Psicólogo
CRP: 11/03656
Abordagem: Esquizoanálise
Adolescentes, Adultos, Crianças, Idosos
Sobre mim:
Psicólogo formado em 2002 que desde a formação se dedica para a clínica e outras de Psicologia. Levando em consideração nossas potências humanas, os atendimentos psicológicos são desenvolvidos diante do foco que o consulente pretendem desen...
Ver perfil
Telefone: (88) 8144-7575
Psicóloga
CRP: 03/22802
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga com orientação teórica da psicologia junguiana; Pós graduação em Psicologia Social; Especialização em Processo Criativo e Facilitação de Grupos. Habilidade em autoconhecimento, conflitos nas relações amorosa / profissional / ...
Ver perfil
Telefone: (71) 98312-6510
Psicóloga
CRP: 02/28420
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Psicóloga Clínica da Abordagem Terapia Cognitivo Comportamental-TCC. Atendimento de adolescentes, adultos e idosos. Ajudo pacientes, por meio de uma psicoterapia semiestruturada, a conceituar seus pensamentos, crenças e comportamentos de f...
Ver perfil
Telefone: (81) 9525-9191
Psicólogo
CRP: 06/199660
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT, Psicologia Clínica, ...
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, sou o Carlos, psicólogo especializado em Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), dedicado a fornecer suporte eficaz para indivíduos lidando com desafios emocionais. Com uma abordagem centrada no paciente, meu objetivo é oferecer um a...
Ver perfil
Telefone: (14) 99890-0005
Fabíola de Souza Medeiros Castro
Psicóloga
CRP: 12/26596
Abordagem: Psicodrama, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá! Sou a Fabíola, moro em Tubarão - SC , casada , tenho um filho e sou apaixonada pela Psicologia. Estou aqui para guiar meus pacientes em uma jornada de autodescoberta e crescimento pessoal, ajudando-os a reconciliarem-se consigo mesmos ...
Ver perfil
Telefone: (48) 99997-3155
Psicólogo
CRP: 07/38886
Abordagem: Psicoterapia Breve, Psicanálise, Psicodinâmica
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou Psicólogo clínico, atendo em psicoterapia de orientação psicanalítica. Acolhimento, discrição e ética. Comprometimento e seriedade profissional.
Ver perfil
Telefone: (53) 99124-7055
Sâmilla Cristina Aurum Silva Machado
Psicóloga
CRP: 13/12486
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá! Sou Sâmilla Aurum, psicóloga clínica (CRP 13/12486), e trabalho com a abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Meu objetivo é te ajudar a lidar com ansiedade, depressão, burnout, síndrome do pânico e outros desafios emocion...
Ver perfil
Telefone: (83) 98123-8581
Psicólogo
CRP: 05/45917
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou formado pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Certificação HumanGuide Pós-Graduado Latu-Senso: Especialista em atendimento clínico com ênfase em Gestalt-Terapia. Venho há mais de 10 anos ajudando pessoas a ter uma vida ...
Ver perfil
Telefone: (21) 98631-6852
Psicólogo
CRP: 05/73027
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Psicólogo e mestrando em psicobiologia pela Unifesp. Abordagem terapia cognitivo comportamental (TCC). Atendo adolescentes, adultos e idosos. Alguns dos temas que trabalho são: ansiedade, autoestima, relacionamentos e insegurança.
Ver perfil
Telefone: (24) 98813-8748
Psicólogo
CRP: 05/75950
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Seja bem-vindo(a)! Meu nome é Gilmar, e sou Psicólogo clínico atuando na abordagem Fenomenológica Existencial. Estou aqui para criar um espaço de apoio e compreensão, onde você possa se sentir à vontade para compartilhar suas experiências e...
Ver perfil
Telefone: (22) 99819-3411
Como funciona a terapia para síndrome do pânico em idosos
A terapia para síndrome do pânico em idosos é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito ao longo de sessões regulares e no ritmo do idoso. Em vez de apenas acalmar o susto de cada crise, ela trabalha o ciclo que sustenta os ataques: os pensamentos catastróficos, o medo de que algo grave aconteça com o corpo e a evitação de lugares e situações que aos poucos vai fechando a vida do idoso.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Entender o que dispara os ataques: identificar os gatilhos, os pensamentos e as situações que precedem os episódios de pânico no dia a dia do idoso.
