Psicólogo
CRP: 11/20013
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou Psicólogo Clínico e Professor no Movimento Labirinto (@labirintojung). Há mais de 3 anos atuo com terapia para ansiedade, depressão, crises e desenvolvimento pessoal. Em meus atendimentos, priorizo uma escuta focada nas demandas de cad...
Ver perfil
Telefone: (85) 98707-5152
Psicóloga
CRP: 11/22368
Abordagem: Psicanálise, Interpretação de sonhos, Psicologia Clínica, ...
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou formada em psicologia pelo Centro universitário UNILEÃO, minha abordagem é a Psicanálise. Pós graduanda em Teoria Psicanalítica e com vários cursos na área. Tenho como prioridade oferecer um ambiente seguro aos meus pacientes, onde sin...
Ver perfil
Telefone: (88) 99360-5332
Luzia Brito Evangelista Abrahtes
Psicóloga
CRP: 05/75494
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga Clinica e tenho três especializações em psicologia cognitiva comportamental, avaliação psicológica, psicodiagnósticos e ABA análise comportamental aplicada ao autismo. No meu atendimento, meu objetivo é ajudar cada pessoa a s...
Ver perfil
Telefone: (21) 97249-8402
Psicólogo
CRP: 04/80295
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, sou Igor Fernando da Silva, psicologo com abordagem em psicanálise, formado na Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e gostaria de te ajudar a se reencontrar e trazer a importância da saúde mental no meio em que vivemos. No...
Ver perfil
Telefone: (34) 99644-4981
Psicólogo
CRP: 06/214559
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Busco auxiliar pessoas em suas jornadas de autoconhecimento e manejo de conflitos internos. Criando estratégias eficazes com embasamento científico para que possamos juntos desenvolver uma boa relação terapêutica e caminharmos rumo à uma m...
Ver perfil
Telefone: (13) 99164-0054
Anny Anabia Oliveira de Souza Disner
Psicóloga
CRP: 08/26573
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Psicoterapia Breve
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Atuo a 8 anos como psicóloga clínica, especialista em terapia cognitivo comportamental e meu objetivo como profissional é ajudar a transformar dores em força e evolução gerando mais equilíbrio e qualidade de vida com acolhimento, ética e em...
Ver perfil
Telefone: (43) 99663-7386
Psicóloga
CRP: 06/225535
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá! Sou psicóloga e trabalho sob a perspectiva da Fenomenologia Existencial. Meu objetivo é oferecer a você um espaço de fala seguro e genuinamente acolhedor, onde a suspensão de julgamentos é a base para o nosso encontro. Acredito que, ...
Ver perfil
Telefone: (11) 91513-4196
Camila Martins Garcia Cavalcante
Psicóloga
CRP: 06/225325
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo, Orientação profissional e vocacional, Neuropsicologia, ...
Crianças, Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou psicóloga, pedagoga e pós-graduada em Análise do Comportamento Aplicada, com formação complementar em Habilidades Sociais e Neuropsicologia. Meu trabalho é oferecer um espaço acolhedor, leve e sem julgamentos, onde você possa se senti...
Ver perfil
Telefone: (19) 99390-4851
Jean Carlos De Souza Pereira Junior
Psicólogo
CRP: 06/231068
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Olá! Sou Jean Carlos, psicólogo clínico, e meu propósito é oferecer um atendimento humanizado, que se torne um espaço de escuta segura e sem julgamentos. Assim, você terá a liberdade de deixar as máscaras de lado, cuidar da sua mente e ser ...
Ver perfil
Telefone: (11) 93913-1146
Joyce Emanoelly Gonçalves Leite
Psicóloga
CRP: 04/85116
Abordagem: Terapia Sistêmica
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Se você sente que está enfrentando dificuldades emocionais, conflitos nos relacionamentos ou busca compreender melhor sua história, a terapia pode ser um caminho importante de transformação. Me chamo Joyce Emanoelly, Sou psicóloga clínica,...
