Psicóloga
CRP: 08/37104
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá, sou Jéssica, psicóloga clínica com experiência em atendimentos individuais há mais de dois anos. Sou especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem baseada em evidências científicas e amplamente reconhecida pela ...
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Psicóloga
CRP: 07/36691
Abordagem: Psicanálise, Psicoterapia Breve, Psicologia Escolar e Educacional
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Olá, espero que esteja bem! Me chamo Rafaela Henz, sou psicóloga e atendo a partir da abordagem da psicanálise. Desde o início da minha formação obtive experiências profissionais em diversas áreas, como hospital, escola, clínica e educaçã...
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Psicólogo
CRP: 02/25924
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá, me chamo Clystefer Santos, sou psicólogo clínico (CRP 02/25924), formado pela UNIFG e pós-graduado em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pela FAVENI. Atuo com uma abordagem prática, baseada em evidências, que promove mudanças durad...
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Psicóloga
CRP: 03/27660
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá, sou a psicóloga Nara, a abordagem pela qual me guio é a Terapia Cognitivo Comportamental. Sou formada em Psicologia pela Faculdade Adventista da Bahia. Trabalho com atendimentos clínicos online, procuro sempre acolher meus pacientes o ...
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Psicóloga
CRP: 04/74886
Abordagem: Neurociências, Neuropsicologia, Neuropsicopedagogia, ...
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Olá! Meu nome é Maria e sou uma psicóloga cognitivo comportamental, uma pessoa autista e amante de gatos, especialista em Neuropsicopedagogia. Procuro em meus atendimentos buscar acolhimento, cuidado e uma criação de vínculo, que é fundamen...
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Psicólogo
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Psicólogo há 1 ano Graduado pela Faculdade Católica do Rio Grande do Norte - FCRN Atuo com atendimento Clínico. Atendimento voltado para o público Infantil, Adolescentes e adultos. Dedico muito cuidado, afeto e estudos em minhas prát...
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CRP: 16/10223
Abordagem: Gestalt Terapia, Humanista
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Meu nome é Lorranza, sou de Cariacica no ES. Sou pós graduanda, em Saúde Mental, Terapia Cognitivo comportamental e orientação vocacional e acredito que com a psicoterapia conseguimos nos entender de forma mais completa, vivendo assim uma v...
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Abordagem: Psicologia Clínica, Análise do Comportamento - Behaviorismo, Psicologia Positiva, ...
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Atuo como psicóloga clínica há 13 anos, e meu objetivo é acolher, escutar e tratar aqueles que sofrem pelas situações mais diversas possíveis. Saúde é acima de tudo estar bem consigo mesmo e é nesta jornada de autoconhecimento e autovaloriz...
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Psicólogo
CRP: 04/69314
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo, Neurociências, Psicologia Clínica
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Sou Psicólogo, presto atendimento clínico humanizado para pessoas que procuram auto-conhecimento e alívio de sintomas de variados transtornos, como ansiedade, depressão, TDAH, autismo. Possuo bacharelado e licenciatura em Psicologia, e pó...
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Abordagem: Fenomenológica-existencial
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Sou um psicólogo recém-formado, com atendimentos embasados pela abordagem fenomenológica. Cursando pós-graduação em Neuropsicologia. Ofereço desde atendimentos breves e acolhimento, como acompanhamentos semanais e avaliação psicológica.
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Como funciona a terapia para autismo na adolescência
A terapia para autismo na adolescência é um acompanhamento com um psicólogo que respeita o jeito de ser de cada jovem, sem tentar mudar quem ele é. O objetivo não é corrigir o autismo, e sim apoiar o adolescente autista a desenvolver habilidades sociais, comunicação e regulação emocional no seu próprio ritmo.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Apoiar as habilidades sociais: ajudar o adolescente a compreender interações, fazer amizades e lidar com situações do dia a dia com mais segurança.
- Fortalecer a comunicação: trabalhar formas de expressar necessidades, sentimentos e limites de um jeito que faça sentido para o jovem.
- Ajudar na regulação: desenvolver estratégias para lidar com a sobrecarga sensorial e emocional sem se esgotar.
