Psicólogo
CRP: 06/214534
Abordagem: Psicanálise
Adultos, Idosos
Sobre mim:
Do interior de SP, tem vivência em esportes e as mais variadas religiões. Pós graduando em Altas Habilidade/Superdotação (AH/SD). Tem experiência com escuta de pessoas de religião afro-indigena e também de religiões não-cristãs - porém ate...
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Psicólogo
CRP: 02/32198
Abordagem: Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT
Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, meu nome é Plinio. Minha trajetória na Psicologia atravessa diferentes contextos, da pesquisa em políticas educacionais e educação inclusiva à atuação na área da saúde, especialmente na oncologia e nos cuidados paliativos (uma experiê...
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Psicólogo
CRP: 09/21183
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
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Olá meu nome é Paulo Sérgio, sou psicólogo clínico, trabalho com a Terapia Cognitivo Comportamental, uma abordagem que foca em mudar comportamentos atuais para diminuir o sofrimento. Vejo a psicologia como um meio de ajudar as pessoas com...
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Psicóloga
CRP: 07/41753
Abordagem: Psicanálise, Psicologia Clínica, Psicanálise - Freud, ...
Adultos, Idosos
Sobre mim:
Psicóloga, formada pela PUCRS, com certificação em Gestão de Pessoas (2023) e especialização em Psicologia Jurídica no âmbito da Perícia, pelo Instituto de Perícia Psicológica Simone Lemes (2025). Permaneço em constante formação, mantendo-m...
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Psicólogo
CRP: 01/31224
Abordagem: Gestalt Terapia, Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), Terapia Sistêmica
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Sou psicólogo formado pela Universidade de Brasília (UnB) e Especialista em Saúde Mental pelo SUS. Atuo a partir da Gestalt-terapia, oferecendo um espaço de escuta acolhedor, seguro e livre de julgamentos. Muitas vezes, não fomos ensinados...
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Psicólogo
CRP: 06/228602
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Nem tudo o que dói precisa ser carregado sozinho. Às vezes, a vida nos apresenta situações que parecem grandes demais, e meu trabalho é oferecer a você um espaço seguro, livre de julgamentos, onde possamos olhar para essas feridas juntos. ...
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Psicólogo
CRP: 04/71561
Abordagem: Psicanálise, Psicanálise - Lacan
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá! Sou Rômulo Amorim, psicólogo formado pela PUC Minas (CRP 04/71561), com atuação orientada pela Psicanálise. Meu trabalho consiste em oferecer um espaço de escuta ética e acolhedora, respeitando a singularidade e o tempo de cada pacien...
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Psicóloga
CRP: 10/08163
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sobre mim:
Sou psicóloga formada pela UNAMA, com pós em Neuropsicologia em andamento. No atendimento clínico, busco oferecer um espaço acolhedor, ético e seguro, onde cada pessoa possa se expressar livremente e trabalhar suas questões emocionais com ...
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Psicóloga
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Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
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Sobre mim:
Meu nome é Thaís e sou psicóloga e acredito que a terapia é um espaço de acolhimento, escuta e respeito, onde cada pessoa pode compreender melhor sua história, seus desafios e seus sentimentos, encontrando caminhos para promover mudanças si...
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Psicólogo
CRP: 06/234490
Abordagem: Psicanálise
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Sobre mim:
Sou formado em Psicologia, atuo com escuta orientada pela psicanálise e sigo em constante aprimoramento profissional. Ofereço um espaço de acolhimento e escuta, sem julgamentos, onde cada tratamento é pensado a partir da história de cada s...
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A perda de um filho: uma das dores mais profundas da vida
A perda de um filho, seja um bebê logo após o nascimento, uma criança, um jovem ou um filho já adulto, é reconhecida como um dos lutos mais intensos que um ser humano pode viver. Ela vai contra a ordem natural da vida, aquela em que os filhos seguem depois dos pais, e por isso deixa uma dor que não se compara a nenhuma outra. Não há palavra que descreva um pai ou uma mãe que perde um filho, e isso, por si só, diz muito sobre o tamanho dessa ausência.
