Psicólogo
CRP: 08/38363
Abordagem: Psicanálise - Lacan
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicólogo clínico com orientação em Psicanálise Lacaniana e acredito na força da escuta como um caminho de (re)encontro. Em um mundo cada vez mais acelerado, oferecer um espaço de pausa e acolhimento se torna essencial para que cada pes...
Ver perfil
Telefone: (43) 99632-7730
Psicólogo
CRP: 04/75229
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou um profissional que busca proporcionar acolhimento, incentivar o bem-estar emocional, além de auxiliar pessoas a alcançarem assertividade em suas relações sociais e maior qualidade de vida. Pós graduado em ABA, Psicodiagnóstico e Avali...
Ver perfil
Telefone: (38) 99247-8960
Psicólogo
CRP: 06/202864
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo, Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT, Terapia Comportamental Dialética - TCD, ...
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou Edson Soares, minha abordagem é a Terapia Analítica Comportamental. Sobre minha abordagem, se investiga a história de vida e o ambiente da pessoa para identificar as razões de suas questões, isto é, suas demandas e resolvê-las. Atendi...
Ver perfil
Telefone: (12) 99722-0614
Maria Eduarda da Costa Freitas
Psicóloga
CRP: 05/69960
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá! Sou formada há 2 anos pela Universidade Estácio de Sá e utilizo a abordagem de Terapia Cognitivo Comportamental (TCC). Atualmente sou pós graduanda em Desenvolvimento Infantil e Neuropsicologia Clínica. O objetivo da TCC é realizar a ...
Ver perfil
Telefone: (24) 99230-3194
Rubenaide Dantas de Araújo Ferreira
Psicóloga
CRP: 06/195007
Abordagem: Psicanálise - Freud
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Olá, sejam bem vindos! Formada em psicóloga com pós graduação em psicanálise e também psicologia perinatal, no antes, durante e depois da gestação, nesse estágio da vida a mulher precisa de muito apoio, compreensão e cuidados especiais pa...
Ver perfil
Telefone: (16) 99289-6348
Psicóloga
CRP: 05/65198
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá, meu nome é Marcelly Mattos. Realizei minha graduação em Psicologia no Centro Universitário IBMR, e finalizei no ano de 2020, hoje sigo estudando para entender um pouco mais sobre a mente humana e suas mudanças com a atualidade. Sou...
Ver perfil
Telefone: (21) 96435-8961
Psicólogo
CRP: 06/205602
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou o Mateus, tenho 23 anos e estou formado desde 2023, amo minha profissão e tenho como um objetivo sincero ajudar as pessoas e fazer com que elas entendam e melhorem ainda mais suas vidas; faço isso com leveza e seriedade, sempre com alto...
Ver perfil
Telefone: (17) 99621-2535
Bárbara Cristiane Santos Francisco
Psicóloga
CRP: 03/30510
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga, na abordagem gestalt, estou sempre em evolução. Procurando fazer sempre o meu melhor, vejo a terapia, como uma forma se descrever e aprender o nosso auto conhecimento. Tenho pós graduação em Neuropsicologia. O que acho muito...
Ver perfil
Telefone: (71) 99991-6514
Beatriz Cecilio Medrado de Menezes
Psicóloga
CRP: 06/208325
Abordagem: Psicoterapia Breve, Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Prazer, sou Beatriz! Atuo com escuta ativa e uma abordagem psicanalítica que busca explorar as profundezas da psique humana. Sempre fui apaixonada por conversar com pessoas, e a experiência da jornada humana sempre me fascinou. Entender mel...
Ver perfil
Telefone: (11) 99796-9359
Psicólogo
CRP: 06/209104
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá! Sou Gustavo Seiji Kohashikawa, psicólogo, atuo em Análise do Comportamento. Minha abordagem é centrada na empatia e na escuta ativa, criando um ambiente seguro e acolhedor para que você possa explorar seus pensamentos e sentimentos. A...
Ver perfil
Telefone: (11) 93232-4289
Como funciona a terapia para bullying na adolescência
A terapia para bullying na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Ela não trata o adolescente como culpado pela intimidação que sofreu: acolhe a dor da humilhação e ajuda a reparar as marcas que o bullying deixou na autoimagem.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Tirar a culpa de quem sofre: ajudar o adolescente a entender que a responsabilidade é de quem agride, não de quem foi alvo do bullying.
