Neile Cristina Pereira da Silva
Psicóloga
CRP: 06/194730
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou Psicóloga Clínica, formada pela Universidade Anhanguera. Atendo na abordagem da Terapia Cognitiva Comportamental - TCC, focada no problema atual do paciente, como comportamento, humor, pensamentos, sentimentos e emoções. Com objetivo d...
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Gilciana Vilas Boas Carinhanha
Psicóloga
CRP: 03/30041
Abordagem: Psicanálise
Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga clínica e hospitalar, e meu trabalho se sustenta em uma escuta técnica, ética e sensível às múltiplas formas de sofrimento psíquico, articulada a intervenções psicológicas fundamentadas ao longo do processo terapêutico conside...
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Psicólogo
CRP: 06/116691
Abordagem: Logoterapia
Crianças, Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Psicólogo Logoterapeuta – Wesley Souza. Ajudando você a encontrar sentido, mesmo nos momentos mais difíceis. Sou psicólogo pós-graduando em Logoterapia, abordagem que busca auxiliar pessoas a descobrir e viver o sentido da própria vida, me...
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Carolina Padilha Serrano Dantas
Psicóloga
CRP: 03/27695
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, me chamo Carolina e sou psicóloga clínica formada pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP). Tenho experiência dentro do contexto clínico e ambulatorial. Acredito que a psicologia cria um espaço de acolhimento e bem-esta...
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Psicóloga
CRP: 04/75329
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Oi. Sou Agnes Lobato, mineira, psicóloga e futura psicanalista. Atendo pessoas da terceira idade, adultos e adolescentes. Ofereço escuta qualificada, acolhimento e muito respeito à história de cada sujeito. Tenho experiência com uma varie...
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Psicóloga
CRP: 06/201220
Abordagem: Psicanálise - Freud, Psicanálise - Lacan
Adultos, Idosos
Sobre mim:
Psicóloga formada pelo Centro Universitário de Ourinhos (UNIFIO), Pós Graduada em Terapia da dor e Cuidados Paliativos (PUC MINAS), Experiência em atendimento para pessoas enlutadas. Atendimento clínico pela abordagem Psicanalítica, no ca...
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Psicóloga
CRP: 07/31302
Abordagem: Psicanálise - Freud
Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Psicóloga formada pela Universidade Feevale, com ênfase em processos psicoterápicos de intervenção. Possuo pós-graduação em Psicologia Clínica, do Luto e Hospitalar. Disponho de vasta experiência em atendimento à crianças, adolescentes, a...
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Psicóloga
CRP: 08/46885
Abordagem: Psicologia Clínica
Adolescentes, Adultos
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Fui atravessada pela sombra do luto, nós em relacionamentos e reflexão profunda sobre centralização do relacionamento romântico e o atravessamento disso na saúde mental feminina. Acredito no poder da arte em transformar e transmutar tudo ...
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Psicóloga
CRP: 07/38347
Abordagem: Psicodinâmica, Esquizoanálise, Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Psicóloga Clínica e Social, de orientação psicanalítica. Mestranda em Psicologia Social e Institucional (UFRGS). Especialista em Saúde Mental (Residência em HCPA), em Psicanálise e Análise do Contemporâneo (PUCRS), e em Saúde Mental no Trab...
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Psicóloga
CRP: 05/78122
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga, voltada para Terapia Cognitivo Comportamental. Juntos vamos entender como seus pensamentos afetam a forma como você se sente e como age. Nossas consultas vão ser sempre voltadas para que você se sinta o máximo acolhido possí...
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Telefone: (21) 98791-7862
A perda de um filho: uma das dores mais profundas da vida
A perda de um filho, seja um bebê logo após o nascimento, uma criança, um jovem ou um filho já adulto, é reconhecida como um dos lutos mais intensos que um ser humano pode viver. Ela vai contra a ordem natural da vida, aquela em que os filhos seguem depois dos pais, e por isso deixa uma dor que não se compara a nenhuma outra. Não há palavra que descreva um pai ou uma mãe que perde um filho, e isso, por si só, diz muito sobre o tamanho dessa ausência.
