Psicóloga
CRP: 06/68863
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Psicóloga formada desde 2001, com 23 anos de experiência clínica. Minha base teórica é a psicanálise, e atuo no atendimento de adolescentes, adultos e idosos. Promovo o autoconhecimento e ofereço suporte no tratamento de depressão, ansiedad...
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Telefone: (11) 98454-6647
Psicóloga
CRP: 06/225720
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Oi, muito prazer! Fazer terapia não é algo fácil e exige muita coragem! Meu objetivo é tornar essa caminhada e processo mais leves e com propósito, degrau por degrau, a fim de fazer você se conhecer melhor, sempre priorizando sua individu...
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Telefone: (11) 96316-2636
Psicóloga
CRP: 06/231958
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana, Psicologia Clínica, Psicoterapia Breve
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Todo processo de transformação começa com um olhar para dentro. Escolhi a Psicologia para oferecer um espaço de acolhimento, escuta e respeito, onde você possa ser quem é, sem julgamentos. Meu trabalho é caminhar ao seu lado, sempre ouvin...
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Telefone: (14) 99818-7709
Psicóloga
CRP: 09/20642
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adultos, Adolescentes, Casais
Sobre mim:
Me chamo Sara Costa Carvalho, sou Psicóloga Clínica e também atuo como Perita do Tribunal de Justiça de Goiânia (TJGO). Minha prática é guiada pela Análise do Comportamento, uma abordagem que foca na compreensão de como as nossas interações...
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Telefone: (62) 98331-8000
Michele Cristina Santos De Lima
Psicóloga
CRP: 15/8984
Abordagem: Psicologia Histórico-Cultural
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá, me chamo Michele Santos e meu trabalho busca acolher você como pessoa, e não apenas te reduzir às suas dores ou diagnósticos. Tenho experiência no acolhimento de demandas relacionadas à ansiedade, depressão, luto, burnout, TDAH, confli...
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Telefone: (82) 99381-8902
Raquel Oliveira Miguel Marques
Psicóloga
CRP: 06/228469
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Psicóloga e pós-graduada em Psicologia Social. Atuo com acolhimento, escuta qualificada e respeito à singularidade de cada pessoa, promovendo autoconhecimento, autonomia e bem-estar emocional.
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Telefone: (11) 97318-5134
Psicóloga
CRP: 12/28755
Abordagem: Psicodrama
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Oi! Sou psicóloga, pós-graduada em Psicodrama, e realizo atendimentos psicológicos online. Disponibilidade de horário manhã e tarde. Acredito que a terapia é um espaço de acolhimento, onde você pode ser quem é, falar sobre o que sente e enc...
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Psicóloga
CRP: 06/232743
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Psicóloga com atuação fundamentada na Fenomenologia-Existencial, atualmente, pós-graduanda no Instituto Dasein, onde realizo a Especialização em Psicologia Fenomenológica e Hermenêutica. Ofereço um espaço de escuta acolhedora e reflexão so...
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Bernardo Fricke de Castro Barbosa
Psicóloga
CRP: 05/54619
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Tenho 32 anos, sou psicólogo, sigo a linha existencial humanista com foco em Abordagem centrada na pessoa, com experiência em CAPS, psicologia social, psicologia escolar, terapia de casais e atendimento ao público LGBTQIA+. Estou cursando p...
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Telefone: (21) 99634-8810
Psicóloga
CRP: 06/163642
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Desde que trabalho como psicóloga clínica, trabalhei junto com crianças, adolescentes, adultos e idosos. Através da psicoterapia trabalhamos suas emoções, medos, angústias entre tantas outras coisas que precisam de atenção. A terapia trás ...
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Telefone: (14) 99752-4517
O que é o bullying na adolescência
O bullying na adolescência é a agressão repetida e intencional contra um jovem, seja física, verbal ou social, marcada por um desequilíbrio de poder entre quem agride e quem é alvo. Pode acontecer na escola, nos grupos de amigos ou pela internet, o chamado cyberbullying, que continua fora dos muros da escola, nas redes sociais e nos aplicativos de mensagem.
Ser alvo de bullying na adolescência não é frescura nem parte natural da fase. A exclusão, a humilhação e as ofensas repetidas afetam a autoestima, o humor e o senso de segurança do jovem. Um psicólogo especializado nessa faixa etária ajuda o adolescente a lidar com o que viveu e a se fortalecer, sempre respeitando a sua autonomia e o seu sigilo.
Sinais de que o adolescente sofre bullying
O adolescente que sofre bullying nem sempre conta o que está acontecendo, por vergonha ou medo. Alguns sinais indicam que vale procurar um psicólogo especializado:
- Recusa em ir à escola: queixas frequentes para faltar, dores de barriga ou de cabeça antes das aulas e queda repentina no rendimento escolar.
- Isolamento e retraimento: afastamento dos amigos, perda de interesse por atividades que antes gostava e vontade de ficar sozinho o tempo todo.
- Mudanças no humor: irritabilidade, tristeza persistente, crises de choro ou reações intensas ao mexer no celular.
