Lucas Maciel Spinelli Da Silva
Psicólogo
CRP: 02/30727
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou Lucas, Psicólogo clínico, especialista em Terapia cognitivo comportamental, sou sócio ado pela psicologia em sua essência e ajudar as pessoas através dela. Acredito que cada pessoa carrega uma história única, cheia de desafios, aprend...
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Telefone: (81) 99432-8732
Marcella De Oliveira Abreu Balbino
Psicóloga
CRP: 04/86528
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo, Neuropsicologia
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá! Sou Marcella Balbino, psicóloga clínica (CRP 04/86528), com formação em Psicologia e pós-graduação em Neuropsicologia e ABA. Realizo atendimentos psicológicos online para adolescentes e adultos, oferecendo um espaço de acolhimento, es...
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Telefone: (38) 99831-3326
Psicólogo
CRP: 03/35384
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicólogo, com trajetória construída a partir do diálogo entre a Psicologia, a Saúde Coletiva e as políticas públicas. Desde a graduação, busquei experiências que ampliassem minha compreensão sobre o cuidado em diferentes contextos, atu...
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Telefone: (87) 98821-6790
Isabelly Cristinny De Araújo Freitas
Psicóloga
CRP: 02/32805
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, meu nome é Isabelly, sou psicóloga com abordagem na psicanálise. Acredito que cada pessoa possui uma história única e, por isso, ofereço um espaço de escuta e acolhimento para que você possa compreender melhor suas questões, sentimen...
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Telefone: (81) 99594-7126
Psicóloga
CRP: 16/12713
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá! Sou Beatriz Santos Antunes, psicóloga, e realizo atendimentos para adolescentes, adultos e idosos. Meu trabalho é baseado na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), buscando compreender cada pessoa de forma individualizada e acolhedor...
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Psicóloga
CRP: 06/231433
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Psicologia Clínica, Neuropsicologia
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá, meu nome é Daphne, é um prazer receber você por aqui. Sou psicóloga clínica formada pela Universidade Paulista (UNIP) e, atualmente, curso duas pós‑graduações: Neuropsicologia e Gestão de Pessoas e Recursos Humanos, já planejando uma ...
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Psicólogo
CRP: 06/231581
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou formado em psicologia clínica, atuando pela Terapia Cognitivo Comportamental, ao qual realizo atendimentos online voltados para adolescentes e adultos. Minha forma de trabalhar é no enfoque ao conforto do paciente, na qual ele se sint...
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Psicóloga
CRP: 07/46189
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga e tenho experiência no atendimento de adultos adolescentes e idosos, acompanhando diferentes demandas emocionais e questões que podem surgir ao longo da vida. Meu trabalho é orientado pela psicanálise, buscando compreender não...
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Psicóloga
CRP: 06/160694
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos, Crianças, Idosos
Sobre mim:
Olá! Sou Alaide Lima da Silva, psicóloga desde de 2020, atuo com base na aborgadem Análise do Comportamento. Realizo atendimento online oferecendo um espaço de acolhimento, escuta e cuidado com a saúde mental. Trabalharemos em conjunto para...
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Psicóloga
CRP: 06/93960
Abordagem: Psicologia Clínica, Psicoterapia Breve, Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, Sou Gláucia Gonçalves, Psicóloga formada em 2008, pós-graduanda em Psicologia Clínica. Iniciei minha jornada como psicóloga hospitalar atuando na área pública e privada e como psicóloga Clínica venho atendendo na abordagem Psicanalític...
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Telefone: (11) 96168-8051
Como funciona a terapia para frustração na adolescência
A terapia para frustração na adolescência é um processo de conversa com um psicólogo que ajuda o jovem a lidar melhor com o não, com os erros e com as situações que não saem como ele esperava. Em vez de apenas conter as explosões, ela trabalha a raiz: a baixa tolerância à frustração, a impulsividade e a dificuldade de esperar ou de aceitar limites.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Reconhecer o que dispara a raiva: identificar as situações e os pensamentos que fazem a frustração virar explosão ou desânimo no adolescente.
