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Sou Vania Gonçalves Caúla, psicóloga clínica especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Realizo atendimento online voltado para adultos e idosos, oferecendo um espaço de acolhimento, escuta qualificada e estratégias práticas...
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Graziella Russo Cherubini de Sales
Psicóloga
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Psicóloga clínica formada há 10 anos, casada e mãe. Atendo de forma online utilizando a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Tenho como propósito oferecer um espaço de escuta acolhedor, ético e seguro, auxiliando meus pacientes no dese...
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Como psicólogo irei ajuda você a entender e transformar padrões de pensamento e comportamento, promovendo bem-estar e crescimento pessoal.
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Sou psicóloga e atendo adolescentes e adultos, ofereço um espaço de escuta acolhedor e sem julgamentos. Trabalho com demandas como ansiedade, autocobrança, dificuldade em se sentir aceito(a) e compulsões alimentares. A terapia pode ser ...
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Psicóloga
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Sou Giovanna Cotrim, psicóloga, pós-graduanda em Neurociência do Comportamento Alimentar, Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, Análise Existencial e Avaliação Psicológica, além de mestranda no Programa de Ciências da Saúde da UESC. Atendo...
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Psicóloga
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Minha prática integra o cuidado com a saúde emocional, o desenvolvimento humano e a compreensão dos contextos pessoais e organizacionais. Além da atuação clínica, trabalho com gestão de pessoas, mediação de relações, sempre com foco na esc...
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá! Sou psicólogo e realizo psicoterapia online para adultos, com foco em ansiedade, depressão, insônia, estresse, burnout, pânico e regulação emocional. Trabalho com abordagem Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), buscando ajudar cada...
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Terapia do Esquema - Young
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou psicóloga com atuação baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), dedicada a auxiliar pessoas no desenvolvimento emocional, enfrentamento de dificuldades e construção de uma vida mais equilibrada e significativa. Minha trajetór...
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Abordagem: Psicologia Baseada em Evidências - PBE, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT
Adultos
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Olá, sou psicóloga clínica e trabalho a partir da prática baseada em evidências (PBE), com abordagens cognitiva comportamental e contextuais, há 12 anos. Atendo adultos que muitas vezes se sentem sobrecarregados, ansiosos ou travados — pes...
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Barbara Bonifácio Duarte Lucarelli
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sou psicóloga e meu propósito é ajudar você a se conhecer melhor, compreender suas emoções e desenvolver recursos para enfrentar os desafios da vida com mais segurança e equilíbrio. Acredito que o autoconhecimento é uma ferramenta poderos...
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O que é fome emocional e quando buscar ajuda
A fome emocional é o hábito de comer para aliviar emoções, e não para saciar a fome física do corpo. Diante da ansiedade, do estresse, do tédio ou da tristeza, a comida vira uma forma rápida de acalmar o que se está sentindo. É algo que quase todo mundo já viveu em algum grau, mas quando o comer por emoção se torna a principal maneira de lidar com os sentimentos, ele passa a pesar no bem-estar e na relação com a comida.
A fome física e a fome emocional se manifestam de formas diferentes. A fome emocional costuma:
- Surgir de repente: aparece de uma hora para outra, ligada a uma emoção, e não ao tempo desde a última refeição.
- Pedir alimentos específicos: vem como um desejo por comidas muito calóricas ou açucaradas, e não por qualquer alimento.
- Não trazer saciedade: não passa quando o estômago já está cheio, porque o que pede alívio é a emoção, não o corpo.
- Vir seguida de culpa: deixa uma sensação de arrependimento e autocrítica depois de comer.
- Acontecer no automático: come-se sem prestar atenção, quase sem perceber, para abafar o que se sente.
Como a terapia ajuda com a fome emocional
A psicoterapia ajuda a entender o que está por trás da fome emocional, sem culpa e sem dietas restritivas. No acompanhamento com um psicólogo você pode:
- Identificar os gatilhos emocionais: reconhecer as situações e emoções que disparam a vontade de comer, como ansiedade, estresse, solidão ou cansaço.
- Desenvolver outras formas de se regular: criar novos recursos para lidar com as emoções, para que a comida deixe de ser a única saída.
- Reduzir a culpa e o ciclo restrição-compulsão: sair do vaivém entre se privar e comer demais, que só reforça a culpa e o descontrole.
- Construir uma relação mais saudável com a comida: resgatar o prazer de comer sem cobrança, longe das dietas restritivas e das regras rígidas.
Como funciona a terapia online para fome emocional na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Poder falar sobre a sua relação com a comida no conforto de casa faz diferença. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados em compulsão alimentar nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de onde estiver, em um ambiente reservado.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para fome emocional
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com você, o caminho que melhor combina com o seu momento. Entre as abordagens mais usadas para a fome emocional estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda a mapear os gatilhos e a relação entre pensamentos, emoções e comportamento alimentar, criando respostas diferentes ao impulso de comer.
