Psicóloga
CRP: 06/165970
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Idosos, Casais
Sobre mim:
Sou Caroline, psicóloga graduada pelas Faculdades Integradas de Jaú (FIJ), com atuação fundamentada na abordagem fenomenológico-existencial. Possuo especializações em Psico-oncologia, Psicologia do Trânsito e Psicogerontologia, além de esta...
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Telefone: (14) 99772-8429
Psicólogo
CRP: 17/4315
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou Psicólogo Clínico e Especialista em Terapia Cognitiva-Comportamental. Tenho experiência de mais de 7 anos de atendimento clínico ajudando centenas de pessoas com os mais diversos tipos de problemas. Amo o que faço, estou sempre me atual...
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Psicóloga
CRP: 05/78218
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Minha abordagem é a Terapia Cognitivo comportamental, onde o meu trabalho psicoterapêutico, psico-educação, pensamento influenciam emoções e comportamentos.
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Psicóloga
CRP: 06/217097
Abordagem: Humanista, Psicanálise - Freud, Psicanálise - Winnicott, ...
Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou Psicóloga, com atuação em Psicologia Clínica, realizando atendimentos pautados na escuta qualificada, no respeito à singularidade e à subjetividade de cada paciente, com base principalmente na abordagem psicanalítica, integrando outros ...
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Telefone: (11) 95338-0486
Psicólogo
CRP: 06/211044
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana, Psicanálise - Freud, Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicólogo clínico, de orientação psicanalítica e junguiana, pós-graduando em neuropsicologia, psicanálise e psicologia analítica. Minha atuação parte da compreensão de que o sofrimento psíquico não se reduz a sintomas isolados, mas expr...
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Psicólogo
CRP: 05/80574
Abordagem: Fenomenológica-existencial, Psicologia do Esporte
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Muito prazer! Sou Gustavo, sou formado na UFMG e atendo utilizando a abordagem da Fenomenologia-Existencial. Acredito que não existe ninguém melhor para dizer sobre sua vida e sua existência do que você mesmo, e é através da sua verdade qu...
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CRP: 08/46307
Abordagem: Humanista, Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
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Sou nordestino e para mim, ser psicólogo, é sobre encontros com o sujeito real, porém ignorado. Sobre o atendimento: abordagem centrada na pessoa (ACP). Focando no aqui e agora, com um atendimento humanizado, um local seguro para a fala e ...
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Laerte Zanon Castro Pellegrini
Psicólogo
CRP: 05/62996
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá! Desde a adolescência me apaixonei por tentar compreender o sofrimento humano e as formas de lidar com ele, o que me levou à psicologia. Também sempre tive interesse por mitologias, sonhos e temas relacionados, o que me aproximou da abo...
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Psicóloga
CRP: 06/205911
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Oie, tudo bem? Sou Joyce Lima e me formei na Universidade Presbiteriana Mackenzie em psicologia, como bolsista. Sou pós-graduanda em Psicologia Clínica Fenomenológico-Existencial. Atendo adolescentes, adultos, idosos e casais na modalidad...
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Psicóloga
CRP: 05/84303
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicólogue e trabalho a partir de uma orientação fenomenológico-existencial. Meu ponto de partida é a experiência de cada pessoa, entendendo que o sofrimento não precisa ser enquadrado em diagnósticos nem silenciado. Na clínica, meu tra...
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Como funciona a terapia para depressão na adolescência
A terapia para depressão na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Mais do que animar o adolescente, ela cuida das raízes do sofrimento: a tristeza persistente, o desânimo, a autocrítica e a sensação de vazio que tiram a energia e o sentido do dia a dia.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Acolher a tristeza sem julgar: abrir um espaço seguro para o adolescente falar do que sente, sem pressão para estar bem o tempo todo.
- Compreender o que sustenta a depressão: identificar os pensamentos de autocrítica, as perdas e as pressões que alimentam o desânimo do jovem.
- Resgatar aos poucos o interesse: reativar atividades e vínculos que dão prazer e propósito, respeitando o pouco de energia disponível.
