Psicólogo
CRP: 17/4315
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou Psicólogo Clínico e Especialista em Terapia Cognitiva-Comportamental. Tenho experiência de mais de 7 anos de atendimento clínico ajudando centenas de pessoas com os mais diversos tipos de problemas. Amo o que faço, estou sempre me atual...
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Psicóloga
CRP: 06/224593
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, sou Maria Wedja Silva Santos, psicóloga, com atuação na abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Ofereço um espaço de acolhimento, escuta e cuidado, auxiliando adolescentes, adultos e idosos no processo de autoconhecimento...
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Telefone: (11) 97229-1093
Psicóloga
CRP: 06/232273
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Às vezes, a rotina pesa, a ansiedade aperta, sente a mente sobrecarregada, ou se você está passando por um momento difícil, é difícil carregar tudo por conta própria... saiba que você não precisa enfrentar tudo isso sozinha(o) — vamos conve...
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Telefone: (19) 99338-4636
Psicóloga
CRP: 12/30768
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Crianças, Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou psicóloga clínica (CRP 12/30768), especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atuo no acompanhamento de crianças, adolescentes e adultos, com atendimento presencial em Joinville (SC) e online para todo o território nacional...
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Telefone: (47) 98865-9537
Psicóloga
CRP: 04/84519
Abordagem: Psicologia Transpessoal
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Oi, eu sou a Maria Luísa, pode me chamar de Malu. Trabalho com a psicoterapia breve, uma abordagem focada em resolução de problemas com metas definidas. Isso significa que o processo normalmente dura de 8 a 20 sessões e que você sabe exata...
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Telefone: (38) 99863-8188
Psicólogo
CRP: 06/234544
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos
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Sou psicólogo e psicoterapeuta de abordagem psicanalítica. Acredito que muitas dores emocionais não começam no momento em que sentimos… elas vêm de histórias, ausências, relações, silêncios e marcas que, às vezes, a pessoa precisou aprender...
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Psicóloga
CRP: 23/3775
Abordagem: Terapia Sistêmica
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá, sou Clarissa, psicóloga clínica, inscrita no CRP 23/3775 e conduzo meu trabalho a partir da terapia sistêmica. Acredito em uma clínica construída no encontro, em que a escuta atenta e acolhedora possibilita olhar para aquilo que, muita...
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Psicóloga
CRP: 12/14288
Abordagem: Logoterapia, Humanista
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Me chamo Maria Aparecida Morais, sou residente de Camboriú- SC, no momento atuo como profissional de Psicologia atendendo, adolescentes, adultos e idosos, escolhi como profissão pois desde a juventude sentia prazer em poder auxiliar pessoas...
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Telefone: (47) 99948-0887
Carlos Henrique De Jesus Alves
Psicólogo
CRP: 05/83518
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Sou psicólogo especializado em terapia cognitiva comportamental pós graduado em terapia cognitiva comportamental (Em andamento) Pós graduado em Neuropsicologia ( Em andamento)
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Psicóloga
CRP: 05/58869
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou Monique, psicóloga clínica. Atendo adolescentes e adultos. Busco oferecer um espaço de escuta, acolhimento e respeito à singularidade de cada pessoa em meus atendimentos. Minha atuação é orientada pela Gestalt-terapia, uma abordagem qu...
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Como funciona a terapia para vício em celular na adolescência
A terapia para vício em celular na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Mais do que apenas reduzir o tempo de tela, ela olha para o que está por trás do uso excessivo: a ansiedade, o tédio ou a evitação que o celular ajuda a aliviar no dia a dia do adolescente.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Entender o que o excesso compensa: identificar as emoções, como ansiedade, tédio ou solidão, que o adolescente busca aliviar nas telas.
- Construir um uso consciente: ajudar o jovem a perceber gatilhos e a definir limites realistas para redes sociais e jogos no celular.
- Resgatar outras fontes de prazer: reativar atividades, vínculos e hobbies fora do celular que a dependência digital foi substituindo.
- Lidar com a irritabilidade: trabalhar o desconforto e a irritação que surgem quando o adolescente fica sem o aparelho.