- Aprender a tolerar os sintomas físicos: técnicas de respiração e de atenção ao corpo ensinam o idoso a atravessar o ataque sem entrar em espiral de medo.
- Enfrentar gradualmente o que foi evitado: retomar, no ritmo do idoso, os lugares e as atividades que passaram a ser evitados por medo de um novo episódio.
- Recuperar a autonomia e a confiança: sair da terapia com recursos próprios para voltar a sair, a se relacionar e a viver a rotina com mais segurança.
Quando procurar terapia para síndrome do pânico em idosos
Ter um susto pontual não significa ter síndrome do pânico, mas ataques que se repetem e passam a limitar a vida do idoso merecem cuidado. Como os sintomas se parecem com os de um problema cardíaco, vale primeiro consultar um médico para descartar causas físicas. Quando os exames voltam normais e os episódios continuam, alguns sinais indicam que a terapia pode ajudar:
- Ataques súbitos com sintomas físicos intensos: coração acelerado, falta de ar, tontura e sensação de desmaio que aparecem de repente, sem causa física identificada.
- Medo de passar mal ou de morrer: durante a crise, o idoso frequentemente acredita estar sofrendo um infarto ou que algo muito grave vai acontecer.
- Medo do próximo ataque: a preocupação constante em ter uma nova crise passa a ocupar o pensamento e a gerar tensão permanente.
- Evitação de sair de casa: deixar de ir a lugares e de fazer atividades por medo de passar mal longe de casa ou de ajuda.
- Perda de autonomia e isolamento: com o tempo, a evitação reduz as saídas e os vínculos, limitando a independência e a qualidade de vida.
O que esperar das sessões de terapia para síndrome do pânico em idosos
Começar a terapia costuma gerar dúvida, e saber o que acontece nas sessões ajuda o idoso e a família a dar o primeiro passo. O processo é sigiloso, acolhedor e caminha sem pressa:
- Primeiras sessões: o psicólogo escuta a história do idoso, entende como os ataques aparecem e combina com ele os objetivos do trabalho.
- Ao longo do processo: juntos, investigam os gatilhos, desfazem interpretações equivocadas dos sintomas e testam estratégias para as crises.
- Entre as sessões: é comum praticar o que foi conversado, com exercícios de respiração e pequenos passos para enfrentar o que era evitado.
- Com o tempo: os ataques tendem a perder força e frequência, e o idoso ganha mais segurança para retomar a rotina e os vínculos.
Como fazer terapia para síndrome do pânico em idosos online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para síndrome do pânico em idosos é 100% online, por videochamada, do celular, tablet ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Fazer a sessão em casa é especialmente vantajoso para quem já evita sair por causa do pânico: o idoso cuida do emocional em um ambiente que conhece e onde se sente seguro, com um familiar por perto se precisar. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais que atendem idosos nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem melhor na rotina do idoso, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente acessível: um espaço tranquilo, reservado e com boa conexão facilita a sessão, com o apoio de um familiar se precisar.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para síndrome do pânico em idosos
Não existe uma única forma de fazer terapia para síndrome do pânico na terceira idade. O psicólogo escolhe, junto com o idoso, a abordagem que melhor combina com o seu momento e a sua forma de ser. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): abordagem com forte base em evidências para o pânico, ajuda o idoso a rever os pensamentos catastróficos e a enfrentar gradualmente as situações evitadas.
- Terapia de aceitação e compromisso (ACT): trabalha o acolhimento das sensações difíceis, ajudando o idoso a agir de acordo com o que valoriza mesmo diante do medo.
- Abordagem centrada na pessoa: oferece uma escuta acolhedora e sem julgamentos, valorizando a história e a autonomia do idoso ao longo do processo.
- Terapia de apoio e psicoeducação: explica ao idoso e à família o que é o pânico, desfaz interpretações equivocadas e oferece recursos para lidar com as crises.
