Psicólogo
CRP: 06/202455
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Análise do Comportamento - Behaviorismo, Psicologia Clínica, ...
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Sobre mim:
Me chamo Enderson Gomes, nascido em Guarulhos, residente desde a infância na cidade de Taubaté, atuo como Psicólogo em Taubaté, com formação pela faculdade Anhanguera. Tenho experiência em diversos contextos clínicos, incluindo serviços com...
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Geórgia Lacerda de Albuquerque
Psicóloga
CRP: 13/4299
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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OBS: Meu antigo número de WhatsApp, (83) 98888-6440, foi clonado e, por esse motivo, precisei substituí-lo por um novo número. Peço desculpas a todos os meus pacientes por qualquer transtorno que essa situação possa ter causado. Infelizmen...
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Psicólogo
CRP: 06/203015
Abordagem: Psicanálise
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Me chamo Raul, sou psicólogo e psicanalista, tenho experiência em instituições onde já trabalhei com saúde mental, assistência social e garantia de direitos fundamentais. Na clínica, onde estou atualmente, prezo por um acolhimento e olhar...
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Psicóloga
CRP: 17/7680
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou Psicóloga com atuação fundamentada na Psicanálise e residência/especialização na área hospitalar. Minha escuta clínica é orientada pela compreensão da singularidade de cada sujeito, respeitando sua história, seus afetos, conflitos e mo...
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Psicóloga
CRP: 09/21825
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
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Sou psicóloga e atuo com a Análise do Comportamento, oferecendo um espaço de escuta acolhedor, ético e baseado em evidências científicas. Atendo crianças, adolescentes, adultos e idosos, auxiliando no enfrentamento de dificuldades emocion...
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CRP: 13/13490
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Como psicólogo irei ajuda você a entender e transformar padrões de pensamento e comportamento, promovendo bem-estar e crescimento pessoal.
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Aghata Cristhian Siqueira De Sá
Psicóloga
CRP: 05/73441
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), Gestalt Terapia, Humanista, ...
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Sobre mim:
Sou psicóloga, com atuação voltada ao acolhimento e promoção da saúde emocional em diferentes fases da vida. Realizo atendimentos com crianças, adolescentes, adultos e idosos, oferecendo um espaço seguro, ético e livre de julgamentos. Minh...
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Psicóloga
CRP: 12/29296
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Oi, sou a Andreza, Psicóloga Clinica, trabalho com a abordagem em Terapia Cognitivo-Comportamental, com experiência no atendimento de adolescentes e adultos. Atuando com foco em acolhimento psicológico e promoção da qualidade de vida, real...
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João Marcos Ferreira Pontes Da Silva
Psicólogo
CRP: 06/188470
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
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Meu nome é João, tenho titulo de especialista em terapia analítica junguiana pelo instituto PSIADI (Bauru) e trabalho como psicólogo clínico desde o inicio de 2022. Particularmente me considero uma pessoa leve, com facilidade de conversar ...
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CRP: 01/28128
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá, sou Brunyelle Peixoto, Psicóloga, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e com formação complementar em Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Minha atuação é baseada em um atendimento humanizado, ético e acolhedor, ...
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O que é o borderline na adolescência
O borderline na adolescência está relacionado ao transtorno de personalidade borderline, marcado por uma instabilidade emocional intensa. O adolescente sente as emoções de forma muito forte, com oscilações de humor rápidas ao longo do dia, um medo profundo de ser abandonado, relações que alternam entre a idealização e a decepção, impulsividade e uma autoimagem instável, com dificuldade de saber quem é e o que quer.
É importante lembrar que muitas dessas características, como a intensidade emocional e a busca por identidade, fazem parte da adolescência. Por isso, o diagnóstico de transtorno de personalidade borderline é feito por um médico e com muita cautela nessa fase, para não rotular precocemente um jovem que ainda está em formação. Independente de haver ou não um diagnóstico fechado, quando o sofrimento é intenso e a instabilidade prejudica a vida do adolescente, a terapia oferece um caminho concreto de apoio.
