Psicóloga
CRP: 06/66433
Abordagem: Psicanálise, Psicologia Clínica, Psicanálise - Freud, ...
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Sobre mim:
Olá, eu sou a Nadia, psicóloga clínica de adolescentes, adultos e idosos. Cada fase da vida possui os seus desafios e dificuldades, e eu estou aqui para ajudar com ética e escuta cuidadosa a atravessar as experiências de dor e sofrimento d...
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João Marcos Ferreira Pontes Da Silva
Psicólogo
CRP: 06/188470
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana
Adolescentes, Adultos
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Meu nome é João, tenho titulo de especialista em terapia analítica junguiana pelo instituto PSIADI (Bauru) e trabalho como psicólogo clínico desde o inicio de 2022. Particularmente me considero uma pessoa leve, com facilidade de conversar ...
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Leonardo Keiti Mendes Watanabe
Psicólogo
CRP: 08/48568
Abordagem: Psicanálise - Freud
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou Leonardo Watanabe, psicólogo clínico formado pela PUCPR (Londrina), com orientação psicanalítica. Tenho experiência em atendimento clínico e, ao longo da graduação, atuei em serviço público de saúde mental (CAPSi), acompanhando diferent...
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Psicóloga
CRP: 05/68286
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
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Olá, meu nome é Vilma Laet seja bem vindo (a)! Sou psicóloga clínica formada na Faculdade Sul Fluminense - Volta Redonda/RJ. Dedico-me à área da psicologia clínica, oferecendo acompanhamento terapêutico para adolescentes, adultos, casais e ...
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Psicólogo
CRP: 05/69735
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Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
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Olá, sou Rian Ramon, tenho 35 anos. Sou psicólogo com experiência em trabalho hospitalar, paliativo, gestão e atendimento clínico presencial e online. Trabalho para que a nossa terapia seja um momento não só de acolhimento e reflexões, mas...
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Psicólogo
CRP: 06/190541
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá! Eu sou um pós-graduando em Terapia Cognitivo Comportamental e tenho grande paixão por ajudar as pessoas a lidar com questões emocionais e mentais. Tenho experiência em tratamento de transtornos de humor e sou voluntário em grupos de ac...
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Psicólogo
CRP: 06/192381
Abordagem: Psicanálise, Orientação profissional e vocacional, Terapia Familiar, ...
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Como vai?. Vamos conversar um pouco? Meu nome é José Augusto, profissional de psicologia formado pela FIFE. Estou fazendo pós-graduação e estudando, ainda mais, para aprofundar conhecimento, desta forma, ofereço auxílio e orientação psicoló...
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Psicólogo
CRP: 07/37716
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sobre mim:
Olá, me chamo Wiliam, sou Psicologo com capacitação em Terapia Cognitivo Comportamental, e continuo me aprimorando para oferecer o melhor a você. Minha experiência profissional me permitiu ajudar diversas pessoas a encontrarem autoconhecime...
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Psicóloga
CRP: 05/66519
Abordagem: Gestalt Terapia
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Tenho 32 anos, sou psicóloga formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) desde 2019 e atuo na área clínica desde 2021, em Volta Redonda - RJ e remotamente. Ao longo da minha trajetória, venho buscando constante aperfeiçoamento por me...
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Danilo Rodrigo Sant Anna Ferreira
Psicólogo
CRP: 05/51369
Abordagem: Terapia do Esquema - Young, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sobre mim:
Olá, meu nome é Danilo Ferreira, sou psicólogo (CRP 05/51369) focado em tratar déficit de atenção e hiperatividade. Ofereço solução rápida e eficaz para seus problemas, através de técnicas comprovadas cientificamente da TCC e Terapia do ...
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Como funciona a terapia para transtorno bipolar na adolescência
A terapia para transtorno bipolar na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Ela caminha junto com o acompanhamento médico: enquanto o psiquiatra cuida do diagnóstico e da medicação, o psicólogo ajuda o adolescente a compreender a bipolaridade e a lidar melhor com as oscilações de humor no dia a dia.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Entender o transtorno (psicoeducação): explicar ao adolescente e à família o que é o transtorno bipolar, ajudando a reconhecer os sinais de cada fase.
- Estabilizar rotina e sono: organizar horários de sono, estudo e atividades, já que a regularidade ajuda a reduzir as oscilações de humor.
- Reconhecer sinais de alerta: identificar cedo os primeiros sinais de euforia ou depressão para agir junto com o médico antes de uma crise.
- Manejar impulsividade e emoções: desenvolver estratégias para lidar com a impulsividade, a irritabilidade e o sofrimento das fases mais intensas.
