Psicóloga
CRP: 05/33695
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Me chamo Gabriela, sou formada em Psicologia, e utilizo a minha profissão sendo uma facilitadora no processo de autoconhecimento, consciência, experiência e contato dos meus clientes com os seus sentimentos. Atendimento somente de mulheres...
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Telefone: (21) 98804-4204
Mateus Henrique Firmino Cardoso
Psicólogo
CRP: 06/185338
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, sou Mateus Firmino, psicólogo em São Paulo há três anos, apaixonado por música e cinema. Meu objetivo é acolher e ajudar pessoas que vivem momentos de ansiedade, angústia ou frustração no dia a dia. Acredito que a terapia é um espaço ...
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Telefone: (11) 99176-2116
Psicóloga
CRP: 04/15727
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Formação de base psicanalítica desde 1998. Atuante nas causas da mulher e de gênero, com ênfase na violência doméstica e seus desdobramentos.
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Telefone: (32) 99102-6808
Thalita Oliveira Maciel da Silva
Psicóloga
CRP: 06/190015
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou Thalita, psicóloga. Atuo com a abordagem da Terapia Cognitiva Comportamental - TCC. A abordagem se concentra no entendimento de pensamentos negativos e a flexibilização das crenças disfuncionais que ocasionam o sofrimento. Tenho atuado ...
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Telefone: (11) 98139-6763
Fernando Malato de Figueiredo Neto
Psicólogo
CRP: 10/05711
Abordagem: Psicanálise - Freud
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, me chamo Fernando Malato. Atendo pelo viés da psicanálise, possuo uma pós graduação em psicologia clínica para dar suporte teórico em meus atendimentos. Aos interessados, favor entrar em contato para agendar seu atendimento!
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Telefone: (91) 98756-0247
Luiz Rafael do Nascimento Franklin
Psicólogo
CRP: 05/72320
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, me chamo Rafael Franklin e sou Psicólogo formado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Atualmente atuo como Psicólogo Clínico, realizando atendimentos online e também presenciais no centro do RJ. Compreendo a psicoterapia ...
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Telefone: (21) 99850-4083
Psicólogo
CRP: 06/199179
Abordagem: Humanista, Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Eu sou o Julio, tenho 26 anos, sou graduado pelo Centro Universitário de Jaguariúna (UNIFAJ), no interior de São Paulo. Meus atendimentos são realizados através da Abordagem Centrada na Pessoa, vertente da Psicologia Humanista e o público...
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Psicólogo
CRP: 06/199773
Abordagem: Humanista, Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, seja bem vindo ao meu perfil! Sou Vitor Hugo Brancão, graduado em psicologia de orientação Fenomenológica-Existencial. Durante minha formação, realizei projetos de pesquisa voltados ao existencialismo, psicologia clínica, psicologia m...
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Telefone: (14) 99653-1421
Psicólogo
CRP: 05/66085
Abordagem: Psicanálise, Psicanálise - Freud, Psicanálise - Lacan
Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou Psicólogo Clínico graudado na UFF e especialista em Saúde Mental no IPUB/UFRJ. Orientado pela Psicanálise e atendo crianças, adolescentes, adultos e idosos.
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Psicólogo
CRP: 12/18737
Abordagem: Psicanálise, Psicologia Clínica
Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, me chamo Arnaldo Rasche Jr. e sou Psicólogo Clínico graduado pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC) e mestre em Psicanálise pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atuo através da abordagem Psicanalítica ...
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Como funciona a terapia para frustração na adolescência
A terapia para frustração na adolescência é um processo de conversa com um psicólogo que ajuda o jovem a lidar melhor com o não, com os erros e com as situações que não saem como ele esperava. Em vez de apenas conter as explosões, ela trabalha a raiz: a baixa tolerância à frustração, a impulsividade e a dificuldade de esperar ou de aceitar limites.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Reconhecer o que dispara a raiva: identificar as situações e os pensamentos que fazem a frustração virar explosão ou desânimo no adolescente.
