Psicólogo
CRP: 01/19653
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou Janes, psicólogo formado pela Universidade Católica de Brasília , tenho experiência em atendimento de adolescentes e adultos, especialmente na área de depressão, ansiedade etc.
Ver perfil
Telefone: (61) 98106-5571
Marcos Vinicius Santana dos Santos
Psicólogo
CRP: 03/23201
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, sou Marcos, psicólogo formado pela Universidade Federal da Bahia e especialista em Saúde da Família pela Universidade Estadual de Santa Cruz. Minha prática clínica é orientada pela Psicanálise, mas também dialoga com temas que sempre m...
Ver perfil
Telefone: (71) 98420-8540
Psicólogo
CRP: 03/20294
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Sou psicólogo, formado desde 2019, com atuação clínica e hospitalar, o que me permite compreender o sofrimento humano em diferentes contextos e fases da vida. Tenho pós-graduação em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atuo no acompanha...
Ver perfil
Telefone: (71) 98515-2053
Psicólogo
CRP: 07/35305
Abordagem: Psicologia Positiva
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Sou o Taunai George, psicólogo clínico especializado em Psicologia Positiva. Com uma abordagem centrada no cliente, meu objetivo é ajudar indivíduos a alcançar um estado de bem-estar emocional e mental por meio do fortalecimento das emoções...
Ver perfil
Telefone: (54) 99944-5750
Psicóloga
CRP: 05/10917
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Olá o meu nome é Ana Cristina da Silva Ciancio, sou psicóloga clínica , com abordagem na Terapia comportamental cognitiva. Trabalhando para o bem estar social e emocional ,com adolescentes, adultos, casais e idosos. Especialização em: Ter...
Ver perfil
Telefone: (21) 99993-1076
Psicólogo
CRP: 08/41642
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana, Humanista
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Oi, me chamo Luciano e sou psicólogo clínico com orientação Analítica Junguiana e faço atendimentos em psicoterapia para pessoas de todas as idades. Defendo que os serviços da psicologia devem ser acessíveis para todas as pessoas, independe...
Ver perfil
Telefone: (41) 92002-2502
Psicólogo
CRP: 03/29099
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Adolescentes, Adultos, Casais
Sobre mim:
Meu objetivo é te ajudar a se tornar o seu melhor amigo. Acredito que você tem todos os recursos necessários para o seu crescimento e a auto-realização. Em nossos atendimentos, ofereço um espaço acolhedor e seguro para que você possa expl...
Ver perfil
Telefone: (75) 98103-2647
Psicóloga
CRP: 06/197207
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Prazer, sou Helaine e estou aqui para o que precisar, sou psicóloga da Abordagem Centrada na Pessoa, e sou graduada pela Puc de Minas Gerais. Entre em contato comigo para agendar sua consulta.
Ver perfil
Telefone: (15) 98825-3003
Psicólogo
CRP: 03/30885
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, seja bem vindo(a)! Meu nome é Wallace Sousa Cruz, sou Psicólogo clínico - CRP 03/30885. Enxergo a psicoterapia como um espaço seguro e propício para reflexão e ampliação da compreensão de si. Nesse ambiente ético, seguro e acolhedor,...
Ver perfil
Telefone: (77) 99974-7643
Psicóloga
CRP: 03/5140
Abordagem: Psicologia Histórico-Cultural, Terapia Familiar, Psicoterapia Breve
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Olá!! Eu sou Dora Teixeira Diamantino, Psicóloga (CRP-03/5140), especialista em Terapia Familiar Sistêmica e de casal, mestra e doutora em Psicologia (UFBA). Atualmente estou finalizando formação em Terapia Familiar Sistêmica e de casal no ...
Ver perfil
Telefone: (71) 98122-1989
O que é um relacionamento abusivo na adolescência
Um relacionamento abusivo na adolescência é aquele em que um dos parceiros exerce controle, pressão ou violência sobre o outro. Como o primeiro namoro costuma acontecer nessa fase, muitos jovens ainda não têm referência do que é uma relação saudável e podem confundir ciúmes excessivo, controle e possessividade com demonstração de amor. Por isso, o abuso muitas vezes passa despercebido pelo próprio adolescente e por quem está ao redor.
