Manuela Fernandes Tasca De Araujo
Psicóloga
CRP: 06/163228
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Viver bem com a nossa mente não precisa ser um processo solitário. Me chamo Manuela e utilizo a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) para te ajudar a entender como seus pensamentos influenciam suas emoções e atitudes. Para te entregar o ...
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Hillary Mayara Andrade Morcillo
Psicóloga
CRP: 06/232793
Abordagem: Psicodinâmica, Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Prazer em conhecer! Meu nome é Hillary, sou psicóloga clínica de abordagem psicodinâmica, com formação de base psicanalítica e vasta experiência em psicopatologia. Por aqui, buscamos focar no autoconhecimento e deixar que nossas emoções p...
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Telefone: (11) 98946-7273
Melken Rossidrago Duran de Paula
Psicólogo
CRP: 09/14599
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Desde 2020 venho trabalhando com psicologia para não só oferecer um suporte a saúde mental dos pacientes como acolhimento e lugar de fala. Acredito que, independentemente da abordagem, o bem-estar do paciente tem que ser colocado a frente. ...
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Psicóloga
CRP: 22/04249
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Crianças, Idosos
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Meu nome é Lourdes,sou psicóloga clínica, Neuropsicóloga, e atuo com abordagem Terapia Cognitiva comportamental (TCC). Tenho experiência com ansiedade, fobias, depressão.luto ,TEA e TDAH etc... Estou aqui pra lhe ajudar e oferecer bem estar...
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Icaro Augusto Oliveira Fernandes
Psicólogo
CRP: 06/181925
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá! Sou o Icaro Augusto e bem vindo(a) ao meu perfil. Sou Psicólogo formado pela Faculdade Anhanguera e atuo seguindo os princípios da terapia cognitivo-comportamental, que tem o objetivo de entender a forma como você interpreta as situaç...
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Psicóloga
CRP: 06/181867
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá, seja bem-vindo(a)! Sou psicóloga, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem baseada em evidências que busca compreender a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos e como esses elementos influenci...
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Psicóloga
CRP: 05/40774
Abordagem: Logoterapia
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá, seja muito bem-vindo(a)! Se você chegou até aqui, é provável que esteja procurando uma maneira de entender suas questões emocionais. Meu nome é Maria Eduarda Sodré, sou formada em Psicologia há 16 anos. Atendo adultos e idosos. Trabalh...
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Psicóloga
CRP: 06/161599
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou formada pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Atualmente realizo atendimentos de adolescentes e adultos, através da perspectiva fenomenológica existencial, que permite que paciente e psicólogo "caminhem" juntos ao longo do Proces...
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Psicóloga
CRP: 05/68211
Abordagem: Psicanálise
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Eu trabalho no formato associação livre, ou seja, você fala o que lhe vier a mente. O processo analítico é feito e trabalhado por e com pequenos detalhes. Às vezes, uma palavra que você diz, a priore pode não ser nada, mas para mim que e...
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Psicólogo
CRP: 11/13729
Abordagem: Psicanálise - Lacan, Interpretação de sonhos, Expressão da criatividade, ...
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Tenho especialização em saúde mental coletiva, através de um programa de residência pela escola de Saúde Pública do Ceará. Atuo clinicamente há mais de 3 anos. Pesquiso temas dentro da Psicanálise, como fetichismo e o conceito de transferên...
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Telefone: (85) 98976-8303
Como funciona a terapia para TOC na adolescência
A terapia para TOC na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. No transtorno obsessivo compulsivo, pensamentos intrusivos (obsessões) geram muita angústia, e o adolescente faz rituais (compulsões) para aliviá-la. A terapia trabalha justamente esse ciclo, ajudando o jovem a quebrar a força das compulsões.
Na prática, a terapia para o adolescente com TOC atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Entender as obsessões: reconhecer os pensamentos intrusivos e o medo que os acompanha, sem tratá-los como verdades.
- Mapear os rituais: identificar as compulsões, as verificações e as manias que o adolescente usa para aliviar a angústia.
- Reduzir as compulsões aos poucos: enfrentar o desconforto sem realizar o ritual, no ritmo do jovem, para que a ansiedade diminua sozinha.
