Lygia Chiara Moura Rodrigues Gomes
Psicóloga
CRP: 04/81511
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sobre mim:
Atendimento exclusivo para mulheres. Olá! Sou Lygia Moura, psicóloga, com atuação voltada ao acolhimento e promoção da saúde mental de adolescentes, adultos e idosos. Acredito que a psicoterapia é um espaço seguro para que cada pessoa poss...
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Psicóloga
CRP: 06/230464
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, seja bem-vindo(a)! Sou psicóloga clínica, pós-graduanda em Psicologia Hospitalar, e atuo com base na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem fundamentada em evidências científicas que auxilia na compreensão e transformação d...
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Evelyn Milena Nascimento Da Silva
Psicóloga
CRP: 06/236869
Abordagem: Psicologia Clínica, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT, ...
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou psicóloga clínica da mulher, Perinatal e Parental e acredito em uma psicologia não só com técnicas mas com humanidade, acolhimento e respeito ao paciente e a sua singularidade. Realizo atendimento online para mulheres de todo o Brasil,...
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Psicóloga
CRP: 11/113431
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
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Olá sou Cecília psicóloga e psicanalista, pós graduada em psicopatologia. Amo a minha profissão pois através dela vejo meus pacientes evoluírem a partir das intervenções apropriadas, buscando sempre respeitar a sua subjetividade entenden...
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Psicóloga
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Abordagem: Psicologia Clínica
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Olá, meu nome é Flaviane sou psicóloga clinica e perinatal, apaixonada pela minha profissão. Prezo por uma psicologia transparente e humanizada onde todos podemos crescer e nos desenvolver durante esse processo de "Psicoterapia". Atendo ad...
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Ana Kéuvia Sousa Leite Almeida
Psicóloga
CRP: 06/179896
Abordagem: Humanista
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Olá, seja bem-vindo (a)! Me chamo Ana, atuo na área de psicologia clínica, trabalho na abordagem Humanista. Se você está passando por um momento difícil de angústia, tristeza, solidão, desanimo, conflitos, perdas e incertezas entre em cont...
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Psicóloga
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Abordagem: Psicanálise
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Eu trabalho no formato associação livre, ou seja, você fala o que lhe vier a mente. O processo analítico é feito e trabalhado por e com pequenos detalhes. Às vezes, uma palavra que você diz, a priore pode não ser nada, mas para mim que e...
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Psicólogo
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Neurociências, Neuropsicologia
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Sobre mim:
Terapeuta cognitivo-comportamental e neuropsicológo. Trabalho tanto com o tratamento de transtornos mentais quanto com desenvolvimento pessoal. Ainda, realizo processo de avaliação psicológica e neuropsicológica.
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Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo, Mindfulness, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, ...
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Sou empenhada e procuro sempre aprender. Meu objetivo é ouvir com respeito e técnica, como também proporcionar ferramentas para o bem estar de cada um que me procurar. Atuo com suporte e desenvolvimento de habilidades sociais, comunicação,...
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Olá! Sou Laura, psicóloga clínica formada pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). É um prazer te receber aqui! Atuo com atendimento psicológico a adolescentes e adultos na modalidade online, independentemente da localidade. Orient...
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Como funciona a terapia para depressão pós-parto
A terapia para depressão pós-parto é um processo com uma psicóloga que ajuda você a atravessar a tristeza persistente, a culpa e a exaustão que aparecem depois da chegada do bebê. A depressão pós-parto, ou DPP, não é frescura nem falta de amor pelo filho: é um quadro de saúde que precisa de acolhimento e tratamento, e a terapia trabalha justamente nessa raiz, e não apenas nos sintomas do dia.
Na prática, o trabalho atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Acolher a culpa e a vergonha: criar um espaço sem julgamento para falar do que sente, desfazendo a ideia de que você é uma mãe ruim por não estar feliz.
- Aliviar a tristeza e a exaustão: trabalhar o desânimo, o choro e o cansaço profundo que acompanham a depressão pós-parto e pesam na rotina com o bebê.
- Reorganizar pensamentos e expectativas: questionar a cobrança de dar conta de tudo e a comparação com uma maternidade idealizada.
- Recuperar o vínculo e a rede de apoio: fortalecer a conexão com o bebê e ajudar a pedir e aceitar ajuda de quem está por perto.
Quando procurar terapia para depressão pós-parto
Sentir-se sensível e cansada nos primeiros dias após o parto é comum, e costuma passar sozinho. Vale procurar terapia para depressão pós-parto quando a tristeza se prolonga por semanas e passa a atrapalhar o cuidado com você e com o bebê. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Tristeza que não passa: o choro fácil, o desânimo e a angústia se mantêm por mais de duas semanas depois do parto.
- Culpa e sensação de fracasso: você se sente uma mãe incapaz ou pensa que o bebê estaria melhor sem você.
- Perda de prazer e de vínculo: atividades que antes davam prazer perderam a graça, e é difícil se conectar com o bebê.
- Exaustão e alterações no sono: um cansaço que vai além das noites mal dormidas, com insônia ou vontade de dormir o tempo todo.
- Ansiedade e irritabilidade intensas: preocupação excessiva com o bebê, crises de ansiedade ou uma irritação difícil de controlar.
Abordagens de terapia para depressão pós-parto
Não existe uma única forma de tratar a depressão pós-parto em terapia. A psicóloga escolhe, junto com você, a abordagem que melhor combina com o seu momento. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda a identificar os pensamentos de culpa e incapacidade e a substituí-los por interpretações mais realistas sobre a maternidade.