Diante dessa perda, é natural sentir uma mistura avassaladora de emoções, e todas elas são legítimas:
- Dor avassaladora: uma tristeza tão intensa que parece impossível de suportar, com momentos em que falta o chão.
- Culpa: pensamentos de que poderia ter feito algo diferente, mesmo quando nada estava sob o seu controle.
- Raiva e revolta: raiva da situação, das pessoas, da vida ou de si mesmo, uma reação comum diante do que parece impossível de aceitar.
- Sensação de injustiça: a dor de sentir que aquilo nunca deveria ter acontecido, que fere o senso do que é certo.
- Vazio e falta de sentido: a sensação de que uma parte de si partiu junto, com dias em que é difícil ver algum propósito.
Como a terapia ajuda diante da perda de um filho
Buscar ajuda não é sobre superar ou esquecer o seu filho, e nenhum psicólogo vai propor isso. O luto pela perda de um filho não termina: ele se transforma. A terapia caminha ao seu lado para que, no seu tempo, você aprenda a viver com essa ausência sem que ela apague quem você é. Não existe prazo, e ninguém vai apressar a sua dor. No acompanhamento com um psicólogo você encontra espaço para:
- Acolher a dor sem prazos: dar lugar ao sofrimento, ao choro e à saudade, sem cobrança de estar bem ou de seguir em frente rápido demais.
- Lidar com a culpa: trabalhar os pensamentos de culpa e as perguntas sem resposta que costumam pesar, com acolhimento e sem julgamento.
- Honrar a memória: encontrar formas de manter viva a presença e o amor pelo seu filho, integrando a sua história à sua vida.
- Reorganizar a vida: aos poucos, e sempre no seu ritmo, reencontrar caminhos possíveis para o dia a dia e para as relações.
Como funciona a terapia online para a perda de um filho na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Poder ser acolhido em casa, sem precisar sair em um momento tão delicado, faz muita diferença. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados em morte e luto nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem no seu momento, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de onde estiver, em um ambiente reservado e seguro.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para o luto pela perda de um filho
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com você, o caminho que melhor combina com o seu momento e com a sua dor. Entre as abordagens mais usadas para o luto pela perda de um filho estão:
- Abordagem focada no luto: acompanha o processo de luto respeitando o seu tempo, ajudando a elaborar a perda sem pressa de virar a página.
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda a lidar com os pensamentos de culpa e com as perguntas sem resposta que costumam intensificar o sofrimento.
- Abordagem humanista: oferece um acolhimento profundo, valorizando o que você sente e respeitando o ritmo único do seu luto.
- Terapia de casal: quando o luto abala a relação, ajuda o casal a se reencontrar, já que cada um costuma viver a perda de um jeito.
O impacto da perda de um filho no casal e na família
A perda de um filho não atinge só uma pessoa: ela atravessa o casal e toda a família, e cada um vive esse luto de um jeito próprio. Um pode precisar falar muito, enquanto o outro se cala; um chora, enquanto o outro mergulha no trabalho. Essas diferenças são normais, mas, se não forem compreendidas, podem gerar distância e mágoa justamente quando o casal mais precisa de apoio. Os irmãos também sofrem, às vezes em silêncio, com medo de sobrecarregar os pais, e a dinâmica da casa inteira se transforma.
A terapia, individual ou de casal, ajuda a família a atravessar esse momento com mais cuidado:
- Respeitar o luto de cada um: compreender que o casal pode viver a perda de formas diferentes, sem que isso signifique que um sofre mais ou menos que o outro.
- Reaproximar o casal: abrir espaço para o diálogo e o apoio mútuo, para que a dor una em vez de afastar.
- Cuidar dos irmãos: ajudar os pais a acolher e conversar com os outros filhos, que também vivem o próprio luto e precisam de espaço.
