Psicólogo
CRP: 05/71768
Abordagem: Gestalt Terapia, Humanista, Fenomenológica-existencial
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Olá, seja muito bem vindo a esse espaço, que seja um espaço seguro e confortável pra que você se encontre e se conecte com você mesmo. Muito prazer sou Mateus Borges, Psicólogo Clínico, atuo a mais de 2 anos na clínica, sou Gestalt Terapeu...
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Psicóloga
CRP: 01/30758
Abordagem: Humanista
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Meu nome é Juliana e eu sou psicóloga clínica. A minha postura nos atendimentos é orientada pelas teorias e práticas de base humanista. Escuto e acolho as mais diversas demandas, como queixas de ansiedade, luto, conflitos em relacionament...
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Psicóloga
CRP: 16/6610
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Psicoterapia Sexual
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Olá, Sou Sandra Losnaque, Psicóloga clínica há 7 anos. Tenho dois filhos e um cachorro. Amo o que faço e me sinto realizada na minha profissão. Te acolho em um espaço seguro e sem julgamentos pra gente entender juntos o que traz aqui. Tra...
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Victória Beatriz De França Freitas
Psicóloga
CRP: 15/8503
Abordagem: Psicologia Clínica, Psicanálise, Neuropsicologia
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Olá, sou Vitória França, psicóloga clínica formada pela UFAL, pós-graduanda em Neuropsicologia. Atuo com orientação psicanalítica, oferecendo atendimentos online para todo o Brasil e brasileiros no exterior, além de consultas presenciais em...
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Psicólogo
CRP: 05/86457
Abordagem: Gestalt Terapia
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Olá, eu sou o Sergio, acredito que a terapia é um processo de transformação continuo que nunca se estagna. Acredito que a diversidade é um conceito fundamental para todas as pessoas, estar integrado ao meio é fundamental para uma boa saúde...
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Psicólogo
CRP: 06/231673
Abordagem: Psicanálise - Winnicott
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Psicólogo psicanalista de orientação winnicottiana. Trabalho baseado na ética, no acolhimento e na construção de um espaço seguro de escuta.
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Psicólogo
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Abordagem: Psicanálise
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Sou Ícaro, psicólogo de orientação analítica e especializações clinicas. Acredito em um atendimento radicalmente humano, passando pelos emaranhados de afetos e racionalidade. Buscaremos juntos entender, sem julgamentos, seu modo de sofrer...
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Psicóloga
CRP: 01/24521
Abordagem: Psicanálise
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Receba minhas boas-vindas! Sou psicóloga, hipnoterapeuta, pós-graduada em clínica psicanalítica pela PUC/MG. Me considero uma psicoterapeuta integrativa, apesar da minha teoria base ser a psicanálise. Acredito que somos seres integrados, lo...
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CRP: 05/52272
Abordagem: Gestalt Terapia
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Seja Bem Vindo(a)! Olá, me chamo Emanuela, sou Psicóloga formada pela Universidade Celso Lisboa há 9 anos, atuo como Gestalt terapeuta e acredito que antes de falar sobre qualquer transtorno , preciso enfatizar que procuro trabalhar com u...
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Psicóloga
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Abordagem: Psicanálise, Psicanálise - Freud, Psicanálise - Lacan
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Olá para você que chegou até aqui nesse desencontro-encontro imerso pelas possibilidades do digital que ora nos distanciavam mas agora podem ser meios de aproximação de levar o meu perfil até você! Prazer, eu sou a Manu :) Sou formada em ...
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O que é o vaginismo e como ele afeta a vida da mulher
O vaginismo é a contração involuntária dos músculos da região vaginal, que dificulta ou impede a penetração, seja durante a relação sexual, no uso de absorvente interno ou até no exame ginecológico. Essa reação não é uma escolha e não acontece por falta de vontade: o corpo reage antes do pensamento, muitas vezes acompanhado de dor, ardência e uma sensação de barreira. É uma condição comum, tem tratamento e não é motivo de vergonha.
Junto com a parte física, quase sempre existe um forte componente emocional. O medo da penetração, a ansiedade antecipatória, a autocobrança e a frustração vão se acumulando, e cada tentativa dolorosa reforça o receio da próxima. Muitas mulheres passam a evitar a intimidade, sentem culpa e acabam se afastando do parceiro, o que gera distância e mal-entendidos na relação. Falar sobre isso, num espaço acolhedor, já é parte do cuidado.
O tratamento do vaginismo costuma ser feito em conjunto: o acompanhamento médico com o ginecologista e, muitas vezes, a fisioterapia pélvica cuidam da parte física, enquanto o psicólogo cuida do lado emocional. A terapia não substitui o acompanhamento médico, ela caminha ao lado dele, ajudando a reduzir o medo e a ansiedade que mantêm a tensão.
Alguns sinais indicam que o apoio de um psicólogo pode ajudar no tratamento do vaginismo:
- Dor ou impossibilidade de penetração: a relação, o uso de absorvente interno ou o exame ginecológico se tornam dolorosos ou parecem impossíveis.
- Medo e ansiedade antes da intimidade: o receio da dor aparece antes mesmo de qualquer tentativa e alimenta a tensão do corpo.
- Evitação e afastamento: evitar momentos de intimidade para não sentir dor ou frustração, o que aumenta a distância na relação.
- Culpa e autocobrança: sentir-se culpada ou incompleta, como se estivesse decepcionando a si mesma ou o parceiro.
- Traumas ou tabus por trás do medo: experiências difíceis do passado, educação rígida ou crenças sobre sexo que reforçam o medo e a tensão.
