Thayná Batista Valadares de Oliveira
Psicóloga
CRP: 04/62534
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Evolução emocional, Terapia Familiar, ...
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga apaixonada pelo que faço. Trabalho com base na Terapia Cognitivo-Comportamental, buscando compreender e transformar pensamentos e comportamentos de forma acolhedora e eficaz. Sou especialista e possuo pós-graduação em Terap...
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Psicólogo
CRP: 05/80574
Abordagem: Fenomenológica-existencial, Psicologia do Esporte
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Muito prazer! Sou Gustavo, sou formado na UFMG e atendo utilizando a abordagem da Fenomenologia-Existencial. Acredito que não existe ninguém melhor para dizer sobre sua vida e sua existência do que você mesmo, e é através da sua verdade qu...
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Psicóloga
CRP: 06/141842
Abordagem: Neuropsicologia
Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou Christiane Alcantara, psicóloga, terapeuta e pesquisadora das relações entre corpo, cultura e espiritualidade. Atuo a partir da Psicologia Transpessoal, acolhendo cada pessoa em sua totalidade — mente, emoções, corpo e dimensão espiritu...
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Psicóloga
CRP: 23/3773
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Crianças, Adolescentes, Adultos
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Sou Giovanna Clara de Sousa e atuo com base na Análise do Comportamento e na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), oferecendo um atendimento ético, acolhedor e fundamentado em evidências científicas. Atendo crianças, adolescentes e adul...
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Marcella De Oliveira Abreu Balbino
Psicóloga
CRP: 04/86528
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo, Neuropsicologia
Adolescentes, Adultos
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Olá! Sou Marcella Balbino, psicóloga clínica (CRP 04/86528), com formação em Psicologia e pós-graduação em Neuropsicologia e ABA. Realizo atendimentos psicológicos online para adolescentes e adultos, oferecendo um espaço de acolhimento, es...
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Psicóloga
CRP: 12/30768
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Crianças, Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou psicóloga clínica (CRP 12/30768), especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atuo no acompanhamento de crianças, adolescentes e adultos, com atendimento presencial em Joinville (SC) e online para todo o território nacional...
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Psicóloga
CRP: 06/202272
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Se você está em busca de um espaço seguro para cuidar da sua saúde mental, será um prazer receber você. Sou psicóloga clínica e realizo psicoterapia para adolescentes, adultos e idosos. Atuo com a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), au...
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Psicóloga
CRP: 02/31931
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
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Olá! Sou psicóloga, apaixonada por promover saúde mental e acolher cada pessoa em sua singularidade. Também atuo como Acompanhante Terapêutica (AT) com crianças autistas (TEA). Busco oferecer um espaço de escuta ética, acolhedora e sem ju...
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Psicóloga
CRP: 05/73627
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Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
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Olá, seja muito bem vindo(a)! Sou Vanessa Gil, Psicóloga, Neuropsicóloga e Gestalt Terapeuta. Minha atuação é pautada em uma escuta ética, acolhedora e individualizada. Por meio da psicoterapia e Avaliação Neuropsicológica. Auxilio pessoa...
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Crianças, Adolescentes, Adultos
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Sou psicóloga, formada há mais de 10 anos, apaixonada por acolher e transformar vidas por meio da psicologia. Minha atuação é voltada ao atendimento de crianças, adolescentes e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), e também co...
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Como funciona a terapia para autismo na adolescência
A terapia para autismo na adolescência é um acompanhamento com um psicólogo que respeita o jeito de ser de cada jovem, sem tentar mudar quem ele é. O objetivo não é corrigir o autismo, e sim apoiar o adolescente autista a desenvolver habilidades sociais, comunicação e regulação emocional no seu próprio ritmo.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Apoiar as habilidades sociais: ajudar o adolescente a compreender interações, fazer amizades e lidar com situações do dia a dia com mais segurança.
- Fortalecer a comunicação: trabalhar formas de expressar necessidades, sentimentos e limites de um jeito que faça sentido para o jovem.
- Ajudar na regulação: desenvolver estratégias para lidar com a sobrecarga sensorial e emocional sem se esgotar.
