Psicóloga
CRP: 06/201851
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Atendo adolescentes a partir dos 15 anos e adultos, e meu trabalho é baseado na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Gosto de fazer da terapia um espaço leve e acolhedor, onde você possa se sentir à vontade para ser quem é, sem julgamen...
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Telefone: (17) 99176-5875
Psicóloga
CRP: 04/73085
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sejam Bem Vindos(as) ! Meu nome é Emanuella Assis, sou psicóloga formada pela UEMG | unidade Divinópolis , com especialização na Abordagem Cognitivo Comportamental, técnica que se concentra na identificação e modificação de padrões de pensa...
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Telefone: (37) 99957-3948
Laisa Isabel Divino do Nascimento
Psicóloga
CRP: 04/63688
Abordagem: Fenomenológica-existencial, Análise Bioenergética
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
É um prazer receber você aqui. Me chamo Laísa, sou psicóloga clínica e me disponho a caminhar junto a você no cuidado consigo mesmo. Fico alegre em saber que você tenha decidido cuidar de sua saúde mental. Não estou aqui para julgar-te ...
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Telefone: (34) 99181-9104
Psicóloga
CRP: 03/29852
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, meu nome é Evelyn, sou psicóloga clínica e pós graduada em terapia cognitivo-comportamental de alta performance. Te ajudo a cuidar do seu bem-estar e saúde mental.
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Telefone: (77) 99929-1593
Psicóloga
CRP: 01/26930
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adultos, Adolescentes
Sobre mim:
Olá, me chamo Ana Luíza Motta Machado, sou psicóloga clínica, atuo na abordagem Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), Trabalho com orientação parental, ajudo nas dificuldades de relacionamentos, ansiedade, estresse, depressão e autoconhec...
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Telefone: (61) 98184-7586
Astrogilda Cerqueira Santos Dias
Psicóloga
CRP: 03/17894
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Meu propósito é trazer a psicologia de forma leve e autêntica, fazer você se sentir confortável te auxilar com seus desconfortos em um ambiente acolhedor e leve. Minha é abordagem terapia cognitiva comportamental. Posso te ajudar a lid...
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Telefone: (75) 99199-8215
Psicólogo
CRP: 06/204044
Abordagem: Psicanálise, Esquizoanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicólogo clínico e mestrando em psicologia clínica pela Unesp. Meu trabalho baseia-se na escuta do que te afeta. Do sofrimento à alegria, somos afetados de muitas maneiras pelo mundo e pelo outro. Dar espaço para que esses afetos sejam...
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Telefone: (14) 99821-4043
Karla Gabryella Soares da Silva
Psicóloga
CRP: 02/29734
Abordagem: Psicanálise, Psicanálise - Freud
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Meu nome é Karla Gabryella, sou psicóloga de abordagem psicanalítica e estou aqui para acompanhar você em sua jornada de autoconhecimento e transformação. Acredito que a terapia é um espaço de acolhimento, onde você pode ser quem realmente...
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Telefone: (81) 99462-4746
Psicóloga
CRP: 02/29216
Abordagem: Análise Bioenergética, Psicanálise - Freud, Psicanálise - Winnicott
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga clínica pós graduanda em análise bioenergética e desenvolvimento infantil. De acordo com o termos da plataforma, os atendimentos serão feitos de forma on-line. A duração dos atendimentos serão definidas de acordo com a escolha...
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Telefone: (81) 99707-5001
Gabriel Felipe Batista da Silva
Psicólogo
CRP: 18/8570
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou um psicólogo que tive experiência com base nos estágios que tive enquanto acadêmico. Utilizo da abordagem Terapia Cognitivo Comportamental e já trabalhei com psicoterapia breve, psico educação emocional, transtornos de personalidade e p...
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Telefone: (66) 99654-7098
Como funciona a terapia para raiva na adolescência
A terapia para raiva na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Em vez de apenas conter as explosões, ela ajuda o adolescente a entender o que está por trás da raiva: a frustração, o sentimento de injustiça e, muitas vezes, uma dor ou ansiedade que ainda não encontrou outra forma de sair.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Entender os gatilhos da raiva: identificar as situações, as cobranças e os pensamentos que acendem o pavio do adolescente antes da explosão.
- Reconhecer os sinais no corpo: perceber a tensão, o calor e a aceleração que antecedem a explosão, para agir antes de perder o controle.
- Controlar o impulso: aprender formas práticas de pausar, respirar e se afastar do estopim em vez de responder na hora com agressividade.
- Expressar a raiva de forma saudável: trabalhar maneiras de colocar em palavras a frustração e os limites, sem partir para brigas, gritos ou agressão.
