Psicóloga
CRP: 06/157675
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Meu nome é Emily, eu sou psicóloga há cinco anos, atuo com atendimentos presenciais e remotos, de adolescentes e adultos, segundo a abordagem psicanalítica.
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Psicóloga
CRP: 05/85689
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Psicologia Clínica
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá, me chamo Cristiana, atuo como psicóloga seguindo a abordagem da Terapia Cognitivo- Comportamental (TCC). Durante os atendimentos, busco oferecer um espaço de escuta e acolhimento, de modo ético e respeitoso, para que cada pessoa possa...
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Psicóloga
CRP: 05/78513
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga, especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Essa abordagem trabalha a relação entre os pensamentos, as emoções e os comportamentos, de forma a produzir mudanças e qualidade de vida aos pacientes. Ofereço um aten...
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Telefone: (21) 97414-5353
Psicóloga
CRP: 06/231433
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Psicologia Clínica, Neuropsicologia
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá, meu nome é Daphne, é um prazer receber você por aqui. Sou psicóloga clínica formada pela Universidade Paulista (UNIP) e, atualmente, curso duas pós‑graduações: Neuropsicologia e Gestão de Pessoas e Recursos Humanos, já planejando uma ...
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Psicólogo
CRP: 06/231581
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
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Sou formado em psicologia clínica, atuando pela Terapia Cognitivo Comportamental, ao qual realizo atendimentos online voltados para adolescentes e adultos. Minha forma de trabalhar é no enfoque ao conforto do paciente, na qual ele se sint...
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Psicóloga
CRP: 07/46189
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou psicóloga e tenho experiência no atendimento de adultos adolescentes e idosos, acompanhando diferentes demandas emocionais e questões que podem surgir ao longo da vida. Meu trabalho é orientado pela psicanálise, buscando compreender não...
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Psicóloga
CRP: 06/160694
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos, Crianças, Idosos
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Olá! Sou Alaide Lima da Silva, psicóloga desde de 2020, atuo com base na aborgadem Análise do Comportamento. Realizo atendimento online oferecendo um espaço de acolhimento, escuta e cuidado com a saúde mental. Trabalharemos em conjunto para...
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Psicólogo
CRP: 06/158461
Abordagem: Psicanálise, Psicodinâmica
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Escutar a si mesmo pode ser o primeiro passo para transformar sua história — e a psicanálise é um caminho para isso." Sou Psicólogo formado há 6 anos, especialista em Psicanálise e saúde mental, cursando Psicanálise e Análise da Contempora...
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Psicóloga
CRP: 06/93960
Abordagem: Psicologia Clínica, Psicoterapia Breve, Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá, Sou Gláucia Gonçalves, Psicóloga formada em 2008, pós-graduanda em Psicologia Clínica. Iniciei minha jornada como psicóloga hospitalar atuando na área pública e privada e como psicóloga Clínica venho atendendo na abordagem Psicanalític...
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Psicóloga
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Abordagem: Psicologia Oncológica, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Psicologia Clínica
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Olá! Como você está? Fico feliz que você dado esse primeiro passo, de procurar alguém para caminhar contigo nessa etapa de sua vida. 🙂 Falando um pouco sobre o que eu faço e quem eu sou: me chamo Amanda Barros, sou psicóloga clínica forma...
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O que é a baixa tolerância à frustração na adolescência
Lidar com a frustração na adolescência faz parte do crescimento. Toda vez que a realidade não corresponde ao que o jovem esperava, seja um não dos pais, uma nota abaixo do desejado ou um plano que não deu certo, surge a frustração. Aprender a tolerar essa sensação e a seguir em frente é uma habilidade que se desenvolve ao longo da vida, e alguns adolescentes sentem mais dificuldade nesse processo.