Ver perfil
Telefone: (38) 99872-8670
O que é o uso excessivo de telas e quando buscar ajuda
O uso excessivo de telas na adolescência acontece quando o celular, os jogos e as redes sociais deixam de ser só lazer e passam a ocupar boa parte do dia do seu filho, atrapalhando o sono, os estudos, a convivência e outras atividades. Muitos pais chegam à terapia dizendo que o filho vive no celular, se irrita quando pedem para desligar e parece cada vez mais distante da família. É uma preocupação legítima e muito comum hoje em dia.
É importante dizer que uso excessivo de telas não é o mesmo que um diagnóstico de vício. Na maioria das vezes, o excesso de tela é a forma que o adolescente encontrou de lidar com o tédio, a ansiedade, a pressão da escola ou a dificuldade de se relacionar. A tela vira um refúgio, e por isso limitar o tempo, sozinho, costuma gerar conflito sem resolver o que está por trás. O olhar de um psicólogo ajuda a entender o que a tela está ocupando na vida do seu filho.
A terapia trabalha nos dois lados: ajuda o adolescente a desenvolver outras formas de lazer, relacionamento e regulação das emoções, e orienta os pais a estabelecer combinados possíveis em casa, sem transformar o assunto em uma guerra diária.
Alguns sinais indicam que pode ser hora de procurar um psicólogo por causa do uso excessivo de telas:
- A tela tomou conta da rotina: o celular, os jogos ou as redes ocupam boa parte do dia e passam à frente de estudos, esporte e outras atividades.
- Irritabilidade ao limitar: reações intensas, brigas e mau humor sempre que os pais pedem para desligar ou reduzir o tempo de tela.
- Isolamento: o adolescente se afasta da família e dos amigos presenciais, preferindo ficar sozinho no quarto com a tela.
- Queda no sono e nos estudos: noites viradas no celular, cansaço, dificuldade de concentração e queda nas notas.
- Conflitos frequentes em casa: o tema das telas virou fonte constante de discussão e desgaste na relação entre pais e filho.
Como a terapia ajuda com o uso excessivo de telas
A psicoterapia ajuda a olhar para além da tela e a entender o que ela está ocupando na vida do adolescente, trabalhando com ele e orientando a família. No acompanhamento com um psicólogo, o processo costuma ajudar a:
- Entender o que a tela ocupa: identificar o que o excesso de tela está aliviando ou substituindo, como tédio, ansiedade, pressão escolar ou dificuldade de convívio.
- Desenvolver outras fontes de prazer: ajudar o adolescente a ampliar interesses, retomar atividades e vínculos presenciais, para que a tela não seja o único refúgio.
- Regular as emoções: aprender formas mais saudáveis de lidar com o desconforto, em vez de recorrer sempre ao celular como escape.
- Orientar os pais: ajudar a família a estabelecer combinados possíveis e a conversar sobre telas sem que cada limite vire uma briga.
- Fortalecer a relação em casa: reduzir os conflitos em torno do tema e reaproximar pais e filho, com mais diálogo e menos desgaste.
Como funciona a terapia online para uso excessivo de telas na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. O formato online costuma ser bem aceito pelos adolescentes, que já estão habituados ao ambiente digital, e facilita o encaixe na rotina de estudos. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados no tema nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do seu filho e da família, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: o atendimento acontece por videochamada, de onde estiverem, em um ambiente reservado.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para uso excessivo de telas
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com o adolescente e a família, o caminho que melhor combina com o momento de cada um. Entre as abordagens mais usadas para o uso excessivo de telas na adolescência estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda o adolescente a perceber os gatilhos do uso excessivo, a criar rotinas mais equilibradas e a desenvolver estratégias práticas para lidar com o impulso de estar sempre conectado.
- Terapia com orientação de pais: trabalha em paralelo com a família, ajudando os pais a estabelecer combinados sobre telas e a conduzir o tema em casa com mais firmeza e menos conflito.
- Abordagem sistêmica e familiar: olha para a dinâmica da família como um todo, entendendo como as telas se encaixam na rotina e nas relações de casa.
- Psicanálise: investiga o que está por trás da busca constante pela tela, ampliando a compreensão do que o adolescente está tentando aliviar ou evitar.
Atendimento para uso excessivo de telas em diferentes públicos
O uso excessivo de telas aparece em diferentes idades, e a terapia se adapta a cada fase e a cada família. Na PsyMeet você encontra psicólogos que atendem diferentes públicos:
- Adolescentes: acompanhamento para o excesso de celular, jogos e redes, ajudando a equilibrar telas, estudos e vida social.