- Ampliar o autoconhecimento: acolher a identidade autista e fortalecer a autoestima e a autonomia do adolescente.
Quando procurar terapia para autismo na adolescência
Ser autista não é um problema a ser resolvido, e nem todo adolescente autista precisa de terapia o tempo todo. Ainda assim, o acompanhamento psicológico pode ajudar bastante em momentos de transição ou sofrimento. Alguns sinais de que a terapia pode apoiar o jovem:
- Sobrecarga e crises: episódios frequentes de sobrecarga sensorial ou emocional que geram angústia.
- Dificuldades sociais: sofrimento com amizades, bullying ou sensação de não pertencer no ambiente escolar.
- Ansiedade e isolamento: ansiedade intensa, retraimento ou tristeza diante das demandas da adolescência.
- Transições difíceis: mudanças de escola, rotina ou fase que exigem novas estratégias de adaptação.
- Busca por autoconhecimento: vontade de entender melhor a própria identidade autista e ganhar autonomia.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acolher e apoiar o adolescente autista, respeitando o seu ritmo, entre as sessões.
Como fazer terapia para autismo na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para autismo na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Para muitos adolescentes autistas, o ambiente familiar e previsível de casa deixa a sessão mais confortável. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo, silencioso e previsível ajuda o adolescente autista a se sentir seguro durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para autismo na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para autismo na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem e a família, a abordagem que melhor combina com o perfil e o ritmo do adolescente. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) adaptada: ajustada ao perfil do adolescente autista, ajuda a lidar com ansiedade, pensamentos rígidos e situações sociais.
- Treino de habilidades sociais: trabalha, de forma prática e respeitosa, a leitura de contextos e as interações do dia a dia.
- Intervenções de regulação emocional e sensorial: desenvolve estratégias para o jovem lidar com a sobrecarga e as emoções intensas sem se esgotar.
- Abordagem afirmativa e neurodiversa: acolhe a identidade autista, valoriza as forças do adolescente e apoia a autonomia, sem tentar normalizar o comportamento.
Perguntas frequentes sobre terapia para autismo na adolescência
Como funciona a terapia para autismo na adolescência?
A terapia para autismo na adolescência acontece em sessões de acompanhamento com um psicólogo, no ritmo do jovem. Nelas, o profissional apoia o adolescente autista a desenvolver habilidades sociais, comunicação e regulação emocional, além de acolher a sua identidade, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia ajuda o adolescente autista?
Sim. A terapia não busca curar nem mudar o autismo, e sim apoiar o adolescente autista a desenvolver habilidades sociais, comunicação e regulação emocional, além de acolher a sua identidade. Com esse apoio, muitos jovens ganham autonomia, autoestima e bem-estar no dia a dia.
Quanto custa uma sessão de terapia para autismo na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Qual a diferença entre autismo, TEA e espectro autista?
São nomes para a mesma condição. TEA significa transtorno do espectro autista, e a palavra espectro indica que o autismo se manifesta de formas muito variadas de uma pessoa para outra. Por isso, a terapia é sempre individualizada, respeitando o perfil, as forças e o ritmo de cada adolescente autista.
Adolescente autista precisa tomar remédio?
O autismo em si não se trata com remédio. Em alguns casos, um médico de psiquiatria pode avaliar medicação para condições associadas, como ansiedade ou dificuldades de sono, sempre de forma individual. A terapia apoia o adolescente independentemente disso, focando em habilidades, autonomia e bem-estar.
Quanto tempo dura a terapia para autismo na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende das necessidades do adolescente, do seu momento e dos objetivos combinados com o psicólogo e a família. Alguns jovens fazem um acompanhamento mais pontual, em fases de transição, enquanto outros se beneficiam de um apoio contínuo. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente autista confie no processo e se sinta à vontade para se expressar.
A terapia online funciona bem para adolescentes autistas?
Sim. Para muitos adolescentes autistas, o ambiente familiar e previsível de casa reduz a sobrecarga e deixa a sessão mais confortável. Com um espaço reservado, a videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários.
Meu filho adolescente autista falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. A sobrecarga e o sofrimento podem ser intensos, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.