Psicóloga
CRP: 06/198447
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá! Me chamo Bruna e sou psicóloga humanista (CRP: 06/198447). Fico feliz em ver você por aqui, isso já é um grande passo rumo ao cuidado de si e à busca por um maior entendimento sobre quem você é. Acredito que o equilíbrio na vida vem do...
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Vanessa Mainã Pestana da Silva
Psicóloga
CRP: 02/31674
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Crianças, Adolescentes, Adultos
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Olá! Me chamo Vanessa Mainã, sou Psicóloga e pós graduanda em neuropsicologia. Tenho 25 anos de idade e estou aqui para atender qual seja sua demanda e para trilharmos juntos o caminho do processo psicoterapeutico. Minha abordagem é fenome...
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Telefone: (81) 99582-4009
Amanda Gabriele Moreira Matias
Psicóloga
CRP: 10/10505
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá, sou psicóloga com experiência no atendimento clínico, atuando com a abordagem Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Meu objetivo é ajudá-lo a compreender a relação entre seus pensamentos, emoções e comportamentos, buscando construi...
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Psicóloga
CRP: 06/49186
Abordagem: Psicanálise - Winnicott
Adultos
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Olá, meu nome é Renata Gattás. Sou psicóloga graduada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP) em 1996, e concluí especialização em Teorias e Técnicas Psicanalíticas, pelo IEP-RP, em 2021. Trabalho com psicoterapia indivi...
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Psicóloga
CRP: 07/38226
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Olá! Sou psicóloga formada pela Unijui Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, com CRP 38226. Atuo com foco no desenvolvimento emocional, no autoconhecimento e na promoção da saúde mental, acolhendo cada pessoa de ...
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Psicólogo
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Psicólogo orientado pela psicanálise, comprometido com uma escuta ética e singular. Minha prática clínica é sustentada pelo estudo contínuo e vivências que emergem nos discursos dentro e fora do consultório. Instagram: @viniciussribeiro.ps...
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Psicóloga
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Me chamo Angélica, sou psicóloga clínica com atuação na abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Realizo atendimentos presenciais e on-line, voltados para crianças, adolescentes e adultos. Meu trabalho é pautado na escuta acolh...
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Psicólogo
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Abordagem: Psicanálise - Lacan, Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
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✨ Um espaço de escuta, cuidado e elaboração psíquica ✨ Olá, sou Marcos Vinícius, psicólogo clínico com atuação fundamentada na Psicanálise, oferecendo atendimentos online para adultos e jovens adultos. A psicoterapia é um espaço singular, o...
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Psicólogo
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Me chamo, Rafael, tenho 35 anos e sou Psicólogo Clínico. Atendo jovens e adultos, com foco em saúde mental e desenvolvimento pessoal. O sentido da vida para mim, é viver com propósito. Minha proposta fundamental é te auxiliar a superar as ...
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Adolescentes, Adultos
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Psicólogo desde 2019 , atuo na abordagem de Gestalt-Terapia. Tenho pós graduação em Saúde Mental e formação técnica em segurança do trabalho. Atendo o público adulto e adolescente, com foco na atenção sobre saúde mental e sobre questões...
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O que é o uso excessivo de telas e quando buscar ajuda
O uso excessivo de telas na adolescência acontece quando o celular, os jogos e as redes sociais deixam de ser só lazer e passam a ocupar boa parte do dia do seu filho, atrapalhando o sono, os estudos, a convivência e outras atividades. Muitos pais chegam à terapia dizendo que o filho vive no celular, se irrita quando pedem para desligar e parece cada vez mais distante da família. É uma preocupação legítima e muito comum hoje em dia.
É importante dizer que uso excessivo de telas não é o mesmo que um diagnóstico de vício. Na maioria das vezes, o excesso de tela é a forma que o adolescente encontrou de lidar com o tédio, a ansiedade, a pressão da escola ou a dificuldade de se relacionar. A tela vira um refúgio, e por isso limitar o tempo, sozinho, costuma gerar conflito sem resolver o que está por trás. O olhar de um psicólogo ajuda a entender o que a tela está ocupando na vida do seu filho.