O cuidado psicológico se torna importante quando a baixa tolerância à frustração prejudica a vida do jovem: quando ele reage de forma intensa ao menor contratempo, desiste diante da primeira dificuldade, se cobra de forma excessiva, se compara o tempo todo com os outros ou sofre demais com perdas e mudanças. Nesses casos, a terapia oferece um caminho concreto para desenvolver resiliência e regular as emoções diante daquilo que não sai como planejado.
Como a terapia ajuda o adolescente com frustração
O psicólogo oferece ao adolescente um espaço seguro para entender a frustração e aprender a lidar com ela sem se paralisar nem explodir. O trabalho não busca eliminar a frustração, que é inevitável, mas ampliar a capacidade do jovem de tolerá-la e transformá-la em aprendizado. Ao longo do acompanhamento, o adolescente aprende a:
- Nomear e acolher a frustração: reconhecer a sensação de frustração quando ela surge, entender que é natural e evitar que ela se transforme automaticamente em raiva ou desistência.
- Tolerar o desconforto do não: aprender a sustentar a frustração de não conseguir tudo o que quer, sem que isso vire uma crise a cada contratempo.
- Lidar com dificuldades sem desistir: desenvolver persistência para continuar tentando diante de obstáculos, em vez de abandonar tudo na primeira dificuldade.
- Reduzir a autocrítica e a comparação: construir uma relação mais gentil consigo mesmo, diminuindo a cobrança excessiva e o hábito de se comparar com os outros.
- Transformar frustração em aprendizado: enxergar erros, perdas e planos que não deram certo como parte do processo, e não como provas de fracasso.
Como funciona a terapia para frustração na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, o atendimento para frustração na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador. O formato online costuma ser bem aceito pelos adolescentes, que se sentem mais à vontade em um ambiente familiar para falar sobre suas dificuldades. O sigilo é o mesmo de uma consulta presencial. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de psicólogos que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do adolescente e da família, direto pela plataforma.
- Faça a sessão: em um ambiente reservado e sem julgamento, o jovem conversa com liberdade e constrói aos poucos uma relação de confiança com o psicólogo.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, essencial para que ele fale abertamente sobre suas cobranças e dificuldades. A família é orientada sem que o sigilo seja quebrado, salvo em situações de risco. Quando há risco à segurança do adolescente, ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192.
- Participação equilibrada: os pais participam de alguns momentos do processo, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala e de trabalho.
- Orientação sobre como impor limites com acolhimento: os responsáveis aprendem a sustentar o não com firmeza e afeto, sem ceder a cada explosão nem punir a frustração do jovem, ajudando-o a desenvolver tolerância.
Tipos de terapia para frustração na adolescência
Diferentes abordagens podem ajudar o adolescente a desenvolver tolerância à frustração e resiliência. Na lista desta página você encontra psicólogos de várias linhas; estas são algumas das mais utilizadas com adolescentes:
- Terapia cognitivo-comportamental (TCC): abordagem com forte evidência que trabalha os pensamentos rígidos por trás da baixa tolerância à frustração, como o perfeccionismo e o pensamento de tudo ou nada, e desenvolve respostas mais flexíveis.
- Treino de regulação emocional: ajuda o jovem a identificar e modular a intensidade da frustração no momento em que ela surge, evitando reações impulsivas de raiva ou desistência.
- Terapia de aceitação e compromisso (ACT): ensina o adolescente a aceitar o desconforto que a frustração traz sem ser dominado por ele, mantendo o foco no que é importante para seguir em frente.
- Abordagem centrada na pessoa (ACP): oferece um espaço de escuta acolhedora que ajuda o jovem a reduzir a autocrítica e a se sentir aceito mesmo diante dos próprios limites e erros.
Frustração, resiliência e lidar com o não na adolescência
Tolerar a frustração não significa não se importar, mas conseguir lidar com o que não sai como esperado sem se paralisar. Essa capacidade, ligada à resiliência, se desenvolve na adolescência e prepara o jovem para os desafios da vida adulta:
- O não faz parte do amadurecimento: aprender a ouvir um não, esperar por algo e aceitar limites ajuda o adolescente a construir autonomia e a lidar melhor com as frustrações que virão.
