Psicólogo
CRP: 01/31224
Abordagem: Gestalt Terapia, Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), Terapia Sistêmica
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Sou psicólogo formado pela Universidade de Brasília (UnB) e Especialista em Saúde Mental pelo SUS. Atuo a partir da Gestalt-terapia, oferecendo um espaço de escuta acolhedor, seguro e livre de julgamentos. Muitas vezes, não fomos ensinados...
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Telefone: (62) 99424-4695
Psicóloga
CRP: 06/230075
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá! Sou psicóloga, tenho 23 anos e atuo no atendimento de adolescentes e adultos. Minha prática é fundamentada na Análise do Comportamento, buscando compreender cada pessoa de forma individualizada e baseada em evidências científicas. Po...
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Telefone: (19) 98410-6654
Rafael Ferreira Barbosa Prates
Psicólogo
CRP: 04/74668
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Psicologia do Esporte
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou Rafael, psicólogo especializado em Terapia Cognitivo-Comportamental e Psicologia do Esporte. Atendo atletas, mas também adolescentes e adultos com diversas demandas emocionais, como ansiedade, estresse e dificuldades do dia a dia. Acre...
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Telefone: (38) 9861-1885
Psicólogo
CRP: 17/5777
Abordagem: Gestalt Terapia, Psicologia Clínica
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Psicólogo clínico, disposto a acolher a sua dor e ajudar em seu desenvolvimento.
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Telefone: (84) 99665-6274
Psicóloga
CRP: 03/26022
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou Jeane de Freitas Souza, psicóloga (CRP 03/26022). Ofereço psicoterapia online baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem científica, estruturada e focada no presente, com ampla eficácia para adolescentes e adultos....
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Telefone: (71) 98131-2498
Psicólogo
CRP: 11/16327
Abordagem: Psicanálise - Freud, Hipnoterapia, Psicanálise, ...
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Proponho uma terapia leve e descontraída onde eu vou te ouvir, te entender e te ajudar a construir sua melhor versão. Faremos uma terapia humanizada, e eu vou te acompanhar em cada passo desse processo. Vamos conversar?
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Telefone: (85) 99144-7296
Psicóloga
CRP: 02/29280
Abordagem: Psicanálise - Freud
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou formada em Psicologia pela Universidade Paula Frassineti do Recife e utilizo a abordagem psicanalítica dentro do contexto clínico para realizar da melhor forma possível as intervenção necessárias no atendimento. Possuo conhecimento nas...
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Psicólogo
CRP: 06/205140
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Crianças, Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Olá! Sou Bruno Gomes de Almeida, psicólogo com uma especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) voltada para jovens e adultos que enfrentam desafios como ansiedade generalizada, depressão e transtorno de pânico. Minha abordagem...
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Telefone: (11) 96169-5123
Psicólogo
CRP: 09/15551
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo, Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT, Psicoterapia Analítica Funcional - FAP, ...
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Meu nome é Diego, sou psicólogo clínico, com pós graduação em terapias comportamentais contextuais, atuo com abordagem da análise do comportamento e com ênfase em terapias comportamentais.
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Telefone: (81) 99461-5271
Psicóloga
CRP: 06/170767
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, desejo boas-vindas à você! Fico muito feliz que você esteja por aqui, este é o primeiro passo para sua melhor forma! Meu trabalho é baseado na abordagem cognitiva comportamental, pois através dela buscamos além de aliviar o sofriment...
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Telefone: (15) 98178-5325
O que é a dependência em jogos na adolescência
A dependência em jogos na adolescência vai além de gostar muito de games ou videogames. Ela se caracteriza pela perda do controle sobre o tempo de jogo, pela continuação do comportamento mesmo quando prejudica estudos, sono, saúde e relações, e pela presença de sintomas de abstinência quando o jovem fica sem jogar, como irritação intensa, ansiedade ou agitação.
