Psicólogo
CRP: 01/24847
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sobre mim:
Olá, sou Luan Coimbra, psicólogo clínico, e trabalho com a Terapia Cognitivo-Comportamental(TCC). Ao longo da minha prática, auxilio pessoas que enfrentam ansiedade, depressão, TDAH, transtornos de personalidade (como borderline), crises e...
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Psicólogo
CRP: 11/03656
Abordagem: Esquizoanálise
Adolescentes, Adultos, Crianças, Idosos
Sobre mim:
Psicólogo formado em 2002 que desde a formação se dedica para a clínica e outras de Psicologia. Levando em consideração nossas potências humanas, os atendimentos psicológicos são desenvolvidos diante do foco que o consulente pretendem desen...
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Psicóloga
CRP: 15/1582
Abordagem: Humanista, Ludoterapia, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
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Olá! Seja bem vindo (a) Meu nome é Maria Ramilda Gomes, sou Psicóloga clínica com mais de 22 anos de experiência na atuação da psicoterapia com adolescente e adulto. Especialista em Terapia Cognitiva Comportamental, Humanista Existenci...
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Psicóloga
CRP: 03/16598
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá! Sou Êmile Costa, Psicóloga e Neuropsicóloga. Meu trabalho é ajudar você a entender como sua mente funciona e, principalmente, como podemos reprogramar padrões que hoje te causam ansiedade, desatenção, desânimo, entre outros sintomas. ...
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Psicóloga
CRP: 04/69645
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Procuro atuar na minha prática clínica a partir da ética do cuidado, de maneira acolhedora. Trabalho com Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), que é uma abordagem voltada para a queixa atual do paciente, tendo como foco os pensamentos di...
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Psicólogo
CRP: 06/187514
Abordagem: Psicanálise - Freud
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Olá, me chamo Iago, sou psicólogo clínico e psicanalista lacaniano, especializado pelo Hospital das Clínicas da USP em psicologia clínica e hospitalar, atendendo a pessoas LGBTQIA+ e pessoas que vivem com HIV. Busco construir espaços para ...
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Psicóloga
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá, sejam bem vindos! Meu nome é Samara, sou psicóloga e atuo pela abordagem Terapia cognitiva- comportamental. Atendo todos os públicos Amo oque faço, e estou aqui para te ajudar a se conhecer e chegar a sua melhor versao!
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Psicólogo
CRP: 13/1399
Abordagem: Logoterapia, Análise Existencial, Fenomenológica-existencial
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Olá! Me chamo Tiago! Em terapia, busco sempre potencializar as capacidades inertes do paciente e prepara-lo para lidar com os desafios presentes e futuros. Iremos trabalhar as questões profundas e também as rasas, dependendo do que lhe tra...
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sou uma psicóloga dedicada a ajudar as pessoas a encontrarem equilíbrio emocional e bem-estar. Minha abordagem é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), com foco em identificar e modificar padrões de pensamentos disfuncionais e comportam...
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Olá! Sou Caio Baptista, psicólogo clínico especializado em Terapia Comportamental e mestrando em Neurociência Comportamental pela USP. Meu objetivo é ajudá-lo a superar desafios emocionais e comportamentais para uma vida mais plena. Com um...
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Como funciona a terapia para TDAH na adolescência
A terapia para TDAH na adolescência é um processo de conversa e treino prático com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Mais do que falar sobre a desatenção, ela ajuda o adolescente a desenvolver estratégias concretas de organização, foco e autorregulação para a rotina de estudos e a vida em casa.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Organizar a rotina: criar sistemas simples de agenda, lembretes e listas que reduzem o esquecimento e a procrastinação típicos do TDAH.
- Melhorar o foco nos estudos: trabalhar técnicas de estudo, quebra de tarefas e controle das distrações para o jovem render melhor na escola.
- Desenvolver a autorregulação: ajudar o adolescente a lidar com a impulsividade, a inquietação e a frustração no dia a dia.
- Fortalecer a autoestima: reduzir a autocrítica e o sentimento de fracasso que muitos jovens com déficit de atenção carregam.
Quando procurar terapia para TDAH na adolescência
Esquecer coisas e se distrair de vez em quando é comum na adolescência, e nem todo desafio de atenção é TDAH. Vale procurar terapia quando a desatenção, a impulsividade ou a desorganização são intensas, frequentes e atrapalham os estudos, a rotina e as relações do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Desatenção persistente: dificuldade de manter o foco, perder prazos e não concluir tarefas mesmo se esforçando.
- Desorganização constante: esquecer materiais, compromissos e etapas, com a rotina sempre bagunçada.
- Impulsividade: agir ou responder sem pensar, interromper e ter dificuldade de esperar a vez.
- Queda no rendimento escolar: notas em queda e cansaço com os estudos, apesar da capacidade do jovem.
- Frustração e conflitos: irritabilidade, brigas em casa e desânimo por sentir que nunca dá conta de tudo.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para apoiar a organização e a rotina do jovem sem reforçar a cobrança e apoiá-lo entre as sessões.
Como fazer terapia para TDAH na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para TDAH na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato prático, que cabe na rotina do adolescente. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e sem distrações ajuda o adolescente a manter o foco durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para TDAH na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para TDAH na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): muito indicada para o TDAH, ajuda o adolescente a criar rotinas, reformular a autocrítica e treinar o foco com técnicas práticas.
- Treino de habilidades e funções executivas: trabalha organização, gestão de tempo e planejamento para que o jovem ganhe autonomia nos estudos.
- Mindfulness e regulação emocional: ensina o adolescente a perceber a inquietação e a impulsividade e a se acalmar antes de reagir.
- Terapia comportamental: usa metas, rotinas e reforços positivos para consolidar novos hábitos no dia a dia.
Perguntas frequentes sobre terapia para TDAH na adolescência
Como funciona a terapia para TDAH na adolescência?
A terapia para TDAH na adolescência acontece em sessões de conversa e treino prático com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional ajuda o adolescente a criar estratégias de organização, foco e autorregulação para os estudos e a rotina, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para o TDAH na adolescência?
Sim. A psicoterapia é uma parte importante do cuidado com o TDAH, pois ajuda o adolescente a desenvolver organização, foco e autorregulação. Ela complementa, e não substitui, o acompanhamento médico quando há indicação de medicação. Juntas, terapia e, quando necessário, medicação costumam trazer os melhores resultados.
Quanto custa uma sessão de terapia para TDAH na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se é TDAH ou só falta de foco na adolescência?
Todo adolescente se distrai de vez em quando. O TDAH combina desatenção, impulsividade e, em alguns casos, hiperatividade de forma persistente, presente em vários contextos e prejudicando os estudos e a vida do jovem. O diagnóstico é feito por um profissional de saúde, e a terapia ajuda o adolescente a lidar com essas dificuldades no dia a dia.
Adolescente com TDAH precisa tomar remédio?
Nem sempre. A decisão sobre medicação é sempre médica e individual, avaliada por um médico de psiquiatria conforme a intensidade do quadro. A terapia é fundamental em qualquer caso e, em muitos, o cuidado combina terapia e medicação. A psicoterapia ajuda bastante, mas não substitui a avaliação médica quando ela é indicada.
Quanto tempo dura a terapia para TDAH na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade dos sintomas, do momento do adolescente e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens desenvolvem novas estratégias em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar os hábitos. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para trabalhar as dificuldades ligadas ao TDAH.
A terapia online para TDAH funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Com um ambiente reservado e sem distrações, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários para a rotina de estudos.
Meu filho adolescente com TDAH falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. A impulsividade que acompanha o TDAH exige atenção redobrada, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.