Psicólogo
CRP: 06/223236
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Psicólogo com formação em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), atuo com foco na compreensão dos pensamentos, emoções e comportamentos, buscando promover mudanças práticas e significativas no dia a dia. Acredito no processo terapêutico ...
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Psicólogo
CRP: 14/10929
Abordagem: Gestalt Terapia
Adultos, Idosos
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Tenho 25 anos, sou formado em psicologia, asou aberto a atender todas as demandas e atendo pela abordagem Gestalt Terapia.
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Psicólogo
CRP: 13/13808
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
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Sou Gustavo Galdino, psicólogo formado pela Faculdade Internacional da Paraíba e atualmente pós-graduando em Terapia Cognitivo-Comportamental pela UNIPE. Acredito que cada pessoa tem sua própria história, seus desafios e seu tempo, e por is...
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Telefone: (83) 98900-3772
Psicóloga
CRP: 04/85006
Abordagem: Terapia Sistêmica
Adultos, Casais
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Olá! Meu nome é Camila, sou psicóloga formada pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), com atuação na área clínica, orientada pela abordagem sistêmica, realizando atendimentos a adultos, famílias e casais. Atualme...
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Psicólogo
CRP: 13/14143
Abordagem: Psicanálise, Psicanálise - Freud, Psicopedagogia, ...
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Cada pessoa possui uma história única, marcada por vivências, relações e formas singulares de lidar com o sofrimento. A psicoterapia oferece um espaço de escuta e elaboração, possibilitando que novos sentidos sejam construídos a partir daqu...
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Psicóloga
CRP: 04/85388
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga com atuação fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem baseada em evidências que auxilia na compreensão e modificação de padrões de pensamento, emoções e comportamentos. Possuo aprimoramento nas áreas ...
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Psicólogo
CRP: 02/26120
Abordagem: Psicologia Clínica, Teoria do Apego
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Acredito que toda pessoa carrega uma história que merece ser compreendida antes de ser julgada. Olá! Sou psicólogo há 10 anos e atuo na clínica há quase cinco. Minha formação tem base psicanalítica, aliada à especialização em Terapia Cogni...
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Maria Carolina Da Silva Satuba
Psicóloga
CRP: 06/231299
Abordagem: Psicanálise - Freud
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Sobre mim:
Olá, sou psicóloga clínica, pós-graduada em Psicanálise Clínica Avançada, atendo adolescentes e adultos de forma online. Aqui você encontra um espaço seguro, um lugar de escuta ativa, qualificada e sem julgamentos. Um ambiente pra você ser...
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Telefone: (16) 99268-5323
Psicólogo
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Abordagem: Psicanálise - Winnicott
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Psicólogo psicanalista de orientação winnicottiana. Trabalho baseado na ética, no acolhimento e na construção de um espaço seguro de escuta.
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Gabriela Monteiro Sinkus Marques
Psicóloga
CRP: 06/227472
Abordagem: Psicanálise - Freud
Adultos
Sobre mim:
Há momentos em que a vida pede pausa, algo dentro de nós pede para ser ouvido. A ansiedade, o cansaço, os conflitos nos relacionamentos, a tristeza ou o sentimento de vazio podem ser formas de esse sofrimento encontrar voz. A psicoterapia ...
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Como funciona a terapia para vaginismo
A terapia para vaginismo é um processo com um psicólogo que ajuda você a entender a ligação entre o medo, a ansiedade e a contração involuntária que causa a dor. No vaginismo, o corpo reage antes do pensamento, e cada tentativa dolorosa reforça o receio da próxima. A terapia atua justamente nesse ciclo, cuidando do lado emocional que mantém a tensão.
Na prática, o trabalho acontece em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Compreender o ciclo do medo: enxergar como a ansiedade antecipatória e o receio da dor alimentam a tensão do corpo.
- Trabalhar o relaxamento: aprender, no seu ritmo, formas de acalmar a ansiedade e reduzir a tensão muscular involuntária.
- Ressignificar traumas e tabus: acolher experiências difíceis do passado e revisar crenças rígidas sobre o corpo e a sexualidade.
- Reconstruir a relação com o corpo: resgatar uma relação mais tranquila e segura com o próprio corpo, sem pressa e sem cobrança.
Quando procurar terapia para vaginismo
Sentir desconforto pontual pode acontecer. Vale procurar terapia para vaginismo quando a dor ou a dificuldade de penetração se tornam recorrentes e passam a pesar na intimidade e na relação. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Dor ou impossibilidade de penetração: a relação, o uso de absorvente interno ou o exame ginecológico se tornam dolorosos ou parecem impossíveis.
- Medo antes da intimidade: o receio de sentir dor aparece antes mesmo de qualquer tentativa e aumenta a tensão do corpo.
- Evitação e afastamento: você passa a evitar a intimidade para não sentir dor, o que gera distância na relação.
- Culpa e autocobrança: surge a sensação de estar decepcionando a si mesma ou o parceiro, o que só reforça a tensão.
- Ansiedade ligada ao tema: pensar em intimidade desperta ansiedade, angústia ou vontade de fugir do assunto.
