Psicóloga
CRP: 06/202764
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Crianças, Adolescentes
Sobre mim:
Oi! Eu sou a Mayara Thomazini de Sousa, psicóloga clínica apaixonada por transformar infâncias. Atuo exclusivamente com crianças e adolescentes, oferecendo um espaço seguro, acolhedor e pensado para promover desenvolvimento emocional, compo...
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Telefone: (19) 99885-8438
Luana Maria Ferreira de Albuquerque
Psicóloga
CRP: 02/24996
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Atuo na psicologia humanista com muito amor. Com uma escuta empática, de cuidado e respeito ao outro, a sua jornada. Auxiliando-o a encontrar novas possibilidades de se enxergar e enfrentar os desafios do mundo ao seu redor.
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Telefone: (81) 99541-4985
Psicóloga
CRP: 05/59293
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adultos
Sobre mim:
Sou Stéfane, psicóloga formada pela Universidade Estácio de Sá, com atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e pós-graduada em Neuropsicologia pela UCL. Atendo adultos e acredito na importância de um espaço seguro, acolhedor e de ...
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Telefone: (21) 98146-5191
Psicólogo
CRP: 04/83965
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Acredito que a psicologia vai além dos diagnósticos. Meu trabalho é guiado pela abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) , uma forma estruturada e eficaz de entender como nossos pensamentos, emoções e comportamentos se conectam....
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Telefone: (31) 98868-0836
Mayara Nelliane Palma De Almeida
Psicóloga
CRP: 06/192093
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Meu nome é Mayara Nelliane Palma de Almeida, sou psicóloga formada pela UniEduk. Minha trajetória profissional é marcada pelo desenvolvimento contínuo de habilidades humanas, técnicas e administrativas, sempre com foco no cuidado com as pe...
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Telefone: (19) 99706-5666
Psicóloga
CRP: 06/228839
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Acredito que conforme nos conhecemos melhor desenvolvemos recursos para lidar com o outro — nos relacionamentos, na família, no trabalho, em sociedade. Adentrar a própria história e nomear sentimentos transforma nosso mundo e essa mudança...
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Pétala Hara Carvalho Ramos de Faria
Psicóloga
CRP: 03/26249
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá! Meu nome é Pétala! Sou formada em Psicologia pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS – BA), CRP 03/26249, mestranda em Educação. Trabalho com a abordagem da Gestalt – Terapia, visando o cuidado, escuta e acolhimento que vi...
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Andréia dos Santos Cardoso Silva
Psicóloga
CRP: 06/154596
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá! Meu nome é Andréia Cardoso, sou psicóloga formada desde 2018. Trabalho com atendimento clínico presencial e online, através da abordagem Cognitivo Comportamental. Durante minha formação, tive a oportunidade de trabalhar com transtornos...
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Telefone: (14) 99734-8418
Psicóloga
CRP: 06/182833
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adultos, Idosos
Sobre mim:
Me chamo Elaine Oliveira e me tornei psicóloga por acreditar que podemos ressignificar nossa história e descobrir novas formas de olhar o mundo. Sempre acreditei que podemos e devemos dar um novo significado para nossa existência apesar de ...
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Telefone: (62) 9533-2826
Psicóloga
CRP: 06/128260
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adultos
Sobre mim:
Olá, eu sou Jaqueline Sander, psicóloga (CRP 06/128260), terapeuta Cognitivo-Comportamental e mãe de segunda viagem. Me formei em 2015 e, desde então, venho trabalhando com promoção de saúde mental e desenvolvimento pessoal. Em 2023 passei ...
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Telefone: (11) 97758-2224
O que é culpa materna e quando buscar ajuda
A culpa materna é aquela sensação persistente de estar sempre em falta com o filho, por mais que você se dedique. É a voz interna que diz que você poderia ter feito melhor, que descansou demais, trabalhou demais ou perdeu a paciência sem motivo. Muitas mães sentem isso, mas raramente falam a respeito, o que faz cada uma achar que o problema é só dela. Na maioria das vezes, essa culpa não nasce de algo que você realmente fez de errado, mas de cobranças impossíveis e do mito da mãe perfeita.
Uma dose de culpa faz parte do cuidado e até nos ajuda a rever atitudes. O problema é quando ela vira um pano de fundo constante, que rouba a alegria da maternidade e mina a autoestima. As redes sociais pioram tudo ao mostrar maternidades idealizadas, e a comparação com outras mães alimenta a sensação de nunca ser suficiente. Quando a culpa materna passa a pesar demais, a terapia ajuda a devolver leveza e equilíbrio.
Alguns sinais indicam que é hora de procurar um psicólogo para a culpa materna:
- Nunca se sentir suficiente: a sensação constante de que, faça o que fizer, você nunca está fazendo o bastante pelo seu filho.
- Culpa por cuidar de si: sentir-se egoísta ao trabalhar, descansar, sair ou dedicar tempo a você, como se qualquer pausa fosse abandono.
- Comparação constante: medir-se o tempo todo com outras mães e com as maternidades idealizadas das redes sociais, sempre saindo perdendo.
- Autocrítica implacável: remoer cada erro, cada perda de paciência e cada 'não', com um discurso interno duro e sem trégua.
- Peso emocional que não passa: ver a culpa roubar a alegria da maternidade, gerar exaustão, ansiedade e a impressão de estar sempre devendo.