A violência no namoro adolescente pode aparecer de várias formas: humilhação, ameaças, ciúmes constante, controle das roupas e das amizades, isolamento dos amigos e da família, chantagem emocional, pressão para fazer coisas que o jovem não quer e, em muitos casos, agressão física. O cuidado psicológico ajuda o adolescente a reconhecer esses sinais, a entender que não é culpado pelo que vive e a recuperar a autoestima e a segurança para se proteger.
Como a terapia ajuda o adolescente em um relacionamento abusivo
O psicólogo oferece ao adolescente um espaço seguro e sem julgamento para falar sobre o relacionamento abusivo no próprio ritmo. O trabalho não força decisões nem pressiona o jovem a terminar de imediato, mas o ajuda a enxergar a relação com mais clareza e a resgatar a confiança em si mesmo. Ao longo do acompanhamento, o adolescente aprende a:
- Reconhecer os sinais de abuso: identificar o controle, o ciúmes excessivo, a humilhação e a manipulação como formas de abuso, e não como provas de amor.
- Entender que a culpa não é dele: desconstruir a ideia de que merece o tratamento que recebe ou de que precisa mudar para agradar o parceiro.
- Recuperar a autoestima: reconstruir a imagem de si mesmo que o abuso desgastou, resgatando o valor próprio e a confiança nas próprias percepções.
- Reconectar-se com a rede de apoio: retomar o contato com amigos e família de quem foi afastado, fortalecendo os vínculos que oferecem proteção.
- Construir um plano de segurança: quando necessário, pensar com o apoio do psicólogo em passos concretos para se proteger e buscar ajuda diante de situações de risco.
Como funciona a terapia para relacionamento abusivo na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, o atendimento para relacionamento abusivo na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador. O formato online pode oferecer ao jovem um espaço mais reservado para falar sobre algo tão delicado, longe do parceiro que exerce controle. O sigilo é o mesmo de uma consulta presencial. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de psicólogos que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do adolescente e da família, direto pela plataforma.
- Faça a sessão: em um ambiente reservado e sem julgamento, o jovem fala no seu ritmo e constrói uma relação de confiança com o psicólogo.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem, um cuidado especialmente importante quando há um relacionamento abusivo envolvido:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, essencial para que ele fale abertamente sobre a relação. A família é orientada sem que o sigilo seja quebrado, salvo em situações de risco. Quando há risco à segurança do adolescente, ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192.
- Participação equilibrada: os pais participam de alguns momentos do processo, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala e de trabalho.
- Orientação para apoiar sem culpar: os responsáveis aprendem a acolher o jovem sem julgá-lo por continuar na relação e a oferecer um porto seguro para o qual ele possa voltar quando decidir se afastar do abuso.
Tipos de terapia para relacionamento abusivo na adolescência
Diferentes abordagens podem ajudar o adolescente a se recuperar de um relacionamento abusivo e a reconstruir a autoestima. Na lista desta página você encontra psicólogos de várias linhas; estas são algumas das mais utilizadas com adolescentes:
- Terapia cognitivo-comportamental (TCC): trabalha as crenças e os pensamentos que o abuso instalou, como a culpa e a sensação de não ter valor, e ajuda o jovem a desenvolver formas mais seguras de se relacionar.
- Abordagem focada no trauma: cuida das marcas emocionais que a violência e a manipulação deixaram, respeitando o ritmo do adolescente para elaborar o que viveu.
- Abordagem centrada na pessoa (ACP): oferece uma escuta acolhedora e sem julgamento que ajuda o jovem a resgatar a confiança nas próprias percepções, muitas vezes distorcidas pelo abuso.
- Treino de habilidades sociais e assertividade: ajuda o adolescente a estabelecer limites, a reconhecer relações saudáveis e a se comunicar de forma firme e respeitosa em futuros relacionamentos.
Sinais de um relacionamento abusivo e como buscar segurança
Reconhecer os sinais é o primeiro passo para buscar ajuda. Um relacionamento abusivo raramente começa com agressão: costuma avançar aos poucos, disfarçado de cuidado e amor, até se tornar controle e violência. Fique atento a sinais como estes:
- Controle e isolamento: o parceiro decide com quem o jovem pode andar, o que pode vestir e para onde pode ir, afastando-o dos amigos e da família.
