Psicóloga
CRP: 06/215283
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá, sou Giovanna Favoretto, psicóloga e pós-graduanda em Neuropsicologia. Atuo com a abordagem psicanalítica, oferecendo um espaço de escuta acolhedor e sem julgamentos para que cada pessoa possa compreender melhor sua história, seus senti...
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Telefone: (19) 99284-4203
CRP: 15/8284
Abordagem: Psicanálise - Lacan
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou psicólogo e psicanalista, professor e pós-graduando em Psicanálise Clínica. Minha trajetória inclui também a experiência como ex-atleta profissional de vôlei de praia, vivência que me proporcionou um olhar sensível sobre disciplina, sup...
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Telefone: (82) 98811-9778
José Afonso Isidório Dos Santos
Psicólogo
CRP: 19/5779
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicólogo formado pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Atuo na clínica e trabalho com abordagem Cognitivo-comportamental. Oferto uma terapia de forma respeitosa e acolhedora com às diversas histórias, fornecendo um espaço segur...
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Telefone: (79) 99965-2102
Psicólogo
CRP: 06/162603
Abordagem: Psicanálise - Lacan
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá! Sou psicólogo clínico dedicado à promoção da saúde mental e ao desenvolvimento de processos terapêuticos que respeitam a singularidade e a história de cada pessoa. Minha prática é orientada por uma escuta ética, cuidadosa e comprometid...
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Michele Cristina Santos De Lima
Psicóloga
CRP: 15/8984
Abordagem: Psicologia Histórico-Cultural
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá, me chamo Michele Santos e meu trabalho busca acolher você como pessoa, e não apenas te reduzir às suas dores ou diagnósticos. Tenho experiência no acolhimento de demandas relacionadas à ansiedade, depressão, luto, burnout, TDAH, confli...
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Telefone: (82) 99381-8902
Psicólogo
CRP: 04/39610
Abordagem: Psicanálise
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Sobre mim:
Sou psicólogo com escuta orientada pela psicanálise, oferecendo um espaço de acolhimento, reflexão e elaboração das questões que atravessam a experiência subjetiva. Meu trabalho é voltado ao acompanhamento de adultos, respeitando o tempo ...
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Psicóloga
CRP: 11/22518
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Crianças, Adolescentes, Adultos, Casais
Sobre mim:
Olá, sou psicóloga clínica e analista comportamental. Sou graduada pelo Centro Universitário INTA (UNINTA) e também atuo como Técnica Social em serviços de Assistência Social. Minha trajetória profissional é marcada pela escuta e pelo acolh...
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Psicóloga
CRP: 06/224593
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, sou Maria Wedja Silva Santos, psicóloga, com atuação na abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Ofereço um espaço de acolhimento, escuta e cuidado, auxiliando adolescentes, adultos e idosos no processo de autoconhecimento...
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Psicólogo
CRP: 07/45028
Abordagem: Psicanálise - Winnicott
Crianças, Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou Maurício Aguiar, psicólogo. Acredito que cada pessoa merece ser ouvida com respeito, acolhimento e sem julgamentos. Meu objetivo é oferecer um espaço seguro para você, oferecendo o cuidado com a saúde emocional e ajudando enfrentament...
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Psicóloga
CRP: 06/230726
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
O sofrimento nem sempre faz você deixar de viver. Às vezes, faz você viver longe de si. Quando o medo, a culpa e a necessidade de agradar passam a conduzir as escolhas, o desejo deixa de ter espaço. É nesse momento que a psicoterapia pode...
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Telefone: (19) 99611-5937
O que é o vício em celular na adolescência
O vício em celular na adolescência é o uso excessivo e sem controle das telas, do celular, das redes sociais, da internet ou dos jogos, a ponto de prejudicar o sono, os estudos, as relações e o bem-estar do jovem. Não se trata de simplesmente usar bastante o celular, algo comum na fase, mas de perder o controle sobre esse uso.
Na adolescência, o celular é ferramenta de socialização, lazer e identidade, o que torna o limite mais delicado. O vício em redes sociais, em jogos e em internet costuma vir acompanhado de irritabilidade quando o jovem fica sem o aparelho e de dificuldade de se desconectar. Um psicólogo especializado nessa faixa etária ajuda o adolescente a construir uma relação mais saudável com as telas, sempre respeitando a sua autonomia e o seu sigilo.
Sinais de vício em celular no adolescente
O uso excessivo de telas no adolescente aparece de várias formas. Alguns sinais indicam que vale procurar um psicólogo especializado:
- Perda de controle sobre o uso: passar muito mais tempo do que pretendia no celular, nas redes sociais ou nos jogos, sem conseguir parar.
- Irritabilidade ao ficar sem o celular: reações intensas, ansiedade ou raiva quando o aparelho é tirado ou quando fica sem acesso à internet.
- Prejuízo no sono: ficar acordado até tarde nas telas, dormir mal e acordar cansado, com impacto no dia seguinte.
- Queda no desempenho escolar: dificuldade de concentração, notas em queda e tarefas deixadas de lado por causa do celular ou dos jogos.