Como a terapia ajuda a lidar com a culpa materna
A psicoterapia é um dos caminhos mais eficazes para a culpa materna porque trabalha as cobranças e as crenças que sustentam esse sentimento, e não apenas o desconforto do momento. No acompanhamento com um psicólogo você aprende a:
- Identificar as cobranças impossíveis: reconhecer as expectativas irreais que você carrega sobre o que é ser 'boa mãe' e de onde elas vieram.
- Desmontar o mito da mãe perfeita: entender que a mãe perfeita não existe e que uma mãe suficientemente boa é o que a criança realmente precisa.
- Cultivar a autocompaixão: trocar a autocrítica implacável por um olhar mais gentil consigo, aprendendo a se tratar como trataria uma amiga.
- Legitimar suas próprias necessidades: entender que cuidar de si não é egoísmo e que uma mãe amparada tem mais a oferecer ao filho.
- Reduzir a comparação: ganhar distância das maternidades idealizadas das redes sociais e voltar o olhar para a sua realidade e seus valores.
Como funciona a terapia online para culpa materna na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Para uma mãe com a rotina cheia, poder fazer terapia de casa, inclusive durante o sono do bebê, torna o cuidado com você muito mais possível. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados no tema nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de onde estiver, em um ambiente reservado.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para culpa materna
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com você, o caminho que melhor combina com o seu momento. Entre as abordagens mais usadas para a culpa materna estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda a identificar e questionar os pensamentos de culpa e as cobranças impossíveis, construindo uma visão mais realista e gentil da maternidade.
- Terapia focada na compaixão: trabalha diretamente a autocrítica e ajuda a desenvolver um olhar mais acolhedor e menos punitivo sobre si mesma.
- Terapia de aceitação e compromisso (ACT): ajuda a conviver com a culpa sem ser dominada por ela e a agir de acordo com os valores que importam para você como mãe e como pessoa.
- Psicanálise: investiga as raízes mais profundas da culpa, muitas vezes ligadas à sua própria história, às figuras de referência e às expectativas herdadas.
Perguntas frequentes sobre culpa materna
A terapia funciona para culpa materna?
Sim. A psicoterapia é um dos caminhos mais eficazes para a culpa materna. Ela ajuda a identificar as cobranças impossíveis que sustentam esse sentimento, a desmontar o mito da mãe perfeita e a cultivar a autocompaixão. Com o acompanhamento, a culpa deixa de ocupar todo o espaço e a maternidade ganha mais leveza. Você pode ver os psicólogos especializados no tema na lista de profissionais desta página.
O que é culpa materna?
Culpa materna é o sentimento persistente de estar sempre em falta com o filho, mesmo quando você se dedica muito. É a sensação de nunca ser suficiente e de que poderia ter feito melhor. Diferente de uma culpa pontual, que ajuda a rever atitudes, a culpa materna se torna um pano de fundo constante, alimentado por cobranças irreais e pelo mito da mãe perfeita.
Por que quase toda mãe sente culpa?
Porque a maternidade vem cercada de expectativas altíssimas e muitas vezes contraditórias: espera-se que a mãe dê conta de tudo, esteja sempre disponível, trabalhe, cuide da casa e ainda seja feliz e paciente. Esse ideal impossível, somado à comparação nas redes sociais, faz quase toda mãe sentir que está devendo. A culpa materna é mais um reflexo dessas cobranças sociais do que de uma falha real sua.
Sinto culpa por trabalhar e ser mãe. Isso é normal?
É muito comum, mas não precisa ser assim. Muitas mães sentem culpa ao trabalhar, como se estivessem tirando algo do filho, quando na verdade estão sustentando a família e se realizando também como pessoas. Essa culpa costuma vir de cobranças sociais antigas, e não de um dano real à criança. A terapia ajuda a rever essas crenças e a conciliar maternidade e trabalho com menos peso.
A comparação com outras mães aumenta a culpa?
Sim, e muito. As redes sociais mostram recortes idealizados da maternidade, sempre organizados e felizes, que escondem as dificuldades reais de cada casa. Comparar a sua rotina com essas imagens alimenta a sensação de nunca ser suficiente. Na terapia, você aprende a ganhar distância dessas comparações e a olhar para a sua maternidade a partir dos seus próprios valores.
Preciso de remédio ou de terapia para culpa materna?
Na maioria dos casos, a terapia é o caminho principal, porque a culpa materna se trabalha revendo cobranças, crenças e a relação consigo mesma. Em algumas situações, quando a culpa vem junto de ansiedade intensa, depressão ou sintomas do pós-parto, o acompanhamento com um psiquiatra pode ser indicado para avaliar o uso de medicação. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra antes de decidir o melhor caminho.
A terapia online funciona para culpa materna?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial para a culpa materna. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a vantagem de você poder se cuidar de casa, encaixando a terapia na rotina da maternidade, muitas vezes durante o sono do bebê ou sem precisar sair para se deslocar.
Existe mãe perfeita?
Não. A mãe perfeita é um mito, e cobrar-se por ele só alimenta a culpa e o sofrimento. O que a criança realmente precisa é de uma mãe suficientemente boa: presente, afetuosa e humana, que também erra, se cansa e se recupera. A terapia ajuda a abandonar o ideal impossível de perfeição e a se aceitar como uma mãe real, com mais leveza e autocompaixão.
Quanto custa uma sessão de terapia para culpa materna na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com a culpa materna mais acessível.
Como encontro um psicólogo para culpa materna na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado no tema na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. Se tiver dúvida sobre qual profissional buscar, você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.