Psicóloga
CRP: 06/105065
Abordagem: Psicanálise - Freud, Psicologia Positiva
Crianças, Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou graduada em Psicologia pela Ung, tenho especialização em Psicoterapia Infantil e Pós Graduação em Psicopedagogia. Sou formada há 10 anos e tenho experiência em atendimentos de ansiedade, medo, fobia social, dificuldade de aprendizagem,...
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Psicólogo
CRP: 06/217009
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos
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Olá, seja bem-vindo! Sou Yuri, psicólogo clínico e atuo a partir da psicanálise. Acredito na importância de um espaço em que a escuta cuidadosa e o acolhimento possam abrir caminho para que algo de novo se diga e, com isso, novas formas de...
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Psicólogo
CRP: 06/170282
Abordagem: Psicologia do Esporte, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Psicólogo com mais de 5 anos de experiência em psicoterapia clínica, atuando com público adulto e adolescente. Pós graduado em TCC e em Psicologia do Esporte.
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Leonardo Keiti Mendes Watanabe
Psicólogo
CRP: 08/48568
Abordagem: Psicanálise - Freud
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou Leonardo Watanabe, psicólogo clínico formado pela PUCPR (Londrina), com orientação psicanalítica. Tenho experiência em atendimento clínico e, ao longo da graduação, atuei em serviço público de saúde mental (CAPSi), acompanhando diferent...
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Telefone: (43) 99976-0778
Psicóloga
CRP: 06/230726
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
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O sofrimento nem sempre faz você deixar de viver. Às vezes, faz você viver longe de si. Quando o medo, a culpa e a necessidade de agradar passam a conduzir as escolhas, o desejo deixa de ter espaço. É nesse momento que a psicoterapia pode...
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Psicóloga
CRP: 13/13882
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Cuidar da saúde também é cuidar da forma como você se relaciona com seu corpo, com a comida e consigo mesma. Sou psicóloga clínica e atuo com foco em saúde, autoestima, imagem corporal e comportamento alimentar. Através da Terapia Cognitiv...
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Psicólogo
CRP: 06/65115
Abordagem: Psicologia Analítica Junguiana, Hipnoterapia, Mindfulness, ...
Adolescentes, Adultos, Casais
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Aprenda a lidar com o estresse do dia-a-dia, controlar a ansiedade, entender e superar medos, melhorar a relação com sua família e até salvar seu casamento. Sou Psicólogo formado pela PUC-SP e tenho mais de 22 anos de prática clínica, ate...
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Andréia dos Santos Cardoso Silva
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá! Meu nome é Andréia Cardoso, sou psicóloga formada desde 2018. Trabalho com atendimento clínico presencial e online, através da abordagem Cognitivo Comportamental. Durante minha formação, tive a oportunidade de trabalhar com transtornos...
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Maricy Eduarda Trevizan de Moraes
Psicóloga
CRP: 06/184056
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Atendimentos em busca do autoconhecimento e melhora de ansiedade, depressão, traumas, entre outros. Além de focar na saúde mental, também há elaboração de laudos e afins. Sou pós-graduanda em Psicanálise, TCC, ABA e Psicologia Hospitalar. ...
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CRP: 03/25520
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Psicologia Clínica
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou Cristiana Neves, psicóloga clínica com atendimentos presenciais e online na abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Estar próximo das pessoas, exercer acolhimento, escuta ativa e empática, livre de qualquer julgamento, semp...
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Como funciona a terapia para transtornos alimentares na adolescência
A terapia para transtornos alimentares na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Transtorno alimentar é um termo guarda-chuva que reúne quadros como anorexia, bulimia e compulsão alimentar (TCA). Em vez de focar apenas na comida ou no peso, a terapia cuida do que sustenta o sofrimento: a relação com o corpo, a autocrítica e as emoções que o adolescente tenta controlar pela alimentação.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Entender a relação com a comida e o corpo: identificar os pensamentos sobre peso, imagem e alimentação que mantêm o transtorno alimentar aceso no dia a dia do adolescente.
- Colocar as emoções em palavras: ajudar o jovem a reconhecer o que sente antes de restringir, compensar ou comer em excesso, em vez de agir no automático.
- Reconstruir uma rotina alimentar mais tranquila: trabalhar, no ritmo do adolescente, uma relação menos rígida e menos culpada com as refeições.
- Cuidar em equipe quando necessário: articular o acompanhamento com nutricionista e médico, já que os transtornos alimentares costumam pedir um cuidado multidisciplinar.
