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Acredito que a terapia é uma jornada de autoconhecimento e transformação, e estou aqui para te acompanhar nesse processo com profissionalismo, empatia e cuidado. Meu objetivo é te ajudar a: Compreender melhor seus pensamentos, sentimentos ...
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Psicólogo
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Olá, sou Luan Coimbra, psicólogo clínico, e trabalho com a Terapia Cognitivo-Comportamental(TCC). Ao longo da minha prática, auxilio pessoas que enfrentam ansiedade, depressão, TDAH, transtornos de personalidade (como borderline), crises e...
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Olá, estou feliz por ter se dado a oportunidade de procurar uma ajuda profissional. Meu nome é Graziele e atualmente trabalho em clínica e na área social, o que me proporciona estar em contato com pessoas de todas as idades e experiências ...
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Psicóloga
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Sou uma psicóloga dedicada e apaixonada pela abordagem sistêmica, que busca compreender as complexas dinâmicas interacionais que influenciam o bem-estar psicológico das pessoas. Estou comprometida em ajudar indivíduos, casais e famílias a...
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Sou formada pela Universidade de Marília (UNIMAR), atuo pela abordagem Cognitivo-Comportamental e sou apaixonada pela área clínica 🤍
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Como funciona a terapia para borderline na adolescência
A terapia para borderline na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Em vez de rotular o adolescente, ela ajuda a lidar com a instabilidade emocional, o medo de abandono e as relações intensas, ensinando habilidades concretas para atravessar as emoções sem se machucar.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Regular emoções intensas: ensinar o adolescente a reconhecer e a acalmar as emoções fortes antes que elas virem impulso ou crise.
- Reduzir a impulsividade: desenvolver alternativas para lidar com a raiva, o vazio e a vontade de agir por impulso ou de se machucar.
- Cuidar das relações: trabalhar o medo de abandono e os conflitos, ajudando o jovem a construir vínculos mais estáveis.
- Fortalecer a autoimagem: apoiar o adolescente a se conhecer melhor e a lidar com a autoimagem instável e a autocrítica.
Quando procurar terapia para borderline na adolescência
Emoções intensas e mudanças de humor fazem parte da adolescência, e nem toda instabilidade indica borderline. Vale procurar avaliação e terapia quando a instabilidade emocional é intensa, constante e passa a atrapalhar a rotina, os estudos e as relações do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Instabilidade emocional intensa: emoções fortes que mudam rápido ao longo do dia, com dificuldade de voltar ao equilíbrio.
- Medo de abandono: pavor de ser deixado, reações intensas diante de brigas ou afastamentos e relações que oscilam entre o oito e o oitenta.
- Impulsividade e riscos: atitudes impulsivas, autolesão ou comportamentos de risco como forma de aliviar o sofrimento.
- Sensação de vazio: queixa frequente de tédio, vazio ou de não saber quem é, com autoimagem instável.
- Conflitos frequentes: brigas intensas com a família e os amigos, com dificuldade de manter vínculos e a rotina.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acolher o jovem sem alimentar conflitos e apoiá-lo entre as sessões.
Como fazer terapia para borderline na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para borderline na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato prático para manter a constância que o tratamento pede. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para borderline na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para borderline na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Comportamental Dialética (DBT): abordagem de referência para o borderline, ensina o adolescente a regular emoções, tolerar o sofrimento e melhorar as relações com habilidades práticas.
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda o jovem a identificar e a reformular os pensamentos e comportamentos ligados à instabilidade emocional e à impulsividade.
- Terapia focada em esquemas: trabalha padrões emocionais mais antigos que sustentam o medo de abandono e a autoimagem instável do adolescente.
- Mentalização e regulação emocional: ajuda o jovem a compreender os próprios estados internos e os dos outros, reduzindo a reatividade nas relações.
Perguntas frequentes sobre terapia para borderline na adolescência
Como funciona a terapia para borderline na adolescência?
A terapia para borderline na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente com foco em habilidades práticas. Nelas, o profissional ajuda o adolescente a regular as emoções intensas, a reduzir a impulsividade e a lidar com o medo de abandono e os conflitos, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para borderline na adolescência?
Sim. A psicoterapia é o tratamento central para o transtorno de personalidade borderline, com forte respaldo científico, especialmente abordagens como a Terapia Comportamental Dialética (DBT). Ao ensinar o adolescente a regular emoções e a lidar com as relações, ela costuma reduzir o sofrimento e a impulsividade ao longo do tempo. O ritmo varia conforme o caso e o envolvimento do jovem.
Quanto custa uma sessão de terapia para borderline na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se é a intensidade normal da adolescência ou borderline?
Emoções intensas e mudanças de humor são esperadas na adolescência. O sinal de alerta é quando a instabilidade emocional é constante, envolve medo intenso de abandono, impulsividade ou autolesão e atrapalha os estudos, as amizades e o bem-estar do jovem. O diagnóstico é feito por um profissional de saúde mental. Na dúvida, uma primeira conversa com um psicólogo já orienta a família.
O que é a DBT e por que ela é indicada para borderline?
A DBT, ou Terapia Comportamental Dialética, é a abordagem de referência para o borderline. Ela une acolhimento e treino de habilidades práticas em quatro áreas: regulação emocional, tolerância ao sofrimento, atenção plena e relações. Para o adolescente, isso significa aprender a atravessar as emoções intensas sem se machucar e a construir vínculos mais estáveis, no seu próprio ritmo.
Quanto tempo dura a terapia para borderline na adolescência?
Não existe um prazo fixo. Como o borderline envolve padrões emocionais mais profundos, o acompanhamento costuma ser mais longo e contínuo. A duração depende da intensidade dos sintomas, do momento do adolescente e dos objetivos combinados com o psicólogo. O ritmo é sempre definido em conjunto, com foco em construir estabilidade aos poucos.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações sobre como apoiar sem alimentar conflitos. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para falar sobre o que sente.
A terapia online para borderline funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano, e ele facilita manter a constância que o tratamento pede. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a comodidade e a flexibilidade de horários.
Meu filho adolescente se machucou ou falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. A instabilidade emocional do borderline pode gerar grande sofrimento e impulsos de autolesão, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.