Psicóloga
CRP: 03/29743
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Em meu trabalho, ofereço um espaço seguro e acolhedor, onde você pode explorar seus sentimentos, desenvolver autoconhecimento e alcançar uma maior compreensão de si mesmo. Juntos, podemos construir um processo terapêutico que respeite o se...
Ver perfil
Telefone: (75) 99217-0595
Psicóloga
CRP: 05/81229
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou psicóloga e acredito na potência da escuta sensível, do acolhimento e do cuidado com a saúde emocional. Carrego comigo a ciência de que cada indivíduo tem a sua maneira de enxergar o mundo — uma visão única, moldada por vivências, senti...
Ver perfil
Telefone: (21) 96954-1348
Silvana Ferreira Oliveira Santos
Psicóloga
CRP: 06/43932
Abordagem: Psicanálise - Winnicott
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Psicóloga formada pela Unip (Universidade Paulista). Pós graduada na abordagem psicanalítica winnicottiana. Atendo há 8 anos adolescentes e adultos.
Ver perfil
Telefone: (11) 95386-6339
Psicóloga
CRP: 06/234040
Abordagem: Psicanálise - Winnicott
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Meu nome é Gabrielle, sou Psicóloga Clínica, formada pela UNESP de Assis, e realizo atendimentos on-line pela abordagem Psicanalítica Winnicottiana. Acredito que a psicoterapia é um espaço de acolhimento, escuta e construção, onde cada pes...
Ver perfil
Telefone: (18) 99615-7385
Anna Karoline Januario da Silva
Psicóloga
CRP: 06/181340
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Logoterapia
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá! Me chamo Anna Januario, sou psicóloga clínica formada na Universidade São Judas Tadeu, utilizo a abordagem Cognitivo Comportamental e a Logoterapia, juntos criaremos um ambiente no qual será acolhedor para você se sentir a vontade.
Ver perfil
Telefone: (11) 98895-2437
Psicóloga
CRP: 08/42363
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Psicóloga com experiência em diversas demandas, escuta acolhedora e olhar atento. Apaixonada pela individualidade de cada pessoa, meu maior motivador é ver o resultado de meu trabalho inserido na realidade dos meus clientes através das muda...
Ver perfil
Telefone: (14) 99895-1399
Psicóloga
CRP: 05/62066
Abordagem: Humanista
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Eu me chamo Juliana, sou psicóloga clínica com especialização na abordagem Humanista-Existencial. Esta abordagem tem enfoque na promoção de saúde e bem estar psicológico. Vemos o indivíduo como um todo, não apenas a sua parte disfuncional. ...
Ver perfil
Telefone: (21) 98178-4818
Adrielle Glaucia Rodrigues Souza
Psicóloga
CRP: 03/27450
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adultos
Sobre mim:
Sou Adrielle Glaucia, sou psicóloga clínica, trabalho com a abordagem Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), sou pós graduada em TCC, pós graduada em neuropsicologia e pós graduanda em terapia cognitivo comportamental e prática baseadas em...
Ver perfil
Telefone: (75) 98178-3086
Psicóloga
CRP: 11/20165
Abordagem: Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT, Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Analista do Comportamento, com ênfase na Terapia de Aceitação e Compromisso, atendo na clínica com um olhar voltado para os seus comportamentos e emoções, percebendo como você se movimenta em sua vida. Atendo adolescentes (à partir de 16 ...
Ver perfil
Telefone: (85) 99782-8769
Psicóloga
CRP: 09/18376
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Psicologia Clínica
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga clínica e realizo atendimentos online para adultos, oferecendo um espaço de escuta ética, acolhedora e sem julgamentos. Meu trabalho é voltado para pessoas que desejam compreender melhor suas emoções, lidar com a ansiedade, fo...
Ver perfil
Telefone: (62) 99346-1034
O que é arrependimento materno e quando buscar ajuda
Arrependimento materno é o sentimento de uma mulher que, olhando para a própria experiência, gostaria de não ter se tornado mãe, mesmo amando os filhos. É importante separar duas coisas: é possível amar profundamente o filho e, ao mesmo tempo, arrepender-se do papel de mãe, do peso, da renúncia e da mudança de vida que a maternidade trouxe. Isso não faz de ninguém uma pessoa ruim, e não é o mesmo que rejeitar a criança.
Esse é um dos temas mais silenciados que existem. A idealização da maternidade como fonte de felicidade plena faz com que muitas mães sintam uma culpa enorme só de reconhecer o arrependimento, com medo de serem julgadas ou incompreendidas. Por isso, tantas carregam esse sentimento sozinhas. O arrependimento materno é diferente do baby blues e da depressão pós-parto, embora possam coexistir. Se pensamentos como 'me arrependo de ser mãe' ou 'não queria ser mãe' aparecem e te causam sofrimento, você merece um espaço para falar sobre isso. O acompanhamento com um psicólogo acolhe esse sentimento sem julgamento.
Alguns sinais indicam que é hora de procurar um psicólogo para o arrependimento materno:
- Pensamentos de arrependimento: pensar 'me arrependo de ser mãe' ou 'não queria ter tido filhos', e sentir sofrimento ao reconhecer isso.
- Culpa intensa: sentir uma culpa esmagadora por ter esses sentimentos, achando que é uma mãe ruim ou que há algo errado com você.
- Idealizado versus real: sentir uma distância enorme entre a maternidade idealizada e a realidade de perdas, renúncias e cansaço que você vive.
- Solidão e silêncio: carregar esse sentimento sozinha por medo de ser julgada, sem conseguir falar sobre ele com ninguém.
- Sofrimento persistente: conviver com tristeza, ansiedade, irritação ou vazio ligados ao papel de mãe, de forma constante.