É importante distinguir o uso intenso, que pode ser saudável, de um padrão problemático. Muitos adolescentes jogam muito e mantêm uma vida equilibrada. A preocupação surge quando os jogos eletrônicos passam a funcionar como fuga de sentimentos difíceis, como ansiedade, solidão ou pressão escolar, e quando o jovem perde a capacidade de parar mesmo querendo. Esse padrão é reconhecido pela OMS como Transtorno de Jogos (Gaming Disorder).
Como a terapia ajuda o adolescente com dependência em jogos
O psicólogo ajuda o adolescente a entender o que está por trás do uso excessivo de games e videogames e a desenvolver uma relação mais equilibrada com os jogos. Ao longo do acompanhamento, o jovem aprende a:
- Identificar o que alimenta o vício: entender se os jogos funcionam como fuga de ansiedade, solidão, pressão escolar ou conflitos familiares, e trabalhar essas causas na raiz.
- Recuperar o controle: desenvolver a capacidade de regular o tempo de jogo sem depender de proibição externa, construindo autocontrole de forma consistente.
- Reduzir os sintomas de abstinência: lidar com a irritação, ansiedade e agitação que surgem quando o adolescente fica sem jogar, sem que esses estados dominem o comportamento.
- Retomar o equilíbrio na rotina: voltar a investir nos estudos, no sono regular, nas amizades e em outras atividades que ficaram em segundo plano por causa dos games.
- Construir formas saudáveis de lidar com emoções difíceis: aprender estratégias para enfrentar ansiedade, tédio, pressão e solidão sem recorrer ao jogo como válvula de escape.
Como funciona a terapia para dependência em jogos na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, o atendimento para dependência em jogos na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador. O formato digital pode facilitar a adesão de adolescentes que resistem ao atendimento presencial. O sigilo é o mesmo de uma consulta presencial. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de psicólogos que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do adolescente e da família, direto pela plataforma.
- Faça a sessão: em um ambiente reservado, o jovem conversa com liberdade e aos poucos constrói uma relação de confiança com o psicólogo.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Na dependência em jogos, o envolvimento da família é parte fundamental do processo, ao mesmo tempo em que o psicólogo preserva a autonomia e a confiança do adolescente:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a privacidade do jovem, essencial para que ele consiga falar abertamente sobre o que sente. A família é orientada sem que o sigilo seja quebrado, salvo em situações de risco. Quando há risco iminente à segurança do adolescente, ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192.
- Orientação sobre limites saudáveis: os pais aprendem a estabelecer acordos e rotinas de forma colaborativa com o adolescente, evitando embates que possam aumentar a resistência ao cuidado.
- Participação equilibrada: a família recebe orientações para apoiar a mudança sem gerar conflito constante em torno dos jogos, criando um ambiente mais favorável à recuperação.
Tipos de terapia para dependência em jogos na adolescência
Diferentes abordagens podem ajudar o adolescente a superar o vício em games e videogames. Na lista desta página você encontra psicólogos de várias linhas; estas são algumas das mais indicadas para esse quadro:
- Terapia cognitivo-comportamental (TCC): abordagem com forte evidência para dependências comportamentais, trabalha os pensamentos e crenças que mantêm o vício em jogos e desenvolve estratégias de autocontrole e regulação emocional.
- Entrevista motivacional: técnica eficaz para adolescentes que resistem à ideia de mudar o comportamento, ajudando o jovem a explorar as próprias razões para reduzir o uso de games sem sentir pressão externa.
- Terapia comportamental dialética (TCD): útil quando o vício em jogos está ligado a desregulação emocional intensa, ensinando habilidades de tolerância ao sofrimento e regulação das emoções.
- Abordagem sistêmica e familiar: quando os conflitos familiares em torno dos games são intensos, trabalhar o sistema familiar pode ser tão importante quanto o trabalho individual com o adolescente.
