Psicólogo
CRP: 04/84826
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
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Me chamo Heitor, sou psicólogo clínico e trabalho com a Psicologia Analítica, buscando compreender, junto a cada pessoa, suas emoções, histórias e experiências. Também tenho um grande interesse pela relação entre a Psicologia e as Artes, ...
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Psicóloga
CRP: 01/24630
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
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Olá, me chamo Luane Lopes, sou psicóloga clínica, ajudo pessoas a ressignificarem suas dores e eventos traumáticos por meio de uma escuta ativa e qualificada. Durante os atendimentos prezo pela a excelência nos atendimentos, terapia interat...
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Psicólogo
CRP: 11/17426
Abordagem: Psicanálise - Lacan, Psicanálise - Freud, Psicologia Escolar e Educacional
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Olá, seja bem vindo(a)! Sou Vinícius Anselmo, psicólogo clinico, e me apoio pela teoria e ética da psicanálise lacaniana. Trabalho na perspectiva de que o ser falante (parletre), sujeito do inconsciente, está para além de qualquer patologi...
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Psicóloga
CRP: 15/1582
Abordagem: Humanista, Ludoterapia, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá! Seja bem vindo (a) Meu nome é Maria Ramilda Gomes, sou Psicóloga clínica com mais de 22 anos de experiência na atuação da psicoterapia com adolescente e adulto. Especialista em Terapia Cognitiva Comportamental, Humanista Existenci...
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Psicólogo
CRP: 07/38814
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Terapia do Esquema - Young
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Prazer, meu nome é Ian! Realizo atendimentos individuais e uso como abordagem a TCC, assim como a Terapia do Esquema. Busco construir um espaço livre e colaborativo com meus pacientes, criando sessões mais dinâmicas e que ultrapassam o "fa...
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Psicóloga
CRP: 04/69645
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Procuro atuar na minha prática clínica a partir da ética do cuidado, de maneira acolhedora. Trabalho com Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), que é uma abordagem voltada para a queixa atual do paciente, tendo como foco os pensamentos di...
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CRP: 02/26090
Abordagem: Gestalt Terapia
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Oii! Meu nome é Danielly, sou Psicóloga formada desde 2021 e desde então atuo na área clínica. Estou finalizando minha especialização em gestalt-terapia. Desde nova, sempre fui de ouvir todos ao meu redor e de tentar entender aquilo que e...
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Psicólogo
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá e seja muito bem-vindo(a)! Meu nome é Kalel, psicólogo na abordagem Cognitivo-comportamental, dedicado a ajudar você a aprender a lidar com as questões e demandas que trazem angústia e sofrimento, além das crenças disfuncionais que afe...
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Pós-graduada na Abordagem Centrada na Pessoa, com experiência em atendimentos de crise. Formada a 5 anos, já trabalhei em na saúde pública e clínica, principalmente com casos de ansiedade e depressão, além de ter experiência com casos de di...
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Como funciona a terapia para fobia social na adolescência
A terapia para fobia social na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Na ansiedade social, o adolescente sente um medo intenso de ser julgado ou de passar vergonha, e a terapia trabalha esse medo em vez de deixá-lo se esconder atrás da timidez extrema.
Na prática, a terapia para o adolescente com fobia social atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Entender o medo de julgamento: identificar as situações sociais que mais assustam o adolescente e os pensamentos de vergonha que aparecem nelas.
- Reduzir a evitação aos poucos: montar, junto com o jovem, uma escada de pequenos passos para enfrentar o que ele costuma evitar.
- Acalmar o corpo: ensinar formas práticas de respirar e lidar com o rubor, o tremor e a taquicardia na hora da exposição.
- Fortalecer habilidades sociais: treinar falar em público, iniciar conversas e sustentar o contato visual com mais segurança.
Quando procurar terapia para fobia social (ansiedade social) na adolescência
Alguma timidez é comum na adolescência e nem sempre precisa de tratamento. Vale procurar terapia quando o medo de ser avaliado se torna intenso, constante e passa a limitar a vida escolar e social do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Medo intenso de julgamento: o adolescente teme falar, comer ou se apresentar diante dos outros por medo de vergonha.
- Evitação de situações sociais: faltar a aulas com apresentação, recusar convites e evitar responder na sala.
- Sintomas físicos ao ser observado: rubor, suor, tremor, voz trêmula e taquicardia quando sente que está sendo avaliado.
- Isolamento crescente: poucas amizades, dificuldade de se aproximar de colegas e retração nas redes sociais.
- Sofrimento antecipado: horas ou dias de aflição antes de um evento social, imaginando que vai passar vergonha.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para não falar pelo jovem nem reforçar a evitação e para incentivá-lo a enfrentar as situações sociais no seu ritmo.
Como fazer terapia para fobia social na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para fobia social na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. O formato costuma ser acolhedor para quem tem ansiedade social, pois o jovem começa de um ambiente seguro. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para fobia social na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para fobia social na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): abordagem de primeira linha para a ansiedade social, ajuda o adolescente a reformular o medo de julgamento e a testar novas situações.
- Exposição gradual às situações sociais: enfrenta, passo a passo e no ritmo do jovem, aquilo que ele evita, reduzindo o medo pela experiência.
- Treino de habilidades sociais: pratica falar em público, iniciar conversas e lidar com críticas para dar mais segurança ao adolescente.
- Terapia de aceitação e compromisso (ACT): ajuda o jovem a agir de acordo com o que valoriza, mesmo sentindo o desconforto da timidez extrema.
Perguntas frequentes sobre terapia para fobia social na adolescência
Como funciona a terapia para fobia social na adolescência?
A terapia para fobia social na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional entende o medo de julgamento do adolescente, monta uma escada de pequenas exposições e treina habilidades sociais, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
Qual a diferença entre timidez e fobia social na adolescência?
A timidez é um traço comum que causa algum desconforto, mas não impede o jovem de viver. A fobia social, ou ansiedade social, é um medo intenso e persistente de ser avaliado, que leva o adolescente a evitar situações e sofrer de forma marcante antes delas. Quando a timidez extrema limita a escola e as amizades por meses, a terapia é o caminho indicado.
Quanto custa uma sessão de terapia para fobia social na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
A terapia funciona mesmo para fobia social na adolescência?
Sim. A psicoterapia, sobretudo a TCC com exposição gradual, é um dos tratamentos mais eficazes e recomendados para a ansiedade social, com forte respaldo científico. Ao enfrentar aos poucos as situações temidas e reformular o medo de julgamento, o adolescente ganha confiança ao longo das semanas. O ritmo varia conforme o caso e o envolvimento do jovem.
Adolescente com fobia social precisa tomar remédio?
Na maioria dos casos de fobia social na adolescência, a terapia é o tratamento de primeira escolha e costuma ser suficiente. O remédio, quando necessário, é avaliado por um médico de psiquiatria e reservado a quadros mais intensos, sempre com acompanhamento próximo. A decisão é sempre individual e conversada com o jovem e a família.
Quanto tempo dura a terapia para fobia social na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade do medo social, do momento do adolescente e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens evoluem em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar as mudanças. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para falar sobre o medo de julgamento que sente.
A terapia online para fobia social funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano e ainda oferece um ponto de partida seguro para quem tem ansiedade social. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários.
Meu filho adolescente falou em se machucar por causa da ansiedade social. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. O sofrimento da fobia social pode ser intenso, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.