CRP: 12/25402
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou formada em Psicologia há 13 anos. Passei um período trabalhando como voluntária em Desenvolvimento pessoal em uma ONG nos Estados Unidos e também em outros países. Trabalhei como professora dos Anos Iniciais em escolas internacionais po...
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Telefone: (41) 99191-4139
Psicólogo
CRP: 04/65989
Abordagem: Psicanálise - Freud
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
O processo terapêutico visa aliviar sintomas que estejam causando desconfortos e prejudicando a qualidade de vida. também promove o autoconhecimento para compreender e lidar com as diversas situações que ocorrem no dia a dia. Sou psicólogo...
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Telefone: (38) 99850-2548
Maria Geisamara Mesquita Sousa
Psicóloga
CRP: 11/18742
Abordagem: Psicanálise - Freud, Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
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Psicólogo
CRP: 08/41665
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Mindfulness
Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, sou Donizette Lage, CRP 08/41665, psicólogo clínico formado pelo Unileste-MG (2022). Atuo com base na Teoria Cognitivo-Comportamental e irei te ajudar a lidar com suas angustias por meio de uma escuta ativa, empática e fundamentada na ...
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Telefone: (31) 99190-1385
Psicólogo
CRP: 07/39586
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá! Me chamo Marlon, sou psicólogo clínico e trabalho com a Terapia Cognitivo Comportamental. Me comprometo a te ouvir sem julgamentos e te ajudar a buscar uma vida com mais saúde mental e equilíbrio. Aguardo seu contato e até breve!
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Telefone: (53) 99143-9290
Psicólogo
CRP: 14/10159
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Melhore seus relacionamentos e tenha um atendimento humanizado que engloba demandas como Fobias, Depressão, Ansiedade, Dependências tecnológicas e químicas. Faço pós graduação de Neuropsicologia, Terapia Cognitivo Comportamental e Educação....
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Guilherme Vitorino Santos e Souza
Psicólogo
CRP: 06/200562
Abordagem: Psicanálise - Lacan, Psicanálise - Freud
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Às vezes, é difícil entender o que sentimos ou até colocar em palavras o que nos atravessa. A psicoterapia é um espaço onde podemos nos escutar com mais profundidade e cuidado — sem pressa e sem julgamentos. Sou psicólogo clínico e atuo co...
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Telefone: (11) 98031-1309
Psicólogo
CRP: 09/15551
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo, Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT, Psicoterapia Analítica Funcional - FAP, ...
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Meu nome é Diego, sou psicólogo clínico, com pós graduação em terapias comportamentais contextuais, atuo com abordagem da análise do comportamento e com ênfase em terapias comportamentais.
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Telefone: (81) 99461-5271
Psicólogo
CRP: 06/59944
Abordagem: Análise Existencial, Humanista, Psicologia Analítica Junguiana
Adolescentes, Adultos, Casais, Crianças, Idosos
Sobre mim:
Olá meu nome é Marcelo e sou psicólogo com mais de 20 anos de experiência. Atuei ao longo do tempo em diversas áreas da psicologia, passando por crianças com algum tipo de déficit neurodivergente, pacientes soropositivos (público LGBTQIAPN+...
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Telefone: (11) 98912-3234
Psicólogo
CRP: 01/27003
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sejam bem-vindxs! Pra você que chegou aqui agora, muito prazer. Eu sou o Fagner, graduado em Psicologia pelo Centro Universitário Euro-Americano (Unieuro) e pós-graduado em Terapia Cognitivo-Comportamental. Como psicólogo clínico, eu reali...
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Telefone: (61) 98104-7554
O que é vício em games e quando buscar ajuda
Vício em games é a perda de controle sobre o tempo e o espaço que os jogos eletrônicos ocupam na vida. A pessoa joga por horas seguidas, perde a noção do tempo e continua jogando mesmo quando isso já está prejudicando os estudos, o trabalho, o sono e as relações. Reconhecido pela Organização Mundial da Saúde como transtorno por uso de jogos (o chamado gaming disorder), é uma condição de saúde mental, e não simples preguiça ou falta de disciplina.