- Ampliar o autoconhecimento: acolher a identidade autista e fortalecer a autoestima e a autonomia do adolescente.
Quando procurar terapia para autismo na adolescência
Ser autista não é um problema a ser resolvido, e nem todo adolescente autista precisa de terapia o tempo todo. Ainda assim, o acompanhamento psicológico pode ajudar bastante em momentos de transição ou sofrimento. Alguns sinais de que a terapia pode apoiar o jovem:
- Sobrecarga e crises: episódios frequentes de sobrecarga sensorial ou emocional que geram angústia.
- Dificuldades sociais: sofrimento com amizades, bullying ou sensação de não pertencer no ambiente escolar.
- Ansiedade e isolamento: ansiedade intensa, retraimento ou tristeza diante das demandas da adolescência.
- Transições difíceis: mudanças de escola, rotina ou fase que exigem novas estratégias de adaptação.
- Busca por autoconhecimento: vontade de entender melhor a própria identidade autista e ganhar autonomia.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acolher e apoiar o adolescente autista, respeitando o seu ritmo, entre as sessões.
Como fazer terapia para autismo na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para autismo na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Para muitos adolescentes autistas, o ambiente familiar e previsível de casa deixa a sessão mais confortável. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo, silencioso e previsível ajuda o adolescente autista a se sentir seguro durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para autismo na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para autismo na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem e a família, a abordagem que melhor combina com o perfil e o ritmo do adolescente. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) adaptada: ajustada ao perfil do adolescente autista, ajuda a lidar com ansiedade, pensamentos rígidos e situações sociais.
- Treino de habilidades sociais: trabalha, de forma prática e respeitosa, a leitura de contextos e as interações do dia a dia.
- Intervenções de regulação emocional e sensorial: desenvolve estratégias para o jovem lidar com a sobrecarga e as emoções intensas sem se esgotar.
- Abordagem afirmativa e neurodiversa: acolhe a identidade autista, valoriza as forças do adolescente e apoia a autonomia, sem tentar normalizar o comportamento.
Perguntas frequentes sobre terapia para autismo na adolescência
Como funciona a terapia para autismo na adolescência?
A terapia para autismo na adolescência acontece em sessões de acompanhamento com um psicólogo, no ritmo do jovem. Nelas, o profissional apoia o adolescente autista a desenvolver habilidades sociais, comunicação e regulação emocional, além de acolher a sua identidade, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia ajuda o adolescente autista?
Sim. A terapia não busca curar nem mudar o autismo, e sim apoiar o adolescente autista a desenvolver habilidades sociais, comunicação e regulação emocional, além de acolher a sua identidade. Com esse apoio, muitos jovens ganham autonomia, autoestima e bem-estar no dia a dia.
Quanto custa uma sessão de terapia para autismo na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Qual a diferença entre autismo, TEA e espectro autista?
São nomes para a mesma condição. TEA significa transtorno do espectro autista, e a palavra espectro indica que o autismo se manifesta de formas muito variadas de uma pessoa para outra. Por isso, a terapia é sempre individualizada, respeitando o perfil, as forças e o ritmo de cada adolescente autista.
Adolescente autista precisa tomar remédio?
O autismo em si não se trata com remédio. Em alguns casos, um médico de psiquiatria pode avaliar medicação para condições associadas, como ansiedade ou dificuldades de sono, sempre de forma individual. A terapia apoia o adolescente independentemente disso, focando em habilidades, autonomia e bem-estar.
Quanto tempo dura a terapia para autismo na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende das necessidades do adolescente, do seu momento e dos objetivos combinados com o psicólogo e a família. Alguns jovens fazem um acompanhamento mais pontual, em fases de transição, enquanto outros se beneficiam de um apoio contínuo. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente autista confie no processo e se sinta à vontade para se expressar.
A terapia online funciona bem para adolescentes autistas?
Sim. Para muitos adolescentes autistas, o ambiente familiar e previsível de casa reduz a sobrecarga e deixa a sessão mais confortável. Com um espaço reservado, a videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários.
Meu filho adolescente autista falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. A sobrecarga e o sofrimento podem ser intensos, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.