Psicóloga
CRP: 04/79057
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Oiee! Me chamo Vitória Medeiros, Psicóloga Clínica CRP 04/79057. Realizo atendimentos psicoterapêuticos prezando por uma escuta atenta, acolhedora e respeitosa, sempre trabalhando a partir das demandas e necessidades de cada paciente, resp...
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Psicóloga
CRP: 04/74193
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
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Psicóloga formada pelo Centro Universitário Una, atuo há 2 anos com foco em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Psicologia Analítica. Minha prática é pautada no acolhimento, escuta ativa e no compromisso com o bem-estar integral do pac...
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Psicólogo
CRP: 06/219501
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
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Muito prazer! Sou Flávio, psicólogo clínico, formado tanto em Psicologia como Ciências da Computação. Através da Terapia Cognitivo-Comportamental busco oferecer suporte para acolher suas emoções e refletir sobre seus pensamentos, para que...
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Psicólogo
CRP: 17/7071
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá! Sou Paulo Augusto, psicólogo clínico e neuropsicólogo (CRP 17/7071). Com formação focada no estudo do comportamento humano e das neurociências, utilizo a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) como base da minha atuação em psicoterap...
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Psicóloga
CRP: 06/214334
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
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Olá! Sou psicóloga e tenho experiência de atuação nas áreas da educação, social, hospitalar e psicologia clínica. Na clínica, realizo atendimentos com adolescentes, casais, adultos e idosos, porém meu foco principal é o trabalho com adulto...
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Psicólogo
CRP: 05/83017
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), Humanista
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá! Como vai? Meu nome é Rennan, sou psicólogo e atendo pela Abordagem Centrada na Pessoa. Meu objetivo é te deixar à vontade para abordar qualquer assunto e encontrar jeitos de alcançar seus objetivos mantendo em mente o que é importante...
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Psicóloga
CRP: 06/160921
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga, formada há 7 anos, com experiência em atendimentos individuais e em grupo, atuando a partir da abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Meu trabalho é voltado para oferecer um espaço de escuta acolhedora, segura e...
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Psicólogo
CRP: 06/216325
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, espero que se encontre bem! Me chamo Pedro Madeira Silveira, sou psicólogo Clínico e psicólogo esportivo atuante com atletas de artes marciais. Acredito que toda interação parte de uma troca, e juntos iremos fazer dessa troca uma evo...
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Psicóloga
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Abordagem: Psicanálise
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Sobre mim:
Sou psicóloga clínica e psicanalista, e minha prática é fundamentada na escuta ética e no acolhimento profundo. Acredito que a terapia é um espaço sagrado de liberdade, onde a dor não precisa ser o destino final, mas o ponto de partida para...
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CRP: 02/32084
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Sou psicóloga e atuo a partir da abordagem da Gestalt-terapia, oferecendo um espaço de escuta acolhedora, ética e sensível. Meu trabalho é voltado para o fortalecimento do autoconhecimento, da autonomia e da consciência emocional, respeit...
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O que é codependência afetiva e quando buscar ajuda
Codependência afetiva é um padrão de relacionamento em que a pessoa coloca as necessidades e os sentimentos do outro sempre à frente dos seus. É o famoso amar demais: você se doa por inteiro, cuida, cede, abre mão dos próprios desejos e passa a organizar a vida em torno do parceiro, esperando ser amado e reconhecido de volta. Com o tempo, a própria identidade vai ficando presa à relação, e a ideia de ficar sozinho parece insuportável.
Em um relacionamento codependente costuma haver um medo intenso de abandono, uma necessidade constante de aprovação e uma dificuldade grande de impor limites ou dizer não. A pessoa aceita situações que a machucam para não perder o vínculo e chega a confundir dependência com amor. Muita gente descreve isso como um vício em relacionamento: mesmo sofrendo, não consegue se desprender. Se você se reconhece nesse ciclo, saiba que é possível mudar, e o acompanhamento com um psicólogo ajuda a recuperar o seu espaço.
Alguns sinais indicam que é hora de procurar um psicólogo para a codependência afetiva:
- Anular-se pelo outro: abrir mão dos próprios desejos, opiniões e planos para agradar o parceiro e evitar conflitos a qualquer custo.
- Medo intenso de abandono: sentir pânico só de imaginar a relação terminando e aceitar quase tudo para não ser deixado.
- Buscar aprovação constante: depender da validação e do afeto do outro para se sentir bem e ter valor.
- Dificuldade de impor limites: não conseguir dizer não, tolerar situações que machucam e assumir a responsabilidade pela felicidade do parceiro.
- Perder a própria identidade: deixar de lado amizades, hobbies e projetos pessoais, ficando com a vida inteira girando em torno da relação.
Como a terapia ajuda a superar a codependência afetiva
A psicoterapia é um dos caminhos mais eficazes para a codependência afetiva porque trata a raiz do padrão, e não apenas o relacionamento atual. No acompanhamento com um psicólogo você aprende a:
- Entender de onde vem o padrão: reconhecer as experiências e crenças que ensinaram você a se anular pelo outro e a buscar amor por meio da doação excessiva.