Muitas vezes o jogo funciona como uma fuga, um jeito de escapar da ansiedade, do tédio, da solidão ou de conflitos difíceis de encarar. É por isso que a irritação ao ser interrompido e a resistência a parar costumam ser tão intensas. No caso de crianças e adolescentes, quem mais sofre e busca ajuda são os pais, que veem o filho abandonar outras atividades e reagir com raiva quando o jogo é limitado. Se o game deixou de ser lazer e virou o centro da vida, procure apoio. O acompanhamento com um psicólogo ajuda a recuperar o equilíbrio.
Alguns sinais indicam que é hora de procurar um psicólogo para o vício em games:
- Perder a noção do tempo: jogar por muito mais horas do que pretendia, entrando na madrugada e deixando de lado sono, refeições e compromissos.
- Não conseguir reduzir: tentar diminuir ou parar de jogar e não conseguir, voltando ao jogo mesmo depois de prometer que ia parar.
- Irritação ao ser interrompido: reagir com raiva, ansiedade ou angústia quando precisa parar de jogar ou quando o acesso ao game é limitado.
- Abandono de outras áreas: deixar de lado estudos, trabalho, atividades físicas, amizades e a família por causa do tempo dedicado aos jogos.
- Jogo como fuga: usar o game para escapar de emoções difíceis, como ansiedade, tristeza, tédio ou solidão, em vez de lidar com elas.
Como a terapia ajuda a superar o vício em games
A psicoterapia é um dos caminhos mais eficazes para o vício em games porque trata a raiz do comportamento e não apenas o tempo de tela. No acompanhamento com um psicólogo você (ou o seu filho) aprende a:
- Entender o que dispara o jogo: identificar as emoções e situações (ansiedade, tédio, solidão, conflitos) que levam à necessidade de jogar como fuga.
- Recuperar o controle do tempo: construir limites saudáveis para o jogo, com estratégias concretas para reduzir as horas sem virar uma proibição que gera briga.
- Lidar com a irritação e a fissura: aprender a atravessar a vontade de jogar e o desconforto de parar sem ceder e sem explodir.
- Reequilibrar a vida online e offline: resgatar estudos, trabalho, sono, atividades físicas e relações que o jogo foi tirando do lugar.
- Prevenir recaídas: reconhecer os sinais de risco e ter um plano para os momentos em que a vontade de mergulhar no jogo voltar com força.
Como funciona a terapia online para vício em games na PsyMeet
O atendimento é 100% online, por videochamada, do seu celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Poder falar sobre o jogo em um ambiente seguro, sem julgamento, ajuda a dar o primeiro passo, seja para você ou para orientar a família de um adolescente. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo: veja a lista de profissionais especializados no tema nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na sua rotina, direto pela plataforma.
- Faça a sessão online: converse por videochamada, de onde estiver, em um ambiente reservado.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para vício em games
Não existe uma única abordagem certa. O psicólogo escolhe, junto com você, o caminho que melhor combina com o momento e com a idade da pessoa. Entre as abordagens mais usadas para o vício em games estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): a mais indicada para o transtorno por uso de jogos, ajuda a identificar gatilhos, mudar as crenças ligadas ao jogo e construir limites e novos hábitos.
- Entrevista motivacional: fortalece a motivação para mudar, respeitando a ambivalência de quem gosta de jogar mas percebe que o jogo saiu do controle.
- Terapia familiar: orienta os pais no caso de crianças e adolescentes, ajudando a família a estabelecer combinados sobre o jogo sem transformar tudo em briga.
- Psicanálise: investiga o que está por trás da necessidade de jogar, ampliando a compreensão dos vazios e conflitos que o jogo tentava preencher.
Atendimento para vício em games em diferentes públicos
O vício em games pode aparecer em diferentes fases da vida, e a terapia se adapta a cada momento e a cada pessoa. Na PsyMeet você encontra psicólogos que atendem diferentes públicos:
- Adultos: apoio para quem usa o jogo como fuga e vê o game comprometer o trabalho, o sono e as relações, e quer retomar o controle da rotina.
- Adolescentes: acompanhamento para jovens que passam horas jogando e deixam de lado estudos e convívio, com um olhar cuidadoso para os gatilhos por trás do jogo.
- Crianças: atendimento com psicólogos infantis e orientação aos pais quando o jogo já domina a rotina da criança, respeitando o ritmo dela e envolvendo a família.