- Reparar a autoestima: reconstruir uma visão mais justa de si e reduzir o peso das ofensas e da humilhação na escola.
- Regular o medo e a ansiedade: ensinar formas práticas de acalmar o corpo diante do medo de novas situações de intimidação.
- Fortalecer respostas e limites: desenvolver com o jovem maneiras de se posicionar, pedir ajuda e proteger o próprio espaço, inclusive nas redes.
Quando procurar terapia para bullying na adolescência
Nem todo conflito entre jovens é bullying, e nem todo adolescente que sofreu intimidação precisa de tratamento. Vale procurar terapia quando o impacto da humilhação se prolonga e passa a afetar a vida do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Recusa em ir à escola: queixas frequentes para faltar, dores antes das aulas e queda repentina no rendimento escolar.
- Isolamento e retraimento: afastar-se dos amigos e perder o interesse por atividades que antes gostava após o bullying.
- Autoestima abalada: falas de que não vale nada ou de que ninguém gosta dele, herança das ofensas repetidas.
- Ansiedade com as telas: reagir mal a mensagens e comentários e demonstrar medo ao usar as redes por causa do cyberbullying.
- Sintomas físicos e no sono: insônia, pesadelos, perda de apetite ou dores sem causa médica ligadas à humilhação vivida.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acolher o jovem, agir junto à escola quando necessário e apoiá-lo entre as sessões.
Como fazer terapia para bullying na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para bullying na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato com o qual os adolescentes costumam se sentir à vontade. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar da humilhação com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para bullying na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para bullying na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): trabalha os pensamentos de desvalorização deixados pelo bullying e desenvolve respostas práticas para o dia a dia.
- Terapia focada no trauma: ajuda o adolescente a elaborar episódios marcantes de humilhação e a reduzir o medo e a ansiedade ligados a eles.
- Terapia de habilidades sociais: fortalece a autoestima, os limites e a capacidade do jovem de se posicionar e reconstruir vínculos saudáveis.
- Abordagem humanista: oferece um espaço de acolhimento para o adolescente falar da intimidação e reencontrar o próprio valor.
Perguntas frequentes sobre terapia para bullying na adolescência
Como funciona a terapia para bullying na adolescência?
A terapia para bullying na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional acolhe a dor da humilhação, ajuda o adolescente a tirar de si a culpa pela intimidação e trabalha a reconstrução da autoestima e das respostas ao bullying, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia consegue reparar o impacto do bullying?
Sim. A psicoterapia é um dos caminhos mais eficazes para reparar as marcas do bullying na adolescência. Ao acolher a experiência e trabalhar a autoimagem, ela ajuda o jovem a reduzir a ansiedade e o medo, a recuperar a confiança e a se posicionar. Em casos com sofrimento mais intenso, o psicólogo pode indicar uma avaliação com um psiquiatra, que avalia a necessidade de medicação.
Quanto custa uma sessão de terapia para bullying na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se o meu filho sofreu bullying ou foi só um conflito na escola?
Desentendimentos pontuais fazem parte das relações. O bullying é diferente: envolve agressão repetida, intencional e com desequilíbrio de poder, seja física, verbal, social ou pela internet. Recusa em ir à escola, isolamento, queda no rendimento e autoestima abalada são sinais de que a humilhação deixou marcas. Se você percebe esse padrão, a terapia ajuda o jovem a se reparar.
O que é cyberbullying e a terapia ajuda o adolescente com isso?
O cyberbullying é o bullying que acontece pela internet, em redes sociais, grupos e aplicativos de mensagem, e que segue o jovem para dentro de casa. A terapia ajuda o adolescente a lidar com o impacto emocional das ofensas online, a proteger o próprio espaço nas redes e a reconstruir a autoestima. O psicólogo também orienta a família sobre limites e uso mais consciente das telas.
Quanto tempo dura a terapia para bullying na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade e do tempo em que o bullying ocorreu, do impacto na autoestima e do momento do adolescente. Alguns jovens se recuperam em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo, sobretudo quando a humilhação foi prolongada. O ritmo é sempre definido em conjunto com o psicólogo.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para falar sobre o bullying e a humilhação que enfrentou.
A terapia online para bullying funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade. Para muitos jovens, a tela traz até mais facilidade para falar sobre um tema delicado como o bullying.
Meu filho adolescente falou em se machucar por causa do bullying. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. O bullying pode gerar sofrimento intenso, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.