Quando procurar terapia para raiva na adolescência
Momentos de irritação e contestação fazem parte da adolescência, e nem toda raiva precisa de tratamento. Vale procurar terapia quando a raiva é intensa, frequente e passa a prejudicar as relações, a escola e a convivência em casa. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Explosões frequentes: o jovem perde o controle por motivos pequenos, grita, bate portas ou quebra objetos com facilidade.
- Respostas agressivas: reações desproporcionais, xingamentos ou agressividade física em brigas com a família ou com colegas.
- Dificuldade de controlar o impulso: o adolescente age no calor do momento e só percebe o exagero depois que a raiva já passou.
- Conflitos constantes: brigas repetidas em casa, na escola ou com amigos que já afetam os vínculos do jovem.
- Irritabilidade e sofrimento: o adolescente vive de mau humor, se arrepende das explosões e demonstra angústia por trás da raiva.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para não entrar no ciclo de gritos, manter limites com firmeza e calma e ajudar o jovem a se acalmar entre as sessões.
Como fazer terapia para raiva na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para raiva na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato com o qual os adolescentes costumam se sentir à vontade, o que ajuda quem resiste a falar sobre a própria raiva. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para raiva na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para raiva na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): muito indicada para a raiva, ajuda o adolescente a identificar os pensamentos de injustiça que disparam a explosão e a reagir com estratégias práticas de autocontrole.
- Terapia dialética comportamental (DBT): trabalha a regulação emocional e a tolerância à frustração, útil para o jovem que sente a raiva de forma intensa e reativa.
- Mindfulness e regulação emocional: ensina o adolescente a perceber a raiva subindo e a acalmar o corpo, criando uma pausa entre o impulso e a reação.
- Treino de habilidades sociais e comunicação: ajuda o jovem a expressar frustração, dizer não e resolver conflitos de forma assertiva, sem recorrer à agressividade.
Perguntas frequentes sobre terapia para raiva na adolescência
Como funciona a terapia para raiva na adolescência?
A terapia para raiva na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional entende os gatilhos da raiva, ajuda o adolescente a perceber os sinais antes da explosão e ensina formas de controlar o impulso e expressar a frustração de maneira saudável. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A raiva do meu filho adolescente é normal da idade ou é preciso se preocupar?
Certo grau de irritação e contestação é esperado na adolescência. O sinal de alerta é quando a raiva é intensa, frequente, gera agressividade e prejudica as relações, a escola e a convivência em casa. Nesses casos, a terapia ajuda o jovem a lidar com a raiva antes que ela afaste as pessoas e machuque a si mesmo. Na dúvida, uma primeira conversa com um psicólogo já orienta a família.
Quanto custa uma sessão de terapia para raiva na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
A raiva pode ser sinal de outro problema emocional?
Sim, e isso é mais comum do que parece. Em muitos adolescentes, a depressão e a ansiedade aparecem em forma de irritabilidade e explosões, e não de tristeza visível. A raiva também pode esconder frustração, baixa autoestima ou dificuldades que o jovem ainda não consegue nomear. Por isso o psicólogo avalia o que está por trás da raiva, e não apenas o comportamento na superfície.
A terapia funciona mesmo para controlar a raiva?
Sim. A psicoterapia é eficaz para o manejo da raiva porque não se limita a pedir que o jovem se controle: ela ensina o adolescente a reconhecer os sinais da explosão, a pausar antes de reagir e a expressar a frustração de outras formas. Com o tempo, as explosões tendem a ficar menos frequentes e menos intensas, e o jovem ganha mais domínio sobre as próprias reações.
Adolescente com raiva intensa precisa tomar remédio?
Na maioria dos casos, a terapia é o tratamento de primeira escolha e costuma ser suficiente para o manejo da raiva. O remédio, quando necessário, é avaliado por um médico de psiquiatria e reservado a situações em que a raiva está ligada a um quadro mais intenso, como depressão, ansiedade ou impulsividade acentuada. A decisão é sempre individual e conversada com o jovem e a família.
Quanto tempo dura a terapia para raiva na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade da raiva, do que está por trás dela e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens ganham mais autocontrole em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar as mudanças. O ritmo é sempre definido em conjunto.
Como os pais devem reagir às explosões de raiva do adolescente?
Ajuda manter a calma e não responder grito com grito, porque entrar no ciclo costuma aumentar a explosão. Estabeleça limites claros em momentos tranquilos, valide o sentimento sem aceitar a agressão e mostre que a raiva pode ser dita em palavras. A terapia orienta a família a lidar com as explosões de um jeito que acalma, em vez de acender ainda mais o conflito.
A terapia online para raiva funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários para encaixar o cuidado na rotina do jovem.
Meu filho adolescente fica agressivo e fala em se machucar quando a raiva aumenta. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. A raiva intensa pode vir junto de grande sofrimento, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.