Psicóloga
CRP: 06/220740
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Sobre mim:
Psicóloga, Pós Graduada em Psicologia Clinica, Psicanalista. Comprometida com um atendimento humanizado, acolhedor e ético. Acredito na potência da escuta sensível como caminho para o cuidado e transformação. Meu trabalho é oferecer um esp...
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Psicóloga
CRP: 04/63697
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Meu nome é Maria Eduarda de Melo Marques, sou psicóloga clínica, e pós graduada em Psicopatologia e Terapia Cognitivo-Comportamental. Acredito que o autoconhecimento gera a mudança que tanto procuramos e a terapia é essencial para que você ...
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Psicóloga
CRP: 14/08281
Abordagem: Psicanálise - Freud
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Olá, tudo bem? Me chamo Rafaela, sou psicóloga formada e atuante da profissão desde 2019 no Centro Universitário da Grande Dourados, Mato Grosso do Sul, com atuação na clínica psicanalítica. Para mim, ser psicóloga é uma grande alegria e ...
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Psicóloga
CRP: 06/156951
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
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Sou Psicóloga Clínica, atuo online e presencial. Minha abordagem é psicanalítica e atuo com escuta sensível e empática, com a proposta de ressignificação das experiências dos analisandos. Acredito que a fala é um instrumento principal da c...
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Psicóloga
CRP: 06/181192
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Olá! Meu nome é Franciele mas você pode me chamar de Fran, sou Psicóloga Clínica formada pela Universidade Santo Amaro - UNISA. Me formei em Dezembro de 2021 e desde então Atuo na Clínica. Sou muito descontraída nos meus atendimentos, não ...
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Psicóloga
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Sou uma psicóloga apaixonada pela profissão. Atualmente trabalho com a terapia cognitivo comportamental e diariamente constato como os nossos pensamentos influenciam no nosso cotidiano. Tenho também formação em Terapia do Esquema e estou em...
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Psicóloga
CRP: 04/39398
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Psicóloga clínica formada pela PUC Minas em 2011. Atuo no atendimento de transtornos de ansiedade, depressão,estresse, autoestima, fobias, problemas com relacionamentos, insegurança, dependência emocional, compulsão alimentar, angústias den...
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Psicóloga
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá meu nome é Rafaela e atuo na clínica psicológica com adolescentes, adultos, idosos e brasileiros morando no exterior oferecendo um espaço de escuta qualificada, acolhimento e autonomia para os meus pacientes Sou psicóloga formada pela U...
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Olá, me chamo Camila, sou Psicóloga Clínica e atuo a partir da abordagem fenomenológico-existencial. Meu objetivo como profissional é proporcionar um espaço onde os pacientes se sintam acolhidos, compreendidos e que possam ser eles mesmos s...
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Seja bem-vindo (a) ao meu perfil! 😊 Ajudo pessoas com ansiedade a levarem uma vida normal, e pessoas com obesidade a fazerem as pazes com a comida. Sou psicóloga clínica formada pela UFPB, tenho capacitação em Cirurgia Bariátrica pela Uni...
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O que é fome emocional e quando buscar ajuda
A fome emocional é o hábito de comer para aliviar emoções, e não para saciar a fome física do corpo. Diante da ansiedade, do estresse, do tédio ou da tristeza, a comida vira uma forma rápida de acalmar o que se está sentindo. É algo que quase todo mundo já viveu em algum grau, mas quando o comer por emoção se torna a principal maneira de lidar com os sentimentos, ele passa a pesar no bem-estar e na relação com a comida.
A fome física e a fome emocional se manifestam de formas diferentes. A fome emocional costuma:
- Surgir de repente: aparece de uma hora para outra, ligada a uma emoção, e não ao tempo desde a última refeição.
- Pedir alimentos específicos: vem como um desejo por comidas muito calóricas ou açucaradas, e não por qualquer alimento.
- Não trazer saciedade: não passa quando o estômago já está cheio, porque o que pede alívio é a emoção, não o corpo.
- Vir seguida de culpa: deixa uma sensação de arrependimento e autocrítica depois de comer.
- Acontecer no automático: come-se sem prestar atenção, quase sem perceber, para abafar o que se sente.
Como a terapia ajuda com a fome emocional
A psicoterapia ajuda a entender o que está por trás da fome emocional, sem culpa e sem dietas restritivas. No acompanhamento com um psicólogo você pode:
- Identificar os gatilhos emocionais: reconhecer as situações e emoções que disparam a vontade de comer, como ansiedade, estresse, solidão ou cansaço.
- Desenvolver outras formas de se regular: criar novos recursos para lidar com as emoções, para que a comida deixe de ser a única saída.
- Reduzir a culpa e o ciclo restrição-compulsão: sair do vaivém entre se privar e comer demais, que só reforça a culpa e o descontrole.
- Construir uma relação mais saudável com a comida: resgatar o prazer de comer sem cobrança, longe das dietas restritivas e das regras rígidas.