Diante dessa perda, é natural sentir uma mistura avassaladora de emoções, e todas elas são legítimas:
- Dor avassaladora: uma tristeza tão intensa que parece impossível de suportar, com momentos em que falta o chão.
- Culpa: pensamentos de que poderia ter feito algo diferente, mesmo quando nada estava sob o seu controle.
- Raiva e revolta: raiva da situação, das pessoas, da vida ou de si mesmo, uma reação comum diante do que parece impossível de aceitar.
- Sensação de injustiça: a dor de sentir que aquilo nunca deveria ter acontecido, que fere o senso do que é certo.
- Vazio e falta de sentido: a sensação de que uma parte de si partiu junto, com dias em que é difícil ver algum propósito.
Como a terapia ajuda diante da perda de um filho
Buscar ajuda não é sobre superar ou esquecer o seu filho, e nenhum psicólogo vai propor isso. O luto pela perda de um filho não termina: ele se transforma. A terapia caminha ao seu lado para que, no seu tempo, você aprenda a viver com essa ausência sem que ela apague quem você é. Não existe prazo, e ninguém vai apressar a sua dor. No acompanhamento com um psicólogo você encontra espaço para:
- Acolher a dor sem prazos: dar lugar ao sofrimento, ao choro e à saudade, sem cobrança de estar bem ou de seguir em frente rápido demais.
- Lidar com a culpa: trabalhar os pensamentos de culpa e as perguntas sem resposta que costumam pesar, com acolhimento e sem julgamento.
- Honrar a memória: encontrar formas de manter viva a presença e o amor pelo seu filho, integrando a sua história à sua vida.
- Reorganizar a vida: aos poucos, e sempre no seu ritmo, reencontrar caminhos possíveis para o dia a dia e para as relações.
Como funciona a terapia online para a perda de um filho na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Poder ser acolhido em casa, sem precisar sair em um momento tão delicado, faz muita diferença. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados em morte e luto nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem no seu momento, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de onde estiver, em um ambiente reservado e seguro.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para o luto pela perda de um filho
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com você, o caminho que melhor combina com o seu momento e com a sua dor. Entre as abordagens mais usadas para o luto pela perda de um filho estão:
- Abordagem focada no luto: acompanha o processo de luto respeitando o seu tempo, ajudando a elaborar a perda sem pressa de virar a página.
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda a lidar com os pensamentos de culpa e com as perguntas sem resposta que costumam intensificar o sofrimento.
- Abordagem humanista: oferece um acolhimento profundo, valorizando o que você sente e respeitando o ritmo único do seu luto.
- Terapia de casal: quando o luto abala a relação, ajuda o casal a se reencontrar, já que cada um costuma viver a perda de um jeito.
O impacto da perda de um filho no casal e na família
A perda de um filho não atinge só uma pessoa: ela atravessa o casal e toda a família, e cada um vive esse luto de um jeito próprio. Um pode precisar falar muito, enquanto o outro se cala; um chora, enquanto o outro mergulha no trabalho. Essas diferenças são normais, mas, se não forem compreendidas, podem gerar distância e mágoa justamente quando o casal mais precisa de apoio. Os irmãos também sofrem, às vezes em silêncio, com medo de sobrecarregar os pais, e a dinâmica da casa inteira se transforma.
A terapia, individual ou de casal, ajuda a família a atravessar esse momento com mais cuidado:
- Respeitar o luto de cada um: compreender que o casal pode viver a perda de formas diferentes, sem que isso signifique que um sofre mais ou menos que o outro.
- Reaproximar o casal: abrir espaço para o diálogo e o apoio mútuo, para que a dor una em vez de afastar.
- Cuidar dos irmãos: ajudar os pais a acolher e conversar com os outros filhos, que também vivem o próprio luto e precisam de espaço.
