Laudiceia de Souza Ramaldes Leal
Psicóloga
CRP: 16/09773
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Crianças, Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou psicóloga, com atuação clínica em atendimentos presenciais e online, voltados para crianças, adolescentes e adultos. Possuo pós-graduação em Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e pós-graduação em Terapia Cognitivo-Comportamental (...
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Telefone: (27) 99524-1681
Mayse Vital De Oliveira Campos
Psicóloga
CRP: 17/8231
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Psicologia Clínica, Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, sou Mayse Vital, psicóloga recém-formada e apaixonada por ajudar as pessoas a alcançarem seu bem-estar emocional. Estou aqui para oferecer um espaço seguro e acolhedor para você explorar seus sentimentos e desafios. Vamos trabalhar...
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Telefone: (84) 98801-4339
Psicóloga
CRP: 01/30989
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Meu nome é Elyne, sou formada em psicologia com abordagem centrada na pessoa. Como a abordagem funciona? A abordagem centrada na pessoa acredita que o indivíduo tem capacidade de enfrentar seus desafios e obstáculos, por meio dela se tem u...
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Telefone: (61) 98487-0512
Psicóloga
CRP: 04/4267
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Formação em Psicologia Clínica, com ênfase Psicanalitica, pelo Centro Universitário Newton Paiva, Belo Horizonte, Minas Gerais, em 1983. Inscrita no CRP 04/4267 desde maio/1984. Concursada efetiva como Psicóloga, em março/1987, pela Secreta...
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Telefone: (31) 99796-6510
Psicóloga
CRP: 01/25946
Abordagem: Psicologia Clínica
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Meu nome é Jully de Souza Elói, sou psicóloga formada pelo Centro Universitário Iesb,sou psicóloga clínica com abordagem em analíse do comportamento, meu público alvo é adolescentes, adultos e idosos com tratamento em diversas demandas. M...
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Telefone: (61) 98193-8560
Etelvina Daysire dos Santos Rosa
Psicóloga
CRP: 12/34236
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
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Olá! Seja Bem Vindo ✨ -Sou Psicóloga clínica com ênfase na abordagem Cognitiva Comportamental. -Trabalhei por 2 anos e meio em uma clínica de convenio. -Sou formada a mais de 10 anos e atuo na área a mais de 5 anos. -Formada desde Dezembr...
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Psicólogo
CRP: 03/20294
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sobre mim:
Sou psicólogo, formado desde 2019, com atuação clínica e hospitalar, o que me permite compreender o sofrimento humano em diferentes contextos e fases da vida. Tenho pós-graduação em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atuo no acompanha...
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Telefone: (71) 98515-2053
Psicóloga
CRP: 22/01414
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
✨Se você chegou até aqui, é provável que esteja enfrentando algum tipo de sofrimento emocional. Tem sentido uma ansiedade ou tristeza constante? Medos que parecem sem controle? Ou talvez se sinta perdido diante de uma realidade que escapa d...
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Psicólogo
CRP: 02/29374
Abordagem: Fenomenológica-existencial, Daseinsanalyse, Psicologia Oncológica, ...
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
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Na sua busca por alívio e compreensão, você merece mais do que um simples consolo; você merece um caminho para a mudança e o crescimento. Minha missão é guiá-lo(a) através da psicoterapia para construir esses novos caminhos, transformando s...
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Psicólogo
CRP: 05/74152
Abordagem: Psicanálise
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Me chamo Rafael Goldemberg, sou psicólogo e uso a técnica da psicanálise. Para mim a psicanálise é uma ferramenta com a qual sem a presença humana, não há funcionalidade. Somos imperfeitos num mundo que exige a perfeição, no entanto a anál...
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Como funciona a terapia para borderline na adolescência
A terapia para borderline na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Em vez de rotular o adolescente, ela ajuda a lidar com a instabilidade emocional, o medo de abandono e as relações intensas, ensinando habilidades concretas para atravessar as emoções sem se machucar.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Regular emoções intensas: ensinar o adolescente a reconhecer e a acalmar as emoções fortes antes que elas virem impulso ou crise.
- Reduzir a impulsividade: desenvolver alternativas para lidar com a raiva, o vazio e a vontade de agir por impulso ou de se machucar.
- Cuidar das relações: trabalhar o medo de abandono e os conflitos, ajudando o jovem a construir vínculos mais estáveis.