- Sinais de cyberbullying: ansiedade ao usar as redes sociais, esconder a tela, apagar contas ou reagir mal a mensagens e comentários.
- Sintomas físicos e no sono: dificuldade para dormir, pesadelos, perda de apetite ou objetos e materiais que somem ou aparecem danificados.
- Comentários sobre si mesmo: falas de que não vale nada, de que ninguém gosta dele ou de que a vida não tem sentido, que exigem atenção imediata.
Como a terapia ajuda o adolescente com bullying
O psicólogo oferece ao adolescente um espaço sigiloso e sem julgamento para falar sobre o bullying e sobre o que ele sente. Ao longo do acompanhamento, o jovem aprende a:
- Nomear e elaborar o que viveu: colocar em palavras a humilhação e a dor da exclusão, entendendo que a culpa não é de quem sofre o bullying.
- Reconstruir a autoestima: recuperar uma visão mais justa de si e reduzir o peso das ofensas e das comparações que o bullying deixou.
- Reduzir a ansiedade e o medo: aprender técnicas de respiração e regulação emocional para lidar com o medo de novas situações de agressão.
- Fortalecer respostas e limites: desenvolver formas de se posicionar, pedir ajuda a adultos de confiança e cuidar do próprio espaço nas redes sociais.
- Reconstruir vínculos saudáveis: retomar, de forma gradual, a confiança nas relações e nas atividades que o bullying havia afastado.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acolher o jovem, agir junto à escola quando necessário e apoiá-lo entre as sessões.
Como funciona a terapia para bullying na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, o atendimento para bullying na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, um formato com o qual os adolescentes costumam se sentir à vontade. O sigilo é o mesmo de uma consulta presencial. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do adolescente e da família, direto pela plataforma.
- Garanta um espaço reservado: um ambiente privado, sem distrações, ajuda o jovem a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para bullying na adolescência
Diferentes abordagens podem ajudar o adolescente que sofre bullying. Na lista desta página você encontra psicólogos de várias linhas; estas são algumas das mais usadas com essa faixa etária:
- Terapia cognitivo-comportamental (TCC): trabalha os pensamentos de desvalorização deixados pelo bullying e desenvolve respostas e estratégias práticas para o dia a dia.
- Terapia focada no trauma: ajuda o jovem a elaborar experiências marcantes de humilhação e a reduzir o medo e a ansiedade ligados a elas.
- Abordagem psicodinâmica: olha para a história e as relações do adolescente, ajudando a entender o impacto do bullying na autoimagem.
- Terapia de apoio e habilidades sociais: fortalece a autoestima, os limites e a capacidade de se posicionar e de construir vínculos saudáveis.
Perguntas frequentes sobre psicólogo para bullying na adolescência
Como saber se o adolescente está sofrendo bullying ou é só conflito normal?
Desentendimentos pontuais fazem parte das relações. O bullying é diferente: envolve agressão repetida, intencional e com desequilíbrio de poder, seja física, verbal, social ou pela internet. Recusa em ir à escola, isolamento, queda no rendimento, mudanças bruscas de humor e ansiedade ao usar o celular são sinais de alerta. Se você percebe esse padrão, vale procurar um psicólogo. Você pode ver os profissionais que atendem adolescentes na lista desta página.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
O que os pais ficam sabendo do que o adolescente fala?
O conteúdo das sessões é sigiloso. O psicólogo compartilha com a família apenas o essencial para o cuidado e a segurança do adolescente, sobretudo quando há risco. Detalhes do que o jovem conta permanecem protegidos. Esse sigilo é o que permite ao adolescente falar com liberdade sobre o bullying, sobre as redes sociais e sobre o que sente.
O bullying na adolescência tem tratamento?
Sim. O acompanhamento psicológico ajuda o adolescente a elaborar o que viveu, a reconstruir a autoestima e a reduzir a ansiedade e o medo deixados pelo bullying. A terapia também fortalece a capacidade de se posicionar e de buscar apoio. Em casos com sofrimento mais intenso, o psicólogo pode indicar uma avaliação com um psiquiatra, que avalia a necessidade de medicação.
Quanto custa uma sessão de terapia para bullying na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com o bullying na adolescência mais acessível para a família.
O que é cyberbullying e como a terapia ajuda o adolescente com isso?
O cyberbullying é o bullying que acontece pela internet, em redes sociais, grupos e aplicativos de mensagem, e que segue o jovem para dentro de casa. O psicólogo ajuda o adolescente a lidar com o impacto emocional das ofensas online, a proteger o próprio espaço nas redes e a reconstruir a autoestima. Também orienta a família sobre limites e uso mais consciente das redes sociais.
A terapia online funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários. Para muitos jovens, a tela traz até mais facilidade para falar sobre um tema delicado como o bullying.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para falar sobre o bullying que enfrenta.
Meu filho adolescente falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. O bullying pode gerar sofrimento intenso, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.
Como começar a terapia para bullying na adolescência na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo que atenda adolescentes na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.