- Crianças: atendimento com psicólogos infantis para o uso de tablets e jogos, sempre com participação e orientação da família.
- Pais e responsáveis: orientação para estabelecer combinados sobre telas em casa e conduzir o assunto sem que cada limite vire uma briga.
- Famílias: quando as telas geram conflitos frequentes, a terapia ajuda a melhorar o diálogo e a convivência entre todos.
Perguntas frequentes sobre uso excessivo de telas
A terapia funciona para o uso excessivo de telas?
Sim. A psicoterapia é um caminho eficaz quando o uso de telas está atrapalhando a rotina, o sono, os estudos e a convivência do adolescente. Ela ajuda a entender o que a tela está ocupando na vida dele, a desenvolver outras fontes de prazer e a regular as emoções, além de orientar os pais a lidar com o tema em casa. Você pode ver os psicólogos especializados no tema na lista de profissionais desta página.
Meu filho vive no celular. Isso já é vício ou uso excessivo?
Na maioria dos casos, é uso excessivo, e não um vício no sentido clínico. O celular costuma virar um refúgio para lidar com tédio, ansiedade, pressão escolar ou dificuldade de convívio. Rotular como vício raramente ajuda e pode gerar mais conflito. O importante é entender o que a tela está ocupando na vida do seu filho, e é justamente isso que o psicólogo ajuda a investigar, com cuidado e sem julgamento.
Por que meu filho fica tão irritado quando peço para desligar?
Porque a tela costuma ser, para ele, uma forma de alívio e de conexão, então limitar de repente gera frustração e reação. Além disso, brigas em torno do tema tendem a colocar pais e filho em lados opostos. A terapia ajuda os dois lados: trabalha com o adolescente outras formas de lidar com as emoções e orienta os pais a construir combinados possíveis, reduzindo o conflito no dia a dia.
Como estabelecer limites de tela sem virar uma guerra em casa?
Limites funcionam melhor quando são combinados com clareza, aplicados com constância e acompanhados de alternativas atraentes para o tempo livre, e não apenas impostos no calor do conflito. A terapia orienta os pais nesse caminho, ajudando a definir regras realistas, a manter o diálogo aberto e a envolver o adolescente na construção dos acordos, o que costuma reduzir bastante o desgaste.
O uso excessivo de telas pode afetar o sono e os estudos?
Sim. Passar muitas horas na tela, principalmente à noite, tende a atrapalhar o sono, o que gera cansaço, dificuldade de concentração e queda nas notas. O excesso de tela também disputa tempo com estudos, esporte e convívio. A terapia ajuda a reorganizar a rotina para que o adolescente durma melhor e recupere espaço para as outras áreas da vida.
A terapia online funciona para o uso excessivo de telas?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial para esse tema. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a vantagem de encaixar melhor na rotina. O formato costuma ser bem aceito pelos adolescentes, que já estão habituados ao ambiente digital, o que facilita o vínculo com o profissional.
Meu filho precisa de remédio ou de terapia para o uso excessivo de telas?
Na maioria dos casos, a terapia é o caminho principal, já que o foco é entender o que a tela ocupa na vida do adolescente e ajudá-lo a construir uma relação mais equilibrada com o digital. Quando existe também ansiedade, depressão ou outras questões associadas, o acompanhamento com um psiquiatra pode ser indicado para avaliar o uso de medicação. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra antes de decidir o melhor caminho.
Quanto custa uma sessão de terapia para uso excessivo de telas na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com o uso excessivo de telas mais acessível.
Como encontro um psicólogo para uso excessivo de telas na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado no tema na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. Se tiver dúvida sobre qual profissional buscar, você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.
Como convencer meu filho adolescente a fazer terapia?
O ideal é apresentar a terapia como um espaço de apoio, e não como punição pelo uso do celular. Vale conversar com sinceridade, dizer que você está preocupado e que quer entender melhor o que ele está vivendo, sem transformar o assunto em cobrança. Muitos adolescentes topam experimentar quando percebem que terão um espaço só deles. O próprio psicólogo também sabe conduzir esse primeiro contato de forma acolhedora.