- Fortalecer a autoimagem: apoiar o adolescente a se conhecer melhor e a lidar com a autoimagem instável e a autocrítica.
Quando procurar terapia para borderline na adolescência
Emoções intensas e mudanças de humor fazem parte da adolescência, e nem toda instabilidade indica borderline. Vale procurar avaliação e terapia quando a instabilidade emocional é intensa, constante e passa a atrapalhar a rotina, os estudos e as relações do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Instabilidade emocional intensa: emoções fortes que mudam rápido ao longo do dia, com dificuldade de voltar ao equilíbrio.
- Medo de abandono: pavor de ser deixado, reações intensas diante de brigas ou afastamentos e relações que oscilam entre o oito e o oitenta.
- Impulsividade e riscos: atitudes impulsivas, autolesão ou comportamentos de risco como forma de aliviar o sofrimento.
- Sensação de vazio: queixa frequente de tédio, vazio ou de não saber quem é, com autoimagem instável.
- Conflitos frequentes: brigas intensas com a família e os amigos, com dificuldade de manter vínculos e a rotina.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acolher o jovem sem alimentar conflitos e apoiá-lo entre as sessões.
Como fazer terapia para borderline na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para borderline na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato prático para manter a constância que o tratamento pede. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para borderline na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para borderline na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Comportamental Dialética (DBT): abordagem de referência para o borderline, ensina o adolescente a regular emoções, tolerar o sofrimento e melhorar as relações com habilidades práticas.
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda o jovem a identificar e a reformular os pensamentos e comportamentos ligados à instabilidade emocional e à impulsividade.
- Terapia focada em esquemas: trabalha padrões emocionais mais antigos que sustentam o medo de abandono e a autoimagem instável do adolescente.
- Mentalização e regulação emocional: ajuda o jovem a compreender os próprios estados internos e os dos outros, reduzindo a reatividade nas relações.
Perguntas frequentes sobre terapia para borderline na adolescência
Como funciona a terapia para borderline na adolescência?
A terapia para borderline na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente com foco em habilidades práticas. Nelas, o profissional ajuda o adolescente a regular as emoções intensas, a reduzir a impulsividade e a lidar com o medo de abandono e os conflitos, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para borderline na adolescência?
Sim. A psicoterapia é o tratamento central para o transtorno de personalidade borderline, com forte respaldo científico, especialmente abordagens como a Terapia Comportamental Dialética (DBT). Ao ensinar o adolescente a regular emoções e a lidar com as relações, ela costuma reduzir o sofrimento e a impulsividade ao longo do tempo. O ritmo varia conforme o caso e o envolvimento do jovem.
Quanto custa uma sessão de terapia para borderline na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se é a intensidade normal da adolescência ou borderline?
Emoções intensas e mudanças de humor são esperadas na adolescência. O sinal de alerta é quando a instabilidade emocional é constante, envolve medo intenso de abandono, impulsividade ou autolesão e atrapalha os estudos, as amizades e o bem-estar do jovem. O diagnóstico é feito por um profissional de saúde mental. Na dúvida, uma primeira conversa com um psicólogo já orienta a família.
O que é a DBT e por que ela é indicada para borderline?
A DBT, ou Terapia Comportamental Dialética, é a abordagem de referência para o borderline. Ela une acolhimento e treino de habilidades práticas em quatro áreas: regulação emocional, tolerância ao sofrimento, atenção plena e relações. Para o adolescente, isso significa aprender a atravessar as emoções intensas sem se machucar e a construir vínculos mais estáveis, no seu próprio ritmo.
Quanto tempo dura a terapia para borderline na adolescência?
Não existe um prazo fixo. Como o borderline envolve padrões emocionais mais profundos, o acompanhamento costuma ser mais longo e contínuo. A duração depende da intensidade dos sintomas, do momento do adolescente e dos objetivos combinados com o psicólogo. O ritmo é sempre definido em conjunto, com foco em construir estabilidade aos poucos.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações sobre como apoiar sem alimentar conflitos. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para falar sobre o que sente.
A terapia online para borderline funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano, e ele facilita manter a constância que o tratamento pede. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a comodidade e a flexibilidade de horários.
Meu filho adolescente se machucou ou falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. A instabilidade emocional do borderline pode gerar grande sofrimento e impulsos de autolesão, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.