Quando procurar terapia para vício em celular na adolescência
Usar bastante o celular faz parte da rotina de muitos adolescentes, e nem todo uso intenso é vício. Vale procurar terapia quando o uso excessivo de telas foge do controle e passa a prejudicar o sono, os estudos, o humor e as relações do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Perda de controle: tentar reduzir o tempo no celular e não conseguir, com a rolagem infinita tomando conta do dia.
- Impacto no sono: virar a noite nas telas, dormir mal e acordar cansado por causa do celular.
- Queda nos estudos: dificuldade de concentração e piora nas notas por não conseguir largar o aparelho.
- Irritabilidade sem o celular: ficar ansioso, irritado ou angustiado quando fica sem o aparelho ou sem internet, sinal de nomofobia.
- Isolamento e troca de prioridades: abandonar amizades, atividades e hobbies em favor das redes sociais e dos jogos.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para combinar limites de tela com o jovem e dar o exemplo, sem transformar o celular em campo de briga.
Como fazer terapia para vício em celular na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para vício em celular na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Usar a tela de forma orientada, com um propósito, também faz parte de construir um uso mais consciente. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para vício em celular na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para vício em celular na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): muito indicada para dependências, ajuda o adolescente a identificar gatilhos e a construir hábitos de uso mais saudáveis.
- Entrevista motivacional: fortalece a própria motivação do jovem para mudar, reduzindo a resistência típica de quem não quer largar o celular.
- Mindfulness e regulação emocional: ensina o adolescente a lidar com o tédio, a ansiedade e a compulsão de checar o aparelho sem recorrer às telas.
- Abordagem comportamental: ajuda a reorganizar a rotina e a reintroduzir, aos poucos, atividades prazerosas fora do celular.
Perguntas frequentes sobre terapia para vício em celular na adolescência
Como funciona a terapia para vício em celular na adolescência?
A terapia para vício em celular na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional entende o que o uso excessivo tenta compensar, ajuda o adolescente a construir um uso consciente das telas e a resgatar outras fontes de prazer, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para vício em celular na adolescência?
Sim. A psicoterapia é eficaz para tratar o uso excessivo de telas, porque trata a dependência digital como um comportamento que cumpre uma função emocional. Ao trabalhar os gatilhos, os limites e o que o excesso está compensando, ela ajuda o adolescente a retomar o controle sobre o celular, em vez de apenas proibir o aparelho.
Quanto custa uma sessão de terapia para vício em celular na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se meu filho adolescente tem vício em celular ou só usa muito?
Usar bastante o celular é comum. O sinal de alerta é quando o uso foge do controle e prejudica o sono, os estudos, o humor e as relações, e o jovem fica irritado ao ficar sem o aparelho. Quando tentar reduzir e não conseguir vira rotina, a terapia ajuda. Na dúvida, uma primeira conversa com um psicólogo já orienta a família.
Só tirar o celular do adolescente resolve o vício?
Nem sempre. Tirar o aparelho de forma abrupta costuma gerar conflito e não resolve a causa, já que o uso excessivo muitas vezes compensa ansiedade, tédio ou evitação. A terapia ajuda o adolescente a entender esse padrão e a construir limites junto com ele, o que tende a ser mais eficaz e duradouro do que a simples proibição.
Quanto tempo dura a terapia para vício em celular na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade do uso, do momento do adolescente e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens evoluem em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar novos hábitos. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Vício em celular na adolescência tem a ver com ansiedade ou depressão?
Muitas vezes, sim. O uso excessivo de telas costuma andar junto com ansiedade, tédio, solidão ou tristeza, funcionando como uma forma de alívio ou fuga. Por isso, a terapia não olha só para o tempo de tela, mas também para o que o adolescente sente. Quando necessário, o cuidado pode envolver a avaliação de um médico de psiquiatria.
A terapia online funciona para tratar o vício em celular do adolescente?
Sim. Pode parecer contraditório usar a tela para tratar o excesso de tela, mas a diferença está no uso orientado e com propósito. Os adolescentes se sentem à vontade com o formato online, e a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, ajudando o jovem a construir um uso mais consciente.
Meu filho adolescente falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. O sofrimento por trás do uso excessivo pode ser intenso, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.