- Retomar a rotina: devolver ao adolescente o tempo e a liberdade que os rituais tomavam dos estudos e do convívio.
Quando procurar terapia para TOC (transtorno obsessivo compulsivo) na adolescência
Algumas manias e cuidados são comuns na adolescência e nem sempre precisam de tratamento. Vale procurar terapia quando as obsessões e as compulsões se tornam frequentes, tomam tempo e passam a atrapalhar a rotina, os estudos e as relações do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Pensamentos intrusivos angustiantes: medos de contaminação, de fazer algo errado ou de que algo ruim aconteça, que voltam sem parar.
- Rituais repetitivos: lavar as mãos, verificar, contar, organizar ou repetir ações até sentir que está certo.
- Necessidade de garantias: perguntar muitas vezes a mesma coisa em busca de segurança e não conseguir se tranquilizar.
- Tempo tomado pelas manias: os rituais consomem horas e atrasam o adolescente na escola e nas tarefas do dia.
- Irritação quando é interrompido: grande angústia ou raiva se alguém o impede de completar o ritual do jeito certo.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para não participar dos rituais nem dar garantias que reforcem o TOC e para apoiar o jovem entre as sessões.
Como fazer terapia para TOC na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para TOC na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato com o qual os adolescentes costumam se sentir à vontade e que permite trabalhar os rituais no próprio ambiente do jovem. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para TOC na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para TOC na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Exposição e Prevenção de Resposta (EPR): a técnica de primeira linha para o TOC, expõe o adolescente ao que teme e o ajuda a não realizar o ritual, no seu ritmo.
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda o jovem a reinterpretar os pensamentos intrusivos e a reduzir a importância que dá às obsessões.
- Terapia de aceitação e compromisso (ACT): trabalha a relação com os pensamentos obsessivos e ajuda o adolescente a agir pelo que valoriza.
- Mindfulness e regulação emocional: ensina o jovem a observar as obsessões sem reagir a elas e a tolerar melhor o desconforto.
Perguntas frequentes sobre terapia para TOC na adolescência
Como funciona a terapia para TOC na adolescência?
A terapia para TOC na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional mapeia as obsessões e as compulsões, ensina o adolescente a enfrentar o medo sem realizar o ritual e devolve tempo à rotina, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
O que são obsessões e compulsões no TOC do adolescente?
No transtorno obsessivo compulsivo, as obsessões são pensamentos, imagens ou medos intrusivos que geram muita angústia, como medo de contaminação ou de que algo dê errado. As compulsões, ou rituais, são ações repetidas que o adolescente faz para aliviar essa angústia, como lavar as mãos, verificar ou contar. A terapia trabalha justamente para quebrar esse ciclo.
Quanto custa uma sessão de terapia para TOC na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
A terapia funciona mesmo para TOC na adolescência?
Sim. A psicoterapia, sobretudo a TCC com Exposição e Prevenção de Resposta (EPR), é o tratamento psicológico mais eficaz e recomendado para o TOC, com forte respaldo científico. Ao enfrentar aos poucos as situações temidas sem realizar os rituais, o adolescente reduz o poder das obsessões ao longo das semanas. O ritmo varia conforme o caso e o envolvimento do jovem.
Adolescente com TOC precisa tomar remédio?
Em muitos casos de TOC na adolescência, a terapia com EPR já traz boa resposta. Em quadros mais intensos, o médico de psiquiatria pode avaliar a combinação com medicação, sempre com acompanhamento próximo e junto da terapia. A decisão é sempre individual e conversada com o jovem e a família.
Quanto tempo dura a terapia para TOC na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade das obsessões e compulsões, do momento do adolescente e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens evoluem em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar as mudanças. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações, inclusive sobre não participar dos rituais. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para falar sobre as obsessões e compulsões que sente.
A terapia online para TOC funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano e ainda permite trabalhar os rituais no próprio ambiente do jovem. Com um espaço reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários.
Meu filho adolescente falou em se machucar por causa do TOC. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. O sofrimento causado pelo TOC pode ser intenso, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.