- Nomear e regular a emoção: ajudar o jovem a perceber a frustração chegando e a acalmar o corpo antes de reagir no impulso.
- Tolerar o não e a espera: treinar formas de lidar com limites, negativas e demoras sem que tudo vire um conflito.
- Construir resiliência: aprender a encarar erros e derrotas como parte do processo, sem se paralisar nem se cobrar demais.
Quando procurar terapia para frustração na adolescência
Ficar frustrado faz parte de crescer, e nem toda irritação precisa de tratamento. Vale procurar terapia quando a frustração vira explosões frequentes, sofrimento ou conflito constante em casa e na escola. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Explosões desproporcionais: reações intensas de raiva, choro ou agressividade diante de contrariedades pequenas.
- Dificuldade de aceitar o não: brigas e crises sempre que o adolescente ouve uma negativa ou precisa esperar por algo.
- Baixa tolerância ao erro: desistir de tarefas ao primeiro obstáculo ou se cobrar demais por qualquer falha.
- Impulsividade: agir sem pensar nas consequências quando algo não sai como o jovem queria.
- Conflitos constantes: atritos frequentes com pais, professores e amigos por causa de frustrações do dia a dia.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para colocar limites com firmeza e afeto, sem alimentar as explosões nem ceder a toda frustração do jovem.
Como fazer terapia para frustração na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para frustração na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato com o qual os adolescentes costumam se sentir à vontade. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para frustração na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para frustração na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda o adolescente a identificar os pensamentos rígidos por trás da frustração e a trocar a reação impulsiva por respostas mais flexíveis.
- Mindfulness e regulação emocional: ensina o jovem a perceber a raiva surgindo e a acalmar o corpo antes de agir no impulso.
- Terapia de aceitação e compromisso (ACT): trabalha a aceitação do desconforto que a frustração traz e ajuda o adolescente a agir de acordo com o que é importante para ele.
- Abordagem psicodinâmica: investiga a história e os vínculos do jovem para entender de onde vêm a intolerância ao limite e a dificuldade de lidar com o não.
Perguntas frequentes sobre terapia para frustração na adolescência
Como funciona a terapia para frustração na adolescência?
A terapia para frustração na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional entende o que dispara as explosões, ajuda o adolescente a nomear a raiva e ensina formas de tolerar o não, os limites e os erros sem reagir no impulso, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para a baixa tolerância à frustração?
Sim. A psicoterapia é eficaz para ajudar o adolescente a regular as emoções e a lidar melhor com contrariedades. Ao treinar a tolerância ao não e a resposta ao erro, ela reduz as explosões e fortalece a resiliência do jovem. O ritmo varia conforme o caso e o envolvimento do adolescente no processo.
Quanto custa uma sessão de terapia para frustração na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se a frustração do meu filho adolescente é normal ou precisa de terapia?
Sentir frustração é esperado na adolescência. O sinal de alerta é quando ela vira explosões frequentes, agressividade ou sofrimento que atrapalha a convivência, os estudos e as amizades. Nesses casos, a terapia ajuda o adolescente a lidar melhor com limites e derrotas. Na dúvida, uma primeira conversa com um psicólogo já orienta a família.
Adolescente com baixa tolerância à frustração precisa tomar remédio?
Na maioria dos casos, a terapia é o cuidado de primeira escolha e costuma ser suficiente para trabalhar a frustração na adolescência. O remédio, quando necessário, é avaliado por um médico de psiquiatria e reservado a quadros em que há outros sintomas associados. A decisão é sempre individual e conversada com o jovem e a família.
Quanto tempo dura a terapia para frustração na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade das reações, do momento do adolescente e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens evoluem em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar as mudanças. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações sobre como colocar limites com firmeza e afeto. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e consiga falar sobre o que o frustra.
A terapia online para frustração funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários para a rotina de estudos.
Meu filho adolescente falou em se machucar depois de uma explosão de raiva. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. A frustração intensa pode gerar grande sofrimento, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.