Como a terapia ajuda no arrependimento materno
A psicoterapia é um dos caminhos mais importantes para o arrependimento materno porque oferece um espaço seguro e sem julgamento para nomear e acolher o que costuma ser vivido no silêncio. No acompanhamento com um psicólogo você aprende a:
- Falar sem julgamento: colocar em palavras o arrependimento e os sentimentos difíceis em um lugar acolhedor, onde você não será julgada.
- Aliviar a culpa: compreender que amar o filho e arrepender-se do papel podem coexistir, aliviando a culpa e a autocrítica.
- Separar idealizado e real: desconstruir a idealização da maternidade e entender o peso das expectativas sociais sobre você.
- Cuidar da sua identidade: resgatar quem você é para além do papel de mãe, cuidando dos seus desejos, limites e necessidades.
- Reconstruir a relação: encontrar formas mais leves e possíveis de viver a maternidade e a relação com os filhos, dentro da sua realidade.
Como funciona a terapia online para arrependimento materno na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Poder falar sobre o arrependimento materno em um ambiente seguro, sem julgamento, ajuda a dar o primeiro passo, especialmente em um tema tão silenciado. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados no tema nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, muitas vezes cheia com os filhos, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de onde estiver, em um ambiente reservado e sigiloso.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para arrependimento materno
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com você, o caminho que melhor combina com o seu momento e com o que você precisa acolher. Entre as abordagens mais usadas para o arrependimento materno estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda a identificar e transformar os pensamentos de autocrítica e culpa e a lidar com a ansiedade e a tristeza ligadas ao papel de mãe.
- Terapia Focada na Compaixão: trabalha o cultivo do autocuidado e da gentileza consigo mesma, aliviando a culpa e a vergonha que pesam sobre você.
- Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT): ajuda a acolher os sentimentos difíceis sem lutar contra eles e a viver de acordo com o que é importante para você.
- Psicanálise: investiga a fundo a história, os desejos e os conflitos por trás do arrependimento, ampliando a compreensão do que você sente.
Perguntas frequentes sobre arrependimento materno
A terapia ajuda no arrependimento materno?
Sim. A psicoterapia é um dos caminhos mais importantes para o arrependimento materno. Ela oferece um espaço seguro e sem julgamento para falar sobre o que costuma ser vivido no silêncio, aliviar a culpa, separar a maternidade idealizada da real e resgatar a sua identidade para além do papel de mãe. Você pode ver os psicólogos especializados no tema na lista de profissionais desta página.
Me arrependo de ser mãe, sou uma pessoa ruim?
Não. Sentir arrependimento não faz de você uma pessoa ruim nem uma mãe ruim. O arrependimento materno é mais comum do que se imagina, ainda que pouco se fale sobre ele. É possível amar o filho e, ao mesmo tempo, arrepender-se do papel, do peso e das renúncias que a maternidade trouxe. Reconhecer isso é um ato de honestidade e coragem, e buscar apoio é um cuidado com você.
Posso amar meu filho e ainda assim me arrepender de ser mãe?
Sim. Amor pelo filho e arrependimento do papel de mãe podem coexistir, por mais contraditório que pareça. O arrependimento costuma se referir à experiência da maternidade em si, ao peso, à perda de liberdade, à mudança radical de vida, e não à criança. Entender essa diferença costuma aliviar muito a culpa. A terapia ajuda você a viver essa complexidade com menos sofrimento.
Qual a diferença entre arrependimento materno e depressão pós-parto?
A depressão pós-parto é um quadro clínico que surge nas semanas ou meses após o nascimento, com tristeza profunda, desânimo e outros sintomas que exigem cuidado específico. O arrependimento materno é um sentimento em relação ao papel de mãe, que pode aparecer a qualquer momento, inclusive anos depois. Eles são diferentes, mas podem coexistir. Um psicólogo ajuda a distinguir o que você está vivendo e a cuidar disso.
Por que sinto tanta culpa por não gostar de ser mãe?
Porque existe uma forte idealização social da maternidade como fonte de felicidade plena e realização total. Quando a experiência real não corresponde a esse ideal, muitas mães sentem culpa e vergonha, achando que há algo errado com elas. Essa culpa vem em grande parte das expectativas de fora, e não de uma falha sua. A terapia ajuda a desconstruir esse peso e a se acolher com mais gentileza.
Preciso de remédio ou de terapia para o arrependimento materno?
Na maioria dos casos, a terapia é o caminho principal para o arrependimento materno, já que o foco é acolher o sentimento, aliviar a culpa e ressignificar a experiência da maternidade. Em quadros mais intensos, quando o arrependimento vem junto de depressão ou ansiedade significativas, o acompanhamento com um psiquiatra pode ser indicado para avaliar o uso de medicação. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra antes de decidir o melhor caminho.
A terapia online funciona para o arrependimento materno?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial no cuidado com o arrependimento materno. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a vantagem de encaixar melhor na rotina de quem cuida dos filhos e nem sempre consegue se deslocar. Para muitas mães, poder falar sobre um tema tão delicado a partir de casa também facilita dar o primeiro passo.
Vou ser julgada se falar sobre isso na terapia?
Não. O consultório é um espaço sigiloso e livre de julgamento, e os psicólogos são preparados para acolher sentimentos difíceis, inclusive o arrependimento materno. Você pode falar com honestidade sobre o que sente, sem medo de ser rotulada. É justamente por poder dizer o que não se diz em outros lugares que a terapia costuma trazer tanto alívio para quem carrega esse peso em silêncio.
Quanto custa uma sessão de terapia para arrependimento materno na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com arrependimento materno mais acessível.
Como encontro um psicólogo para arrependimento materno na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado no tema na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. Se tiver dúvida sobre qual profissional buscar, você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.