Psicólogo
CRP: 06/171152
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
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Me chamo Pedro Henrique. Sou Psicólogo e pós-graduando em Intervenção ABA para autismo e deficiência intelectual. Trabalho com a abordagem Comportamental (Análise do Comportamento). Posso te auxiliar no processo de autoconhecimento e na mud...
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Psicóloga
CRP: 06/165422
Abordagem: Psicanálise
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Pós-graduanda em Psicanálise, Psicologia Clínica e também Terapia Cognitivo Comportamental, atuo clinicamente há mais de seis anos com uma grande variedade de públicos, tendo foco especial ao público LGBTQIA+ e minorias raciais e imigrantes...
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Psicólogo
CRP: 17/5608
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Seja bem-vindo(a)! Sou Psicólogo formado desde 2019, Especialista em Residência Integrada Multiprofissional (2023), Pós-Graduado em Terapia Cognitivo-Comportamental (2022) e em Saúde Mental, Psicopatologia e Atenção Psicossocial (2022). Ti...
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Psicóloga
CRP: 02/27120
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), Humanista
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Sou recifense e tenho 28 anos. Apaixonada por livros, café e cachorro. Acredito nas conexões humanas e no potencial transformador dos encontros genuínos, navegando por uma psicologia permeada por encontros e afetações. Utilizo a Abordage...
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Psicóloga
CRP: 06/219863
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sou psicóloga formada e apaixonada pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem na qual estou me especializando. Acredito no poder da TCC para promover mudanças reais e ajudar as pessoas a compreenderem e modificarem padrões de pe...
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Psicóloga
CRP: 06/218146
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá, que bom que você chegou por aqui. Sou psicóloga formada pela UNAERP e pós graduanda em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem que ajuda a entender como pensamentos, sentimentos e comportamentos se conectam e influenciam...
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Psicólogo
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Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), Fenomenológica-existencial, Humanista
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Muito prazer, sou Matheus de Loiola, psicólogo clínico (CRP 01/26444), graduado pelo Centro Universitário de Brasília (CEUB) e atualmente pós-graduando em Abordagem Centrada na Pessoa (ACP). Atendo adolescentes a partir dos 16 anos e adulto...
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Psicólogo
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Abordagem: Psicanálise, Psicanálise - Winnicott
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Sobre mim:
Sou psicólogo, com atuação orientada pela psicanálise. Possuo formação em diferentes pós-graduações e mantenho estudo continuado na área, o que sustenta uma escuta qualificada, ética e comprometida com a singularidade e a complexidade de ca...
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Abordagem: Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT
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Olá! Me chamo Giovanna, sou psicóloga (CRP 06/217041) e meu trabalho é guiado pela perspectiva da Clínica Ampliada, compreendendo que cada pessoa é única e que seu sofrimento não pode ser reduzido apenas aos sintomas, mas deve ser entendido...
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Abordagem: Psicanálise - Winnicott, Psicoterapia Breve
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Olá, eu sou a Izabelly Leiguez, psicóloga há 9 anos. Minha trajetória tem sido dedicada ao cuidado emocional, tanto em atendimentos clínicos quanto em contextos hospitalares. Ao longo desse caminho, acompanhei pessoas em momentos delicados,...
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O que é viver com uma doença autoimune e quando buscar ajuda
Viver com uma doença autoimune, como lúpus, artrite reumatoide, tireoidite de Hashimoto ou esclerose múltipla, é conviver com uma condição que tem altos e baixos e que muda o corpo e a rotina de formas nem sempre visíveis para os outros. A imprevisibilidade das crises, a fadiga que ninguém enxerga, os medicamentos contínuos e a necessidade de reorganizar a vida em torno da doença cobram um preço emocional que costuma ser subestimado, inclusive pela própria pessoa.
É muito comum sentir um luto pela vida anterior, por aquilo que o corpo fazia com facilidade e agora exige planejamento, energia ou renúncia. A doença mexe com a identidade: quem você era antes do diagnóstico, os planos que fez, a imagem que tinha de si. Some-se a isso a frustração de conviver com sintomas que oscilam sem aviso, a culpa nos dias em que o corpo não colabora e o desgaste de explicar, de novo, algo que muitas vezes não aparece por fora.
É importante deixar claro: o acompanhamento psicológico é um apoio emocional que complementa, e nunca substitui, o seu tratamento médico. O reumatologista, o endocrinologista, o neurologista ou o médico que acompanha a sua condição cuidam do corpo e da doença; o psicólogo cuida do impacto emocional de viver com ela, o que inclui, muitas vezes, ajudar na própria adesão ao tratamento. Os dois caminham juntos.
Alguns sinais indicam que é hora de procurar um psicólogo para viver com uma doença autoimune:
- Luto pela vida anterior: sentir falta e tristeza pela vida, pelos planos e pelo corpo que você tinha antes do diagnóstico.
- Peso das crises imprevisíveis: a ansiedade de não saber quando virá a próxima crise e a frustração de ter planos interrompidos pelos sintomas.
- Fadiga e sintomas invisíveis: lidar com um cansaço profundo e sintomas que os outros não veem, sentindo-se incompreendido ou cobrado.
- Impacto na identidade: sentir que a doença passou a definir quem você é e ter dificuldade de se reconhecer nessa nova fase.
- Dificuldade com o tratamento: cansaço com os medicamentos contínuos, as consultas e os cuidados, o que pode afetar a adesão ao tratamento.
Como a terapia ajuda a viver com uma doença autoimune
A psicoterapia é um dos caminhos mais eficazes para quem vive com uma doença autoimune porque cuida do impacto emocional da condição e ajuda a construir uma relação mais sustentável com o próprio corpo e o tratamento. No acompanhamento com um psicólogo você aprende a:
- Elaborar o luto: dar espaço à tristeza pela vida anterior e ressignificar as perdas, para encontrar um novo jeito de viver com sentido.
