Psicólogo
CRP: 08/03689
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos
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A Psicologia através da psicoterapia mudou a minha vida para melhor, desta forma podemos sim construir um mundo saudável evitando caos ou sofrimentos maiores em nossas vidas. Relato também que no período entre os anos 2000/2002 tive partic...
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Telefone: (41) 99992-1617
Psicólogo
CRP: 04/64108
Abordagem: Terapia Sistêmica
Adolescentes, Adultos, Casais, Crianças
Sobre mim:
Você se sente estressado, cansado, deprimido, ansioso? Está trabalhando muito e não está sendo reconhecido? Problemas de saúde, nos relacionamentos, conflitos familiares e de casamento? Problemas sexuais, financeiros, de autoestima, se sen...
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Psicólogo
CRP: 02/27336
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Minha escuta é orientada pela Gestalt-Terapia. Isso significa que compreendo as pessoas como sujeitos dotados de potencialidades, capazes de se autogerir e se auto-regular. Nessa perspectiva, enfatiza-se o autoconhecimento, satisfação, auto...
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Psicóloga
CRP: 21/03745
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Atuo com base na Gestalt- terapia, uma abordagem humanista. Atendo sempre prezando pela empatia e ajundando o paciente a ver de forma mais clara a dificuldade ou sofrimento que está enfrentando, permitindo que ele viva sua melhor versão.
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Psicólogo
CRP: 11/18833
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou Alcidônio Cruz, psicólogo formado pela Faculdade Maurício de Nassau. Possuo mais de um ano de experiência com atendimento online, tendo como público adolescentes, adultos e idosos. Além da psicoterapia individual, também realizo plantão...
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CRP: 06/195409
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Crianças
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Olá, eu me chamo Paulo e sou psicólogo clínico, com ênfase na teoria cognitivo-comportamental. Realizo atendimentos com jovens e adultos, buscando trabalhar de forma conjunta (eu e você), com um olhar humanizado, para que juntos possamos co...
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Psicóloga
CRP: 03/22802
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou psicóloga com orientação teórica da psicologia junguiana; Pós graduação em Psicologia Social; Especialização em Processo Criativo e Facilitação de Grupos. Habilidade em autoconhecimento, conflitos nas relações amorosa / profissional / ...
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Fernando Malato de Figueiredo Neto
Psicólogo
CRP: 10/05711
Abordagem: Psicanálise - Freud
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, me chamo Fernando Malato. Atendo pelo viés da psicanálise, possuo uma pós graduação em psicologia clínica para dar suporte teórico em meus atendimentos. Aos interessados, favor entrar em contato para agendar seu atendimento!
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Psicólogo
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Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
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Olá me chamo Matheus e sou psicólogo formado a 5 anos, tenho alguns trabalhos publicados na área da psicologia escolar, com um recorte em bullying. Acredito que no exercício da psicoterapia a escuta acolhedora seja o diferencial terapêutico...
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Psicólogo
CRP: 06/127613
Abordagem: Análise Existencial, Análise do Comportamento - Behaviorismo, Psicologia Clínica, ...
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
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Atuando como psicólogo em São Paulo, tenho uma experiência significativa trabalhando com adolescentes e casais, além de homens em situação de vulnerabilidade. Em meu trabalho com adolescentes, aplico uma abordagem existencial, ajudando-os a...
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Como funciona a terapia para bullying na adolescência
A terapia para bullying na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Ela não trata o adolescente como culpado pela intimidação que sofreu: acolhe a dor da humilhação e ajuda a reparar as marcas que o bullying deixou na autoimagem.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Tirar a culpa de quem sofre: ajudar o adolescente a entender que a responsabilidade é de quem agride, não de quem foi alvo do bullying.
- Reparar a autoestima: reconstruir uma visão mais justa de si e reduzir o peso das ofensas e da humilhação na escola.
- Regular o medo e a ansiedade: ensinar formas práticas de acalmar o corpo diante do medo de novas situações de intimidação.
- Fortalecer respostas e limites: desenvolver com o jovem maneiras de se posicionar, pedir ajuda e proteger o próprio espaço, inclusive nas redes.
