Kathiany Beatriz Barbosa Cardeal
Psicóloga
CRP: 21/07064
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou psicóloga clínica, com atuação baseada na Análise do Comportamento. Realizo atendimentos online para adolescentes, adultos e idosos, oferecendo um espaço de escuta acolhedora e sem julgamentos. Meu objetivo é compreender, junto com ...
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Telefone: (86) 99817-5905
Psicóloga
CRP: 01/26930
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adultos, Adolescentes
Sobre mim:
Olá, me chamo Ana Luíza Motta Machado, sou psicóloga clínica, atuo na abordagem Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), Trabalho com orientação parental, ajudo nas dificuldades de relacionamentos, ansiedade, estresse, depressão e autoconhec...
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Telefone: (61) 98184-7586
CRP: 03/29861
Abordagem: Psicanálise - Lacan
Adolescentes, Adultos, Casais
Sobre mim:
Olá! Sou Pedro Cabral. Formado em Psicologia pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública. Atualmente sou mestrando do curso de psicologia e intervenções em saúde. Minhas áreas de interesse são a psicologia social/sócio-histórica, a ps...
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Telefone: (71) 99244-8400
Psicóloga
CRP: 03/29881
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Crianças, Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
- Seu filho apresenta comportamentos difíceis e você não sabe mais o que fazer? Birras, ansiedade, insegurança, dificuldades emocionais ou comportamentais podem gerar cansaço e culpa nos pais. - Abordagem: Terapia Cognitivo-Comportamental (...
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Telefone: (75) 98106-8269
Karla Gabryella Soares da Silva
Psicóloga
CRP: 02/29734
Abordagem: Psicanálise, Psicanálise - Freud
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Meu nome é Karla Gabryella, sou psicóloga de abordagem psicanalítica e estou aqui para acompanhar você em sua jornada de autoconhecimento e transformação. Acredito que a terapia é um espaço de acolhimento, onde você pode ser quem realmente...
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Telefone: (81) 99462-4746
Psicóloga
CRP: 02/29216
Abordagem: Análise Bioenergética, Psicanálise - Freud, Psicanálise - Winnicott
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga clínica pós graduanda em análise bioenergética e desenvolvimento infantil. De acordo com o termos da plataforma, os atendimentos serão feitos de forma on-line. A duração dos atendimentos serão definidas de acordo com a escolha...
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Telefone: (81) 99707-5001
CRP: 05/69963
Abordagem: Psicanálise
Crianças, Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Tenho 29 anos com uma formação voltada para psicanálise no atendimento focado em traumas sofridos pelo paciente, focando no entendimento do problema com foco na solução. Também tendo espaço para outros problemas atendendo a maioria das situ...
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Telefone: (22) 99221-5141
Psicóloga
CRP: 04/74921
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá! Sou Nycole, psicóloga clínica e pós-graduanda em Psicologia Analítica. Realizo atendimentos online estruturados em um espaço de escuta ativa e sem julgamentos. Meu objetivo é te ajudar a decifrar o que está por trás das suas angústias,...
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Telefone: (32) 99962-2030
Psicólogo
CRP: 05/75950
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Seja bem-vindo(a)! Meu nome é Gilmar, e sou Psicólogo clínico atuando na abordagem Fenomenológica Existencial. Estou aqui para criar um espaço de apoio e compreensão, onde você possa se sentir à vontade para compartilhar suas experiências e...
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Telefone: (22) 99819-3411
Psicóloga
CRP: 06/201968
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, seja muito bem-vindo(a)! É um prazer ter você aqui. Meu nome é Patricia Tognio, sou psicóloga clínica especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Meu objetivo é oferecer um espaço acolhedor, seguro e livre de julgamentos...
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Telefone: (11) 91171-0628
Como funciona a terapia para raiva na adolescência
A terapia para raiva na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Em vez de apenas conter as explosões, ela ajuda o adolescente a entender o que está por trás da raiva: a frustração, o sentimento de injustiça e, muitas vezes, uma dor ou ansiedade que ainda não encontrou outra forma de sair.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Entender os gatilhos da raiva: identificar as situações, as cobranças e os pensamentos que acendem o pavio do adolescente antes da explosão.
- Reconhecer os sinais no corpo: perceber a tensão, o calor e a aceleração que antecedem a explosão, para agir antes de perder o controle.
- Controlar o impulso: aprender formas práticas de pausar, respirar e se afastar do estopim em vez de responder na hora com agressividade.
- Expressar a raiva de forma saudável: trabalhar maneiras de colocar em palavras a frustração e os limites, sem partir para brigas, gritos ou agressão.
