Psicólogo
CRP: 06/138068
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sobre mim:
Olá, meu nome é Luiz Henrique Merlugo Tavares, e sou psicólogo especializado em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Com uma sólida formação acadêmica e vasta experiência clínica, dedico minha carreira a ajudar indivíduos a superar desaf...
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Telefone: (17) 99669-4417
Psicóloga
CRP: 09/15923
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos
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Que prazer ter você por aqui!!! Me chamo Natália, sou psicóloga clínica e me coloco a disposição para lhe atender da melhor forma possível. Fazer psicoterapia é ser apresentado a si mesmo com a chance de poder escrever uma nova história. Si...
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Psicólogo
CRP: 02/25924
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá, me chamo Clystefer Santos, sou psicólogo clínico (CRP 02/25924), formado pela UNIFG e pós-graduado em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pela FAVENI. Atuo com uma abordagem prática, baseada em evidências, que promove mudanças durad...
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Psicóloga
CRP: 06/155949
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou psicóloga clínica há mais de 7 anos e, há aproximadamente 3 anos, tenho me dedicado exclusivamente à psicoterapia para mulheres. Acolho as dores do universo feminino, como ansiedade, esgotamento, depressão, baixa autoestima, dependência...
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Psicóloga
CRP: 04/73124
Abordagem: Análise Existencial
Adolescentes, Adultos
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Olá! Meu nome é Thaysa e sou formada em Psicologia ha 3 anos. Trabalhei como Psicóloga Organizacional em algumas empresas, onde me dediquei a proporcionar aos colaboradores uma experiência positiva no trabalho. Pude criar um espaço de acolh...
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Psicólogo
CRP: 04/70928
Abordagem: Psicoterapia Breve, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Mindfulness, ...
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Oi muito prazer ! Meu nome é Tarso sou um psicólogo que atende pela terapia cognitivo comportamental. Que auxília a pessoa a lidar melhor com problemas de ansiedade, depressão entre outras coisas. Procuro ser um profissional digno da confia...
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Abordagem: Psicanálise - Winnicott
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Oi! Sou a Ester, Psicóloga orientada pela abordagem da Psicanálise Winnicottiana e fascinada pelas possibilidades que acompanham o Ser e Estar no mundo e o processo de amadurecimento. Busco um olhar mais profundo do sujeito, de seu ambient...
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Taynara Maria da Silva Wanderley
Psicóloga
CRP: 57/527
Abordagem: Psicanálise - Lacan
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Olá! Prazer, sou Taynara, formada em Psicologia pela Universidade Federal de Alagoas e hoje atuo como psicóloga clínica. Trabalho com a teoria psicanalítica, uma abordagem terapêutica que busca compreender as complexidades da mente humana...
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Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
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Acredito no potencial que cada pessoa tem de buscar seu desenvolvimento pessoal, de mudar, de se atualizar. Meu objetivo é ajudar a descobrir seus potenciais de forma a se olhar com mais carinho, respeitando sua jornada, que é única. Prez...
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CRP: 06/202774
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá, sou psicóloga Clínica, me formei na faculdade Integrada Einstein Limeira no ano de 2023. Ao longo da minha formação, desenvolvi uma profunda paixão por ajudar as pessoas a entenderem melhor seus sentimentos e comportamentos, promovendo...
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O que são os transtornos alimentares na adolescência
Os transtornos alimentares na adolescência são condições sérias que afetam a relação do jovem com o corpo, a comida e a imagem que faz de si mesmo. As mais comuns nessa faixa etária são a anorexia nervosa, a bulimia nervosa e o transtorno de compulsão alimentar periódica, e todas elas envolvem sofrimento real que vai muito além de escolhas alimentares.
A pressão estética amplificada pelas redes sociais, os padrões de corpo irreais e a comparação constante alimentam a insatisfação corporal na adolescência e podem contribuir para o desenvolvimento dessas condições. Os transtornos alimentares têm consequências físicas e emocionais graves e exigem atenção especializada: quanto mais cedo o cuidado começa, melhor o prognóstico para o jovem.