Como funciona a terapia online para fome emocional na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Poder falar sobre a sua relação com a comida no conforto de casa faz diferença. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados em compulsão alimentar nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de onde estiver, em um ambiente reservado.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para fome emocional
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com você, o caminho que melhor combina com o seu momento. Entre as abordagens mais usadas para a fome emocional estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda a mapear os gatilhos e a relação entre pensamentos, emoções e comportamento alimentar, criando respostas diferentes ao impulso de comer.
- Comer intuitivo e mindful eating: resgata a atenção aos sinais de fome e saciedade do corpo e o comer com presença, sem regras rígidas de dieta.
- Entrevista motivacional: fortalece a sua motivação para mudar hábitos no seu tempo, sem cobrança e sem julgamento.
- Psicanálise: investiga o significado emocional que a comida ganhou na sua história, ajudando a compreender o que ela vem tentando acalmar.
Atendimento para fome emocional em diferentes públicos
A fome emocional aparece em diferentes momentos da vida, e a terapia se adapta a cada um. Na PsyMeet você encontra psicólogos que atendem diferentes públicos:
- Adultos: apoio para quem descobre que descarrega na comida a ansiedade, o estresse do trabalho ou o cansaço da rotina.
- Adolescentes: acompanhamento para a relação com a comida e com o corpo em uma fase de muitas mudanças e cobranças.
- Crianças: apoio, com o suporte da família, para o comer emocional que surge cedo, ligado a ansiedade ou insegurança.
- Idosos: apoio para o comer ligado à solidão, ao luto ou às mudanças próprias dessa fase da vida.
Perguntas frequentes sobre fome emocional
O que é fome emocional?
A fome emocional é comer para aliviar emoções, e não para saciar a fome física do corpo. Diante da ansiedade, do estresse, do tédio ou da tristeza, a comida vira uma forma rápida de acalmar o que se sente. Ela costuma surgir de repente, pedir alimentos específicos e não passar com a saciedade, deixando uma sensação de culpa depois. A terapia ajuda a entender o que a comida vem tentando acalmar.
Como diferenciar fome física de fome emocional?
A fome física surge aos poucos, aceita diferentes alimentos e passa quando o corpo se sente saciado, sem culpa depois. Já a fome emocional aparece de repente, ligada a uma emoção, pede comidas específicas (em geral doces ou muito calóricas), não passa mesmo com o estômago cheio e costuma vir seguida de arrependimento. Prestar atenção a essas diferenças já ajuda a reconhecer quando o que pede alívio é a emoção, e não o corpo.
A terapia ajuda com a fome emocional?
Sim. A psicoterapia é um dos caminhos mais eficazes para a fome emocional. Ela ajuda a identificar os gatilhos emocionais, a desenvolver outras formas de lidar com as emoções, a reduzir a culpa e a construir uma relação mais leve com a comida, sem dietas restritivas. Você pode ver os psicólogos especializados na lista de profissionais desta página.
Qual a diferença entre fome emocional e compulsão alimentar?
A fome emocional é usar a comida para regular emoções como ansiedade, estresse ou tristeza. É algo comum e mais amplo. A compulsão alimentar é um quadro mais intenso, com episódios de comer grandes quantidades em pouco tempo, com sensação de perda de controle e sofrimento marcante. A fome emocional pode existir sem chegar a uma compulsão, mas, quando se intensifica, pode ser um sinal de alerta. A terapia ajuda a cuidar dos dois casos.
Comer emocional é falta de força de vontade?
Não. O comer emocional não é fraqueza nem falta de força de vontade: ele tem uma função emocional, servindo como uma forma aprendida de aliviar sentimentos difíceis. Tratar isso como falha de caráter só aumenta a culpa e alimenta o ciclo. A terapia parte do entendimento, e não da cobrança, ajudando você a compreender o que a comida vem acalmando e a construir outras respostas.
Preciso fazer dieta para lidar com a fome emocional?
Não. O foco do trabalho com a fome emocional não é uma dieta restritiva. Dietas rígidas costumam reforçar o ciclo de restrição e compulsão e aumentar a culpa. A terapia trabalha a sua relação com a comida e com as emoções, resgatando o comer com mais liberdade e atenção aos sinais do corpo. Quando há necessidade de orientação alimentar, ela vem de um nutricionista, de forma cuidadosa e não punitiva.
A terapia trabalha junto com nutricionista?
Sim, quando indicado. A fome emocional pode se beneficiar de um cuidado multidisciplinar: o psicólogo trabalha os gatilhos emocionais e a relação com a comida, e o nutricionista cuida da parte alimentar de forma acolhedora, sem dietas punitivas. Os dois se complementam, e o psicólogo pode orientar quando faz sentido somar esse acompanhamento.
A terapia online para fome emocional funciona?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial para a maioria dos casos. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a vantagem de você falar sobre a sua relação com a comida no conforto de casa, o que costuma deixar a conversa mais tranquila e menos constrangedora.
Quanto custa uma sessão de terapia para fome emocional na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com a fome emocional mais acessível.
Como encontro um psicólogo para fome emocional na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia. Se tiver dúvida sobre o tipo de profissional, entenda as diferenças entre psicólogo e psiquiatra.