CRP: 06/170573
Abordagem: Humanista, Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
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Acredito que cada pessoa possui uma história única, marcada por experiências, desafios, emoções e formas próprias de enxergar a vida. Por isso, meus atendimentos psicológicos são fundamentados na abordagem humanista, que valoriza a singular...
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Psicólogo
CRP: 06/148123
Abordagem: Psicoterapia Breve, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou Roberto Dantas, psicólogo, e estou aqui para ajudar você a se entender melhor e conquistar uma vida mais leve e feliz. Sabe aquelas vezes em que você se sente perdido, angustiado ou preso em padrões que não consegue explicar? É just...
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Psicóloga
CRP: 04/75868
Abordagem: Daseinsanalyse
Adolescentes, Adultos
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Olá, me chamo Victória! Sou psicóloga formada pela UNIPAC, com ênfase em clínica e atuação na psicologia social. Minha prática é guiada pela Fenomenologia Existencial, o que significa que o foco do nosso trabalho não será te rotular, mas s...
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Psicóloga
CRP: 06/145435
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Casais
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Oii, fico feliz que está aqui! Sou especialista em psicoterapia psicanalítica, com ênfase em transtorno de ansiedade, depressão e relacionamentos afetivos. Se está buscando entender e transformar a forma como vive suas emoções e sentimento...
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Psicólogo
CRP: 06/207189
Abordagem: Análise Existencial
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Sou o Arlindo, psicólogo clínico e escolhi a linha fenomenológica-existencial em minha prática. Escolhi a psicologia como ferramenta de transformação, não apenas para minha própria vida, mas também para auxiliar na jornada de transformaç...
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Márcia Alves de Araújo Trindade
Psicóloga
CRP: 05/43345
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sou Márcia Trindade, psicóloga clínica atuo com a abordagem da terapia cognitiva comportamental, Com experiência de 10 anos de formação, atuando de modo empática, aliando sensibilidade humana à eficácia da Terapia para que os pacientes poss...
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Psicóloga
CRP: 06/138793
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Análise do Comportamento - Behaviorismo
Crianças, Adolescentes, Adultos, Casais
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Psicóloga há 8 anos. Trabalho com a abordagem cognitivo comportamental. Especializada em Análise do comportamento aplicada com ênfase em Autismo e outros transtornos. Pedagoga Infantil - desenvolvimento de foco e habilidades.
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Abordagem: Psicanálise
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Olá, seja bem-vindo(a). Sou Nátali Lopes, Psicóloga Clínica. Minha atuação clínica é voltada a abordagem psicanalítica, onde meus atendimentos ocorrem de forma individualizada para jovens-adolescentes, adultos e idosos. De forma online e/...
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Psicólogo
CRP: 08/35783
Abordagem: Terapia EMDR, Psicanálise, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá, me chamo César Pegoraro, sou psicólogo clínico e acadêmico de medicina, dedicado ao cuidado da mente e do bem-estar emocional. Minha atuação é pautada em uma abordagem ampla e baseada em evidências, unindo a profundidade da Psicanálise...
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Sou Psicóloga Clínica e especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental onde meu objetivo é auxiliar pessoas a desenvolverem uma relação mais saudável consigo mesma e com o mundo ao seu redor, promovendo bem-estar emocional e qualidade de ...
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Como funciona a terapia para transtorno bipolar na adolescência
A terapia para transtorno bipolar na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Ela caminha junto com o acompanhamento médico: enquanto o psiquiatra cuida do diagnóstico e da medicação, o psicólogo ajuda o adolescente a compreender a bipolaridade e a lidar melhor com as oscilações de humor no dia a dia.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Entender o transtorno (psicoeducação): explicar ao adolescente e à família o que é o transtorno bipolar, ajudando a reconhecer os sinais de cada fase.
- Estabilizar rotina e sono: organizar horários de sono, estudo e atividades, já que a regularidade ajuda a reduzir as oscilações de humor.
- Reconhecer sinais de alerta: identificar cedo os primeiros sinais de euforia ou depressão para agir junto com o médico antes de uma crise.
- Manejar impulsividade e emoções: desenvolver estratégias para lidar com a impulsividade, a irritabilidade e o sofrimento das fases mais intensas.