- Ciúmes, humilhação e manipulação: ciúmes constante, xingamentos, chantagem emocional, ameaças de terminar ou de se machucar e culpa jogada sobre o adolescente por tudo o que dá errado.
- Pressão e violência: pressão para fazer coisas que o jovem não quer, invasão de privacidade e qualquer forma de agressão física, sexual ou psicológica.
- Onde buscar ajuda imediata: em situação de risco, ligue para a Polícia no 190 ou para o SAMU no 192. Para apoio emocional, o CVV atende no 188 (24 horas, gratuito e sigiloso). Para denunciar violência, use o Disque 100 (direitos humanos) ou a Central de Atendimento à Mulher no 180. Depois, busque acompanhamento contínuo: veja a lista de psicólogos que atendem adolescentes nesta página e use os filtros no topo para encontrar o profissional certo.
Perguntas frequentes sobre psicólogo para relacionamento abusivo na adolescência
Como saber se o namoro do meu filho adolescente é abusivo?
Alguns sinais indicam abuso: ciúmes excessivo, controle das roupas, das amizades e dos horários, humilhação e xingamentos, isolamento dos amigos e da família, chantagem emocional, pressão para fazer coisas que o jovem não quer e qualquer forma de agressão física, sexual ou psicológica. Muitos adolescentes confundem esse controle com amor. Se você percebe esses sinais, vale buscar apoio psicológico. Veja a lista de psicólogos que atendem adolescentes nesta página.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal. O psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança. Esse sigilo é fundamental para que o adolescente fale abertamente sobre o relacionamento sem medo de julgamento.
Meu filho está em um relacionamento abusivo mas não quer terminar. O que fazer?
É comum que o adolescente resista a terminar, seja por medo, por afeto ou por acreditar que o parceiro vai mudar. Pressionar ou proibir costuma afastá-lo ainda mais. O melhor caminho é acolher sem julgar, manter o vínculo aberto e oferecer apoio profissional. Na terapia, o psicólogo ajuda o jovem a enxergar a relação com clareza e a construir, no próprio ritmo, condições para se proteger e se afastar do abuso.
Por que adolescentes confundem ciúmes e controle com amor?
Porque muitos vivem o primeiro namoro nessa fase e ainda não têm referência do que é uma relação saudável. Ideias romantizadas de que ciúmes é prova de amor ou de que o parceiro controla porque se importa acabam normalizando o abuso. A terapia ajuda o adolescente a distinguir cuidado de controle e a entender que amor não combina com medo, humilhação nem controle.
Quanto custa uma sessão de terapia para relacionamento abusivo na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com o adolescente mais acessível para a família.
A terapia pode ajudar mesmo depois que o relacionamento abusivo termina?
Sim, e muitas vezes é justamente depois do término que o cuidado se torna mais importante. O abuso deixa marcas na autoestima e na forma de se relacionar, e sem apoio o adolescente pode repetir padrões parecidos em relações futuras. A terapia ajuda a elaborar o que viveu, a reconstruir a confiança em si mesmo e a reconhecer o que é uma relação saudável.
A terapia online funciona para adolescentes em relacionamentos abusivos?
Sim. O formato online mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial e pode oferecer ao jovem um espaço reservado para falar sobre algo tão delicado. O importante é que o adolescente tenha um local privado durante a sessão. Abordagens focadas no trauma e na reconstrução da autoestima funcionam bem nesse formato.
Como apoiar meu filho adolescente sem afastá-lo de mim?
Evite julgar, dar ultimatos ou falar mal do parceiro, pois isso costuma fazer o jovem se fechar. Ouça com calma, valide o que ele sente e deixe claro que ele pode contar com você sem medo de ser criticado. Mantenha a porta aberta e ofereça apoio profissional. O psicólogo pode orientar a família sobre como acompanhar o adolescente nesse processo delicado.
Meu filho adolescente falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. Procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Se houver situação de violência, acione também a Polícia no 190. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.
Como começar a terapia para relacionamento abusivo na adolescência na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo que atenda adolescentes na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.