Psicóloga
CRP: 06/201804
Abordagem: Psicanálise
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Sobre mim:
Prazer, sou Mariana! Psicóloga formada pela UNESP (2023) e especialista em Atenção Primária à Saúde, com experiência em saúde mental tanto na clínica particular quanto no SUS. Atendo adolescentes e adultos que atravessam alguma forma de so...
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Psicóloga
CRP: 05/85681
Abordagem: Psicanálise
Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos
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Danubia Souza Alves Gama – Psicóloga | CRP 05/85681 Sou psicóloga formada pela Universidade Estácio de Sá, com formação em Psicanálise pelo ISMC e pós-graduação em Neuropsicologia em andamento. Possuo mais de 15 anos de experiência na área...
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Psicóloga
CRP: 08/47808
Abordagem: Psicanálise, Psicanálise - Lacan, Psicanálise - Freud
Adultos
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Oi, prazer! Me chamo Sabrina, sou psicóloga, atendo adultos em psicoterapia, além de também trabalhar com avaliação psicológica e neuropsicológica para todas as faixas etárias. Trabalho com o propósito de escutar quem está em sofrimento, s...
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Psicóloga
CRP: 02/22741
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos
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Meu nome é Selma, sou psicóloga clínica, esposa, mãe e avó. Graduada em Psicologia com especialização em Gestalt terapia, Psicologia Existencial-Humanista e Fenomenológica, Neurociência- Comportamento e Psicopatologia, além de MBA em Reabil...
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Psicóloga
CRP: 13/14405
Abordagem: Psicanálise, Psicanálise - Lacan
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá, sou Mary, psicóloga. Atuo na clínica orientada pela psicanálise, compreendendo o processo analítico como um espaço de escuta e elaboração, pautado pelo respeito à singularidade de cada sujeito e às formas únicas de vivenciar o sofrime...
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Psicóloga
CRP: 02/25752
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adultos
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Você está pronto para descobrir seu potencial inexplorado? 🌱 Como psicóloga clínica, acredito que a jornada de autoconhecimento deve ser emocionante e acolhedora. Minha abordagem é baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), focand...
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Psicóloga
CRP: 06/196124
Abordagem: Psicanálise - Lacan
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá! Seja muito bem-vinda ao meu perfil. Sou psicóloga clínica, graduada em Psicologia e em Recursos Humanos, com especialização em Psicanálise e Saúde Mental. Para além da clínica, sou mãe solo do João, uma sagitariana apaixonada por leit...
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Psicólogo
CRP: 03/21859
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Eu sou um Profissional de psicologia que atende com a Abordagem TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL. Com ética e respeito a cada cliente.
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Telefone: (71) 99618-1232
Psicóloga
CRP: 05/83702
Abordagem: Psicanálise, Psicologia Clínica
Adolescentes, Adultos, Casais
Sobre mim:
Sou psicóloga, doutoranda em Psicologia pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e pesquisadora no Laboratório de Estudos sobre Violência contra Crianças e Adolescentes (LEVICA). Sou mestre em Psicologia pela Universidade C...
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Gislene de Olveira Santos Bessa
Psicóloga
CRP: 03/31140
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, Sou Gislene, psicóloga clínica, especialista no tratamento da Dor. Minha atuação é baseada na Neurociência da Dor e na Terapia Cognitivo-Comportamental, onde ajudo pessoas que convivem com a dor crônica, fibromialgia e transtornos rela...
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Telefone: (73) 9958-4667
O impacto emocional de conviver com a fibromialgia
Conviver com a fibromialgia é muito mais do que lidar com a dor no corpo. A dor crônica e o cansaço constante afetam o humor, o sono, o trabalho e os relacionamentos, e vão desgastando também o lado emocional. É comum surgir frustração por não dar conta do que se dava antes, tristeza pela rotina que mudou, medo do que vem pela frente e a sensação angustiante de não ser levado a sério, como se a dor estivesse só na sua cabeça.
Mente e corpo se influenciam o tempo todo. O estresse, a ansiedade e a tristeza podem intensificar a percepção da dor e da fadiga, e a dor persistente, por sua vez, alimenta o cansaço emocional e o desânimo. É um ciclo que se retroalimenta e que ninguém precisa enfrentar sozinho. Cuidar do lado emocional não significa negar a dor física, mas sim aprender a conviver com a fibromialgia de um jeito que doa menos no dia a dia.
Por isso, o acompanhamento psicológico faz parte do cuidado multidisciplinar da fibromialgia, ao lado do tratamento médico. Alguns sinais indicam que é hora de buscar um psicólogo para o convívio com a fibromialgia:
- Sofrimento emocional com a dor: sentir que a dor crônica e o cansaço estão tomando conta da sua vida e do seu humor.
- Frustração e sensação de incapacidade: sofrer por não conseguir mais fazer o que fazia antes e cobrar-se por isso.
- Ansiedade e medo constantes: viver com medo das próximas crises de dor e antecipar o pior em relação ao futuro.
- Tristeza persistente ou desânimo: perder o prazer nas coisas, se isolar e sentir que a fibromialgia limitou o seu mundo.
- Sensação de não ser levado a sério: sentir-se incompreendido por família, colegas ou até profissionais, como se a dor não fosse real.
Como a terapia ajuda no convívio com a fibromialgia
A psicoterapia é parte reconhecida do cuidado com a fibromialgia porque atua justamente na relação entre a dor e as emoções. Ela não faz a fibromialgia desaparecer, mas ajuda a reduzir o sofrimento, a recuperar qualidade de vida e a sentir mais controle sobre o dia a dia. No acompanhamento com um psicólogo você aprende a:
- Lidar melhor com a dor crônica: desenvolver estratégias para reduzir o impacto da dor no seu dia e diminuir a tensão que a intensifica.