Como a terapia ajuda o adolescente com traços de borderline
O psicólogo oferece ao adolescente um espaço seguro e estável para lidar com a intensidade emocional do borderline, sem julgamento. O trabalho foca em construir habilidades práticas para regular as emoções e melhorar as relações. Ao longo do acompanhamento, o adolescente aprende a:
- Regular as emoções intensas: reconhecer as emoções à medida que surgem e usar estratégias para lidar com a raiva, a angústia e a tristeza sem ser dominado por elas.
- Lidar com o medo de abandono: compreender o medo intenso de ser deixado e desenvolver formas mais seguras de se relacionar, reduzindo a dependência emocional e o pânico diante de conflitos.
- Reduzir a impulsividade: aprender a criar uma pausa entre o impulso e a ação, diminuindo comportamentos de risco tomados no calor da emoção.
- Tolerar o mal-estar: desenvolver a capacidade de atravessar momentos de crise emocional sem recorrer a atitudes que causam mais dano.
- Construir uma autoimagem mais estável: trabalhar aos poucos o sentimento de vazio e a dúvida sobre quem é, fortalecendo uma identidade mais firme e uma autoestima mais saudável.
Como funciona a terapia para borderline na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, o atendimento para borderline na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador. O formato online facilita a regularidade do acompanhamento, que é essencial nesses casos, e permite que o jovem faça a sessão em um ambiente que sente como seguro. O sigilo é o mesmo de uma consulta presencial. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de psicólogos que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do adolescente e da família, direto pela plataforma.
- Faça a sessão: em um ambiente reservado, o jovem conversa com liberdade e constrói aos poucos uma relação estável de confiança com o psicólogo.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, essencial para que ele fale abertamente sobre suas emoções e impulsos. A família é orientada sem que o sigilo seja quebrado, salvo em situações de risco. Quando há risco à segurança do adolescente, ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192.
- Participação equilibrada: os pais participam de alguns momentos do processo, sobretudo para aprender a lidar com as crises emocionais, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala e de trabalho.
- Orientação para validar sem alimentar o conflito: os responsáveis aprendem a validar as emoções do jovem e a manter limites de forma acolhedora, o que reduz a escalada dos conflitos comuns nesses casos.
Tipos de terapia para borderline na adolescência
Diferentes abordagens podem ajudar, mas há uma que se destaca para a instabilidade emocional do borderline. Na lista desta página você encontra psicólogos de várias linhas; estas são algumas das mais indicadas:
- Terapia comportamental dialética (DBT): abordagem central para o borderline, com forte evidência, que ensina habilidades práticas de regulação emocional, tolerância ao mal-estar, atenção plena e relações mais saudáveis. É especialmente indicada para adolescentes com instabilidade intensa e impulsividade.
- Terapia cognitivo-comportamental (TCC): trabalha os pensamentos e comportamentos ligados ao medo de abandono, à impulsividade e à autoimagem instável, ajudando o jovem a responder de forma menos reativa.
- Terapia baseada em mentalização: ajuda o adolescente a compreender melhor os próprios estados mentais e os dos outros, reduzindo os mal-entendidos que disparam crises nas relações.
- Acompanhamento médico quando indicado: um médico de psiquiatria pode avaliar a necessidade de medicação para sintomas como oscilações intensas de humor ou ansiedade, sempre em conjunto com a terapia.
Segurança, impulsividade e quando buscar ajuda imediata
A intensidade emocional e a impulsividade do borderline podem, em alguns momentos, levar a comportamentos de risco. Por isso, a família precisa conhecer os sinais de alerta e os canais de ajuda imediata. Se o adolescente falar em se machucar, em não querer mais viver, ou apresentar comportamentos autolesivos, ligue imediatamente para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou procure um serviço de emergência.
