Psicólogo
CRP: 06/213900
Abordagem: Psicanálise, Psicanálise - Freud, Psicologia Clínica, ...
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá! Eu sou o Gustavo Gonçalves Sou psicólogo, com orientação pela Psicanálise e pela Psicodinâmica, e acredito em uma clínica construída, antes de tudo, a partir da escuta, do vínculo e da humanidade. Nem todo sofrimento tem nome. Às vez...
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CRP: 08/46307
Abordagem: Humanista, Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Sou nordestino e para mim, ser psicólogo, é sobre encontros com o sujeito real, porém ignorado. Sobre o atendimento: abordagem centrada na pessoa (ACP). Focando no aqui e agora, com um atendimento humanizado, um local seguro para a fala e ...
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Ana Caroline Ongaratto De Oliveira
Psicóloga
CRP: 07/37454
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou psicóloga clínica, com experiência no atendimento de adolescentes, adultos e pessoas idosas. Estou aberta a construir um espaço de psicoterapia seguro, com uma escuta comprometida e ética.
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Psicóloga
CRP: 06/218873
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
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Olá! Me chamo Regiane, sou formada pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e atualmente sou mestranda pela mesma universidade. Me dedico à pesquisa sobre a constituição psíquica do sujeito negro e suas articulações com o racismo,...
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Psicóloga
CRP: 07/45928
Abordagem: Terapia Sistêmica
Adolescentes, Adultos
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Atuo como psicóloga com base na abordagem sistêmica, compreendendo o indivíduo dentro dos contextos familiares, sociais e culturais que influenciam sua forma de pensar, sentir e agir. Meu objetivo é promover mudanças práticas e sustentáve...
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Gabriel Ruan Rodrigues De Andrade
Psicólogo
CRP: 11/23347
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Prazer, sou Gabriel! 🔅 Psicólogo clínico, especialista em Saúde Mental e Psicologia. Meu trajeto teve como início a Psicologia Social Crítica, estudando temas como raça, gênero, sexualidade e classe dentro de um olhar histórico, social e ...
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Psicóloga
CRP: 07/45309
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou psicóloga, pós-graduada em Psicanálise Clínica. Minha atuação clínica é orientada pela psicanálise e marcada pelo compromisso com uma escuta ética, acolhedora e atenta às singularidades de cada um. Ao longo da minha formação, desenvolv...
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Psicóloga
CRP: 06/230158
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos
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Olá, me chamo Bruna e sou psicóloga clínica. Realizo meus atendimentos a partir da psicanálise e atendo adolescentes e adultos. Entendo a terapia como um espaço de liberdade, onde você pode falar sobre aquilo que tem vivido e sentido, incl...
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Psicólogo
CRP: 03/36534
Abordagem: Humanista
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou Gustavo, psicólogo, e acredito que, antes de qualquer diagnóstico, demanda ou sofrimento, existe uma pessoa com uma história, sentimentos, desejos e possibilidades. Meu trabalho nasce da escuta e do encontro. Na psicoterapia, busco ofe...
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Psicóloga
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Abordagem: Fenomenológica-existencial
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Oi! Me chamo Michelle e trabalho com adolescentes e adultos. A Psicologia ocupa um lugar muito importante na minha vida, assim como o interesse pelas pessoas, pelas relações e pelas diferentes histórias que cada um carrega. Na terapia, gos...
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Como funciona a terapia afirmativa para identidade de gênero na adolescência
A terapia para identidade de gênero na adolescência é um espaço seguro e afirmativo, com um psicólogo, para o jovem explorar e compreender quem é, no seu próprio ritmo e sem julgamento. Ela não trata nem tenta mudar a identidade do adolescente: acolhe a sua experiência e ajuda a lidar com o sofrimento que o preconceito e a falta de acolhimento podem causar.
É importante ter clareza: identidade de gênero não é doença nem transtorno, e o Conselho Federal de Psicologia veda qualquer prática de conversão ou de tentar mudar a identidade de gênero de alguém. Na prática, a terapia afirmativa atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Acolher quem o jovem é: oferecer um espaço de escuta respeitosa para o adolescente falar sobre si sem medo de julgamento ou pressão.
- Explorar a identidade com apoio: apoiar o jovem a se autocompreender no seu próprio ritmo, sem direcionar nem apressar respostas.
- Lidar com o estresse de minoria: trabalhar os efeitos do preconceito, do bullying e da exclusão sobre a autoestima e o bem-estar do adolescente.
- Fortalecer a autoaceitação: construir um senso de valor que não dependa da aprovação alheia, mesmo em ambientes que ainda não acolhem.