- Lidar com a imprevisibilidade: desenvolver estratégias para conviver com as crises e a incerteza sem viver em estado de alerta permanente.
- Reconstruir a identidade: separar quem você é da doença, resgatando desejos, papéis e projetos que continuam sendo seus.
- Fortalecer a adesão ao tratamento: trabalhar o cansaço, a revolta e o desânimo que atrapalham os cuidados, para que seguir o tratamento pese menos.
- Cuidar da ansiedade e do humor: manejar a ansiedade e as oscilações de humor que costumam acompanhar as doenças autoimunes e o seu tratamento.
Como funciona a terapia online para doença autoimune na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Poder fazer terapia de casa, sem deslocamentos, é especialmente importante nos dias de fadiga, dor ou crise, quando sair seria difícil. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados no tema nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de onde estiver, em um ambiente reservado.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para viver com uma doença autoimune
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com você, o caminho que melhor combina com o seu momento e a sua história. Entre as abordagens mais usadas para lidar com uma doença autoimune estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda a identificar os pensamentos de revolta, culpa e catástrofe e a construir formas mais equilibradas de conviver com a doença e o tratamento.
- Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT): trabalha a aceitação da condição e a retomada de ações e valores importantes, mesmo com a fadiga e a imprevisibilidade das crises.
- Mindfulness e terapias baseadas em atenção plena: ajudam a lidar com a dor, a fadiga e a ansiedade, trazendo a atenção ao presente e reduzindo a ruminação sobre o futuro.
- Psicanálise: investiga o impacto profundo do adoecimento na identidade e na história de vida, ampliando a compreensão do luto e das mudanças envolvidas.
Perguntas frequentes sobre viver com uma doença autoimune
A terapia funciona para quem vive com uma doença autoimune?
Sim. A psicoterapia é um dos caminhos mais eficazes para quem convive com uma doença autoimune. Ela cuida do impacto emocional da condição, ajuda a elaborar o luto pela vida anterior, a lidar com a imprevisibilidade das crises, a reconstruir a identidade e até a fortalecer a adesão ao tratamento. O acompanhamento é um apoio emocional que complementa o seu tratamento médico. Você pode ver os psicólogos especializados no tema na lista de profissionais desta página.
Qual a relação entre doença autoimune e saúde mental?
É uma relação de mão dupla. Viver com uma doença autoimune como lúpus, artrite reumatoide ou tireoidite de Hashimoto tem forte impacto emocional, pela imprevisibilidade, pela fadiga e pelas perdas envolvidas, o que aumenta o risco de ansiedade e depressão. Além disso, algumas condições e seus tratamentos podem afetar diretamente o humor. Cuidar da saúde mental ajuda no bem-estar e, muitas vezes, na própria evolução do tratamento.
A terapia substitui o meu tratamento médico da doença autoimune?
Não. O acompanhamento psicológico é um apoio emocional que complementa, e nunca substitui, o seu tratamento médico. O reumatologista, o endocrinologista, o neurologista ou o médico que acompanha a sua condição cuidam do corpo e da doença; o psicólogo cuida do impacto emocional de viver com ela. É importante manter as suas consultas, os seus exames e a sua medicação em dia, seguindo a orientação médica.
É normal sentir luto por causa do diagnóstico?
Sim, é muito comum e legítimo. Receber o diagnóstico de uma doença autoimune costuma trazer um luto pela vida anterior, pelos planos e pelo corpo que você tinha antes. Sentir tristeza, raiva ou negação faz parte do processo de adaptação. A terapia oferece um espaço para dar lugar a esse luto sem culpa e para, aos poucos, ressignificar as perdas e encontrar um novo jeito de viver com sentido.
Como lidar com a imprevisibilidade das crises e da fadiga?
A imprevisibilidade é um dos aspectos mais desgastantes das doenças autoimunes, e a fadiga, muitas vezes invisível, costuma ser mal compreendida pelas pessoas ao redor. A terapia ajuda a desenvolver estratégias para conviver com essa incerteza sem viver em alerta constante, a lidar com a frustração dos planos interrompidos e a se comunicar melhor sobre os sintomas com quem convive com você.
A terapia online funciona para quem vive com uma doença autoimune?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial para quem convive com uma doença autoimune. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a vantagem de você poder fazer de casa, sem deslocamentos, o que é especialmente valioso nos dias de fadiga, dor ou crise, quando sair de casa seria difícil.
Preciso de remédio ou de terapia para viver com uma doença autoimune?
Depende do caso. A medicação da doença autoimune é definida pelo seu médico e deve ser mantida. Para a parte emocional, a terapia costuma ser o caminho principal, cuidando do impacto psicológico da condição. Quando há também ansiedade intensa ou depressão associadas, o acompanhamento com um psiquiatra pode ser indicado para avaliar o uso de medicação. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra antes de decidir o melhor caminho.
Quanto custa uma sessão de terapia para doença autoimune na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado emocional de quem vive com uma doença autoimune mais acessível.
Como encontro um psicólogo para viver com uma doença autoimune na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado no tema na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. Se tiver dúvida sobre qual profissional buscar, você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.
A terapia pode ajudar na adesão ao tratamento da doença autoimune?
Sim. Muitas vezes o que dificulta seguir o tratamento não é a falta de informação, mas o cansaço, a revolta, o desânimo ou a negação diante da doença. A terapia trabalha exatamente essas questões emocionais, ajudando você a se reconciliar com os cuidados necessários e a construir uma rotina de tratamento mais sustentável. Nesse sentido, o acompanhamento psicológico costuma ser um forte aliado do seu tratamento médico.