Francisco Felipe Ferreira Matias
Psicólogo
CRP: 05/85315
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá, meu nome é Francisco Matias, formado em psicologia e pós-graduando em psicopatologia (O estudo dos transtornos e doenças mentais). Minha abordagem é a TCC, Terapia Cognitiva-Comportamental. Assim, não ficarei apenas ouvido de forma i...
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Psicólogo
CRP: 02/17737
Abordagem: Psicologia Clínica, Humanista, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
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olá, me chamo Paulo, estou aqui para te acolher e conversar sobre qualquer assunto, com todo respeito e sigilo, sou especialista em terapia coguinitivo comportamental(TCC) sou psicólogo clinico desde 2014, te espero para uma conversa. Se n...
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Psicóloga
CRP: 09/15923
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos
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Que prazer ter você por aqui!!! Me chamo Natália, sou psicóloga clínica e me coloco a disposição para lhe atender da melhor forma possível. Fazer psicoterapia é ser apresentado a si mesmo com a chance de poder escrever uma nova história. Si...
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Psicóloga
CRP: 15/1582
Abordagem: Humanista, Ludoterapia, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá! Seja bem vindo (a) Meu nome é Maria Ramilda Gomes, sou Psicóloga clínica com mais de 22 anos de experiência na atuação da psicoterapia com adolescente e adulto. Especialista em Terapia Cognitiva Comportamental, Humanista Existenci...
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Psicóloga
CRP: 03/27933
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
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Meu nome é Caren Sena, sou graduada em psicologia pela faculdade Anhanguera/Unime Salvador, com o CRP: 03/27933 Trabalho com a abordagem teórica da Gestalt-terapia atuando com o público de adolescentes, adultos, Idosos os auxiliando em seu...
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Psicóloga
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou psicóloga clínica há 6 anos, atuo na abordagem terapia cognitivo comportamental, formada há 8 anos na Universidade Braz Cubas Mogi das Cruzes -SP em 2015. Pós graduada especialização lato sensu em Psicologia da saúde na Faculdades Educa...
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Psicólogo
CRP: 05/73377
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana, Terapia Corporal - Reichiana
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UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Trabalho clínico e terapêutico por meio de: - Arte (Método Nise da Silveira) - Diálogo - Movimentos Corporais/ Respiração - Sonhos A proposta do trabalho é desenvolver o processo de relig...
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Psicólogo
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Abordagem: Psicanálise
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Psicólogo Clínico com Orientação de base Psicanalítica. Pós Graduado em Psicanálise Clínica. Atendimento especializado para adolescentes, adultos e idosos. Disponibilidade Presencial em S. J. do Rio Preto.
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Maria Thatiani Bratfiche de Oliveira
Psicóloga
CRP: 06/171509
Abordagem: Psicanálise - Freud
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Seja bem vindo ao meu perfil!!! Sou Thatiani bacharel em Psicologia desde 2016 com ênfase em Psicanálise, pós graduanda em Neuropsicanálise Clínica. Me disponho a realizar atendimento social e escolhi a psymeet pela seriedade da plataforma,...
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Gabriela Almeida Azevedo Eccard
Psicóloga
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá! Meu nome é Gabriela Eccard e atendo o público adolescente e adulto. Sou bacharela em Psicologia pela Universidade Estácio de Sá de Niterói e Pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental Aplicada à Infância e Adolescência - PUC-Rio...
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O que é a compulsão alimentar na adolescência
A compulsão alimentar na adolescência são episódios em que o jovem come uma quantidade grande de comida em pouco tempo, com a sensação de perder o controle, mesmo sem fome física. O transtorno de compulsão alimentar costuma vir acompanhado de culpa, vergonha e sofrimento depois de cada episódio.
Na adolescência, a relação com a comida se mistura com a imagem corporal, com as dietas e com a pressão dos padrões de corpo que circulam nas redes sociais. Muitas vezes a comida vira uma forma de lidar com a ansiedade, a tristeza ou o estresse. Um psicólogo especializado nessa faixa etária ajuda o adolescente a entender o que está por trás dos episódios, sempre respeitando a sua autonomia e o seu sigilo.
Sinais de compulsão alimentar no adolescente
A compulsão alimentar no adolescente nem sempre é fácil de perceber, porque costuma acontecer escondido. Alguns sinais indicam que vale procurar um psicólogo especializado:
- Comer muito em pouco tempo: episódios de comer uma quantidade grande rapidamente, com sensação de não conseguir parar, mesmo sem fome.
- Comer escondido: comida que some, embalagens escondidas ou o hábito de comer sozinho por vergonha do que ou de quanto está comendo.
- Culpa e vergonha depois: sentimentos intensos de culpa, arrependimento ou nojo de si mesmo logo após os episódios.
- Preocupação com o corpo e dietas: insatisfação constante com a aparência, dietas restritivas seguidas de exageros e comparação com corpos das redes sociais.
- Uso da comida para lidar com emoções: buscar a comida quando está ansioso, triste, entediado ou estressado, e não por fome de verdade.
- Mudanças no humor e no isolamento: irritabilidade, tristeza, queda na autoestima e afastamento de atividades sociais ligadas à comida.
