Psicóloga
CRP: 05/67706
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá! Meu nome é Tamires . Sou psicóloga graduada pela Universidade de Vassouras-RJ . Sou pós graduada em Terapia Cognitiva Comportamental e Psicologia Clínica. Como psicóloga especializada em Terapia Cognitiva Comportamental , meu compromi...
Ver perfil
Telefone: (24) 99985-3033
Psicólogo
CRP: 04/83313
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT, ...
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá! Sou João, psicólogo clínico. Auxilio pessoas que enfrentam dificuldades nos relacionamentos, dependência emocional, ansiedade, baixa autoestima e esgotamento emocional (burnout), oferecendo um espaço acolhedor e livre de julgamentos p...
Ver perfil
Telefone: (37) 99173-2105
Psicólogo
CRP: 05/75506
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Maurício Santos da Silva 47 anos, natural do Rio de Janeiro. A Psicologia é a minha paixão. Amo poder utilizar todo o conhecimento científico, empatia e escuta ativa para ajudar às pessoas a se tornarem melhores, descobrindo todo o potenci...
Ver perfil
Telefone: (21) 97964-7375
Psicólogo
CRP: 21/05675
Abordagem: Psicologia Histórico-Cultural
Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, meu nome é Herbert, sou psicólogo formado pela Universidade Federal do Delta do Parnaíba! Acredito que a psicologia exista como uma ciência que possibilita a promoção de uma vida significativa e prazerosa, onde a humanização, a ética ...
Ver perfil
Telefone: (86) 99587-1798
Psicólogo
CRP: 06/231061
Abordagem: Psicanálise
Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou Felipe José Pansica, psicólogo clínico, com prática orientada pela psicanálise. Atendo jovens e adultos, acompanhando os impasses e atravessamentos que marcam essas etapas da vida, especialmente nos momentos de transição, conflito e que...
Ver perfil
Telefone: (11) 97322-6940
Psicóloga
CRP: 06/224593
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, sou Maria Wedja Silva Santos, psicóloga, com atuação na abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Ofereço um espaço de acolhimento, escuta e cuidado, auxiliando adolescentes, adultos e idosos no processo de autoconhecimento...
Ver perfil
Telefone: (11) 97229-1093
Psicóloga
CRP: 06/232273
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Às vezes, a rotina pesa, a ansiedade aperta, sente a mente sobrecarregada, ou se você está passando por um momento difícil, é difícil carregar tudo por conta própria... saiba que você não precisa enfrentar tudo isso sozinha(o) — vamos conve...
Ver perfil
Telefone: (19) 99338-4636
Hugo Barbosa Baracho De Magalhães
Psicólogo
CRP: 04/48342
Abordagem: Gestalt Terapia, Terapia do Esquema - Young, Análise Existencial
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Meu nome é Hugo Barbosa Baracho de Magalhães e minha realização profissional é estudar e compreender a complexidade da mente humana. Sou formado em Psicologia e em Direito, com especialização em Psicologia Clínica: Análise Existencial e Ges...
Ver perfil
Telefone: (31) 98773-6284
Psicólogo
CRP: 11/25508
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), Psicologia Clínica
Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou Davi Ferreira, psicólogo clínico (CRP 11/25508), e atuo como facilitador do processo psicoterapêutico. Acredito que cada pessoa é única e possui sua própria forma de vivenciar o mundo. Por isso, ofereço um espaço de escuta, acolhimento...
Ver perfil
Telefone: (85) 99650-9862
Psicóloga
CRP: 12/30768
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Crianças, Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou psicóloga clínica (CRP 12/30768), especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atuo no acompanhamento de crianças, adolescentes e adultos, com atendimento presencial em Joinville (SC) e online para todo o território nacional...
Ver perfil
Telefone: (47) 98865-9537
O que é o vício em celular e quando buscar ajuda
O vício em celular é uma dependência comportamental: a pessoa passa a usar o smartphone de forma compulsiva, sem conseguir controlar quanto tempo fica nas telas, mesmo percebendo que isso prejudica a sua vida. Não se trata de uma questão de força de vontade, e sim de um padrão que se reforça a cada notificação e a cada rolagem infinita nas redes sociais. Quando o uso foge do controle e passa a atrapalhar a rotina, a psicoterapia com um psicólogo ajuda a entender a função desse hábito e a reconstruir uma relação mais saudável com o celular.
Alguns sinais indicam que é hora de procurar um psicólogo para o vício em celular:
- Uso compulsivo: pegar o celular de forma automática o tempo todo, mesmo sem motivo, e perder a noção das horas nas telas.
- Ansiedade sem o celular: sentir angústia, inquietação ou medo ao ficar longe do aparelho ou sem internet, um quadro conhecido como nomofobia.
- Rolagem sem fim: passar horas rolando redes sociais e vídeos, entrando por poucos minutos e saindo muito depois do que pretendia.
- Prejuízo na vida: impacto no sono, nos estudos, no trabalho e nas relações, com dificuldade de concentração e de estar presente.
- Tentativas frustradas de reduzir: prometer usar menos, apagar aplicativos ou definir limites e voltar ao mesmo padrão pouco tempo depois.
Como a terapia ajuda a lidar com o vício em celular
A psicoterapia é um dos caminhos mais eficazes para lidar com o vício em celular porque olha para além do sintoma: entende o que o uso excessivo está tentando resolver e ajuda a construir alternativas. No acompanhamento com um psicólogo você pode:
- Entender os gatilhos e a função do uso: reconhecer o que dispara a vontade de pegar o celular e o que ele alivia, como tédio, ansiedade ou solidão.
- Reduzir gradualmente: definir metas realistas de tempo de tela e estratégias práticas para diminuir o uso aos poucos, sem cortes bruscos que não se sustentam.