Quando procurar terapia para raiva na adolescência
Momentos de irritação e contestação fazem parte da adolescência, e nem toda raiva precisa de tratamento. Vale procurar terapia quando a raiva é intensa, frequente e passa a prejudicar as relações, a escola e a convivência em casa. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Explosões frequentes: o jovem perde o controle por motivos pequenos, grita, bate portas ou quebra objetos com facilidade.
- Respostas agressivas: reações desproporcionais, xingamentos ou agressividade física em brigas com a família ou com colegas.
- Dificuldade de controlar o impulso: o adolescente age no calor do momento e só percebe o exagero depois que a raiva já passou.
- Conflitos constantes: brigas repetidas em casa, na escola ou com amigos que já afetam os vínculos do jovem.
- Irritabilidade e sofrimento: o adolescente vive de mau humor, se arrepende das explosões e demonstra angústia por trás da raiva.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para não entrar no ciclo de gritos, manter limites com firmeza e calma e ajudar o jovem a se acalmar entre as sessões.
Como fazer terapia para raiva na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para raiva na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato com o qual os adolescentes costumam se sentir à vontade, o que ajuda quem resiste a falar sobre a própria raiva. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para raiva na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para raiva na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): muito indicada para a raiva, ajuda o adolescente a identificar os pensamentos de injustiça que disparam a explosão e a reagir com estratégias práticas de autocontrole.
- Terapia dialética comportamental (DBT): trabalha a regulação emocional e a tolerância à frustração, útil para o jovem que sente a raiva de forma intensa e reativa.
- Mindfulness e regulação emocional: ensina o adolescente a perceber a raiva subindo e a acalmar o corpo, criando uma pausa entre o impulso e a reação.
- Treino de habilidades sociais e comunicação: ajuda o jovem a expressar frustração, dizer não e resolver conflitos de forma assertiva, sem recorrer à agressividade.
Perguntas frequentes sobre terapia para raiva na adolescência
Como funciona a terapia para raiva na adolescência?
A terapia para raiva na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional entende os gatilhos da raiva, ajuda o adolescente a perceber os sinais antes da explosão e ensina formas de controlar o impulso e expressar a frustração de maneira saudável. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A raiva do meu filho adolescente é normal da idade ou é preciso se preocupar?
Certo grau de irritação e contestação é esperado na adolescência. O sinal de alerta é quando a raiva é intensa, frequente, gera agressividade e prejudica as relações, a escola e a convivência em casa. Nesses casos, a terapia ajuda o jovem a lidar com a raiva antes que ela afaste as pessoas e machuque a si mesmo. Na dúvida, uma primeira conversa com um psicólogo já orienta a família.
Quanto custa uma sessão de terapia para raiva na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
A raiva pode ser sinal de outro problema emocional?
Sim, e isso é mais comum do que parece. Em muitos adolescentes, a depressão e a ansiedade aparecem em forma de irritabilidade e explosões, e não de tristeza visível. A raiva também pode esconder frustração, baixa autoestima ou dificuldades que o jovem ainda não consegue nomear. Por isso o psicólogo avalia o que está por trás da raiva, e não apenas o comportamento na superfície.
A terapia funciona mesmo para controlar a raiva?
Sim. A psicoterapia é eficaz para o manejo da raiva porque não se limita a pedir que o jovem se controle: ela ensina o adolescente a reconhecer os sinais da explosão, a pausar antes de reagir e a expressar a frustração de outras formas. Com o tempo, as explosões tendem a ficar menos frequentes e menos intensas, e o jovem ganha mais domínio sobre as próprias reações.
Adolescente com raiva intensa precisa tomar remédio?
Na maioria dos casos, a terapia é o tratamento de primeira escolha e costuma ser suficiente para o manejo da raiva. O remédio, quando necessário, é avaliado por um médico de psiquiatria e reservado a situações em que a raiva está ligada a um quadro mais intenso, como depressão, ansiedade ou impulsividade acentuada. A decisão é sempre individual e conversada com o jovem e a família.
Quanto tempo dura a terapia para raiva na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade da raiva, do que está por trás dela e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens ganham mais autocontrole em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar as mudanças. O ritmo é sempre definido em conjunto.
Como os pais devem reagir às explosões de raiva do adolescente?
Ajuda manter a calma e não responder grito com grito, porque entrar no ciclo costuma aumentar a explosão. Estabeleça limites claros em momentos tranquilos, valide o sentimento sem aceitar a agressão e mostre que a raiva pode ser dita em palavras. A terapia orienta a família a lidar com as explosões de um jeito que acalma, em vez de acender ainda mais o conflito.
A terapia online para raiva funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários para encaixar o cuidado na rotina do jovem.
Meu filho adolescente fica agressivo e fala em se machucar quando a raiva aumenta. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. A raiva intensa pode vir junto de grande sofrimento, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.