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Seja bem-vindo(a) ao nosso espaço! Atuo com adolescentes e adultos pela abordagem psicanalítica, exclusivamente no formato online. Se você está em busca de autoconhecimento, elaboração de experiências difíceis, ressignificação de traumas,...
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Psicóloga
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Adolescentes, Adultos
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Sou psicóloga clínica e atuou com ética e foco em resultados reais por meio da Terapia Cognitiva Comportamental (TCC). Utilizo intervenções exercícios práticos, aplicáveis tanto nas sessões quanto no dia a dia. Ofereço um espaço seguro de...
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Victoria Gabrielly Lima Moreira
Psicóloga
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Abordagem: Psicanálise
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Olá, sou Victória, psicóloga com abordagem psicanalítica. Tenho interesse em desenvolvimento humano, personalidade e psicopatologias, buscando compreender cada pessoa em sua singularidade. Ofereço um espaço de escuta acolhedora e sem julga...
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Psicóloga
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Possuo Mestrado em Psicologia pela Universidade Estadual de Maringá. Atuo com a Psicologia Clínica há alguns anos. Realizei estágio na Ala de Emergência Psiquiátrica do Hospital Municipal de Maringá atendendo as mais diversas demandas. U...
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Neuropsicologia
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Olá, Me chamo Ailla kadiny, sou psicóloga clínica e social. Sou pós graduanda em neuropsicólogia. Meu trabalho é baseado na ciência terapia cognitiva comportamental a TCC. A Terapia Cognitiva-Comportamental é uma abordagem estruturada, esta...
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Alessandra Rocha Ferro da Silva
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Psicólogo
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Análise do Comportamento - Behaviorismo
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Sou Bruno, psicólogo clínico, com experiência na abordagem Cognitivo-Comportamental (TCC). Atendo adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Também trabalho com Transtornos de Ansiedade com foco em compulsão alimentar, depressão, alé...
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CRP: 09/15923
Abordagem: Gestalt Terapia
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Como funciona a terapia para compulsão alimentar na adolescência
A terapia para compulsão alimentar na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. O foco não é dieta nem força de vontade: a compulsão alimentar, ou transtorno de compulsão alimentar periódica (TCAP), costuma ser uma forma de lidar com emoções difíceis. A terapia cuida dessa relação com a comida e do que a alimenta por dentro.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Entender os gatilhos dos episódios: identificar as emoções, os horários e as situações que antecedem o comer compulsivo no dia a dia do adolescente.
- Colocar as emoções em palavras: ajudar o jovem a reconhecer ansiedade, tédio ou tristeza antes de recorrer à comida, em vez de agir no automático.
- Enfraquecer o ciclo culpa e compulsão: trabalhar a autocrítica e a culpa que vêm depois do episódio e que costumam reforçar a compulsão.
- Reconstruir uma relação mais tranquila com a comida: desenvolver, no ritmo do adolescente, uma forma menos rígida e menos ansiosa de se alimentar.
Quando procurar terapia para compulsão alimentar na adolescência
Comer um pouco mais em um dia ruim é comum e não é compulsão. Vale procurar terapia quando os episódios de comer compulsivo se tornam frequentes, vêm com sensação de perda de controle e passam a gerar sofrimento no jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Perda de controle ao comer: comer grandes quantidades em pouco tempo, com a sensação de não conseguir parar.
- Comer emocional: recorrer à comida diante de ansiedade, tédio, tristeza ou estresse, e não por fome física.
- Culpa e vergonha depois: sentir muita culpa após os episódios, esconder embalagens ou comer escondido.
- Episódios frequentes e sofridos: quando o comer compulsivo se repete várias vezes na semana e vira fonte de angústia.
- Impacto no humor e na autoestima: sentir-se pior consigo mesmo, isolar-se ou evitar situações sociais por causa da relação com a comida.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acolher o jovem sem cobrar dietas ou controlar a comida, e apoiá-lo entre as sessões.
Como fazer terapia para compulsão alimentar na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para compulsão alimentar na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato com o qual os adolescentes costumam se sentir à vontade. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para compulsão alimentar na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para compulsão alimentar na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): muito indicada para a compulsão alimentar, ajuda o adolescente a mapear gatilhos e a interromper o ciclo de culpa e compulsão com técnicas práticas.
- Terapia comportamental dialética (DBT): ensina o jovem a tolerar emoções intensas sem recorrer à comida, com habilidades de regulação emocional.
- Terapia interpessoal: trabalha as relações e os conflitos ligados aos episódios, ajudando o adolescente a lidar com o que sente de outra forma.
- Alimentação consciente e mindfulness: ajuda o jovem a reconhecer fome e saciedade e a comer com mais presença, reduzindo os episódios automáticos.
Perguntas frequentes sobre terapia para compulsão alimentar na adolescência
Como funciona a terapia para compulsão alimentar na adolescência?
A terapia para compulsão alimentar na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional entende os gatilhos dos episódios de comer compulsivo, ajuda o adolescente a nomear as emoções por trás deles e enfraquece o ciclo de culpa e compulsão, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para compulsão alimentar (TCAP)?
Sim. A psicoterapia é um dos tratamentos mais recomendados para o transtorno de compulsão alimentar periódica (TCAP), com bom respaldo científico. Ao trabalhar as emoções e os gatilhos ligados ao comer compulsivo, ela ajuda o adolescente a reduzir a frequência dos episódios e a construir uma relação mais tranquila com a comida. O ritmo varia conforme o caso e o envolvimento do jovem.
Quanto custa uma sessão de terapia para compulsão alimentar na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Compulsão alimentar é falta de força de vontade do adolescente?
Não. A compulsão alimentar não é falta de disciplina nem de força de vontade: ela costuma ser uma forma de lidar com emoções difíceis, como ansiedade, tédio ou tristeza. Por isso, cobrar dieta ou controle tende a piorar o quadro. A terapia cuida da relação com a comida e das emoções por trás dos episódios, sem culpa e sem julgamento.
Como saber se o meu filho adolescente tem compulsão alimentar ou apenas come demais às vezes?
Comer um pouco mais em um dia ruim é comum. O sinal de alerta aparece quando os episódios de comer compulsivo se repetem, vêm com sensação de perda de controle e geram culpa e sofrimento. Se isso passa a afetar o humor, a autoestima e a vida social do jovem, vale procurar um psicólogo. Uma primeira conversa já ajuda a família a entender o momento.
Quanto tempo dura a terapia para compulsão alimentar na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da frequência dos episódios, do momento do adolescente e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens percebem melhora em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar a nova relação com a comida. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para falar sobre a compulsão alimentar sem se sentir julgado.
A terapia online para compulsão alimentar funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários para a rotina de estudos.
Meu filho adolescente falou em se machucar por causa da compulsão alimentar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. O sofrimento ligado à compulsão alimentar pode ser intenso, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.