A terapia trabalha nos dois lados: ajuda o adolescente a desenvolver outras formas de lazer, relacionamento e regulação das emoções, e orienta os pais a estabelecer combinados possíveis em casa, sem transformar o assunto em uma guerra diária.
Alguns sinais indicam que pode ser hora de procurar um psicólogo por causa do uso excessivo de telas:
- A tela tomou conta da rotina: o celular, os jogos ou as redes ocupam boa parte do dia e passam à frente de estudos, esporte e outras atividades.
- Irritabilidade ao limitar: reações intensas, brigas e mau humor sempre que os pais pedem para desligar ou reduzir o tempo de tela.
- Isolamento: o adolescente se afasta da família e dos amigos presenciais, preferindo ficar sozinho no quarto com a tela.
- Queda no sono e nos estudos: noites viradas no celular, cansaço, dificuldade de concentração e queda nas notas.
- Conflitos frequentes em casa: o tema das telas virou fonte constante de discussão e desgaste na relação entre pais e filho.
Como a terapia ajuda com o uso excessivo de telas
A psicoterapia ajuda a olhar para além da tela e a entender o que ela está ocupando na vida do adolescente, trabalhando com ele e orientando a família. No acompanhamento com um psicólogo, o processo costuma ajudar a:
- Entender o que a tela ocupa: identificar o que o excesso de tela está aliviando ou substituindo, como tédio, ansiedade, pressão escolar ou dificuldade de convívio.
- Desenvolver outras fontes de prazer: ajudar o adolescente a ampliar interesses, retomar atividades e vínculos presenciais, para que a tela não seja o único refúgio.
- Regular as emoções: aprender formas mais saudáveis de lidar com o desconforto, em vez de recorrer sempre ao celular como escape.
- Orientar os pais: ajudar a família a estabelecer combinados possíveis e a conversar sobre telas sem que cada limite vire uma briga.
- Fortalecer a relação em casa: reduzir os conflitos em torno do tema e reaproximar pais e filho, com mais diálogo e menos desgaste.
Como funciona a terapia online para uso excessivo de telas na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. O formato online costuma ser bem aceito pelos adolescentes, que já estão habituados ao ambiente digital, e facilita o encaixe na rotina de estudos. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados no tema nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do seu filho e da família, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: o atendimento acontece por videochamada, de onde estiverem, em um ambiente reservado.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para uso excessivo de telas
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com o adolescente e a família, o caminho que melhor combina com o momento de cada um. Entre as abordagens mais usadas para o uso excessivo de telas na adolescência estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda o adolescente a perceber os gatilhos do uso excessivo, a criar rotinas mais equilibradas e a desenvolver estratégias práticas para lidar com o impulso de estar sempre conectado.
- Terapia com orientação de pais: trabalha em paralelo com a família, ajudando os pais a estabelecer combinados sobre telas e a conduzir o tema em casa com mais firmeza e menos conflito.
- Abordagem sistêmica e familiar: olha para a dinâmica da família como um todo, entendendo como as telas se encaixam na rotina e nas relações de casa.
- Psicanálise: investiga o que está por trás da busca constante pela tela, ampliando a compreensão do que o adolescente está tentando aliviar ou evitar.
Atendimento para uso excessivo de telas em diferentes públicos
O uso excessivo de telas aparece em diferentes idades, e a terapia se adapta a cada fase e a cada família. Na PsyMeet você encontra psicólogos que atendem diferentes públicos:
- Adolescentes: acompanhamento para o excesso de celular, jogos e redes, ajudando a equilibrar telas, estudos e vida social.
- Crianças: atendimento com psicólogos infantis para o uso de tablets e jogos, sempre com participação e orientação da família.