- Isolamento social: trocar as relações e as atividades presenciais pelo mundo online, afastando-se de amigos e da família.
- Uso para fugir de emoções: recorrer às telas para escapar da ansiedade, do tédio ou da tristeza, e não apenas para lazer.
Como a terapia ajuda o adolescente com vício em celular
O psicólogo oferece ao adolescente um espaço sigiloso e sem julgamento para falar sobre o vício em celular e o que ele cumpre na sua vida. Ao longo do acompanhamento, o jovem aprende a:
- Entender o que sustenta o uso: perceber se as telas estão servindo para fugir da ansiedade, do tédio ou da tristeza, e trabalhar essa raiz.
- Construir limites saudáveis: estabelecer, de forma negociada e realista, horários e espaços sem celular, sem que isso vire uma guerra.
- Recuperar o sono e a rotina: reorganizar o uso das telas para proteger o sono, os estudos e os momentos de descanso.
- Reduzir a comparação nas redes: desenvolver uma relação mais consciente com as redes sociais, diminuindo o peso da comparação e da aprovação.
- Retomar relações e atividades: resgatar amizades, hobbies e atividades presenciais que o uso excessivo havia deixado de lado.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para negociar limites de tela sem transformar o tema em conflito e para apoiar o jovem entre as sessões.
Como funciona a terapia para vício em celular na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, o atendimento para vício em celular na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, um formato com o qual os adolescentes se sentem à vontade, usando a própria tela para construir uma relação mais saudável com ela. O sigilo é o mesmo de uma consulta presencial. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do adolescente e da família, direto pela plataforma.
- Garanta um espaço reservado: um ambiente privado, sem distrações, ajuda o jovem a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para vício em celular na adolescência
Diferentes abordagens podem ajudar o adolescente com uso excessivo de telas. Na lista desta página você encontra psicólogos de várias linhas; estas são algumas das mais usadas com essa faixa etária:
- Terapia cognitivo-comportamental (TCC): trabalha os gatilhos do uso excessivo e ajuda o jovem a construir limites e hábitos mais saudáveis com celular, redes e jogos.
- Entrevista motivacional: ajuda o adolescente a reconhecer o próprio uso e a encontrar motivação para mudar, sem imposição.
- Terapia de aceitação e compromisso (ACT): ensina o jovem a lidar com o tédio e a ansiedade sem recorrer às telas, alinhando o tempo online ao que é importante para ele.
- Abordagem sistêmica e familiar: quando indicado, envolve a família para rever combinados e a dinâmica de uso das telas em casa.
Perguntas frequentes sobre psicólogo para vício em celular na adolescência
Como saber se o adolescente é viciado em celular ou só usa muito?
Usar bastante o celular é comum na adolescência. O sinal de alerta aparece quando o jovem perde o controle sobre o uso, fica irritado ao ficar sem o aparelho e o celular, as redes sociais ou os jogos começam a prejudicar o sono, os estudos e as relações. Se você percebe esse padrão, vale procurar um psicólogo. Você pode ver os profissionais que atendem adolescentes na lista desta página.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
O que os pais ficam sabendo do que o adolescente fala?
O conteúdo das sessões é sigiloso. O psicólogo compartilha com a família apenas o essencial para o cuidado e a segurança do adolescente, sobretudo quando há risco. Detalhes do que o jovem conta permanecem protegidos. Esse sigilo é o que permite ao adolescente falar com liberdade sobre o uso das telas, das redes sociais e dos jogos.
O vício em celular na adolescência tem tratamento?
Sim. O acompanhamento psicológico ajuda o jovem a entender o que sustenta o uso excessivo, a construir limites saudáveis e a recuperar o sono, os estudos e as relações. Muitas vezes o uso das telas está ligado à ansiedade ou à dificuldade de lidar com emoções, e a terapia trabalha essa raiz. Em casos mais intensos, o psicólogo pode indicar uma avaliação com um psiquiatra, que avalia a necessidade de medicação.
Quanto custa uma sessão de terapia para vício em celular na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com o vício em celular na adolescência mais acessível para a família.
Como estabelecer limites de celular sem virar uma guerra em casa?
Tirar o celular de forma brusca costuma gerar conflito e afastamento. O caminho é negociar limites de forma realista, combinar horários e espaços sem tela e dar o exemplo em casa. O psicólogo ajuda a família a construir esses combinados junto com o adolescente, respeitando a autonomia do jovem, e trabalha com ele o que está por trás do uso excessivo.
Vício em jogos e vício em redes sociais são a mesma coisa que vício em celular?
São formas relacionadas de uso excessivo de telas. O vício em jogos, o vício em redes sociais e o vício em internet têm particularidades, mas compartilham a perda de controle e o prejuízo na vida do jovem. O psicólogo avalia qual é o padrão predominante e adapta o acompanhamento a ele, sempre olhando para o que sustenta esse uso.
A terapia online funciona bem para adolescentes com vício em celular?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, e usar a própria tela para construir uma relação mais saudável com ela faz sentido no acompanhamento. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade.
Meu filho adolescente falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. Procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.
Como começar a terapia para vício em celular na adolescência na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo que atenda adolescentes na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.