Como a terapia ajuda o adolescente com transtornos alimentares
O psicólogo oferece ao adolescente um espaço seguro para explorar a relação com o corpo e a comida, sem julgamento. O trabalho vai além dos sintomas alimentares: ajuda o jovem a lidar com as emoções que estão por trás deles. Ao longo do acompanhamento, o adolescente aprende a:
- Compreender o que está por trás dos sintomas: identificar as emoções, crenças e pressões que alimentam o comportamento alimentar disfuncional.
- Reconstruir a relação com o corpo: questionar a distorção de imagem corporal e desenvolver uma percepção mais realista e compassiva de si mesmo.
- Lidar com gatilhos emocionais: reconhecer situações, pensamentos e sentimentos que desencadeiam episódios de restrição, purgação ou compulsão.
- Desenvolver estratégias de regulação emocional: aprender formas mais saudáveis de lidar com ansiedade, vergonha, pressão e outros estados difíceis sem recorrer ao comportamento alimentar disfuncional.
- Fortalecer a autoestima: construir um senso de valor que não dependa do peso, da forma do corpo ou da aprovação dos outros.
Como funciona a terapia para transtornos alimentares na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, o atendimento para transtornos alimentares na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, um formato que facilita a adesão do jovem sem a barreira do deslocamento. O sigilo é o mesmo de uma consulta presencial. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de psicólogos que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do adolescente e da família, direto pela plataforma.
- Faça a sessão: em um ambiente reservado, o jovem conversa com liberdade e aos poucos constrói uma relação de confiança com o psicólogo.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Nos transtornos alimentares, o envolvimento da família é especialmente importante, ao mesmo tempo em que o psicólogo preserva a confiança e a autonomia do adolescente:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a privacidade do jovem, essencial para que ele consiga falar abertamente. A família é orientada sem que o sigilo seja quebrado, salvo em situações de risco à saúde ou à vida, como comportamentos que coloquem o adolescente em perigo imediato. Nesse caso, ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192.
- Participação ativa da família: em abordagens como a terapia focada na família (FBT), os pais têm papel central no apoio à recuperação, com orientação direta do psicólogo.
- Orientação sobre como acolher: os responsáveis aprendem a apoiar sem reforçar comportamentos disfuncionais e a criar um ambiente familiar que favoreça a recuperação.
Tipos de terapia para transtornos alimentares na adolescência
Diferentes abordagens podem ajudar o adolescente a superar um transtorno alimentar. Na lista desta página você encontra psicólogos de várias linhas; estas são algumas das mais indicadas para essa faixa etária:
- Terapia cognitivo-comportamental (TCC): abordagem com forte evidência para transtornos alimentares, trabalha os pensamentos distorcidos sobre corpo e comida e desenvolve comportamentos mais saudáveis.
- Terapia focada na família (FBT): modelo desenvolvido especificamente para adolescentes, envolve ativamente os pais na recuperação e é considerado padrão-ouro para anorexia em jovens.
- Terapia comportamental dialética (TCD): útil quando os transtornos alimentares estão associados à desregulação emocional intensa, ensinando habilidades de tolerância ao sofrimento e regulação das emoções.
- Abordagem psicodinâmica: explora as raízes emocionais do transtorno, a história do jovem e as relações familiares, ajudando a compreender o significado simbólico da relação com o corpo e a comida.
O cuidado multidisciplinar nos transtornos alimentares
Os transtornos alimentares são condições sérias que exigem, na maioria dos casos, um cuidado coordenado entre diferentes profissionais. O psicólogo é parte central desse cuidado, mas não atua sozinho:
- Acompanhamento médico: um médico monitora as consequências físicas do transtorno, como desnutrição, alterações hormonais e cardíacas, e avalia a necessidade de medicação ou internação. O médico de psiquiatria pode ser indicado quando há comorbidades como depressão ou ansiedade intensa.
- Acompanhamento nutricional: um nutricionista com experiência em transtornos alimentares ajuda o adolescente a reconstruir uma relação mais tranquila com a comida, sem dietas restritivas que possam agravar o quadro.