Limites saudáveis e o papel da família
Estabelecer limites saudáveis em torno dos jogos eletrônicos é um desafio para muitas famílias, especialmente quando o adolescente reage com raiva intensa a qualquer tentativa de restrição. Algumas orientações podem ajudar:
- Acordos em vez de proibições: regras construídas em conjunto com o adolescente têm muito mais chance de serem respeitadas do que limites impostos unilateralmente. O psicólogo pode mediar essa construção.
- Entender o que o jogo oferece: muitas vezes o adolescente busca nos games o que não encontra em outros espaços, como pertencimento, competência ou alívio de ansiedade. Entender isso ajuda a família a oferecer alternativas reais.
- Rotina como ferramenta: uma rotina previsível com tempo definido para os jogos, para os estudos, para o sono e para o convívio familiar reduz os conflitos e oferece estrutura ao adolescente.
- Buscar ajuda especializada: quando os conflitos em torno dos games estão muito intensos e o adolescente está perdendo compromissos importantes por causa deles, veja a lista de psicólogos que atendem adolescentes nesta página e use os filtros no topo para encontrar o profissional certo.
Perguntas frequentes sobre psicólogo para dependência em jogos na adolescência
Como saber se o meu filho adolescente tem dependência em jogos ou só joga muito?
Os sinais de dependência vão além do tempo de jogo. Fique atento a: incapacidade de parar mesmo querendo, irritação ou agitação intensa quando fica sem jogar, abandono de outras atividades importantes (estudos, amizades, sono, refeições), mentiras sobre o tempo de jogo e prejuízo claro na vida escolar e social. Se você percebe esse padrão, vale procurar um psicólogo. Veja a lista desta página para encontrar um profissional que atenda adolescentes.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança. Esse sigilo é fundamental para que o adolescente se sinta à vontade para falar sobre o que vive.
A dependência em jogos eletrônicos é reconhecida como transtorno?
Sim. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu o Transtorno de Jogos (Gaming Disorder) em 2019, caracterizado pela perda de controle sobre o comportamento de jogar, colocação dos jogos acima de outros interesses e continuação do comportamento mesmo com consequências negativas. O acompanhamento psicológico é o tratamento principal.
Devo simplesmente tirar o videogame do adolescente?
Proibir abruptamente pode gerar conflito intenso e reduzir a adesão ao cuidado. A abordagem mais eficaz envolve acordos progressivos sobre tempo de jogo, construídos com o adolescente, e um trabalho psicológico paralelo para entender o que alimenta o uso excessivo. O psicólogo pode orientar a família sobre como fazer essa transição de forma mais colaborativa.
Quanto custa uma sessão de terapia para dependência em jogos na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com a dependência em jogos na adolescência mais acessível para a família.
O vício em games pode estar escondendo outro problema?
Sim, com frequência. O uso excessivo de jogos eletrônicos pode ser uma forma de o adolescente lidar com ansiedade, depressão, dificuldades sociais, conflitos familiares ou pressão escolar. Nesse caso, tratar apenas o comportamento de jogar sem olhar para as causas subjacentes tem resultados limitados. O psicólogo ajuda a identificar e trabalhar o que está por trás do vício em games.
A terapia online funciona para tratar dependência em games em adolescentes?
Sim. O formato online pode ser especialmente adequado para adolescentes com dependência em jogos, pois remove a barreira do deslocamento e se aproxima de um ambiente digital com o qual o jovem já está familiarizado. A sessão acontece em um espaço reservado, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial, e a TCC e a entrevista motivacional funcionam bem nesse formato.
Meu filho adolescente falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. Procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.
Quanto tempo leva para um adolescente superar a dependência em jogos?
Depende da intensidade do vício em videogame, das causas subjacentes e do engajamento do jovem e da família no processo. Melhorias significativas costumam aparecer nas primeiras semanas de acompanhamento, mas um trabalho mais consistente pode levar alguns meses. O acompanhamento contínuo e o suporte familiar fazem uma diferença importante na velocidade da recuperação.
Como começar a terapia para dependência em jogos na adolescência na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo que atenda adolescentes na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.