- Pais e responsáveis: orientação para estabelecer combinados sobre telas em casa e conduzir o assunto sem que cada limite vire uma briga.
- Famílias: quando as telas geram conflitos frequentes, a terapia ajuda a melhorar o diálogo e a convivência entre todos.
Perguntas frequentes sobre uso excessivo de telas
A terapia funciona para o uso excessivo de telas?
Sim. A psicoterapia é um caminho eficaz quando o uso de telas está atrapalhando a rotina, o sono, os estudos e a convivência do adolescente. Ela ajuda a entender o que a tela está ocupando na vida dele, a desenvolver outras fontes de prazer e a regular as emoções, além de orientar os pais a lidar com o tema em casa. Você pode ver os psicólogos especializados no tema na lista de profissionais desta página.
Meu filho vive no celular. Isso já é vício ou uso excessivo?
Na maioria dos casos, é uso excessivo, e não um vício no sentido clínico. O celular costuma virar um refúgio para lidar com tédio, ansiedade, pressão escolar ou dificuldade de convívio. Rotular como vício raramente ajuda e pode gerar mais conflito. O importante é entender o que a tela está ocupando na vida do seu filho, e é justamente isso que o psicólogo ajuda a investigar, com cuidado e sem julgamento.
Por que meu filho fica tão irritado quando peço para desligar?
Porque a tela costuma ser, para ele, uma forma de alívio e de conexão, então limitar de repente gera frustração e reação. Além disso, brigas em torno do tema tendem a colocar pais e filho em lados opostos. A terapia ajuda os dois lados: trabalha com o adolescente outras formas de lidar com as emoções e orienta os pais a construir combinados possíveis, reduzindo o conflito no dia a dia.
Como estabelecer limites de tela sem virar uma guerra em casa?
Limites funcionam melhor quando são combinados com clareza, aplicados com constância e acompanhados de alternativas atraentes para o tempo livre, e não apenas impostos no calor do conflito. A terapia orienta os pais nesse caminho, ajudando a definir regras realistas, a manter o diálogo aberto e a envolver o adolescente na construção dos acordos, o que costuma reduzir bastante o desgaste.
O uso excessivo de telas pode afetar o sono e os estudos?
Sim. Passar muitas horas na tela, principalmente à noite, tende a atrapalhar o sono, o que gera cansaço, dificuldade de concentração e queda nas notas. O excesso de tela também disputa tempo com estudos, esporte e convívio. A terapia ajuda a reorganizar a rotina para que o adolescente durma melhor e recupere espaço para as outras áreas da vida.
A terapia online funciona para o uso excessivo de telas?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial para esse tema. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a vantagem de encaixar melhor na rotina. O formato costuma ser bem aceito pelos adolescentes, que já estão habituados ao ambiente digital, o que facilita o vínculo com o profissional.
Meu filho precisa de remédio ou de terapia para o uso excessivo de telas?
Na maioria dos casos, a terapia é o caminho principal, já que o foco é entender o que a tela ocupa na vida do adolescente e ajudá-lo a construir uma relação mais equilibrada com o digital. Quando existe também ansiedade, depressão ou outras questões associadas, o acompanhamento com um psiquiatra pode ser indicado para avaliar o uso de medicação. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra antes de decidir o melhor caminho.
Quanto custa uma sessão de terapia para uso excessivo de telas na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com o uso excessivo de telas mais acessível.
Como encontro um psicólogo para uso excessivo de telas na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado no tema na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. Se tiver dúvida sobre qual profissional buscar, você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.
Como convencer meu filho adolescente a fazer terapia?
O ideal é apresentar a terapia como um espaço de apoio, e não como punição pelo uso do celular. Vale conversar com sinceridade, dizer que você está preocupado e que quer entender melhor o que ele está vivendo, sem transformar o assunto em cobrança. Muitos adolescentes topam experimentar quando percebem que terão um espaço só deles. O próprio psicólogo também sabe conduzir esse primeiro contato de forma acolhedora.