- Reduzir a ansiedade e o medo das crises: acalmar a antecipação constante da dor e aprender a atravessar os dias difíceis com menos angústia.
- Cuidar da tristeza e do desânimo: trabalhar a frustração e o luto pela rotina que mudou, reencontrando sentido e prazer no que ainda é possível.
- Reorganizar a rotina com autocuidado: aprender a respeitar os seus limites, dosar as energias e evitar o ciclo de fazer demais e desabar depois.
- Fortalecer a sua rede de apoio: encontrar formas de se comunicar com quem convive com você e se sentir compreendido e acolhido na sua dor.
Como funciona a terapia online para fibromialgia na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Para quem convive com a fibromialgia, o online evita o desgaste do deslocamento em dias de dor e cansaço: você cuida do seu emocional de casa, no seu ritmo, sem precisar enfrentar trânsito nem sala de espera. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados no tema nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de onde estiver, em um ambiente reservado.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para o convívio com a fibromialgia
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com você, o caminho que melhor combina com o seu momento e a sua história. Entre as abordagens mais usadas no convívio com a fibromialgia estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) para dor: ajuda a mudar a forma como você interpreta e reage à dor, reduzindo a tensão, o medo e o impacto da fibromialgia na rotina.
- Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT): ajuda a conviver com a dor sem que ela dite a sua vida, agindo de acordo com os seus valores mesmo nos dias difíceis.
- Mindfulness (atenção plena): ensina a observar a dor e as emoções com menos luta interna, reduzindo o estresse que costuma intensificar os sintomas.
- Terapia de apoio: oferece um espaço de acolhimento para falar do que a fibromialgia trouxe, ser compreendido e se sentir menos sozinho no processo.
Perguntas frequentes sobre a fibromialgia
A terapia ajuda na fibromialgia?
Sim. A psicoterapia é parte reconhecida do cuidado com a fibromialgia. Ela não elimina a doença, mas ajuda a reduzir o impacto da dor crônica na sua vida, a lidar melhor com a ansiedade e a tristeza que acompanham o quadro e a recuperar qualidade de vida. Ao trabalhar a relação entre a dor e as emoções, muitas pessoas sentem menos sofrimento e mais controle no dia a dia. Você pode ver os psicólogos especializados no tema na lista de profissionais desta página.
A dor da fibromialgia é psicológica?
Não. A dor da fibromialgia é real e não está apenas na sua cabeça. O que acontece é que o sistema nervoso passa a processar a dor de forma amplificada, e fatores emocionais como estresse, ansiedade e tristeza podem intensificar essa percepção. Cuidar do lado emocional não significa dizer que a dor é inventada, mas sim atuar em um dos fatores que influenciam o quanto ela dói e o quanto ela pesa no seu dia.
Como a terapia ajuda a reduzir a dor da fibromialgia?
A terapia atua no ciclo entre dor e emoções. Ao reduzir o estresse, a tensão e o medo das crises, diminui-se um dos gatilhos que amplificam a dor e o cansaço. Além disso, você aprende estratégias práticas para lidar com os dias difíceis, respeitar os seus limites e evitar o ciclo de se esforçar demais e desabar depois. O resultado costuma ser menos sofrimento e mais qualidade de vida, mesmo convivendo com a fibromialgia.
Fibromialgia e depressão ou ansiedade estão ligadas?
Sim, com frequência. Conviver com dor crônica e cansaço constante aumenta o risco de desenvolver ansiedade e depressão, e essas condições, por sua vez, podem intensificar a percepção da dor. É um ciclo que se retroalimenta. Por isso, cuidar do emocional faz parte do tratamento da fibromialgia, e a terapia ajuda tanto a aliviar a ansiedade e a tristeza quanto a quebrar esse ciclo entre corpo e mente.
A terapia substitui o tratamento médico da fibromialgia?
Não. O acompanhamento psicológico complementa o tratamento médico da fibromialgia, mas não o substitui. O reumatologista continua sendo essencial para o diagnóstico e para conduzir o tratamento clínico. A terapia entra como parte do cuidado multidisciplinar, cuidando do impacto emocional da dor e ajudando você a conviver melhor com a condição, sempre ao lado do acompanhamento médico.
A terapia online funciona para fibromialgia?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial para o cuidado emocional da fibromialgia. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a vantagem de evitar o desgaste do deslocamento em dias de dor e cansaço. Você pode se cuidar de casa, no seu ritmo, sem enfrentar trânsito nem sala de espera.
Preciso de remédio ou de terapia para a fibromialgia?
No cuidado com a fibromialgia, medicação e terapia costumam se complementar. O médico avalia o uso de medicamentos para a dor e para questões associadas, como ansiedade e depressão, enquanto a terapia trabalha o impacto emocional e ensina formas de conviver melhor com os sintomas. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra antes de decidir o melhor caminho.
Quanto custa uma sessão de terapia para fibromialgia na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado emocional no convívio com a fibromialgia mais acessível.
Como encontro um psicólogo para o convívio com a fibromialgia na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado no tema na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. Se tiver dúvida sobre qual profissional buscar, você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.
Como saber se preciso de um psicólogo para a fibromialgia?
Vale procurar um psicólogo quando a dor e o cansaço estão pesando no seu humor e na sua vida: se você sente ansiedade constante com as crises, tristeza persistente, frustração por não dar conta do que fazia antes ou a sensação de não ser compreendido. Buscar apoio emocional não é fraqueza nem sinal de que a dor não é real. É uma forma de cuidar de você por inteiro e de conviver melhor com a fibromialgia.