Psicóloga
CRP: 11/25424
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Crianças, Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá! Sou Gisele, psicóloga, com atuação fundamentada na Abordagem Centrada na Pessoa e aperfeiçoamento em Aconselhamento Psicológico. Meu trabalho é voltado para a construção de um espaço seguro, acolhedor e livre de julgamentos, onde cada ...
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Sheila Coelho Lázaro Duarte da Silva
Psicóloga
CRP: 03/34227
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga pós graduanda em neuropsicologia e psicopatologia e Terapia Cognitivo Comportamental, apaixonada por ajudar pessoas a reencontrarem o equilíbrio emocional e a se reconectarem com quem realmente são. Acredito que cada indivíduo...
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Psicólogo
CRP: 06/204297
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Me chamo Lucas, tenho 25 anos, sou psicólogo clínico, trabalho na rede SUS, atendo na linha da fenomenologia onde buscamos o desdobramento de nossas angústias e resolução das mesmas. A terapia é sempre uma conversa sem julgamentos e sem o...
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Psicóloga
CRP: 19/005875
Abordagem: Psicologia Clínica
Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Sou Juliana Figueiredo Franco, psicóloga - CRP 19/005875. Durante a minha caminhada, descobri que escutar o outro é, também, uma forma de transformar o mundo - um encontro entre dor, coragem e sentido. Busco compreender a história, os pens...
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Telefone: (79) 99163-8137
CRP: 06/124040
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Terapia Sistêmica, Neurociências
Adultos, Idosos
Sobre mim:
ATENDIMENTO EXCLUSIVO PARA MULHERES. Meu propósito é ajudar mulheres a se libertarem de relacionamentos abusivos, no gerenciamento de dores crônicas e psicossomáticas e a desenvolverem suas habilidades de autoconhecimento, autoestima, auto...
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Psicólogo
CRP: 02/32359
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT
Adultos, Casais
Sobre mim:
Sou psicólogo graduado pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). Atuo com base na Prática Baseada em Evidências, onde minha tomada de decisão envolve a melhor evidência científica disponível para o seu sofrimento, leva...
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Adriana Cordeiro de Andrade Catojo
Psicóloga
CRP: 05/84061
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga, com atuação voltada ao diagnóstico tardio em adolescentes e adultos, especialmente TEA nível de suporte 1 e TDAH, e sou pós-graduanda em Neuropsicologia, com foco em Avaliação Neuropsicológica. Atendo pessoas que passaram gra...
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Psicóloga
CRP: 11/20728
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos
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Oi! 🌻 Eu sou Vitória, e, além de psicóloga (atendendo pela gestalt-terapia) e arteterapeuta, sou cearense, fibromiálgica, artista, filha, irmã de pet e de gente, amiga e mais um monte de coisa (que talvez nem eu saiba). Sempre vivi a psi...
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Psicóloga
CRP: 05/51569
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
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Atendo pela abordagem Junguiana, trabalho com transparência, explicando sobre a importância de tudo que fazemos. Pois trabalho em parceria com o cliente. Trabalho com psicologia profunda, analisando símbolo, sonhos, desenhos, texto, palavra...
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Psicóloga
CRP: 05/64297
Abordagem: Gestalt Terapia
Adultos, Idosos
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Sou psicóloga clínica formada há 5 anos, com atuação voltada ao cuidado psicológico de adultos e idosos. Possuo experiência em atendimentos clínicos e na realização de avaliações neuropsicológicas. Ao longo da minha trajetória profissional...
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Telefone: (21) 98350-2029
O impacto emocional de conviver com a fibromialgia
Conviver com a fibromialgia é muito mais do que lidar com a dor no corpo. A dor crônica e o cansaço constante afetam o humor, o sono, o trabalho e os relacionamentos, e vão desgastando também o lado emocional. É comum surgir frustração por não dar conta do que se dava antes, tristeza pela rotina que mudou, medo do que vem pela frente e a sensação angustiante de não ser levado a sério, como se a dor estivesse só na sua cabeça.
Mente e corpo se influenciam o tempo todo. O estresse, a ansiedade e a tristeza podem intensificar a percepção da dor e da fadiga, e a dor persistente, por sua vez, alimenta o cansaço emocional e o desânimo. É um ciclo que se retroalimenta e que ninguém precisa enfrentar sozinho. Cuidar do lado emocional não significa negar a dor física, mas sim aprender a conviver com a fibromialgia de um jeito que doa menos no dia a dia.
Por isso, o acompanhamento psicológico faz parte do cuidado multidisciplinar da fibromialgia, ao lado do tratamento médico. Alguns sinais indicam que é hora de buscar um psicólogo para o convívio com a fibromialgia:
- Sofrimento emocional com a dor: sentir que a dor crônica e o cansaço estão tomando conta da sua vida e do seu humor.
- Frustração e sensação de incapacidade: sofrer por não conseguir mais fazer o que fazia antes e cobrar-se por isso.
- Ansiedade e medo constantes: viver com medo das próximas crises de dor e antecipar o pior em relação ao futuro.
- Tristeza persistente ou desânimo: perder o prazer nas coisas, se isolar e sentir que a fibromialgia limitou o seu mundo.
- Sensação de não ser levado a sério: sentir-se incompreendido por família, colegas ou até profissionais, como se a dor não fosse real.
Como a terapia ajuda no convívio com a fibromialgia
A psicoterapia é parte reconhecida do cuidado com a fibromialgia porque atua justamente na relação entre a dor e as emoções. Ela não faz a fibromialgia desaparecer, mas ajuda a reduzir o sofrimento, a recuperar qualidade de vida e a sentir mais controle sobre o dia a dia. No acompanhamento com um psicólogo você aprende a:
- Lidar melhor com a dor crônica: desenvolver estratégias para reduzir o impacto da dor no seu dia e diminuir a tensão que a intensifica.