- Sinais de risco: falas sobre morte ou autolesão, impulsos de se machucar, comportamentos autolesivos, isolamento súbito, ou crises emocionais em que o jovem parece perder o controle.
- CVV 188, disponível a qualquer hora: o Centro de Valorização da Vida atende pelo número 188, 24 horas por dia, de forma gratuita e sigilosa. Anote esse número e deixe acessível para o adolescente e para a família.
- Não deixe o adolescente sozinho na crise: acolha sem julgar, retire meios que possam causar dano e permaneça ao lado do jovem até que a situação de risco imediato passe.
- Acompanhamento contínuo: além do socorro em crises, o cuidado regular com um psicólogo é o que reduz o risco ao longo do tempo. Veja a lista de psicólogos que atendem adolescentes nesta página e use os filtros no topo para encontrar o profissional certo.
Perguntas frequentes sobre psicólogo para borderline na adolescência
É possível diagnosticar borderline na adolescência?
O diagnóstico de transtorno de personalidade borderline é feito por um médico e com muita cautela na adolescência, já que muitas características (intensidade emocional, busca por identidade) fazem parte dessa fase. Por isso, muitas vezes se fala em traços de borderline em vez de um diagnóstico fechado. Independente disso, quando o sofrimento é intenso, a terapia ajuda. Veja a lista de psicólogos que atendem adolescentes nesta página.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal. O psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança. Esse sigilo é fundamental para que o adolescente fale abertamente sobre suas emoções e impulsos.
O que é a DBT (terapia comportamental dialética) e por que é indicada?
A DBT, ou terapia comportamental dialética, é a abordagem central para o borderline. Ela ensina habilidades práticas de regulação emocional, tolerância ao mal-estar, atenção plena e relações mais saudáveis, exatamente as áreas mais afetadas pela instabilidade emocional. Tem forte evidência científica e é especialmente útil para adolescentes com emoções muito intensas e impulsividade.
O borderline na adolescência tem tratamento?
Sim, e o prognóstico costuma ser bom quando o cuidado começa cedo. A terapia, sobretudo a DBT, ajuda o jovem a regular as emoções, reduzir a impulsividade e construir relações mais estáveis. Em alguns casos, um médico de psiquiatria avalia a medicação para sintomas específicos, sempre junto à terapia. Com acompanhamento regular, muitos adolescentes reduzem bastante o sofrimento ao longo do tempo.
Quanto custa uma sessão de terapia para borderline na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com o borderline na adolescência mais acessível para a família.
O adolescente com borderline precisa tomar remédio?
Não necessariamente. A terapia, sobretudo a DBT, é a base do tratamento. Um médico de psiquiatria pode avaliar a necessidade de medicação para sintomas específicos, como oscilações intensas de humor, ansiedade ou depressão, sempre em conjunto com a terapia. A decisão sobre medicar é sempre médica e leva em conta a idade e o quadro do adolescente.
A terapia online funciona para adolescentes com borderline?
Sim. A DBT e as demais abordagens funcionam bem no formato online, que ainda facilita a regularidade do acompanhamento, essencial nesses casos, e permite que o jovem faça a sessão em um ambiente que sente como seguro. As sessões online mantêm o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial. Em situações de crise ou risco imediato, procure o CVV no 188 ou o SAMU no 192.
Como os pais devem lidar com as crises emocionais do adolescente?
Procure validar as emoções do jovem sem alimentar o conflito, mantendo limites de forma acolhedora e evitando reagir no mesmo tom de intensidade. Em momentos de crise com risco, não deixe o adolescente sozinho e acione ajuda imediata pelo CVV no 188 ou pelo SAMU no 192. O psicólogo orienta a família sobre como agir tanto no dia a dia quanto nas crises.
Meu filho adolescente falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. Procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.
Como começar a terapia para borderline na adolescência na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo que atenda adolescentes na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.