- Comer intuitivo e mindful eating: resgata a atenção aos sinais de fome e saciedade do corpo e o comer com presença, sem regras rígidas de dieta.
- Entrevista motivacional: fortalece a sua motivação para mudar hábitos no seu tempo, sem cobrança e sem julgamento.
- Psicanálise: investiga o significado emocional que a comida ganhou na sua história, ajudando a compreender o que ela vem tentando acalmar.
Atendimento para fome emocional em diferentes públicos
A fome emocional aparece em diferentes momentos da vida, e a terapia se adapta a cada um. Na PsyMeet você encontra psicólogos que atendem diferentes públicos:
- Adultos: apoio para quem descobre que descarrega na comida a ansiedade, o estresse do trabalho ou o cansaço da rotina.
- Adolescentes: acompanhamento para a relação com a comida e com o corpo em uma fase de muitas mudanças e cobranças.
- Crianças: apoio, com o suporte da família, para o comer emocional que surge cedo, ligado a ansiedade ou insegurança.
- Idosos: apoio para o comer ligado à solidão, ao luto ou às mudanças próprias dessa fase da vida.
Perguntas frequentes sobre fome emocional
O que é fome emocional?
A fome emocional é comer para aliviar emoções, e não para saciar a fome física do corpo. Diante da ansiedade, do estresse, do tédio ou da tristeza, a comida vira uma forma rápida de acalmar o que se sente. Ela costuma surgir de repente, pedir alimentos específicos e não passar com a saciedade, deixando uma sensação de culpa depois. A terapia ajuda a entender o que a comida vem tentando acalmar.
Como diferenciar fome física de fome emocional?
A fome física surge aos poucos, aceita diferentes alimentos e passa quando o corpo se sente saciado, sem culpa depois. Já a fome emocional aparece de repente, ligada a uma emoção, pede comidas específicas (em geral doces ou muito calóricas), não passa mesmo com o estômago cheio e costuma vir seguida de arrependimento. Prestar atenção a essas diferenças já ajuda a reconhecer quando o que pede alívio é a emoção, e não o corpo.
A terapia ajuda com a fome emocional?
Sim. A psicoterapia é um dos caminhos mais eficazes para a fome emocional. Ela ajuda a identificar os gatilhos emocionais, a desenvolver outras formas de lidar com as emoções, a reduzir a culpa e a construir uma relação mais leve com a comida, sem dietas restritivas. Você pode ver os psicólogos especializados na lista de profissionais desta página.
Qual a diferença entre fome emocional e compulsão alimentar?
A fome emocional é usar a comida para regular emoções como ansiedade, estresse ou tristeza. É algo comum e mais amplo. A compulsão alimentar é um quadro mais intenso, com episódios de comer grandes quantidades em pouco tempo, com sensação de perda de controle e sofrimento marcante. A fome emocional pode existir sem chegar a uma compulsão, mas, quando se intensifica, pode ser um sinal de alerta. A terapia ajuda a cuidar dos dois casos.
Comer emocional é falta de força de vontade?
Não. O comer emocional não é fraqueza nem falta de força de vontade: ele tem uma função emocional, servindo como uma forma aprendida de aliviar sentimentos difíceis. Tratar isso como falha de caráter só aumenta a culpa e alimenta o ciclo. A terapia parte do entendimento, e não da cobrança, ajudando você a compreender o que a comida vem acalmando e a construir outras respostas.
Preciso fazer dieta para lidar com a fome emocional?
Não. O foco do trabalho com a fome emocional não é uma dieta restritiva. Dietas rígidas costumam reforçar o ciclo de restrição e compulsão e aumentar a culpa. A terapia trabalha a sua relação com a comida e com as emoções, resgatando o comer com mais liberdade e atenção aos sinais do corpo. Quando há necessidade de orientação alimentar, ela vem de um nutricionista, de forma cuidadosa e não punitiva.
A terapia trabalha junto com nutricionista?
Sim, quando indicado. A fome emocional pode se beneficiar de um cuidado multidisciplinar: o psicólogo trabalha os gatilhos emocionais e a relação com a comida, e o nutricionista cuida da parte alimentar de forma acolhedora, sem dietas punitivas. Os dois se complementam, e o psicólogo pode orientar quando faz sentido somar esse acompanhamento.
A terapia online para fome emocional funciona?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial para a maioria dos casos. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a vantagem de você falar sobre a sua relação com a comida no conforto de casa, o que costuma deixar a conversa mais tranquila e menos constrangedora.
Quanto custa uma sessão de terapia para fome emocional na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com a fome emocional mais acessível.
Como encontro um psicólogo para fome emocional na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia. Se tiver dúvida sobre o tipo de profissional, entenda as diferenças entre psicólogo e psiquiatra.