Psicólogo
CRP: 02/27953
Abordagem: Gestalt Terapia, Humanista
Adolescentes, Adultos, Casais, Crianças, Idosos
Sobre mim:
Olá meu nome é Elisson dos Santos, Sou graduado em psicologia atuo na clínica pela abordagem da gestalt terapia, Busco proporcionar um ambiente terapêutico acolhedor, empático e autêntico que te possibilite desenvolver suas potencialidades....
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Psicóloga
CRP: 03/26831
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá prazer, feliz por você aqui! Me chamo Lidivânia Rocha sou Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga, atuo com a abordagem TCC, pois acredito que a forma como pensamos influência nossas emoções e comportamentos. Aqui você encontrará um espaço ...
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Psicólogo
CRP: 21/04541
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá! Sou Rafael soares, psicólogo clínico com 5 anos de atuação profissional e já possuo mais de 550 pacientes atendidos, possuo pós graduação em saúde mental e políticas públicas. Tenho como viés de atendimento à terapia cognitiva comporta...
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Psicóloga
CRP: 18/7544
Abordagem: Psicologia Clínica, Psicoterapia Breve
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou psicóloga e acredito que cada pessoa tem sua própria história, desafios e possibilidades de mudança. Na terapia, você encontra um espaço de escuta, acolhimento e construção de novos caminhos, para lidar melhor com suas emoções, fortalec...
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Psicóloga
CRP: 06/83440
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
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Olá me chamo Telma, sou psicóloga com 22 anos de experiência clínica, graduada e licenciada pela USF/SP e pós-graduada em Saúde Mental e Atenção Psicossocial pelo IPB/SP. Minha abordagem de trabalho é a psicologia Junguiana. Teoria desenvo...
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Psicólogo
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Como vai?. Vamos conversar um pouco? Meu nome é José Augusto, profissional de psicologia formado pela FIFE. Estou fazendo pós-graduação e estudando, ainda mais, para aprofundar conhecimento, desta forma, ofereço auxílio e orientação psicoló...
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Psicólogo
CRP: 07/37716
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá, me chamo Wiliam, sou Psicologo com capacitação em Terapia Cognitivo Comportamental, e continuo me aprimorando para oferecer o melhor a você. Minha experiência profissional me permitiu ajudar diversas pessoas a encontrarem autoconhecime...
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sou Psicóloga Clínica, minha abordagem é a TCC, trabalho tbm como Psicóloga do SUAS, na Prefeitura do Rio e o meu propósito é ajudar pessoas a conhecerem o seu.
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sou formada a 9 anos. Utilizo da abordagem terapia cognitiva comportamental, tendo em vista como minha prioridade a ética e o acolhimento com meus pacientes, visando melhor qualidade de vida a todos ..
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Psicólogo
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Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
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Formado em psicólogia pela UNITRI. Cursando pós graduação em análise do comportamento pela faculdade serra geral. Trabalho na analise do comportamento como vertente principal e usando também técnicas da terapia cognitiva. Atuo bastante em...
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O que é o transtorno bipolar na adolescência
O transtorno bipolar na adolescência é uma condição de saúde mental marcada por oscilações intensas de humor, energia e comportamento, que vão além das variações normais dessa fase da vida. O jovem pode alternar entre períodos de euforia, agitação e impulsividade e períodos de tristeza profunda, desânimo e falta de energia, com impacto na escola, nas amizades e na família.
Na adolescência, o quadro nem sempre é fácil de reconhecer, porque as mudanças de humor podem ser confundidas com rebeldia ou com a própria intensidade da idade. O diagnóstico é feito por um médico, com cautela, e o acompanhamento psicológico tem um papel central: ajudar o adolescente a entender o que sente, a lidar com as oscilações e a sustentar o tratamento ao longo do tempo.
Como a terapia ajuda o adolescente com transtorno bipolar
A terapia não substitui o acompanhamento médico do transtorno bipolar, mas caminha junto com ele e faz uma diferença enorme na estabilidade e na qualidade de vida do adolescente. No acompanhamento, o jovem aprende a:
- Reconhecer os próprios sinais: identificar os primeiros indícios de um episódio de euforia ou de depressão, para pedir ajuda antes que a oscilação se intensifique.
- Regular o humor e a impulsividade: desenvolver estratégias para lidar com a agitação, a irritabilidade e as decisões impulsivas que costumam surgir nos episódios.
- Cuidar da rotina e do sono: organizar horários de sono, estudo e descanso, já que a regularidade ajuda a estabilizar o humor no transtorno bipolar.
- Sustentar o tratamento: entender a importância da continuidade do cuidado e do acompanhamento médico, reduzindo o risco de abandonar o tratamento.
- Falar sobre o que sente: ter um espaço seguro para lidar com a culpa, a vergonha e o medo que muitas vezes acompanham o diagnóstico na adolescência.
Como funciona a terapia para transtorno bipolar na adolescência online
Na PsyMeet, o atendimento é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. O psicólogo adapta o ritmo às necessidades do adolescente e mantém a família orientada sobre como apoiar o tratamento. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de psicólogos que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do adolescente e da família, direto pela plataforma.
- Faça a sessão: em um ambiente reservado e sigiloso, o jovem conversa com liberdade e constrói uma relação de confiança com o psicólogo.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, essencial para o tratamento. A família é orientada sem que o sigilo seja quebrado, salvo em situações de risco. Quando há risco à segurança do adolescente, ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192.