- Resiliência não é ausência de dor: ser resiliente não significa não sofrer com uma perda ou um fracasso, mas conseguir atravessar esse sofrimento e retomar o rumo depois.
- A comparação amplia a frustração: comparar-se o tempo todo com colegas e com o que veem nas redes sociais aumenta a sensação de inadequação. A terapia ajuda o jovem a construir referências mais realistas e gentis consigo mesmo.
- Quando a frustração vira algo maior: se a dificuldade de lidar com a frustração vem acompanhada de tristeza persistente, isolamento ou desânimo, vale procurar um psicólogo. Veja a lista de psicólogos que atendem adolescentes nesta página e use os filtros no topo para encontrar o profissional certo.
Perguntas frequentes sobre psicólogo para frustração na adolescência
Como saber se a dificuldade do meu filho com frustração é normal ou precisa de ajuda profissional?
Certa dificuldade de lidar com o não é esperada na adolescência. O cuidado profissional é indicado quando a baixa tolerância à frustração prejudica a vida do jovem: quando ele reage de forma intensa a qualquer contratempo, desiste diante da primeira dificuldade, se cobra de forma excessiva, se compara o tempo todo com os outros ou sofre demais com perdas e mudanças. Veja a lista de psicólogos que atendem adolescentes nesta página.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal. O psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança. Esse sigilo é fundamental para que o adolescente fale abertamente sobre suas cobranças e frustrações.
A baixa tolerância à frustração na adolescência pode melhorar sem terapia?
A tolerância à frustração tende a amadurecer naturalmente com o tempo e com novas experiências. Já quando a dificuldade é intensa e gera prejuízos, como desistências constantes ou reações explosivas, o apoio psicológico acelera o processo e oferece ferramentas concretas de regulação e resiliência que o jovem não desenvolveria sozinho. Quanto mais cedo o suporte começa, mais fácil é evitar que o padrão se consolide.
Baixa tolerância à frustração é a mesma coisa que birra ou imaturidade?
Não exatamente. A baixa tolerância à frustração é uma dificuldade real de sustentar o desconforto de não conseguir algo, e não simples birra ou má vontade. Ela pode estar ligada a traços de personalidade, a padrões aprendidos ou a outras questões emocionais. Rotular como imaturidade costuma aumentar a autocrítica do jovem. O psicólogo avalia o que está por trás e orienta o cuidado adequado.
Quanto custa uma sessão de terapia para frustração na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com a frustração na adolescência mais acessível para a família.
O que é resiliência e como a terapia ajuda a desenvolvê-la?
Resiliência é a capacidade de atravessar dificuldades, perdas e frustrações e retomar o rumo depois, sem se paralisar. Na terapia, o adolescente aprende a tolerar o desconforto, a flexibilizar pensamentos rígidos como o perfeccionismo, a reduzir a autocrítica e a enxergar erros como parte do aprendizado. É uma habilidade que se desenvolve com prática e que fortalece o jovem diante dos desafios da vida.
A terapia online funciona para tratar a dificuldade com frustração em adolescentes?
Sim. O formato online mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial e costuma ser bem aceito pelos adolescentes. Abordagens como a TCC e o treino de regulação emocional funcionam bem online, e o jovem aprende a aplicar as estratégias nas situações reais em que a frustração aparece, na escola e em casa.
Como os pais podem ajudar um adolescente com baixa tolerância à frustração?
Sustente os limites com firmeza e afeto, sem ceder a cada explosão nem punir a frustração do jovem. Evite resolver tudo para ele, pois lidar com pequenas frustrações ajuda a desenvolver tolerância. Reconheça o esforço, e não só o resultado, e ajude o adolescente a nomear o que sente. O psicólogo pode orientar a família sobre como acompanhar esse desenvolvimento.
Meu filho adolescente falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. Procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.
Como começar a terapia para frustração na adolescência na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo que atenda adolescentes na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.