- Famílias: orientação para pais que se sentem perdidos diante de um filho viciado em games, para agir com firmeza e acolhimento, sem transformar tudo em conflito.
Perguntas frequentes sobre vício em games
A terapia funciona para vício em games?
Sim. A psicoterapia é um dos tratamentos mais eficazes para o vício em games. A Terapia Cognitivo Comportamental ajuda a identificar os gatilhos, a recuperar o controle sobre o tempo de jogo e a lidar com as emoções que levam a usar o game como fuga. Em crianças e adolescentes, o trabalho envolve também orientar a família. Você pode ver os psicólogos especializados no tema na lista de profissionais desta página.
Vício em games é uma doença?
Sim. A Organização Mundial da Saúde reconhece o transtorno por uso de jogos, o chamado gaming disorder, como uma condição de saúde mental. Ele se caracteriza pela perda de controle sobre o jogo, pela prioridade dada aos games acima de outras atividades e pela continuidade do comportamento apesar dos prejuízos. Não é preguiça nem falta de disciplina, e por isso tem tratamento.
Quando jogar deixa de ser lazer e vira vício em games?
Jogar vira um problema quando você perde o controle sobre o jogo: joga muito mais do que pretendia, tenta reduzir e não consegue, se irrita ao ser interrompido e continua jogando mesmo prejudicando estudos, trabalho, sono e relações. Quando o game passa a ocupar o centro da vida e a servir de fuga para emoções difíceis, já não se trata de simples entretenimento, e vale procurar ajuda.
Meu filho é viciado em games, o que fazer?
O primeiro passo é evitar transformar o jogo em uma guerra de proibições, que costuma aumentar o conflito. Vale observar o quanto o jogo interfere na vida do seu filho e buscar orientação profissional. O psicólogo ajuda a família a entender o que está por trás do uso excessivo, a estabelecer combinados claros sobre o tempo de jogo e a resgatar outras atividades, com firmeza e acolhimento ao mesmo tempo.
Por que não consigo parar de jogar?
Porque os jogos são desenhados para prender a atenção e ativar os mecanismos de recompensa do cérebro, o que gera uma vontade intensa de continuar. Além disso, o game costuma funcionar como fuga da ansiedade, do tédio ou da solidão, o que torna ainda mais difícil parar. Não conseguir se controlar sozinho não é sinal de fraqueza: é uma característica do próprio vício, e é para isso que existe o tratamento.
Preciso de remédio ou de terapia para vício em games?
Na maioria dos casos, a terapia é o caminho principal para o vício em games, já que o foco é trabalhar os gatilhos, os hábitos e as emoções ligadas ao jogo. Em quadros mais intensos, ou quando há ansiedade, depressão ou outras questões associadas, o acompanhamento com um psiquiatra pode ser indicado para avaliar o uso de medicação. Você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra antes de decidir o melhor caminho.
A terapia online funciona para vício em games?
Sim. A terapia online tem eficácia equivalente à presencial para o vício em games. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade técnica, com a vantagem de encaixar melhor na rotina, tanto de adultos quanto de famílias que buscam orientação para lidar com o jogo excessivo de um adolescente.
Vício em games tem cura ou tratamento?
O vício em games tem tratamento, e a grande maioria das pessoas consegue reequilibrar a relação com o jogo com acompanhamento adequado. Mais do que falar em cura ou em parar de jogar para sempre, os psicólogos costumam falar em recuperar o controle: com a terapia, o jogo volta a ser lazer, sem dominar o tempo, e a pessoa reencontra espaço para estudos, trabalho, sono e relações.
Quanto custa uma sessão de terapia para vício em games na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: você paga apenas pelas sessões que fizer. Isso torna o cuidado com o vício em games mais acessível.
Como encontro um psicólogo para vício em games na PsyMeet?
Basta escolher um psicólogo especializado no tema na lista desta página (use os filtros no topo para refinar a busca), agendar um horário e fazer a sessão online pelo celular ou computador. Se tiver dúvida sobre qual profissional buscar, você pode entender melhor as diferenças entre psicólogo e psiquiatra. A PsyMeet tem nota 4,9 de 5, com mais de 1.700 avaliações no Google, e atende cerca de meio milhão de pacientes por mês, com psicólogos verificados junto ao Conselho Regional de Psicologia.