Como a terapia ajuda o adolescente com compulsão alimentar
O psicólogo oferece ao adolescente um espaço sigiloso e sem julgamento para falar sobre a compulsão alimentar e o que a desencadeia. Ao longo do acompanhamento, o jovem aprende a:
- Entender os gatilhos dos episódios: identificar as emoções e situações que antecedem a compulsão, como ansiedade, tristeza, tédio ou estresse.
- Reconstruir a relação com a comida: sair do ciclo de dieta restritiva e exagero e desenvolver uma relação mais tranquila e menos culpada com a alimentação.
- Lidar com emoções sem a comida: aprender formas de regular a ansiedade e a frustração que não passem por comer de forma compulsiva.
- Trabalhar a imagem corporal: reduzir o peso das comparações e dos padrões de corpo das redes sociais e construir uma visão mais gentil de si.
- Fortalecer a autoestima: diminuir a culpa e a autocrítica e recuperar o bem-estar e a confiança do adolescente.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para não vigiar nem cobrar a alimentação de forma crítica e para apoiar o jovem entre as sessões.
Como funciona a terapia para compulsão alimentar na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, o atendimento para compulsão alimentar na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, um formato com o qual os adolescentes costumam se sentir à vontade. O sigilo é o mesmo de uma consulta presencial. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do adolescente e da família, direto pela plataforma.
- Garanta um espaço reservado: um ambiente privado, sem distrações, ajuda o jovem a falar com liberdade sobre um tema delicado durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para compulsão alimentar na adolescência
Diferentes abordagens podem ajudar o adolescente com compulsão alimentar. Na lista desta página você encontra psicólogos de várias linhas; estas são algumas das mais usadas com essa faixa etária:
- Terapia cognitivo-comportamental (TCC): é uma das abordagens mais indicadas para o transtorno de compulsão alimentar, trabalhando os gatilhos, o ciclo dieta-exagero e os pensamentos sobre o corpo.
- Terapia comportamental dialética (DBT): desenvolve a regulação emocional e a tolerância ao desconforto, ajudando o jovem a lidar com emoções sem recorrer à comida.
- Abordagem focada na imagem corporal: trabalha a relação com a aparência e reduz o peso dos padrões de corpo das redes sociais.
- Cuidado multidisciplinar: quando indicado, o psicólogo atua em conjunto com médico e nutricionista, para um cuidado completo com o adolescente.
Perguntas frequentes sobre psicólogo para compulsão alimentar na adolescência
Como saber se o adolescente tem compulsão alimentar ou só está comendo mais?
Comer um pouco mais em algumas fases é normal na adolescência. A compulsão alimentar é diferente: envolve episódios de comer uma quantidade grande em pouco tempo, com sensação de perda de controle, seguidos de culpa e vergonha. Comer escondido, esconder embalagens e usar a comida para lidar com emoções são sinais de alerta. Se você percebe esse padrão, vale procurar um psicólogo. Você pode ver os profissionais que atendem adolescentes na lista desta página.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
O que os pais ficam sabendo do que o adolescente fala?
O conteúdo das sessões é sigiloso. O psicólogo compartilha com a família apenas o essencial para o cuidado e a segurança do adolescente, sobretudo quando há risco. Detalhes do que o jovem conta permanecem protegidos. Esse sigilo é o que permite ao adolescente falar com liberdade sobre a compulsão alimentar, a imagem corporal e a culpa que sente.
A compulsão alimentar na adolescência tem tratamento?
Sim. O transtorno de compulsão alimentar responde bem ao acompanhamento psicológico. A terapia ajuda o jovem a entender os gatilhos, a reconstruir a relação com a comida e a lidar com as emoções sem recorrer aos episódios. O cuidado costuma ser multidisciplinar: o psicólogo pode atuar junto de médico e nutricionista, e em alguns casos indicar uma avaliação com um psiquiatra, que avalia a necessidade de medicação.
Quanto custa uma sessão de terapia para compulsão alimentar na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com a compulsão alimentar na adolescência mais acessível para a família.
As redes sociais influenciam a compulsão alimentar do adolescente?
Sim. Os padrões de corpo idealizados que circulam nas redes sociais alimentam a insatisfação com a aparência, as dietas restritivas e a comparação constante, fatores que podem intensificar a compulsão alimentar. O psicólogo trabalha essa relação com a imagem corporal dentro do acompanhamento, ajudando o jovem a construir uma visão mais gentil de si e uma relação mais tranquila com a comida.
A terapia online funciona bem para adolescentes com compulsão alimentar?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial. Para muitos jovens, a tela traz até mais facilidade para falar de um tema tão delicado quanto a comida e o corpo.
Como os pais podem ajudar um adolescente com compulsão alimentar?
Evite vigiar, cobrar ou comentar de forma crítica a alimentação e o corpo do jovem, o que costuma aumentar a culpa e a vergonha. Ofereça acolhimento, mantenha refeições em família de forma tranquila e mostre que ele pode falar com você. O psicólogo orienta a família com estratégias específicas e, quando necessário, envolve médico e nutricionista no cuidado.
Meu filho adolescente falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. Procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.
Como começar a terapia para compulsão alimentar na adolescência na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo que atenda adolescentes na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.