- Nomear e regular a emoção: ajudar o jovem a perceber a frustração chegando e a acalmar o corpo antes de reagir no impulso.
- Tolerar o não e a espera: treinar formas de lidar com limites, negativas e demoras sem que tudo vire um conflito.
- Construir resiliência: aprender a encarar erros e derrotas como parte do processo, sem se paralisar nem se cobrar demais.
Quando procurar terapia para frustração na adolescência
Ficar frustrado faz parte de crescer, e nem toda irritação precisa de tratamento. Vale procurar terapia quando a frustração vira explosões frequentes, sofrimento ou conflito constante em casa e na escola. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Explosões desproporcionais: reações intensas de raiva, choro ou agressividade diante de contrariedades pequenas.
- Dificuldade de aceitar o não: brigas e crises sempre que o adolescente ouve uma negativa ou precisa esperar por algo.
- Baixa tolerância ao erro: desistir de tarefas ao primeiro obstáculo ou se cobrar demais por qualquer falha.
- Impulsividade: agir sem pensar nas consequências quando algo não sai como o jovem queria.
- Conflitos constantes: atritos frequentes com pais, professores e amigos por causa de frustrações do dia a dia.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para colocar limites com firmeza e afeto, sem alimentar as explosões nem ceder a toda frustração do jovem.
Como fazer terapia para frustração na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para frustração na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato com o qual os adolescentes costumam se sentir à vontade. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para frustração na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para frustração na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda o adolescente a identificar os pensamentos rígidos por trás da frustração e a trocar a reação impulsiva por respostas mais flexíveis.
- Mindfulness e regulação emocional: ensina o jovem a perceber a raiva surgindo e a acalmar o corpo antes de agir no impulso.
- Terapia de aceitação e compromisso (ACT): trabalha a aceitação do desconforto que a frustração traz e ajuda o adolescente a agir de acordo com o que é importante para ele.
- Abordagem psicodinâmica: investiga a história e os vínculos do jovem para entender de onde vêm a intolerância ao limite e a dificuldade de lidar com o não.
Perguntas frequentes sobre terapia para frustração na adolescência
Como funciona a terapia para frustração na adolescência?
A terapia para frustração na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional entende o que dispara as explosões, ajuda o adolescente a nomear a raiva e ensina formas de tolerar o não, os limites e os erros sem reagir no impulso, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para a baixa tolerância à frustração?
Sim. A psicoterapia é eficaz para ajudar o adolescente a regular as emoções e a lidar melhor com contrariedades. Ao treinar a tolerância ao não e a resposta ao erro, ela reduz as explosões e fortalece a resiliência do jovem. O ritmo varia conforme o caso e o envolvimento do adolescente no processo.
Quanto custa uma sessão de terapia para frustração na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se a frustração do meu filho adolescente é normal ou precisa de terapia?
Sentir frustração é esperado na adolescência. O sinal de alerta é quando ela vira explosões frequentes, agressividade ou sofrimento que atrapalha a convivência, os estudos e as amizades. Nesses casos, a terapia ajuda o adolescente a lidar melhor com limites e derrotas. Na dúvida, uma primeira conversa com um psicólogo já orienta a família.
Adolescente com baixa tolerância à frustração precisa tomar remédio?
Na maioria dos casos, a terapia é o cuidado de primeira escolha e costuma ser suficiente para trabalhar a frustração na adolescência. O remédio, quando necessário, é avaliado por um médico de psiquiatria e reservado a quadros em que há outros sintomas associados. A decisão é sempre individual e conversada com o jovem e a família.
Quanto tempo dura a terapia para frustração na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade das reações, do momento do adolescente e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens evoluem em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar as mudanças. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações sobre como colocar limites com firmeza e afeto. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e consiga falar sobre o que o frustra.
A terapia online para frustração funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários para a rotina de estudos.
Meu filho adolescente falou em se machucar depois de uma explosão de raiva. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. A frustração intensa pode gerar grande sofrimento, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.