Quando procurar terapia para transtornos alimentares na adolescência
Preocupação com a aparência é comum na adolescência, e nem toda dieta ou queixa sobre o corpo indica um transtorno alimentar. Vale procurar terapia quando a relação com a comida vira fonte de sofrimento e passa a afetar a saúde, o humor e a vida social do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Restrição ou dietas rígidas: pular refeições, cortar grupos de alimentos ou contar calorias de forma obsessiva, como pode ocorrer na anorexia.
- Episódios de compulsão: comer grandes quantidades em pouco tempo, com sensação de perda de controle e culpa depois.
- Comportamentos compensatórios: vômitos, uso de laxantes ou exercício excessivo para compensar o que comeu, um sinal de alerta presente na bulimia.
- Preocupação intensa com o corpo: checar o peso o tempo todo, evitar espelhos ou fotos e falar de si com muita autocrítica.
- Isolamento nas refeições: evitar comer com a família ou com amigos, esconder comida ou mentir sobre o que comeu.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acolher o jovem sem transformar a comida em campo de conflito e apoiá-lo entre as sessões.
Como fazer terapia para transtornos alimentares na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para transtornos alimentares na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato com o qual os adolescentes costumam se sentir à vontade. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para transtornos alimentares na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para transtornos alimentares na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem e a família, a abordagem que melhor combina com o quadro e o momento. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): muito indicada para os transtornos alimentares, ajuda o adolescente a reformular os pensamentos sobre peso, corpo e comida com técnicas práticas.
- Terapia baseada na família (FBT): envolve os pais como aliados no cuidado, uma abordagem com bom respaldo para anorexia e bulimia na adolescência.
- Terapia interpessoal: foca nas relações e nas emoções ligadas aos episódios alimentares, ajudando o jovem a lidar com conflitos sem recorrer à comida.
- Regulação emocional e mindfulness: ensina o adolescente a observar impulsos e a acalmar o corpo, reduzindo a compulsão e a restrição no dia a dia.
Perguntas frequentes sobre terapia para transtornos alimentares na adolescência
Como funciona a terapia para transtornos alimentares na adolescência?
A terapia para transtornos alimentares na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional entende a relação do adolescente com a comida e o corpo, ajuda a nomear as emoções por trás dos episódios e constrói, aos poucos, uma rotina alimentar mais tranquila, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para anorexia, bulimia e compulsão alimentar?
Sim. A psicoterapia é um dos tratamentos mais recomendados para os transtornos alimentares (TCA), incluindo anorexia, bulimia e compulsão alimentar, com bom respaldo científico. Quanto mais cedo o adolescente inicia o acompanhamento, melhores tendem a ser os resultados. Em muitos casos, a terapia caminha junto com nutricionista e médico, num cuidado em equipe.
Quanto custa uma sessão de terapia para transtornos alimentares na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se a relação do meu filho adolescente com a comida precisa de terapia?
Preocupação com o corpo é comum na adolescência. O sinal de alerta aparece quando a comida vira fonte de sofrimento constante: dietas muito rígidas, episódios de compulsão, comportamentos para compensar o que comeu ou isolamento nas refeições. Nesses casos, vale procurar um psicólogo. Na dúvida, uma primeira conversa já ajuda a família a entender o momento do jovem.
O tratamento do transtorno alimentar precisa de nutricionista e médico além do psicólogo?
Muitas vezes, sim. Os transtornos alimentares costumam pedir um cuidado multidisciplinar, em que o psicólogo trabalha as questões emocionais enquanto o nutricionista orienta a alimentação e o médico acompanha a saúde física. A terapia é uma parte central desse cuidado e ajuda a sustentar as mudanças ao longo do tempo. O que cada caso precisa é avaliado individualmente.
Quanto tempo dura a terapia para transtornos alimentares na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende do tipo de transtorno, da intensidade dos sintomas e do momento do adolescente. Alguns jovens evoluem em alguns meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar a recuperação da relação com a comida. O ritmo é sempre definido em conjunto com o psicólogo.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações. Nos transtornos alimentares, esse envolvimento da família é ainda mais importante, mas o restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio ajuda o adolescente a confiar no processo e a falar sobre o que sente.
A terapia online para transtornos alimentares funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários para a rotina de estudos.
Meu filho adolescente falou em se machucar por causa do transtorno alimentar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. O sofrimento ligado aos transtornos alimentares pode ser intenso, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.