- Reduzir a ansiedade e o medo das crises: acalmar a antecipação constante da dor e aprender a atravessar os dias difíceis com menos angústia.
- Cuidar da tristeza e do desânimo: trabalhar a frustração e o luto pela rotina que mudou, reencontrando sentido e prazer no que ainda é possível.
- Reorganizar a rotina com autocuidado: aprender a respeitar os seus limites, dosar as energias e evitar o ciclo de fazer demais e desabar depois.
- Fortalecer a sua rede de apoio: encontrar formas de se comunicar com quem convive com você e se sentir compreendido e acolhido na sua dor.
Como funciona a terapia online para fibromialgia na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Para quem convive com a fibromialgia, o online evita o desgaste do deslocamento em dias de dor e cansaço: você cuida do seu emocional de casa, no seu ritmo, sem precisar enfrentar trânsito nem sala de espera. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados no tema nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de onde estiver, em um ambiente reservado.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para o convívio com a fibromialgia
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com você, o caminho que melhor combina com o seu momento e a sua história. Entre as abordagens mais usadas no convívio com a fibromialgia estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) para dor: ajuda a mudar a forma como você interpreta e reage à dor, reduzindo a tensão, o medo e o impacto da fibromialgia na rotina.
- Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT): ajuda a conviver com a dor sem que ela dite a sua vida, agindo de acordo com os seus valores mesmo nos dias difíceis.
- Mindfulness (atenção plena): ensina a observar a dor e as emoções com menos luta interna, reduzindo o estresse que costuma intensificar os sintomas.
- Terapia de apoio: oferece um espaço de acolhimento para falar do que a fibromialgia trouxe, ser compreendido e se sentir menos sozinho no processo.
Perguntas frequentes sobre a fibromialgia
A terapia ajuda na fibromialgia?
Sim. A psicoterapia é parte reconhecida do cuidado com a fibromialgia. Ela não elimina a doença, mas ajuda a reduzir o impacto da dor crônica na sua vida, a lidar melhor com a ansiedade e a tristeza que acompanham o quadro e a recuperar qualidade de vida. Ao trabalhar a relação entre a dor e as emoções, muitas pessoas sentem menos sofrimento e mais controle no dia a dia. Você pode ver os psicólogos especializados no tema na lista de profissionais desta página.
A dor da fibromialgia é psicológica?
Não. A dor da fibromialgia é real e não está apenas na sua cabeça. O que acontece é que o sistema nervoso passa a processar a dor de forma amplificada, e fatores emocionais como estresse, ansiedade e tristeza podem intensificar essa percepção. Cuidar do lado emocional não significa dizer que a dor é inventada, mas sim atuar em um dos fatores que influenciam o quanto ela dói e o quanto ela pesa no seu dia.
Como a terapia ajuda a reduzir a dor da fibromialgia?
A terapia atua no ciclo entre dor e emoções. Ao reduzir o estresse, a tensão e o medo das crises, diminui-se um dos gatilhos que amplificam a dor e o cansaço. Além disso, você aprende estratégias práticas para lidar com os dias difíceis, respeitar os seus limites e evitar o ciclo de se esforçar demais e desabar depois. O resultado costuma ser menos sofrimento e mais qualidade de vida, mesmo convivendo com a fibromialgia.
Fibromialgia e depressão ou ansiedade estão ligadas?
Sim, com frequência. Conviver com dor crônica e cansaço constante aumenta o risco de desenvolver ansiedade e depressão, e essas condições, por sua vez, podem intensificar a percepção da dor. É um ciclo que se retroalimenta. Por isso, cuidar do emocional faz parte do tratamento da fibromialgia, e a terapia ajuda tanto a aliviar a ansiedade e a tristeza quanto a quebrar esse ciclo entre corpo e mente.
A terapia substitui o tratamento médico da fibromialgia?
Não. O acompanhamento psicológico complementa o tratamento médico da fibromialgia, mas não o substitui. O reumatologista continua sendo essencial para o diagnóstico e para conduzir o tratamento clínico. A terapia entra como parte do cuidado multidisciplinar, cuidando do impacto emocional da dor e ajudando você a conviver melhor com a condição, sempre ao lado do acompanhamento médico.
A terapia online funciona para fibromialgia?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial para o cuidado emocional da fibromialgia. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a vantagem de evitar o desgaste do deslocamento em dias de dor e cansaço. Você pode se cuidar de casa, no seu ritmo, sem enfrentar trânsito nem sala de espera.
Preciso de remédio ou de terapia para a fibromialgia?
No cuidado com a fibromialgia, medicação e terapia costumam se complementar. O médico avalia o uso de medicamentos para a dor e para questões associadas, como ansiedade e depressão, enquanto a terapia trabalha o impacto emocional e ensina formas de conviver melhor com os sintomas. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra antes de decidir o melhor caminho.
Quanto custa uma sessão de terapia para fibromialgia na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado emocional no convívio com a fibromialgia mais acessível.
Como encontro um psicólogo para o convívio com a fibromialgia na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado no tema na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. Se tiver dúvida sobre qual profissional buscar, você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.
Como saber se preciso de um psicólogo para a fibromialgia?
Vale procurar um psicólogo quando a dor e o cansaço estão pesando no seu humor e na sua vida: se você sente ansiedade constante com as crises, tristeza persistente, frustração por não dar conta do que fazia antes ou a sensação de não ser compreendido. Buscar apoio emocional não é fraqueza nem sinal de que a dor não é real. É uma forma de cuidar de você por inteiro e de conviver melhor com a fibromialgia.