Quando procurar terapia para transtorno bipolar na adolescência
Oscilações de humor fazem parte da adolescência, e nem toda variação indica transtorno bipolar. Vale procurar avaliação e terapia quando as mudanças de humor são intensas, cíclicas e passam a atrapalhar a rotina, os estudos e as relações do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Oscilações de humor marcantes: alternância entre fases de euforia ou agitação e fases de tristeza profunda, além do esperado para a idade.
- Fases de energia e agitação: períodos de aceleração, autoconfiança exagerada, pouca necessidade de sono e planos grandiosos.
- Fases de desânimo e retraimento: períodos de tristeza persistente, perda de interesse, cansaço e isolamento que se alternam com a agitação.
- Impulsividade e riscos: decisões impulsivas, gastos ou comportamentos de risco durante as fases de maior aceleração.
- Impacto na escola e nas relações: queda no rendimento, conflitos frequentes e dificuldade de manter a rotina por causa das oscilações.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acompanhar as fases do jovem e apoiá-lo entre as sessões.
Como fazer terapia para transtorno bipolar na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para transtorno bipolar na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato prático para manter a regularidade que o tratamento pede. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para transtorno bipolar na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para transtorno bipolar na adolescência, e ela sempre complementa o acompanhamento médico. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento. Entre as mais usadas estão:
- Psicoeducação: ajuda o adolescente e a família a entender o transtorno bipolar, reconhecer as fases e sustentar o tratamento ao longo do tempo.
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): trabalha os pensamentos e comportamentos de cada fase e ajuda a identificar cedo os sinais de alerta de novas crises.
- Terapia de ritmo social e interpessoal: foca na regularidade do sono e da rotina e nas relações, fatores que ajudam a estabilizar as oscilações de humor.
- Terapia comportamental dialética (DBT): ensina o jovem a regular emoções intensas e a lidar com a impulsividade que aparece nas fases mais agitadas.
Perguntas frequentes sobre terapia para transtorno bipolar na adolescência
Como funciona a terapia para transtorno bipolar na adolescência?
A terapia para transtorno bipolar na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo e caminha junto com o acompanhamento médico. Nelas, o profissional faz psicoeducação, ajuda o adolescente a estabilizar a rotina, a reconhecer sinais de alerta e a manejar as emoções das fases mais intensas, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia substitui o remédio no transtorno bipolar do adolescente?
Não. O transtorno bipolar costuma exigir tratamento médico, e a medicação é acompanhada por um psiquiatra. A terapia não substitui esse cuidado: ela complementa o tratamento, ajudando o adolescente a entender o transtorno, a sustentar a rotina e a lidar com as oscilações de humor. O psicólogo e o médico trabalham lado a lado, cada um no seu papel.
Quanto custa uma sessão de terapia para transtorno bipolar na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se são oscilações normais da adolescência ou transtorno bipolar?
Variações de humor são esperadas na adolescência. O sinal de alerta é quando as oscilações são intensas, cíclicas e alternam fases de euforia ou agitação com fases de tristeza profunda que atrapalham o sono, os estudos e as relações. O diagnóstico de transtorno bipolar é feito por um médico. Na dúvida, uma primeira conversa com um psicólogo ou psiquiatra já orienta a família.
O psicólogo faz o diagnóstico de transtorno bipolar no adolescente?
Não. O diagnóstico do transtorno bipolar é responsabilidade de um médico, geralmente um psiquiatra, que também define a medicação. O psicólogo contribui com a avaliação, acompanha o jovem na terapia e trabalha em conjunto com o médico. Se ainda não há um psiquiatra acompanhando, o psicólogo pode orientar a família a buscar essa avaliação.
Quanto tempo dura a terapia para transtorno bipolar na adolescência?
Não existe um prazo fixo. Como o transtorno bipolar é uma condição crônica, o acompanhamento costuma ser mais longo e contínuo, tanto na terapia quanto com o médico. A duração depende do momento do adolescente, da estabilidade das fases e dos objetivos combinados. O ritmo é sempre definido em conjunto, com foco em manter o jovem estável e apoiado.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações sobre como acompanhar as fases. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para falar sobre o que sente.
A terapia online para transtorno bipolar funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano, e ele facilita manter a regularidade que o tratamento pede. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a comodidade e a flexibilidade de horários.
Meu filho adolescente falou em se machucar ou em morrer durante uma fase difícil. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. As fases depressivas do transtorno bipolar podem gerar grande sofrimento, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, mantenha o acompanhamento com o psicólogo e o médico do adolescente.