Psicólogo
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Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá! Seja bem-vindo(a)! Sou psicólogo clínico fundamentado na psicologia analítica junguiana, abordagem que considera os símbolos, os sonhos e a imaginação como expressões importantes da vida psíquica. Ao longo da minha trajetória, perceb...
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Psicólogo
CRP: 03/21859
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Eu sou um Profissional de psicologia que atende com a Abordagem TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL. Com ética e respeito a cada cliente.
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Lucas Henrique do Amorim Souza
Psicólogo
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Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou psicólogo clínico com orientação psicanalítica e pós-graduando em Psicanálise e Análise do Contemporâneo pela PUC/RS. Atendo adolescentes, adultos e idosos, oferecendo um espaço de escuta para quem deseja compreender melhor seus confli...
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Maria Tarciany Luz de Carvalho
Psicóloga
CRP: 17/5973
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Psicóloga clínica desde 2021, com atuação fundamentada na psicanálise. Realizo atendimentos a adolescentes, adultos e idosos, oferecendo um espaço de escuta ética e acolhedora, voltado ao cuidado do sofrimento psíquico, ansiedade e process...
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Mayara Virginia dos Santos Silva
Psicóloga
CRP: 02/32589
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sou psicóloga, com atuação fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Meu trabalho é voltado para o acolhimento e o cuidado em saúde mental em todas as fases da vida, da infância à vida adulta, respeitando as singularidades de ...
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Layza Gabriela Do Nascimento Leite
Psicóloga
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Olá! Meu nome é Layza Gabriela do Nascimento Leite, sou psicóloga formada pela FACHO e pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atuo com adolescentes e adultos, auxiliando no cuidado com a saúde mental e no desenvolvimento d...
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Abordagem: Psicanálise - Winnicott, Psicologia Clínica, Psicanálise
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Psicóloga
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Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
Adolescentes, Adultos
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Minha atuação como psicóloga clínica é fundamentada na Psicologia Junguiana, com um foco dedicado ao processo de individuação e ao fortalecimento da autonomia de adolescentes e adultos. Através de atendimentos individuais, minha prática b...
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Como funciona a terapia para conflitos familiares na adolescência
A terapia para conflitos familiares na adolescência é um processo de conversa com um psicólogo que olha tanto para o jovem quanto para as relações dentro de casa. Em vez de buscar um culpado, ela ajuda a entender o que alimenta as brigas: a dificuldade de comunicação, o choque entre a autonomia do adolescente e as regras da casa e as expectativas de cada lado.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Melhorar a comunicação: ajudar pais e adolescente a falar e a ouvir sem que a conversa vire briga.
- Equilibrar autonomia e limites: encontrar um meio-termo entre a liberdade que o jovem busca e as regras necessárias em casa.
- Entender cada lado: dar espaço para o adolescente e os pais expressarem o que sentem e o que esperam um do outro.
- Reconstruir o vínculo: resgatar a confiança e o respeito na relação, reduzindo o clima de tensão constante.
Quando procurar terapia para conflitos familiares na adolescência
Atritos entre pais e filhos fazem parte da adolescência, quando o jovem busca mais autonomia. Vale procurar terapia quando os conflitos se tornam frequentes, intensos e passam a afetar o clima de casa, a convivência e o bem-estar de todos. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Brigas constantes: discussões diárias com os pais ou com irmãos que terminam em gritos, portas batendo ou silêncio.
- Comunicação rompida: o adolescente e os pais quase não conversam, ou toda conversa acaba virando conflito.
- Choque por limites e regras: atritos frequentes sobre horários, estudos, uso do celular e liberdade.
- Afastamento do jovem: o adolescente se isola no quarto, evita a família e não fala sobre o que sente.
- Clima de tensão em casa: convívio marcado por irritação, mágoas acumuladas e falta de diálogo.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para melhorar a comunicação em casa e lidar com os conflitos sem escalar as brigas entre as sessões.
Como fazer terapia para conflitos familiares na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para conflitos familiares na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Em alguns momentos, os pais podem participar para trabalhar a relação em conjunto. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina da família, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para conflitos familiares na adolescência
Não existe uma única forma de trabalhar os conflitos familiares na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem e a família, a abordagem que melhor combina com o momento de cada um. Entre as mais usadas estão:
- Terapia familiar sistêmica: olha para a família como um todo e trabalha os padrões de comunicação que geram os conflitos.
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda o adolescente a lidar com os pensamentos e as reações que intensificam as brigas em casa.
- Psicoterapia individual do adolescente: oferece um espaço próprio para o jovem entender o seu papel nos conflitos e ganhar autonomia.
- Orientação de pais: apoia os responsáveis a estabelecer limites com diálogo e a acolher a fase do adolescente.
Perguntas frequentes sobre terapia para conflitos familiares na adolescência
Como funciona a terapia para conflitos familiares na adolescência?
A terapia para conflitos familiares acontece em sessões de conversa com um psicólogo, que pode atender o adolescente sozinho e, em alguns momentos, incluir os pais. O objetivo é melhorar a comunicação, equilibrar autonomia e limites e reduzir as brigas em casa, sempre respeitando o espaço do jovem. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para conflitos entre pais e filhos adolescentes?
Sim. A psicoterapia é eficaz para reduzir conflitos familiares, porque trabalha a forma como a família se comunica e lida com as diferenças. Ao dar voz ao adolescente e orientar os pais, ela costuma melhorar o clima de casa e reconstruir o vínculo. O ritmo varia conforme o caso e o envolvimento de todos.
Quanto custa uma sessão de terapia para conflitos familiares na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se os conflitos com meu filho adolescente são normais ou precisam de terapia?
Certo grau de atrito é esperado quando o adolescente busca autonomia. O sinal de alerta é quando os conflitos são constantes, intensos e afetam o clima de casa, a convivência e o bem-estar de todos. Nesses casos, a terapia ajuda a família a se comunicar melhor antes que as mágoas se acumulem. Na dúvida, uma conversa com um psicólogo já orienta.
A terapia para conflitos familiares atende o adolescente ou os pais?
Pode atender os dois. Muitas vezes o psicólogo acompanha o adolescente individualmente e inclui os pais em alguns momentos para trabalhar a comunicação e os limites em conjunto. O formato é definido conforme a necessidade da família, sempre preservando o espaço próprio do jovem para falar.
Quanto tempo dura a terapia para conflitos familiares na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade dos conflitos, do envolvimento da família e dos objetivos combinados com o psicólogo. Algumas famílias percebem melhora em poucos meses, enquanto outras se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar as mudanças. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. Esse espaço próprio é essencial para que o adolescente confie no processo.
Os pais participam das sessões nos conflitos familiares?
Sim, com frequência. Nos conflitos familiares, é comum que os pais participem de alguns encontros para trabalhar a comunicação e os limites junto com o adolescente. Ainda assim, o jovem mantém o seu espaço próprio de fala, com sigilo preservado, o que é essencial para que ele confie no processo e se sinta ouvido.
A terapia online funciona bem para conflitos familiares na adolescência?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano, e as sessões podem reunir os pais quando necessário. Com um ambiente reservado, a videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários.
Durante os conflitos, meu filho adolescente falou em se machucar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. Conflitos intensos podem gerar grande sofrimento, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.