- Psicólogo como elo central: o trabalho psicológico aborda as causas emocionais do transtorno, a distorção de imagem corporal e as crenças que mantêm os comportamentos disfuncionais.
- Família como parte do tratamento: nos transtornos alimentares em adolescentes, o envolvimento ativo e acolhedor da família é um dos fatores mais importantes para a recuperação. Use os filtros no topo para encontrar um psicólogo que trabalhe com essa abordagem.
Perguntas frequentes sobre psicólogo para transtornos alimentares na adolescência
Como saber se o meu filho adolescente tem um transtorno alimentar?
Alguns sinais indicam a presença de um transtorno alimentar: restrição alimentar intensa ou recusa a comer, episódios de comer muito em pouco tempo seguidos de culpa, ir ao banheiro logo após as refeições, preocupação excessiva com peso e forma do corpo, evitar refeições em família, mudanças de humor associadas à alimentação e perda ou ganho de peso significativos. Se você percebe esses padrões, vale procurar um psicólogo. Veja a lista de psicólogos que atendem adolescentes nesta página.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança. Esse sigilo é fundamental para que o adolescente se sinta à vontade para falar sobre o que vive.
Os transtornos alimentares na adolescência têm tratamento?
Sim. Com o cuidado adequado, a maioria dos adolescentes com transtornos alimentares melhora significativamente. O tratamento envolve acompanhamento psicológico, nutricional e médico. Quanto mais cedo o cuidado começa, melhor o prognóstico. A terapia ajuda o jovem a lidar com as causas emocionais, a reconstruir a relação com o corpo e a desenvolver estratégias mais saudáveis para lidar com o sofrimento.
O psicólogo trata transtorno alimentar sem o acompanhamento de outros profissionais?
O psicólogo é uma parte central do tratamento, mas os transtornos alimentares exigem, na maioria dos casos, um cuidado multidisciplinar. O médico monitora as consequências físicas e avalia a necessidade de medicação; o nutricionista apoia a reconstrução da relação com a comida. O psicólogo atua nas causas emocionais e nos padrões de pensamento. Os profissionais trabalham de forma integrada para apoiar a recuperação do adolescente.
Quanto custa uma sessão de terapia para transtornos alimentares na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com os transtornos alimentares na adolescência mais acessível para a família.
As redes sociais podem causar transtornos alimentares no adolescente?
As redes sociais não causam transtornos alimentares por si sós, mas podem ser um fator de risco importante, especialmente para adolescentes com predisposição. A exposição constante a padrões de corpo irreais e a comparação social intensifica a insatisfação corporal e pode contribuir para o desenvolvimento ou agravamento de transtornos alimentares. A terapia ajuda o jovem a desenvolver um olhar mais crítico e compassivo sobre si mesmo, independentemente do que vê nas telas.
A terapia online funciona para tratar transtornos alimentares em adolescentes?
Sim. O formato online mantém a eficácia do acompanhamento presencial para a maioria dos adolescentes com transtornos alimentares, especialmente nas fases iniciais e de manutenção do tratamento. O adolescente pode participar das sessões a partir de um ambiente onde se sente seguro. Em casos de comprometimento físico grave, o acompanhamento médico presencial pode ser necessário em paralelo, mas a psicoterapia online segue sendo parte essencial do cuidado.
Meu filho adolescente falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. Procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.
Como falar com o meu filho adolescente sobre o transtorno alimentar?
Fale com cuidado, sem foco no peso ou no corpo. Demonstre preocupação pela saúde e pelo bem-estar do jovem, não pela aparência. Evite comentários sobre o que ele come ou não come na frente dele. Expresse que você está ao lado dele e que querem buscar ajuda juntos. O psicólogo pode orientar a família sobre como ter essa conversa de forma acolhedora. Use os filtros no topo desta página para encontrar um profissional especializado.
Como começar a terapia para transtornos alimentares na adolescência na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo que atenda adolescentes na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.