- Terapia interpessoal: foca nas mudanças de papéis e nas relações do puerpério, trabalhando os conflitos e a rede de apoio ao redor da mãe.
- Abordagem focada em apego e parentalidade: cuida do vínculo entre mãe e bebê e ajuda a construir uma relação mais segura, no seu ritmo.
- Abordagem humanista: acolhe o sofrimento do pós-parto sem julgamentos e valoriza o resgate da autoconfiança da mãe.
Como fazer terapia para depressão pós-parto online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para depressão pós-parto é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato que cabe na rotina de quem está com um bebê pequeno em casa. Para começar, é simples:
- Escolha a psicóloga: veja a lista de profissionais especializadas em depressão pós-parto nesta página e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina com o bebê, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de casa, sem precisar se deslocar com o recém-nascido.
- Pague diretamente ao profissional: sem intermediários e sem mensalidade, você paga apenas pelas sessões que fizer.
Depressão pós-parto, baby blues e psicose puerperal
É comum confundir a depressão pós-parto com outros quadros do puerpério, mas eles são diferentes em intensidade, duração e cuidado necessário. Entender essa diferença ajuda a saber a hora de buscar ajuda:
- Baby blues (tristeza pós-parto): sensação leve e transitória de tristeza, choro fácil e sensibilidade nos primeiros dias após o parto; costuma passar sozinha em até duas semanas, sem tratamento.
- Depressão pós-parto (DPP): tristeza persistente, culpa, desânimo e perda de prazer que duram semanas ou meses e atrapalham o cuidado com o bebê; precisa de tratamento com terapia e, às vezes, acompanhamento médico.
- Psicose puerperal: quadro grave e raro, com confusão, agitação, delírios ou alucinações; é uma emergência médica que exige avaliação psiquiátrica imediata.
- O papel do parceiro e da rede de apoio: parceiro, família e amigos ajudam a perceber os sinais, dividir os cuidados e apoiar a mãe a buscar tratamento, o que faz enorme diferença na recuperação.
Perguntas frequentes sobre terapia para depressão pós-parto
Como funciona a terapia para depressão pós-parto?
A terapia para depressão pós-parto acontece em sessões de conversa com uma psicóloga, em que você acolhe a tristeza, a culpa e a exaustão do puerpério e aprende a lidar com elas, ao mesmo tempo em que fortalece o vínculo com o bebê e a rede de apoio. O trabalho vai à raiz do sofrimento, e não apenas aos sintomas do dia. Você pode ver as psicólogas especializadas em depressão pós-parto na lista desta página.
A terapia para depressão pós-parto funciona mesmo?
Sim. A terapia é um dos tratamentos mais eficazes para a depressão pós-parto, especialmente com abordagens como a Terapia Cognitivo Comportamental e a terapia interpessoal. À medida que você acolhe a culpa, alivia a tristeza e reorganiza expectativas, os sintomas tendem a diminuir e o vínculo com o bebê se fortalece.
Quanto custa uma sessão de terapia para depressão pós-parto na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer.
Qual a diferença entre baby blues e depressão pós-parto?
O baby blues, ou tristeza pós-parto, é leve e transitório: aparece nos primeiros dias após o parto e costuma passar sozinho em até duas semanas. A depressão pós-parto, ou DPP, é mais intensa e persistente, dura semanas ou meses, atrapalha o cuidado com o bebê e precisa de tratamento. Já a psicose puerperal é um quadro grave e raro, com confusão e delírios, que exige atendimento de emergência.
Estou com pensamentos de morte ou de machucar o bebê. O que faço?
Esses pensamentos são um sinal de que você precisa de ajuda imediata, e não fazem de você uma mãe ruim. Não fique sozinha: procure agora uma pessoa de confiança e busque atendimento o quanto antes. Ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192. Em emergência, procure o serviço de saúde mais próximo. Pensamentos de morte ou de machucar o bebê exigem cuidado imediato.
Quanto tempo dura a terapia para depressão pós-parto?
Não há um tempo fixo. Muitas mães sentem alívio já nas primeiras semanas de acompanhamento, enquanto quadros mais intensos pedem um tratamento mais longo. O ritmo é sempre combinado entre você e a psicóloga, de acordo com a intensidade dos sintomas e o seu momento no puerpério.
Sentir culpa por não estar feliz com o bebê é normal na depressão pós-parto?
Sim, é muito comum. A culpa e a vergonha por não sentir a alegria esperada estão entre os sintomas mais frequentes da depressão pós-parto, e não significam falta de amor pelo filho. A DPP é um quadro de saúde, não uma escolha. A terapia ajuda justamente a acolher essa culpa e a mostrar que buscar cuidado é um ato de amor, por você e pelo bebê.
Preciso de psicólogo ou de psiquiatra para depressão pós-parto?
Depende da intensidade. A terapia com psicólogo dá conta de boa parte dos casos de depressão pós-parto leve a moderada. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra ou encontrar um psiquiatra online. Na depressão pós-parto moderada a grave, o tratamento frequentemente combina terapia com acompanhamento psiquiátrico.
A terapia online para depressão pós-parto funciona tão bem quanto a presencial?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial para tratar a depressão pós-parto. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a comodidade de você poder se cuidar de casa, sem precisar se deslocar com o bebê recém-nascido.
Como começar a terapia para depressão pós-parto na PsyMeet?
Basta escolher uma psicóloga especializada em depressão pós-parto na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.