Como a terapia ajuda no tratamento psicológico do vaginismo
A psicoterapia é uma parte importante do tratamento do vaginismo porque trabalha justamente o medo, a ansiedade e as emoções que mantêm o corpo em tensão. Em um espaço respeitoso e sem julgamento, o psicólogo ajuda você a:
- Reduzir o medo e a ansiedade: compreender o ciclo entre medo e tensão e aprender formas de acalmar a ansiedade que antecede a intimidade.
- Ressignificar traumas e tabus: acolher experiências difíceis do passado e revisar crenças rígidas sobre o corpo e a sexualidade que alimentam o medo.
- Reconstruir a relação com o próprio corpo: resgatar, no seu ritmo, uma relação mais tranquila e segura com o próprio corpo e com o prazer.
- Aliviar a culpa e a autocobrança: entender que o vaginismo não é culpa sua e reduzir a pressão que só aumenta a tensão.
- Cuidar da intimidade a dois: melhorar a comunicação com o parceiro, aliviar a cobrança e reconstruir a proximidade sem medo.
Como funciona a terapia online para vaginismo na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Poder falar sobre um tema tão íntimo de dentro de casa, em um ambiente reservado e acolhedor, ajuda muitas mulheres a se sentirem mais à vontade para começar. Para dar o primeiro passo, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados no tema nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de onde estiver, em um ambiente reservado.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para vaginismo
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com você, o caminho que melhor combina com o seu momento e a sua história. Entre as abordagens mais usadas no cuidado emocional do vaginismo estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda a identificar os pensamentos e crenças que alimentam o medo da dor e a lidar de forma gradual com a ansiedade que gera a tensão.
- Terapia sexual: trabalha de forma específica a relação com o corpo, o prazer e a intimidade, muitas vezes em parceria com o acompanhamento médico e fisioterapêutico.
- Terapia focada em trauma: quando o vaginismo está ligado a experiências difíceis do passado, ajuda a acolher e ressignificar essas memórias com segurança.
- Psicanálise: investiga o que está por trás do medo e da tensão, ampliando a compreensão das emoções e da história envolvidas.
Perguntas frequentes sobre vaginismo
A terapia funciona para vaginismo?
Sim. A psicoterapia é uma parte importante do tratamento do vaginismo, especialmente por cuidar do medo, da ansiedade e das emoções que mantêm o corpo em tensão. Ela costuma caminhar ao lado do acompanhamento médico e da fisioterapia pélvica, ajudando a reduzir o receio da dor, a ressignificar traumas e tabus e a reconstruir uma relação mais tranquila com o próprio corpo. Você pode ver os psicólogos especializados no tema na lista de profissionais desta página.
O que é vaginismo?
Vaginismo é a contração involuntária dos músculos da região vaginal, que dificulta ou impede a penetração, seja na relação sexual, no uso de absorvente interno ou no exame ginecológico. Não é uma escolha nem falta de vontade: o corpo reage antes do pensamento, muitas vezes com dor e uma sensação de barreira. É uma condição comum, tem tratamento e não é motivo de vergonha.
O vaginismo tem cura?
O vaginismo tem tratamento e a maioria das mulheres consegue melhora importante ou resolução do quadro. O caminho costuma envolver o acompanhamento médico com o ginecologista, muitas vezes a fisioterapia pélvica e o apoio psicológico para o medo e a ansiedade. Cada história tem o seu ritmo, e a terapia ajuda a atravessar esse processo sem pressa e sem cobrança.
O vaginismo é um problema psicológico ou físico?
Geralmente é os dois ao mesmo tempo. Existe a parte física, a contração muscular, cuidada pelo ginecologista e pela fisioterapia pélvica, e existe a parte emocional, como medo, ansiedade, culpa, traumas e tabus, cuidada na terapia. Por isso o tratamento costuma ser feito em conjunto, com o psicólogo cuidando do lado emocional que mantém a tensão.
O medo da penetração é normal no vaginismo?
Sim, é muito comum. Cada experiência de dor reforça o receio da próxima, e a ansiedade antecipatória acaba deixando o corpo ainda mais tenso, criando um ciclo. Reconhecer esse medo, sem culpa, já é parte do cuidado. Na terapia, você aprende a acalmar essa ansiedade e a quebrar aos poucos o ciclo entre medo e tensão.
A terapia online funciona para vaginismo?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial no cuidado emocional do vaginismo. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a vantagem de encaixar melhor na rotina. Muitas mulheres inclusive se sentem mais à vontade para falar sobre um tema tão íntimo a partir de um ambiente familiar e reservado.
Preciso de remédio ou de terapia para vaginismo?
O vaginismo não se resolve apenas com remédio. O cuidado costuma envolver acompanhamento médico com o ginecologista, fisioterapia pélvica e terapia para o lado emocional. Quando há também ansiedade ou depressão associadas, o acompanhamento com um psiquiatra pode ser indicado para avaliar o uso de medicação. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra antes de decidir o melhor caminho.
Quanto custa uma sessão de terapia para vaginismo na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com o vaginismo mais acessível.
Como encontro um psicólogo para vaginismo na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado no tema na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. Se tiver dúvida sobre qual profissional buscar, você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.
Posso levar meu parceiro às sessões sobre o vaginismo?
Pode fazer sentido em alguns momentos. O vaginismo costuma afetar a intimidade e a relação, e incluir o parceiro em parte do processo pode ajudar a melhorar a comunicação, aliviar a cobrança e reconstruir a proximidade sem medo. O psicólogo avalia com você quando isso é indicado, respeitando sempre o seu tempo e o seu conforto.