Psicóloga
CRP: 03/29879
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá, me chamo Kauany Suzarte! Sou psicóloga clínica e social, atuando com base na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), com adolescentes e adultos. Tenho experiência no atendimento à população LGBTQIAPN+, oferecendo um espaço acolhedor, é...
Ver perfil
Telefone: (75) 98325-7662
Psicóloga
CRP: 06/213608
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, me chamo Rebeca Gomes (CRP 06/213608), sou psicóloga clínica e neuropsicóloga, pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Neuropsicologia. Minha atuação é dedicada a oferecer um espaço de acolhimento ético e reflexivo, c...
Ver perfil
Telefone: (15) 99662-5663
Psicólogo
CRP: 04/75361
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Meu nome é Júlio, sou psicólogo e atendo pela abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Foco minha atuação em auxiliar indivíduos a identificarem e reestruturarem padrões de pensamento e comportamento que geram sofrimento. Me...
Ver perfil
Telefone: (35) 99806-4845
Psicóloga
CRP: 04/85469
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, meu nome é Daiane Gonçalves, sou psicóloga clínica e atuo com a abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Meu trabalho é ajudar você a compreender seus pensamentos, emoções e comportamentos, buscando mais equilíbrio e bem-es...
Ver perfil
Telefone: (34) 99994-4313
Psicóloga
CRP: 04/83711
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga e pós-graduanda em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Psicologia Organizacional e do Trabalho. Meu trabalho clínico é baseado na TCC, uma abordagem que busca compreender a relação entre pensamentos, emoções e comportamen...
Ver perfil
Telefone: (33) 99939-5597
Psicólogo
CRP: 12/31275
Abordagem: Psicanálise, Psicanálise - Winnicott
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Psicólogo de orientação psicanalítica (CRP 12/31275), apaixonado por ouvir histórias e ajudar a elaborar aquilo que insiste em retornar. Com compromisso ético e político, ofereço sessões para jovens adultos que buscam ser escutados em sua...
Ver perfil
Telefone: (45) 99156-0026
Açucena Pitágoras Freitas Moura
Psicóloga
CRP: 13/14440
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Me chamo Açucena, sou psicóloga em João Pessoa e atuo na Abordagem Centrada na Pessoa (ACP). Meus atendimentos são realizados promovendo a humanização, a empatia e o acolhimento, além de respeito à singularidade de cada pessoa atendida. O...
Ver perfil
Telefone: (83) 99182-6878
Psicólogo
CRP: 06/178687
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, meu nome é Ataildo Dias, sou psicólogo clínico com especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atuo no acolhimento e acompanhamento de pessoas que enfrentam dificuldades nos relacionamentos, sofrem com ansiedade ou lidam ...
Ver perfil
Telefone: (18) 98801-0137
Waleska Karolina Tavares Bastos
Psicóloga
CRP: 19/4683
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá, sou Waleska Bastos. Sou graduada pela Universidade Tiradentes de Sergipe, sou psicóloga clinica e pós-graduanda em Psicologia Sexual. Meu objetivo é criar um ambiente acolhedor e confortável, de modo que você se sinta a vontade para ...
Ver perfil
Telefone: (79) 99801-6637
Sandra Helena Pedroso de Oliveira
Psicóloga
CRP: 05/66576
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Curso psicanálise Neurociencia e cognição humana da Baixada Fluminense Curso psicanálise; diálogo entre eu e aceitação do eu Curso de avaliação psicológica e produção de documentos Curso UCP; a psicologia no atendimento à profissão da saú...
Ver perfil
Telefone: (21) 99814-4385
Como funciona a terapia para fobia social na adolescência
A terapia para fobia social na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Na ansiedade social, o adolescente sente um medo intenso de ser julgado ou de passar vergonha, e a terapia trabalha esse medo em vez de deixá-lo se esconder atrás da timidez extrema.
Na prática, a terapia para o adolescente com fobia social atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Entender o medo de julgamento: identificar as situações sociais que mais assustam o adolescente e os pensamentos de vergonha que aparecem nelas.