Abordagens de terapia para vaginismo
Não existe uma única forma de cuidar do vaginismo em terapia. O psicólogo escolhe, junto com você, a abordagem que melhor combina com o seu momento e a sua história. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): trabalha a exposição gradual e o relaxamento, questionando os pensamentos que alimentam o medo da dor e reduzindo a ansiedade que gera a tensão.
- Terapia sexual: cuida de forma específica da relação com o corpo, o prazer e a intimidade, muitas vezes em parceria com o acompanhamento médico e fisioterapêutico.
- Terapia de casal: quando faz sentido, ajuda a melhorar a comunicação com o parceiro, aliviar a cobrança e reconstruir a proximidade sem medo.
- Psicanálise e abordagem humanista: investigam o que está por trás do medo e da tensão, ampliando a compreensão das emoções e da história envolvidas.
Como fazer terapia para vaginismo online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para vaginismo é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Poder falar sobre um tema tão íntimo de dentro de casa, em um ambiente reservado, ajuda muitas mulheres a se sentirem mais à vontade para começar. Para dar o primeiro passo, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados no tema nesta página e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de onde estiver, em um ambiente reservado.
- Pague diretamente ao profissional: sem intermediários e sem mensalidade, você paga apenas pelas sessões que fizer.
O que esperar da terapia para vaginismo
Cada história tem o seu ritmo, mas alguns pontos costumam marcar o cuidado com o vaginismo na terapia:
- Acolhimento sem julgamento: um espaço respeitoso e sigiloso para falar do medo, da dor e da intimidade, sem vergonha e sem cobrança.
- Foco na ansiedade e no medo: o trabalho vai à raiz do desconforto emocional que mantém o corpo em tensão, e não apenas ao sintoma físico.
- Trabalho gradual: o relaxamento e a dessensibilização acontecem passo a passo, respeitando o seu tempo e o seu conforto.
- Quando envolver o parceiro: em alguns momentos pode fazer sentido incluir o parceiro no processo, sempre avaliado junto com o psicólogo.
Perguntas frequentes sobre terapia para vaginismo
Como funciona a terapia para vaginismo?
A terapia para vaginismo acontece em sessões de conversa com um psicólogo, em que você entende a ligação entre o medo, a ansiedade e a contração involuntária que causa a dor. O trabalho cuida do lado emocional que mantém a tensão, com relaxamento e um caminho gradual, sem pressa. Você pode ver os psicólogos especializados no tema na lista desta página.
A terapia para vaginismo funciona mesmo?
Sim. A psicoterapia é uma parte importante do cuidado com o vaginismo, especialmente por trabalhar o medo, a ansiedade e a tensão que causam a dor. À medida que você compreende esse ciclo e treina o relaxamento, a maioria das mulheres consegue melhora importante. A terapia costuma caminhar ao lado do acompanhamento médico.
Quanto custa uma sessão de terapia para vaginismo na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com o vaginismo mais acessível.
O vaginismo tem causas emocionais?
Muitas vezes sim. O medo da dor, a ansiedade antecipatória, a autocobrança, traumas do passado e tabus sobre o corpo e a sexualidade costumam alimentar a tensão involuntária. A terapia trabalha justamente esse componente emocional, ajudando a reduzir o medo e a quebrar aos poucos o ciclo entre ansiedade e tensão.
O tratamento do vaginismo é feito só com terapia?
Nem sempre. O cuidado com o vaginismo costuma ser multidisciplinar: uma avaliação com ginecologista e, quando indicada, a fisioterapia pélvica podem se somar à terapia psicológica. Enquanto o acompanhamento médico e fisioterapêutico cuida da parte física, a terapia cuida do medo, da ansiedade e das emoções que mantêm a tensão. Os cuidados se complementam.
Quanto tempo dura a terapia para vaginismo?
Não há um tempo fixo. Alguns casos respondem em poucos meses, enquanto quadros mais enraizados pedem um acompanhamento mais longo. O ritmo é sempre combinado entre você e o psicólogo, respeitando o seu tempo e o seu conforto ao longo do processo.
A terapia online para vaginismo funciona tão bem quanto a presencial?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial no cuidado emocional do vaginismo. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a comodidade de ser atendida de onde você estiver. Muitas mulheres inclusive se sentem mais à vontade para falar de um tema tão íntimo a partir de um ambiente familiar e reservado.
Preciso de psicólogo ou de psiquiatra para vaginismo?
Na maior parte dos casos, o cuidado emocional do vaginismo é feito com o psicólogo, junto do acompanhamento com o ginecologista e, quando indicada, a fisioterapia pélvica. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra ou, quando há ansiedade ou depressão associadas, encontrar um psiquiatra online. Os cuidados costumam se complementar.
A ansiedade tem relação com o vaginismo?
Sim, é muito comum. A ansiedade antecipatória, o medo de sentir dor e a autocobrança deixam o corpo mais tenso, e cada tentativa dolorosa reforça o receio da próxima. A terapia ajuda a lidar com essa ansiedade na raiz, reduzindo a tensão involuntária e quebrando aos poucos esse ciclo.
Como começar a terapia para vaginismo na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado no tema na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.