- Fortalecer a rede de apoio: ajudar o adolescente a pedir ajuda e a se sentir menos sozinho na convivência com a família e os amigos.
Quando procurar terapia para depressão na adolescência
Oscilações de humor fazem parte da adolescência, e nem toda tristeza é depressão. Vale procurar terapia quando a tristeza ou a irritabilidade se tornam persistentes e passam a atrapalhar a rotina, os estudos e as relações do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Tristeza persistente ou irritabilidade: humor para baixo, choro fácil ou irritação constante por semanas seguidas, sem melhora clara.
- Perda de interesse e desânimo: abandonar hobbies, amizades e atividades que antes davam prazer ao adolescente.
- Mudanças no sono e no apetite: dormir demais ou de menos, comer muito mais ou muito menos e sentir cansaço constante.
- Queda no rendimento escolar: dificuldade de concentração, notas em queda e faltas frequentes por falta de energia.
- Isolamento e desesperança: afastar-se de todos, falar que nada vale a pena ou expressar sensação de vazio e culpa.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acolher o jovem sem cobrança e apoiá-lo entre as sessões.
Como fazer terapia para depressão na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para depressão na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato que reduz barreiras justamente quando o desânimo dificulta sair de casa. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para depressão na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para depressão na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): muito indicada para a depressão, ajuda o adolescente a identificar e a reformular os pensamentos de autocrítica e desesperança.
- Ativação comportamental: retoma aos poucos atividades prazerosas e rotinas, no ritmo do jovem, para romper o ciclo de isolamento e desânimo.
- Terapia interpessoal: trabalha os conflitos, as perdas e as mudanças nas relações que alimentam a tristeza persistente do adolescente.
- Terapia de aceitação e compromisso (ACT): ajuda o jovem a lidar com as emoções difíceis e a agir de acordo com o que é importante para ele, mesmo desanimado.
Perguntas frequentes sobre terapia para depressão na adolescência
Como funciona a terapia para depressão na adolescência?
A terapia para depressão na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional acolhe a tristeza sem julgar, entende o que sustenta o desânimo e ajuda o adolescente a resgatar aos poucos o interesse pela vida, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para depressão na adolescência?
Sim. A psicoterapia é um dos tratamentos mais eficazes e recomendados para a depressão, com forte respaldo científico. Ao trabalhar os pensamentos de autocrítica e reativar vínculos e atividades com o adolescente, ela costuma trazer alívio ao longo das semanas. O ritmo varia conforme o caso, a intensidade dos sintomas e o envolvimento do jovem no processo.
Quanto custa uma sessão de terapia para depressão na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se é tristeza normal ou depressão que precisa de terapia?
Momentos de tristeza são esperados na adolescência. O sinal de alerta é quando a tristeza persistente, o desânimo ou a irritabilidade duram semanas e atrapalham o sono, os estudos, as amizades e o bem-estar do jovem. Nesses casos, a terapia ajuda o adolescente a cuidar da depressão antes que ela se aprofunde. Na dúvida, uma primeira conversa com um psicólogo já orienta a família.
Adolescente com depressão precisa tomar remédio?
Nem sempre. Em muitos casos de depressão na adolescência, a terapia sozinha já traz resultados. O remédio, quando necessário, é avaliado por um médico de psiquiatria e costuma ser indicado em quadros mais intensos, sempre em conjunto com a terapia e com acompanhamento próximo. A decisão é sempre individual e conversada com o jovem e a família.
Quanto tempo dura a terapia para depressão na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade dos sintomas, do momento do adolescente e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens evoluem em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar as mudanças e prevenir recaídas. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para falar sobre a tristeza e o desânimo que sente.
A terapia online para depressão funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano, e ele ainda reduz barreiras quando o desânimo dificulta sair de casa. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a comodidade e a flexibilidade de horários.
Meu filho adolescente falou em se machucar ou em morrer. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. A depressão intensa pode gerar grande sofrimento, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.