- Reduzir a evitação aos poucos: montar, junto com o jovem, uma escada de pequenos passos para enfrentar o que ele costuma evitar.
- Acalmar o corpo: ensinar formas práticas de respirar e lidar com o rubor, o tremor e a taquicardia na hora da exposição.
- Fortalecer habilidades sociais: treinar falar em público, iniciar conversas e sustentar o contato visual com mais segurança.
Quando procurar terapia para fobia social (ansiedade social) na adolescência
Alguma timidez é comum na adolescência e nem sempre precisa de tratamento. Vale procurar terapia quando o medo de ser avaliado se torna intenso, constante e passa a limitar a vida escolar e social do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Medo intenso de julgamento: o adolescente teme falar, comer ou se apresentar diante dos outros por medo de vergonha.
- Evitação de situações sociais: faltar a aulas com apresentação, recusar convites e evitar responder na sala.
- Sintomas físicos ao ser observado: rubor, suor, tremor, voz trêmula e taquicardia quando sente que está sendo avaliado.
- Isolamento crescente: poucas amizades, dificuldade de se aproximar de colegas e retração nas redes sociais.
- Sofrimento antecipado: horas ou dias de aflição antes de um evento social, imaginando que vai passar vergonha.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para não falar pelo jovem nem reforçar a evitação e para incentivá-lo a enfrentar as situações sociais no seu ritmo.
Como fazer terapia para fobia social na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para fobia social na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. O formato costuma ser acolhedor para quem tem ansiedade social, pois o jovem começa de um ambiente seguro. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para fobia social na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para fobia social na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): abordagem de primeira linha para a ansiedade social, ajuda o adolescente a reformular o medo de julgamento e a testar novas situações.
- Exposição gradual às situações sociais: enfrenta, passo a passo e no ritmo do jovem, aquilo que ele evita, reduzindo o medo pela experiência.
- Treino de habilidades sociais: pratica falar em público, iniciar conversas e lidar com críticas para dar mais segurança ao adolescente.
- Terapia de aceitação e compromisso (ACT): ajuda o jovem a agir de acordo com o que valoriza, mesmo sentindo o desconforto da timidez extrema.
Perguntas frequentes sobre terapia para fobia social na adolescência
Como funciona a terapia para fobia social na adolescência?
A terapia para fobia social na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional entende o medo de julgamento do adolescente, monta uma escada de pequenas exposições e treina habilidades sociais, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
Qual a diferença entre timidez e fobia social na adolescência?
A timidez é um traço comum que causa algum desconforto, mas não impede o jovem de viver. A fobia social, ou ansiedade social, é um medo intenso e persistente de ser avaliado, que leva o adolescente a evitar situações e sofrer de forma marcante antes delas. Quando a timidez extrema limita a escola e as amizades por meses, a terapia é o caminho indicado.
Quanto custa uma sessão de terapia para fobia social na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
A terapia funciona mesmo para fobia social na adolescência?
Sim. A psicoterapia, sobretudo a TCC com exposição gradual, é um dos tratamentos mais eficazes e recomendados para a ansiedade social, com forte respaldo científico. Ao enfrentar aos poucos as situações temidas e reformular o medo de julgamento, o adolescente ganha confiança ao longo das semanas. O ritmo varia conforme o caso e o envolvimento do jovem.
Adolescente com fobia social precisa tomar remédio?
Na maioria dos casos de fobia social na adolescência, a terapia é o tratamento de primeira escolha e costuma ser suficiente. O remédio, quando necessário, é avaliado por um médico de psiquiatria e reservado a quadros mais intensos, sempre com acompanhamento próximo. A decisão é sempre individual e conversada com o jovem e a família.
Quanto tempo dura a terapia para fobia social na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade do medo social, do momento do adolescente e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens evoluem em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar as mudanças. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para falar sobre o medo de julgamento que sente.
A terapia online para fobia social funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano e ainda oferece um ponto de partida seguro para quem tem ansiedade social. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários.
Meu filho adolescente falou em se machucar por causa da ansiedade social. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. O sofrimento da fobia social pode ser intenso, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.