Perguntas frequentes sobre terapia para síndrome do pânico em idosos
Como funciona a terapia para síndrome do pânico em idosos?
A terapia para síndrome do pânico em idosos acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do idoso. Nelas, ele entende o que dispara os ataques, aprende a tolerar os sintomas físicos sem entrar em espiral de medo e retoma aos poucos o que passou a evitar. O trabalho atua no ciclo de medo e evitação, e não apenas no susto de cada crise. Você pode ver os psicólogos que atendem idosos na lista de profissionais desta página.
Como saber se é síndrome do pânico e não um problema cardíaco?
Essa é uma das principais dúvidas, porque os sintomas do pânico, como coração acelerado, falta de ar e dor no peito, se parecem muito com os de um problema cardíaco. Por isso, o primeiro passo é sempre consultar um médico para descartar causas físicas. Quando os exames voltam normais e os episódios continuam, a síndrome do pânico é uma hipótese a considerar, e um psicólogo pode avaliar o quadro emocional e iniciar o acompanhamento.
Quanto custa uma sessão de terapia para síndrome do pânico em idosos na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna a terapia para síndrome do pânico em idosos mais acessível para a família.
A terapia para síndrome do pânico funciona mesmo para o idoso?
Sim. A psicoterapia é um dos tratamentos mais eficazes e recomendados para a síndrome do pânico, com forte respaldo científico, e a TCC ajuda o idoso a reduzir a frequência e a intensidade dos ataques e a enfrentar o que passou a evitar. Muitos percebem melhora em algumas semanas, retomando aos poucos a rotina e a autonomia. O ritmo varia conforme o caso e o envolvimento com o processo.
Quanto tempo dura a terapia para síndrome do pânico em idosos?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade e da frequência dos ataques, do histórico do idoso e dos objetivos combinados com o psicólogo. Algumas pessoas se sentem bem em poucos meses, enquanto outras preferem um acompanhamento mais longo para consolidar as mudanças e ter um espaço contínuo de cuidado. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O idoso com síndrome do pânico precisa de remédio, além da terapia?
Nem sempre. Em muitos casos, a terapia é suficiente para reduzir e controlar os episódios de pânico. Em situações mais intensas ou quando há outros quadros associados, o psicólogo pode sugerir uma avaliação com um médico de psiquiatria, que vai avaliar a necessidade de medicação com atenção especial às interações com outros remédios que o idoso já usa. Terapia e medicação, quando indicadas juntas, se complementam.
A terapia online para síndrome do pânico funciona para quem é idoso?
Sim, e pode ser especialmente útil para quem já evita sair de casa por causa do pânico, porque a sessão acontece em um ambiente familiar e seguro, por videochamada. Quando há dificuldade com a tecnologia, com a audição ou com a visão, um familiar pode ajudar a preparar o aparelho e o ambiente. O sigilo e a qualidade são os mesmos de uma consulta presencial.
A família pode ajudar o idoso com síndrome do pânico? Como agir durante um ataque?
Sim. A presença calma de um familiar faz grande diferença durante e depois de um ataque de pânico. O mais importante é não entrar em pânico junto: falar devagar, em tom tranquilo, dizer que o episódio vai passar e ajudar o idoso a respirar com calma. O psicólogo orienta a família sobre como apoiar sem reforçar a evitação e sem tirar a autonomia do idoso.
O idoso está tendo um ataque de pânico agora. O que fazer?
Ajude o idoso a respirar devagar: inspirar pelo nariz contando até quatro, segurar por alguns segundos e soltar pela boca lentamente. Fale com calma, permaneça por perto e lembre que a crise passa em poucos minutos, mesmo sendo assustadora. Se houver dor no peito persistente, sinais de risco ou dúvida sobre a causa, procure atendimento médico ou ligue para o SAMU no 192. Se surgir vontade de desistir da vida, ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso). Depois, procure acompanhamento contínuo em terapia.
Como começar a terapia para síndrome do pânico em idosos na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo que atenda idosos na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular, tablet ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.