- Fortalecer a autoestima: construir um senso de valor que não dependa da aprovação nem da presença do parceiro.
- Aprender a impor limites: praticar dizer não, expressar o que sente e reconhecer o que é aceitável em uma relação saudável.
- Lidar com o medo de abandono: atravessar a angústia de ficar só sem ceder a tudo, entendendo que estar em uma relação não pode custar a sua identidade.
- Construir relações mais equilibradas: aprender a se relacionar com reciprocidade, cuidando do outro sem se perder e se colocando também como prioridade.
Como funciona a terapia online para codependência afetiva na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Poder falar sobre a relação em um ambiente seguro, sem julgamento, ajuda a enxergar o padrão com mais clareza e a dar o primeiro passo. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados no tema nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de onde estiver, em um ambiente reservado.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para codependência afetiva
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com você, o caminho que melhor combina com o seu momento e a sua história. Entre as abordagens mais usadas para a codependência afetiva estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda a identificar as crenças que sustentam a doação excessiva e o medo de abandono, e a construir formas mais saudáveis de se relacionar.
- Terapia do Esquema: investiga os padrões emocionais profundos, como abandono e submissão, formados ao longo da vida e que se repetem nos relacionamentos.
- Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT): ajuda a lidar com o medo de ficar só e a agir de acordo com os seus valores, em vez de reagir sempre para não perder o outro.
- Psicanálise: investiga o que está por trás da necessidade de se anular pelo outro, ampliando a compreensão dos vazios e conflitos que a relação tentava preencher.
Perguntas frequentes sobre codependência afetiva
A terapia funciona para codependência afetiva?
Sim. A psicoterapia é um dos tratamentos mais eficazes para a codependência afetiva. Ela ajuda a entender de onde vem o padrão de se anular pelo outro, a fortalecer a autoestima, a aprender a impor limites e a lidar com o medo de abandono. Aos poucos, você constrói relações mais equilibradas, em que cuidar do outro não significa se perder. Você pode ver os psicólogos especializados no tema na lista de profissionais desta página.
O que é codependência afetiva?
Codependência afetiva é um padrão de relacionamento em que a pessoa coloca as necessidades do outro sempre à frente das suas, se doa em excesso e organiza a vida em torno do parceiro. Costuma vir acompanhada de medo intenso de abandono, necessidade constante de aprovação e dificuldade de impor limites. Muita gente descreve como amar demais ou como um vício em relacionamento: mesmo sofrendo, a pessoa não consegue se desprender.
Qual a diferença entre amar e ter dependência afetiva?
No amor saudável existe reciprocidade e autonomia: as duas pessoas se cuidam, mas continuam tendo a própria vida, os próprios limites e o próprio valor. Na dependência afetiva, o vínculo vira a base da identidade e da autoestima, e a pessoa aceita situações que a machucam só para não ficar sozinha. Quando a ideia de perder a relação parece insuportável e você se anula para manter o outro por perto, já não se trata só de amor.
Como saber se estou em um relacionamento codependente?
Alguns sinais são comuns: você abre mão dos seus desejos para agradar o parceiro, sente pânico de ser abandonado, busca aprovação o tempo todo, tem dificuldade de dizer não e deixou de lado amizades e projetos pessoais. Se a sua vida gira quase inteiramente em torno da relação e você se sente responsável pela felicidade do outro, pode ser codependência afetiva, e vale procurar ajuda.
Codependência afetiva tem cura ou tratamento?
A codependência afetiva não é uma doença, mas um padrão aprendido, e por isso pode ser transformado com acompanhamento adequado. Com a terapia, a grande maioria das pessoas consegue fortalecer a autoestima, aprender a impor limites e construir relações mais saudáveis. Mais do que uma cura, o que se busca é reconstruir a sua autonomia, para que amar deixe de significar se perder.
Por que sinto que amo demais e me anulo pelo outro?
Esse padrão costuma se formar ao longo da vida, muitas vezes em experiências em que amor e aprovação pareciam depender de agradar ou de cuidar do outro. Assim, você aprende que se doar em excesso é a forma de ser aceito e de não ser abandonado. Não é falta de amor próprio por escolha: é um jeito de se relacionar que foi construído, e que pode ser revisto na terapia.
A terapia online funciona para codependência afetiva?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial para a codependência afetiva. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a vantagem de encaixar melhor na rotina. Muita gente inclusive se sente mais à vontade para falar sobre relacionamentos difíceis em um ambiente familiar e reservado.
Preciso de remédio ou de terapia para codependência afetiva?
Na maioria dos casos, a terapia é o caminho principal para a codependência afetiva, já que o foco é trabalhar o padrão relacional, a autoestima e o medo de abandono. Quando há também ansiedade, depressão ou outras questões associadas, o acompanhamento com um psiquiatra pode ser indicado para avaliar o uso de medicação. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra antes de decidir o melhor caminho.
Quanto custa uma sessão de terapia para codependência afetiva na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com a codependência afetiva mais acessível.
Como encontro um psicólogo para codependência afetiva na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado no tema na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. Se tiver dúvida sobre qual profissional buscar, você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.