- Reorganizar a família: encontrar, no tempo de cada um, novos apoios e novas formas de conviver com a ausência dentro de casa.
Perguntas frequentes sobre a perda de um filho
A terapia ajuda na perda de um filho?
Sim, e de forma muito importante. A terapia não promete acabar com a dor nem fazer você superar a perda como se pudesse esquecer, porque o amor por um filho não se apaga. O que ela oferece é um espaço seguro para acolher esse sofrimento, lidar com a culpa e as perguntas sem resposta, honrar a memória e, no seu tempo, reorganizar a vida ao redor dessa ausência. Você pode ver os psicólogos especializados em morte e luto na lista de profissionais desta página.
Existe um tempo certo para o luto de um filho?
Não existe um prazo, e ninguém tem o direito de dizer que já passou tempo demais. O luto pela perda de um filho não é algo que termina em semanas ou meses: ele acompanha a vida e vai se transformando. Há dias melhores e dias muito difíceis, e datas marcantes podem reabrir a dor. A terapia respeita esse ritmo por inteiro e caminha com você pelo tempo que for preciso, sem cobrança.
É normal sentir culpa após a morte de um filho?
Sim, é extremamente comum, mesmo quando nada estava sob o seu controle. Muitos pais e mães revivem o que aconteceu perguntando se poderiam ter feito algo diferente. Essa culpa é uma tentativa da mente de encontrar sentido no que parece não ter, mas ela pode pesar demais. A terapia acolhe esses pensamentos com cuidado, sem julgamento, e ajuda a aliviar o peso que eles carregam.
Como o casal atravessa esse luto junto?
Cada pessoa vive a perda de um filho de um jeito, e o casal costuma expressar a dor de formas diferentes: um pode querer falar, o outro se recolher; um chora, o outro se ocupa. Essas diferenças são naturais, mas podem gerar distância se não forem compreendidas. A terapia, individual ou de casal, ajuda os dois a respeitar o luto um do outro, a se reaproximar e a se apoiar em vez de se afastar num momento em que mais precisam um do outro.
Como falar com os outros filhos sobre a perda?
Os irmãos também vivem o próprio luto, muitas vezes em silêncio, com medo de sobrecarregar os pais que já estão sofrendo. É importante falar com eles de forma honesta e adequada à idade, permitir que expressem o que sentem e mostrar que a tristeza é permitida para todos. A terapia orienta os pais nessa conversa delicada e, quando necessário, oferece acompanhamento também para as crianças e adolescentes da família.
A terapia online funciona nesse momento?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial e mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica. Em um momento em que sair de casa pode pesar muito, ser acolhido de onde você estiver, em um ambiente seguro e familiar, costuma ser um alívio. A videochamada permite construir um vínculo de confiança com o psicólogo sem exigir deslocamento.
Preciso de remédio ou de terapia para o luto de um filho?
O luto é uma resposta natural a uma perda, e não uma doença, então nem sempre é preciso remédio. Na maioria dos casos, o acompanhamento com um psicólogo é o cuidado central para atravessar essa dor. Quando o sofrimento se torna muito intenso e persistente, um psiquiatra pode avaliar se um apoio medicamentoso ajuda. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra para decidir o melhor caminho.
Estou sofrendo demais, onde busco ajuda?
Buscar apoio é um gesto de cuidado com você. Apoie-se em pessoas de confiança, permita-se sentir e procure acompanhamento com um psicólogo para não atravessar essa dor sozinho. Se em algum momento a dor parecer insuportável ou surgirem pensamentos de se machucar ou de não querer continuar, ligue imediatamente para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso). Você não precisa passar por isso sozinho, e pedir ajuda é sempre válido.
Quanto custa uma sessão de terapia para o luto na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o acolhimento neste momento tão difícil mais acessível.
Como encontro um psicólogo para o luto de um filho na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado em morte e luto na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.