Quando procurar terapia afirmativa para identidade de gênero na adolescência
Não é preciso estar em crise para buscar apoio. Vale procurar a terapia afirmativa sempre que o adolescente quiser um espaço de escuta, ou quando o preconceito e a falta de acolhimento começam a pesar. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Vontade de se entender melhor: o jovem quer explorar a própria identidade de gênero com apoio, sem cobrança por chegar a uma conclusão.
- Sofrimento com preconceito: bullying, piadas ou falta de aceitação na escola, em casa ou entre amigos afetam o humor e a autoestima.
- Ansiedade, tristeza ou isolamento: a falta de acolhimento gera angústia, retraimento ou queda no interesse pelas atividades do adolescente.
- Disforia de gênero: desconforto intenso com o corpo ou com a forma como as pessoas enxergam o jovem no dia a dia.
- Medo de falar em casa: o adolescente não se sente seguro para conversar sobre a própria identidade com a família.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acolher o jovem com respeito à sua identidade, mesmo enquanto ainda processam as próprias emoções.
Como fazer terapia para identidade de gênero na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para identidade de gênero na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. A discrição do formato pode ajudar o jovem que ainda não falou sobre a própria identidade em casa. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para identidade de gênero na adolescência
O cuidado com a identidade de gênero na adolescência parte sempre de uma postura afirmativa e respeitosa. Na lista desta página você encontra psicólogos com diferentes formações; estas são algumas das abordagens mais alinhadas a esse cuidado:
- Abordagem afirmativa de gênero: acolhe integralmente a identidade do adolescente, sem tentar modificá-la, e foca no bem-estar, na autoaceitação e na redução do sofrimento causado pelo preconceito.
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda o jovem a lidar com a ansiedade, a tristeza e os pensamentos negativos ligados ao preconceito, com estratégias de enfrentamento mais saudáveis.
- Abordagem centrada na pessoa (ACP): oferece escuta genuína e incondicional, em que o adolescente é o protagonista da própria descoberta, sem direcionamento.
- Abordagem psicodinâmica: explora a história e os vínculos do jovem, sem patologizar a identidade, ajudando a compreender como o ambiente influencia o modo como ele se vê.
Perguntas frequentes sobre terapia para identidade de gênero na adolescência
Como funciona a terapia para identidade de gênero na adolescência?
A terapia para identidade de gênero na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, em um espaço afirmativo e seguro em que o jovem explora quem é no seu próprio ritmo, com acolhimento e sem julgamento. Ela apoia a experiência do adolescente e ajuda a lidar com o preconceito e a disforia, nunca a mudar a identidade. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
O psicólogo vai tentar mudar a identidade de gênero do meu filho?
Não. Isso é antiético e o Conselho Federal de Psicologia veda qualquer prática de conversão ou de tentar mudar a identidade de gênero de alguém. O papel do psicólogo não é corrigir o adolescente, mas oferecer um espaço afirmativo de acolhimento. O trabalho foca em ajudar o jovem a lidar com o sofrimento causado pelo preconceito, a fortalecer a autoestima e a se compreender melhor.
Quanto custa uma sessão de terapia para identidade de gênero na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se meu filho adolescente precisa de terapia por questões de identidade de gênero?
O sinal de alerta não é a identidade em si, e sim o sofrimento que pode surgir com o preconceito, o bullying e a falta de acolhimento. Quando o adolescente demonstra angústia, tristeza, isolamento ou ansiedade nesse contexto, a terapia afirmativa ajuda a acolher esse sofrimento. Na dúvida, uma primeira conversa com um psicólogo já orienta a família sobre como apoiar o jovem.
A identidade de gênero do meu filho adolescente é uma fase que vai passar?
Não é papel do psicólogo responder a essa pergunta, e esse não é o foco do atendimento. O que importa é o bem-estar do adolescente agora: o sofrimento que ele sente é real e merece cuidado, independentemente de como a identidade se desenvolverá ao longo do tempo. A terapia afirmativa oferece suporte para o jovem se autoconhecer no seu próprio ritmo.
Quanto tempo dura a terapia para identidade de gênero na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende do momento do adolescente, do quanto o preconceito tem pesado e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens se sentem mais fortalecidos em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar a autoaceitação. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. Essa privacidade é essencial para que o adolescente se sinta seguro para falar sobre a própria identidade.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico e receber orientações sobre como acolher o jovem com respeito à sua identidade. O restante do atendimento é o espaço do adolescente, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que ele confie no processo e consiga falar sobre o que sente.
A terapia online para identidade de gênero funciona bem para adolescentes?
Sim. O formato online pode ser especialmente útil para o adolescente que ainda não se sentiu pronto para falar sobre a própria identidade em casa, oferecendo mais privacidade e discrição. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, e os jovens já estão familiarizados com esse formato.
Meu filho adolescente falou em se machucar por causa do preconceito. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. O preconceito e a falta de acolhimento podem gerar grande sofrimento, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.