- Reconstruir hábitos e relações offline: resgatar atividades, vínculos e momentos de presença que o uso do celular vinha ocupando.
- Lidar com a ansiedade e o FOMO: trabalhar o medo de ficar de fora e a ansiedade que costumam estar por trás da checagem constante das redes sociais.
Como funciona a terapia online para vício em celular na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Poder ser atendido em casa, no seu ambiente, ajuda a olhar com honestidade para a relação com as telas. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados em vícios nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de onde estiver, em um ambiente reservado.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para vício em celular
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com você, o caminho que melhor combina com o seu momento. Entre as abordagens mais usadas para o vício em celular estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): muito indicada para dependências comportamentais, ajuda a identificar gatilhos e a substituir o uso automático por comportamentos mais saudáveis.
- Entrevista motivacional: fortalece a sua motivação para mudar, respeitando a ambivalência de quem quer usar menos o celular mas tem dificuldade de largar.
- Prevenção de recaída: constrói estratégias para lidar com os momentos de maior risco e evitar voltar ao uso compulsivo depois de progredir.
- Mindfulness e atenção plena: desenvolve o uso consciente do celular, trazendo a atenção ao presente e reduzindo a rolagem automática das telas.
Atendimento para vício em celular em diferentes públicos
O vício em celular afeta pessoas em diferentes fases da vida, e a terapia se adapta a cada uma. Na PsyMeet você encontra psicólogos que atendem diferentes públicos:
- Adultos: apoio para recuperar o foco no trabalho, melhorar o sono e reduzir a checagem constante das redes sociais no dia a dia.
- Adolescentes: acompanhamento para o uso intenso de celular e redes na adolescência, com orientação de pais preocupados sobre como estabelecer limites sem transformar o tema em conflito.
- Crianças: atendimento com psicólogos infantis para o excesso de telas, respeitando o ritmo da criança e envolvendo a família no cuidado.
- Idosos: apoio para o uso excessivo do celular na terceira idade, muitas vezes ligado à solidão e à busca de conexão.
Perguntas frequentes sobre vício em celular
Vício em celular é doença?
O vício em celular ainda não é uma doença formalmente classificada como um transtorno específico, mas é reconhecido como uma dependência comportamental que pode trazer sofrimento real e prejuízo à vida, de forma parecida com outros vícios. Quando o uso foge do controle e afeta o sono, os estudos, o trabalho ou as relações, ele merece atenção e pode ser tratado com acompanhamento psicológico.
A terapia funciona para vício em celular?
Sim. A psicoterapia é um dos caminhos mais eficazes para o vício em celular. Ela ajuda a entender a função do uso, a identificar os gatilhos e a reduzir o tempo de tela de forma gradual e sustentável, ao mesmo tempo em que cuida da ansiedade que costuma estar por trás do uso compulsivo. Você pode ver os psicólogos especializados em vícios na lista de profissionais desta página.
Como saber se tenho vício em celular?
Alguns sinais ajudam a perceber: usar o celular de forma compulsiva e automática, perder a noção do tempo nas telas, sentir ansiedade quando fica sem o aparelho, ter o sono, os estudos ou o trabalho prejudicados e não conseguir reduzir o uso mesmo tentando várias vezes. Se você se identifica com vários desses pontos, vale conversar com um psicólogo para avaliar e cuidar da sua relação com o celular.
O que é nomofobia?
Nomofobia é o medo ou a angústia intensa de ficar sem o celular ou sem acesso à internet. A pessoa sente inquietação, ansiedade e desconforto ao estar longe do aparelho, com a bateria baixa ou sem sinal. É um dos sinais mais comuns do vício em celular e pode ser trabalhada em terapia, junto com as causas do uso excessivo.
Como ajudar um filho adolescente viciado em celular?
O primeiro passo é dialogar sem transformar o celular em campo de batalha: tente entender o que ele busca no uso das telas e das redes sociais antes de impor regras. Combinar limites de forma acordada, oferecer alternativas de lazer offline e dar o exemplo no próprio uso costuma funcionar melhor do que proibir de forma abrupta. Muitos pais preocupados buscam orientação com um psicólogo, que pode acompanhar o adolescente e orientar a família sobre como estabelecer limites saudáveis.
Quantas sessões são necessárias para tratar o vício em celular?
Não existe um número fixo. A quantidade de sessões depende da intensidade do uso, do que está por trás dele e dos objetivos combinados com o psicólogo. Muitas pessoas percebem mudanças já nas primeiras semanas, à medida que passam a entender os gatilhos e a reduzir o tempo de tela, enquanto a consolidação de novos hábitos costuma acontecer ao longo do acompanhamento. O ritmo é definido entre você e o profissional.
Preciso de remédio ou de terapia para vício em celular?
Na maioria dos casos, a terapia é o tratamento central para o vício em celular, porque trabalha os gatilhos, os hábitos e a ansiedade ligados ao uso. Não costuma haver um remédio específico para esse vício, mas quando ele vem acompanhado de quadros como ansiedade ou depressão, pode ajudar entender as diferenças entre psicólogo e psiquiatra para avaliar se o cuidado com medicação é indicado para complementar a terapia.
A terapia online funciona para vício em celular?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial para a maioria dos casos. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a vantagem de você ser atendido de onde estiver. E não há contradição em cuidar do vício em celular usando o próprio celular: o trabalho é justamente construir uma relação mais consciente e saudável com as telas, e não abandoná-las por completo.
Quanto custa uma sessão de terapia para vício em celular na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com o vício em celular mais acessível.
Como encontro um psicólogo para vício em celular na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado em vícios na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.