- Parceria com o cuidado médico: o psicólogo trabalha em conjunto com o médico responsável pelo diagnóstico e pela medicação, para que o cuidado seja integrado.
- Orientação à família: os responsáveis aprendem a reconhecer sinais de oscilação, a apoiar a rotina e a lidar com os episódios sem sobrecarregar o jovem.
Tipos de terapia para transtorno bipolar na adolescência
Diferentes abordagens ajudam o adolescente a estabilizar o humor e a sustentar o tratamento. Na lista desta página você encontra psicólogos de várias linhas; estas são algumas das mais usadas com adolescentes:
- Psicoeducação: ajuda o jovem e a família a entender o transtorno bipolar, os sinais de cada episódio e a importância da rotina e da continuidade do tratamento.
- Terapia cognitivo-comportamental (TCC): trabalha os pensamentos e comportamentos ligados aos episódios e desenvolve estratégias práticas de regulação emocional e prevenção de recaídas.
- Terapia focada no ritmo social e na rotina: dá atenção à regularidade do sono, dos horários e das atividades, que têm forte relação com a estabilidade do humor.
- Abordagem familiar: envolve a família no cuidado, melhora a comunicação e cria um ambiente que apoia o adolescente sem excesso de cobrança.
Terapia e acompanhamento médico caminham juntos
No transtorno bipolar, o cuidado mais eficaz combina dois caminhos que se complementam. Entender o papel de cada um ajuda a família a organizar o tratamento do adolescente:
- O médico cuida do diagnóstico e da medicação: o diagnóstico do transtorno bipolar e a indicação de medicação são responsabilidade de um médico, que acompanha o jovem ao longo do tratamento.
- O psicólogo cuida do emocional e da rotina: a terapia trabalha a regulação emocional, a adesão ao tratamento, o autoconhecimento e o apoio à família, o que reduz recaídas e melhora a qualidade de vida.
- Atenção aos episódios depressivos: nas fases de depressão, o risco de sofrimento intenso aumenta. Se o adolescente falar em se machucar ou em desistir de tudo, procure ajuda imediatamente pelo CVV no 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou pelo SAMU no 192.
- Continuidade é o que estabiliza: manter terapia e acompanhamento médico de forma contínua é o que dá ao adolescente mais estabilidade e autonomia com o tempo.
Perguntas frequentes sobre psicólogo para transtorno bipolar na adolescência
Como saber se meu filho adolescente tem transtorno bipolar ou é só a intensidade da idade?
A adolescência já traz oscilações de humor naturais, então nem toda variação é transtorno bipolar. O que chama atenção são episódios mais longos e intensos de euforia, agitação e impulsividade que se alternam com períodos de tristeza profunda e falta de energia, com prejuízo real na escola, nas amizades e em casa. Só um médico pode fazer o diagnóstico, com cautela. O psicólogo ajuda a observar esses sinais e a acompanhar o jovem. Você pode ver os profissionais que atendem adolescentes nesta página.
O transtorno bipolar na adolescência tem cura ou tratamento?
O transtorno bipolar é uma condição crônica, mas tem tratamento eficaz que permite ao adolescente ter uma vida estável e plena. O cuidado combina acompanhamento médico, que avalia diagnóstico e medicação, e terapia, que trabalha a regulação emocional, a rotina e a adesão ao tratamento. Com continuidade, os episódios ficam mais espaçados e mais controlados.
A terapia substitui a medicação no transtorno bipolar do adolescente?
Não. No transtorno bipolar, a medicação costuma ser parte importante do tratamento e é responsabilidade de um médico. A terapia não substitui esse cuidado, mas caminha junto com ele: ajuda o jovem a entender o quadro, a regular o humor, a manter a rotina e a sustentar o tratamento. Terapia e acompanhamento médico juntos oferecem o melhor resultado.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal. O psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança. Esse sigilo é fundamental para que o adolescente confie no processo.
Quanto custa uma sessão de terapia para transtorno bipolar na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com o transtorno bipolar na adolescência mais acessível para a família.
Como a família pode apoiar um adolescente bipolar?
Ajuda muito manter uma rotina estável de sono e atividades, evitar cobranças excessivas, aprender a reconhecer os sinais de cada episódio e apoiar a continuidade do tratamento. Evite culpar o jovem pelas oscilações, que fazem parte da condição. O psicólogo orienta a família com estratégias específicas para o momento do adolescente, para que o cuidado seja consistente em casa.
A terapia online funciona para transtorno bipolar na adolescência?
Sim. O acompanhamento psicológico online mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, e abordagens como a psicoeducação e a TCC funcionam bem nesse formato. O importante é a continuidade e a articulação com o cuidado médico. Muitas famílias relatam mais facilidade para manter a regularidade das sessões no formato online.
Qual a diferença entre o psicólogo e o médico no cuidado do transtorno bipolar?
O psicólogo cuida do lado emocional e comportamental por meio da terapia, sem receitar medicação, trabalhando regulação, rotina e adesão ao tratamento. O diagnóstico do transtorno bipolar e a indicação de medicação são feitos por um médico de psiquiatria. Os dois cuidados se complementam e, juntos, dão mais estabilidade ao adolescente.
Meu filho adolescente falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. Procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, mantenha o acompanhamento contínuo com o psicólogo e o médico responsável pelo jovem.
Como começar a terapia para transtorno bipolar na adolescência na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo que atenda adolescentes na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.