o que dispara os ataques: identificar os gatilhos, os pensamentos e as situações que precedem os episódios de pânico no dia a dia do idoso.
- Aprender a tolerar os sintomas físicos: técnicas de respiração e de atenção ao corpo ensinam o idoso a atravessar o ataque sem entrar em espiral de medo.
- Enfrentar gradualmente o que foi evitado: retomar, no ritmo do idoso, os lugares e as atividades que passaram a ser evitados por medo de um novo episódio.
- Recuperar a autonomia e a confiança: com o avanço do processo, o idoso volta a sair, a se relacionar e a fazer as coisas que gosta com mais segurança.
Como funciona a terapia para síndrome do pânico em idosos online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para síndrome do pânico em idosos é 100% online, por videochamada, do celular, tablet ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Fazer a sessão em casa é especialmente vantajoso para quem já evita sair por causa do pânico: o idoso cuida do emocional em um ambiente que conhece e onde se sente seguro. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo na lista: veja a lista de profissionais que atendem idosos nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem melhor na rotina do idoso, direto pela plataforma.
- Faça a sessão em casa: um espaço tranquilo e com boa conexão facilita a sessão, e um familiar pode ajudar a preparar o ambiente e a tecnologia sempre que precisar.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para síndrome do pânico em idosos
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com o idoso, o caminho que melhor se adapta ao momento e às necessidades dele. Entre as abordagens mais usadas para a síndrome do pânico em idosos estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): abordagem com forte base em evidências que ajuda o idoso a identificar os pensamentos catastróficos e a enfrentar gradualmente as situações evitadas.
- Técnicas de respiração e regulação do sistema nervoso: ensinam o idoso a interromper a espiral de pânico com estratégias de respiração lenta e de foco no presente.
- Terapia de exposição gradual: de forma cuidadosa e no ritmo do idoso, a exposição progressiva às situações temidas reduz o medo e amplia a liberdade de movimento.
- Terapia de apoio e psicoeducação: explica ao idoso e à família o que é o pânico, desfaz interpretações equivocadas e oferece recursos para lidar com os episódios no dia a dia.
Pânico, corpo e saúde na terceira idade
Os ataques de pânico assustam porque os sintomas físicos, como coração acelerado, falta de ar e tontura, são intensos e surgem do nada. Na terceira idade, essa semelhança com sintomas cardíacos é ainda mais preocupante, tanto para o idoso quanto para a família, e pode levar a investigações médicas repetidas. Descartar causas físicas com um médico é um passo importante e não deve ser pulado.
Quando as causas orgânicas são afastadas e o pânico é identificado, a terapia entra como o caminho mais eficaz para cuidar do lado emocional que sustenta os episódios. Tratar o pânico é cuidar da saúde integral do idoso: menos medo significa mais disposição para sair, se relacionar e viver a terceira idade com autonomia.
- Sintomas físicos que mimetizam o infarto: coração acelerado, falta de ar e dor no peito durante o ataque levam muitos idosos ao pronto-socorro, onde causas cardíacas precisam ser descartadas.
- Investigação médica como primeiro passo: consultar um médico para afastar causas físicas traz tranquilidade e prepara o caminho para o cuidado emocional com o psicólogo.
- Cuidar do emocional protege a saúde: a terapia reduz a frequência e a intensidade dos episódios, diminui o estresse e contribui para a saúde do coração e do sistema nervoso do idoso.
- Mais autonomia, mais qualidade de vida: quando o pânico é tratado, o idoso retoma as saídas, os encontros e as atividades que o medo havia tirado da sua rotina.
Perguntas frequentes sobre psicólogo para síndrome do pânico em idosos
Como saber se um idoso está com síndrome do pânico e não com um problema cardíaco?
Essa é uma das principais dúvidas, porque os sintomas do pânico, como coração acelerado, falta de ar e dor no peito, se parecem muito com os de um problema cardíaco. Por isso, o primeiro passo é sempre consultar um médico para descartar causas físicas. Quando os exames voltam normais e os episódios continuam, a síndrome do pânico é uma hipótese a considerar. Um psicólogo pode avaliar o quadro emocional e iniciar o acompanhamento. Você pode ver os profissionais que atendem idosos na lista desta página.
A síndrome do pânico é comum em idosos? Por que acontece nessa fase?
Sim. O pânico pode surgir ou se intensificar na terceira idade por diferentes razões: preocupações com a saúde, perdas de pessoas queridas, isolamento social, mudanças na rotina e o medo de adoecer ou depender dos outros. O corpo do idoso também responde de forma mais intensa ao estresse, o que favorece episódios físicos agudos. Reconhecer que o pânico tem tratamento é o primeiro passo para buscar ajuda.
Como a terapia para idosos ajuda com a síndrome do pânico?
A terapia para idosos oferece um espaço seguro para entender o que dispara os ataques, aprender a tolerar os sintomas físicos sem entrar em espiral de medo e retomar gradualmente as situações e os lugares que passaram a ser evitados. O psicólogo trabalha no ritmo do idoso, respeitando a sua história e a sua autonomia. Com o tempo, os episódios diminuem em frequência e intensidade, e o idoso recupera a confiança para viver a rotina.
A síndrome do pânico em idosos tem relação com ansiedade e depressão?
Tem. O pânico costuma andar junto com a ansiedade generalizada e, muitas vezes, com a depressão. O medo constante de um novo ataque gera tensão permanente, que desgasta o emocional e pode abrir espaço para tristeza, desmotivação e isolamento. Por isso, o psicólogo cuida do quadro de forma integrada, e pode indicar acompanhamento com um médico quando necessário.
A terapia online funciona para idosos com síndrome do pânico?
Sim, e pode ser especialmente útil para quem já evita sair de casa por causa do pânico. A sessão acontece em um ambiente familiar e seguro, por videochamada, sem a necessidade de deslocamentos. Quando há dificuldade com a tecnologia, um familiar pode ajudar a preparar o aparelho e o ambiente. O sigilo e a qualidade são os mesmos de uma consulta presencial.
O idoso com síndrome do pânico precisa de remédio, além da terapia?
Nem sempre. Em muitos casos, a terapia é suficiente para reduzir e controlar os episódios de pânico. Em situações mais intensas ou quando há outros quadros associados, o psicólogo pode sugerir uma avaliação com um médico de psiquiatria, que vai avaliar a necessidade de medicação com atenção especial às interações com outros remédios que o idoso já usa. Terapia e medicação, quando indicadas juntas, se complementam.
Qual a diferença entre o psicólogo e o médico de psiquiatria para o idoso com pânico?
O psicólogo cuida das questões emocionais do idoso por meio da terapia, ajudando-o a entender e a enfrentar os ataques de pânico sem receitar medicação. O médico de psiquiatria é quem avalia a necessidade de remédio em casos mais intensos, com atenção especial às interações com os outros medicamentos que o idoso já usa. Em muitos casos a terapia é suficiente; em outros, os dois cuidados trabalham juntos.
A família pode ajudar o idoso com síndrome do pânico? Como agir durante um ataque?
Sim. A presença calma de um familiar faz grande diferença durante e depois de um ataque de pânico. O mais importante é não entrar em pânico junto: falar devagar, em tom tranquilo, dizer que o episódio vai passar e ajudar o idoso a respirar com calma. O psicólogo orienta a família sobre como apoiar sem reforçar a evitação e sem tirar a autonomia do idoso.
Quanto custa uma sessão de terapia para síndrome do pânico em idosos na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com a síndrome do pânico em idosos mais acessível para a família.
Como começar a terapia para síndrome do pânico em idosos na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo que atenda idosos na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular, tablet ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.