Quando procurar terapia para transtorno bipolar na adolescência
Oscilações de humor fazem parte da adolescência, e nem toda variação indica transtorno bipolar. Vale procurar avaliação e terapia quando as mudanças de humor são intensas, cíclicas e passam a atrapalhar a rotina, os estudos e as relações do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Oscilações de humor marcantes: alternância entre fases de euforia ou agitação e fases de tristeza profunda, além do esperado para a idade.
- Fases de energia e agitação: períodos de aceleração, autoconfiança exagerada, pouca necessidade de sono e planos grandiosos.
- Fases de desânimo e retraimento: períodos de tristeza persistente, perda de interesse, cansaço e isolamento que se alternam com a agitação.
- Impulsividade e riscos: decisões impulsivas, gastos ou comportamentos de risco durante as fases de maior aceleração.
- Impacto na escola e nas relações: queda no rendimento, conflitos frequentes e dificuldade de manter a rotina por causa das oscilações.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acompanhar as fases do jovem e apoiá-lo entre as sessões.
Como fazer terapia para transtorno bipolar na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para transtorno bipolar na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato prático para manter a regularidade que o tratamento pede. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para transtorno bipolar na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para transtorno bipolar na adolescência, e ela sempre complementa o acompanhamento médico. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento. Entre as mais usadas estão:
- Psicoeducação: ajuda o adolescente e a família a entender o transtorno bipolar, reconhecer as fases e sustentar o tratamento ao longo do tempo.
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): trabalha os pensamentos e comportamentos de cada fase e ajuda a identificar cedo os sinais de alerta de novas crises.
- Terapia de ritmo social e interpessoal: foca na regularidade do sono e da rotina e nas relações, fatores que ajudam a estabilizar as oscilações de humor.
- Terapia comportamental dialética (DBT): ensina o jovem a regular emoções intensas e a lidar com a impulsividade que aparece nas fases mais agitadas.
Perguntas frequentes sobre terapia para transtorno bipolar na adolescência
Como funciona a terapia para transtorno bipolar na adolescência?
A terapia para transtorno bipolar na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo e caminha junto com o acompanhamento médico. Nelas, o profissional faz psicoeducação, ajuda o adolescente a estabilizar a rotina, a reconhecer sinais de alerta e a manejar as emoções das fases mais intensas, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia substitui o remédio no transtorno bipolar do adolescente?
Não. O transtorno bipolar costuma exigir tratamento médico, e a medicação é acompanhada por um psiquiatra. A terapia não substitui esse cuidado: ela complementa o tratamento, ajudando o adolescente a entender o transtorno, a sustentar a rotina e a lidar com as oscilações de humor. O psicólogo e o médico trabalham lado a lado, cada um no seu papel.
Quanto custa uma sessão de terapia para transtorno bipolar na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se são oscilações normais da adolescência ou transtorno bipolar?
Variações de humor são esperadas na adolescência. O sinal de alerta é quando as oscilações são intensas, cíclicas e alternam fases de euforia ou agitação com fases de tristeza profunda que atrapalham o sono, os estudos e as relações. O diagnóstico de transtorno bipolar é feito por um médico. Na dúvida, uma primeira conversa com um psicólogo ou psiquiatra já orienta a família.
O psicólogo faz o diagnóstico de transtorno bipolar no adolescente?
Não. O diagnóstico do transtorno bipolar é responsabilidade de um médico, geralmente um psiquiatra, que também define a medicação. O psicólogo contribui com a avaliação, acompanha o jovem na terapia e trabalha em conjunto com o médico. Se ainda não há um psiquiatra acompanhando, o psicólogo pode orientar a família a buscar essa avaliação.
Quanto tempo dura a terapia para transtorno bipolar na adolescência?
Não existe um prazo fixo. Como o transtorno bipolar é uma condição crônica, o acompanhamento costuma ser mais longo e contínuo, tanto na terapia quanto com o médico. A duração depende do momento do adolescente, da estabilidade das fases e dos objetivos combinados. O ritmo é sempre definido em conjunto, com foco em manter o jovem estável e apoiado.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações sobre como acompanhar as fases. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para falar sobre o que sente.
A terapia online para transtorno bipolar funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano, e ele facilita manter a regularidade que o tratamento pede. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a comodidade e a flexibilidade de horários.
Meu filho adolescente falou em se machucar ou em morrer durante uma fase difícil. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. As fases depressivas do transtorno bipolar podem gerar grande sofrimento, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, mantenha o acompanhamento com o psicólogo e o médico do adolescente.