Quando procurar terapia para bullying na adolescência
Nem todo conflito entre jovens é bullying, e nem todo adolescente que sofreu intimidação precisa de tratamento. Vale procurar terapia quando o impacto da humilhação se prolonga e passa a afetar a vida do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Recusa em ir à escola: queixas frequentes para faltar, dores antes das aulas e queda repentina no rendimento escolar.
- Isolamento e retraimento: afastar-se dos amigos e perder o interesse por atividades que antes gostava após o bullying.
- Autoestima abalada: falas de que não vale nada ou de que ninguém gosta dele, herança das ofensas repetidas.
- Ansiedade com as telas: reagir mal a mensagens e comentários e demonstrar medo ao usar as redes por causa do cyberbullying.
- Sintomas físicos e no sono: insônia, pesadelos, perda de apetite ou dores sem causa médica ligadas à humilhação vivida.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acolher o jovem, agir junto à escola quando necessário e apoiá-lo entre as sessões.
Como fazer terapia para bullying na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para bullying na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato com o qual os adolescentes costumam se sentir à vontade. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar da humilhação com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para bullying na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para bullying na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): trabalha os pensamentos de desvalorização deixados pelo bullying e desenvolve respostas práticas para o dia a dia.
- Terapia focada no trauma: ajuda o adolescente a elaborar episódios marcantes de humilhação e a reduzir o medo e a ansiedade ligados a eles.
- Terapia de habilidades sociais: fortalece a autoestima, os limites e a capacidade do jovem de se posicionar e reconstruir vínculos saudáveis.
- Abordagem humanista: oferece um espaço de acolhimento para o adolescente falar da intimidação e reencontrar o próprio valor.
Perguntas frequentes sobre terapia para bullying na adolescência
Como funciona a terapia para bullying na adolescência?
A terapia para bullying na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional acolhe a dor da humilhação, ajuda o adolescente a tirar de si a culpa pela intimidação e trabalha a reconstrução da autoestima e das respostas ao bullying, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia consegue reparar o impacto do bullying?
Sim. A psicoterapia é um dos caminhos mais eficazes para reparar as marcas do bullying na adolescência. Ao acolher a experiência e trabalhar a autoimagem, ela ajuda o jovem a reduzir a ansiedade e o medo, a recuperar a confiança e a se posicionar. Em casos com sofrimento mais intenso, o psicólogo pode indicar uma avaliação com um psiquiatra, que avalia a necessidade de medicação.
Quanto custa uma sessão de terapia para bullying na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se o meu filho sofreu bullying ou foi só um conflito na escola?
Desentendimentos pontuais fazem parte das relações. O bullying é diferente: envolve agressão repetida, intencional e com desequilíbrio de poder, seja física, verbal, social ou pela internet. Recusa em ir à escola, isolamento, queda no rendimento e autoestima abalada são sinais de que a humilhação deixou marcas. Se você percebe esse padrão, a terapia ajuda o jovem a se reparar.
O que é cyberbullying e a terapia ajuda o adolescente com isso?
O cyberbullying é o bullying que acontece pela internet, em redes sociais, grupos e aplicativos de mensagem, e que segue o jovem para dentro de casa. A terapia ajuda o adolescente a lidar com o impacto emocional das ofensas online, a proteger o próprio espaço nas redes e a reconstruir a autoestima. O psicólogo também orienta a família sobre limites e uso mais consciente das telas.
Quanto tempo dura a terapia para bullying na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade e do tempo em que o bullying ocorreu, do impacto na autoestima e do momento do adolescente. Alguns jovens se recuperam em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo, sobretudo quando a humilhação foi prolongada. O ritmo é sempre definido em conjunto com o psicólogo.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para falar sobre o bullying e a humilhação que enfrentou.
A terapia online para bullying funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade. Para muitos jovens, a tela traz até mais facilidade para falar sobre um tema delicado como o bullying.
Meu filho adolescente falou em se machucar por causa do bullying. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. O bullying pode gerar sofrimento intenso, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.