- Reorganizar a família: encontrar, no tempo de cada um, novos apoios e novas formas de conviver com a ausência dentro de casa.
Perguntas frequentes sobre a perda de um filho
A terapia ajuda na perda de um filho?
Sim, e de forma muito importante. A terapia não promete acabar com a dor nem fazer você superar a perda como se pudesse esquecer, porque o amor por um filho não se apaga. O que ela oferece é um espaço seguro para acolher esse sofrimento, lidar com a culpa e as perguntas sem resposta, honrar a memória e, no seu tempo, reorganizar a vida ao redor dessa ausência. Você pode ver os psicólogos especializados em morte e luto na lista de profissionais desta página.
Existe um tempo certo para o luto de um filho?
Não existe um prazo, e ninguém tem o direito de dizer que já passou tempo demais. O luto pela perda de um filho não é algo que termina em semanas ou meses: ele acompanha a vida e vai se transformando. Há dias melhores e dias muito difíceis, e datas marcantes podem reabrir a dor. A terapia respeita esse ritmo por inteiro e caminha com você pelo tempo que for preciso, sem cobrança.
É normal sentir culpa após a morte de um filho?
Sim, é extremamente comum, mesmo quando nada estava sob o seu controle. Muitos pais e mães revivem o que aconteceu perguntando se poderiam ter feito algo diferente. Essa culpa é uma tentativa da mente de encontrar sentido no que parece não ter, mas ela pode pesar demais. A terapia acolhe esses pensamentos com cuidado, sem julgamento, e ajuda a aliviar o peso que eles carregam.
Como o casal atravessa esse luto junto?
Cada pessoa vive a perda de um filho de um jeito, e o casal costuma expressar a dor de formas diferentes: um pode querer falar, o outro se recolher; um chora, o outro se ocupa. Essas diferenças são naturais, mas podem gerar distância se não forem compreendidas. A terapia, individual ou de casal, ajuda os dois a respeitar o luto um do outro, a se reaproximar e a se apoiar em vez de se afastar num momento em que mais precisam um do outro.
Como falar com os outros filhos sobre a perda?
Os irmãos também vivem o próprio luto, muitas vezes em silêncio, com medo de sobrecarregar os pais que já estão sofrendo. É importante falar com eles de forma honesta e adequada à idade, permitir que expressem o que sentem e mostrar que a tristeza é permitida para todos. A terapia orienta os pais nessa conversa delicada e, quando necessário, oferece acompanhamento também para as crianças e adolescentes da família.
A terapia online funciona nesse momento?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial e mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica. Em um momento em que sair de casa pode pesar muito, ser acolhido de onde você estiver, em um ambiente seguro e familiar, costuma ser um alívio. A videochamada permite construir um vínculo de confiança com o psicólogo sem exigir deslocamento.
Preciso de remédio ou de terapia para o luto de um filho?
O luto é uma resposta natural a uma perda, e não uma doença, então nem sempre é preciso remédio. Na maioria dos casos, o acompanhamento com um psicólogo é o cuidado central para atravessar essa dor. Quando o sofrimento se torna muito intenso e persistente, um psiquiatra pode avaliar se um apoio medicamentoso ajuda. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra para decidir o melhor caminho.
Estou sofrendo demais, onde busco ajuda?
Buscar apoio é um gesto de cuidado com você. Apoie-se em pessoas de confiança, permita-se sentir e procure acompanhamento com um psicólogo para não atravessar essa dor sozinho. Se em algum momento a dor parecer insuportável ou surgirem pensamentos de se machucar ou de não querer continuar, ligue imediatamente para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso). Você não precisa passar por isso sozinho, e pedir ajuda é sempre válido.
Quanto custa uma sessão de terapia para o luto na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o acolhimento neste momento tão difícil mais acessível.
Como encontro um psicólogo para o luto de um filho na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado em morte e luto na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.