Psicóloga
CRP: 04/67729
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá! Eu sou a Joice. Sei o quanto é difícil se encontrar no mundo, construir um propósito e se posicionar de acordo com o que você acredita, de forma firme e clara. Por isso te ajudo a construir uma vida mais significativa a partir de estra...
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Psicóloga
CRP: 04/69960
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
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Olá. Meu nome é Fernanda, sou Psicóloga Clínica formada pela pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Atendo mulheres adolescentes e adultas me baseando teoricamente na Terapia Cognitivo Comportamental. Tenho experiência com atendi...
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Psicólogo
CRP: 02/25924
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá, me chamo Clystefer Santos, sou psicólogo clínico (CRP 02/25924), formado pela UNIFG e pós-graduado em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pela FAVENI. Atuo com uma abordagem prática, baseada em evidências, que promove mudanças durad...
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Elisangela Cavalcante dos Santos
Psicóloga
CRP: 05/57846
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Psicologia Positiva
Adolescentes, Adultos
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A vida nos apresenta desafios que muitas vezes parecem impossíveis de enfrentar sozinhas e nos desconectam de quem realmente somos. Como psicóloga, ofereço um espaço de acolhimento e escuta genuína, onde você pode se sentir segura para com...
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Psicólogo
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Psicólogo Júnior Reis | CRP 04/65777* Atendimento psicológico pautado na escuta acolhedora, ética e empática. Atuo no cuidado da saúde mental, auxiliando meus pacientes no processo de autoconhecimento, no desenvolvimento de estratégias pa...
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Abordagem: Gestalt Terapia, Humanista
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Meu nome é Lorranza, sou de Cariacica no ES. Sou pós graduanda, em Saúde Mental, Terapia Cognitivo comportamental e orientação vocacional e acredito que com a psicoterapia conseguimos nos entender de forma mais completa, vivendo assim uma v...
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Taynara Maria da Silva Wanderley
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CRP: 57/527
Abordagem: Psicanálise - Lacan
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Olá! Prazer, sou Taynara, formada em Psicologia pela Universidade Federal de Alagoas e hoje atuo como psicóloga clínica. Trabalho com a teoria psicanalítica, uma abordagem terapêutica que busca compreender as complexidades da mente humana...
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Psicóloga
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Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo, Neuropsicologia, Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT
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Psicóloga com especialização em Transtornos da ansiedade, analista do comportamento, neuropsicológa e atuo há mais de quatro anos com diversos transtornos, desenvolvimento pessoal e melhora na autoestima.
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Sou Amanda Maia, psicóloga com abordagem sistêmica, apaixonada por entender histórias, relações e tudo aquilo que muitas vezes a gente não consegue colocar em palavras. Acredito em uma terapia real, sem julgamentos e sem fórmulas prontas. U...
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CRP: 02/28961
Abordagem: Gestalt Terapia, Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá, meus psicolindos! Vim falar um pouco sobre mim. Me chamo Ana Kelly, sou psicóloga clínica, e busco ajudar meus pacientes da melhor forma possível. Pois procuro enxergar o ser humano em sua totalidade e todas as adversidades que os cer...
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Como funciona a terapia para transtornos alimentares na adolescência
A terapia para transtornos alimentares na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Transtorno alimentar é um termo guarda-chuva que reúne quadros como anorexia, bulimia e compulsão alimentar (TCA). Em vez de focar apenas na comida ou no peso, a terapia cuida do que sustenta o sofrimento: a relação com o corpo, a autocrítica e as emoções que o adolescente tenta controlar pela alimentação.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Entender a relação com a comida e o corpo: identificar os pensamentos sobre peso, imagem e alimentação que mantêm o transtorno alimentar aceso no dia a dia do adolescente.
- Colocar as emoções em palavras: ajudar o jovem a reconhecer o que sente antes de restringir, compensar ou comer em excesso, em vez de agir no automático.
- Reconstruir uma rotina alimentar mais tranquila: trabalhar, no ritmo do adolescente, uma relação menos rígida e menos culpada com as refeições.
- Cuidar em equipe quando necessário: articular o acompanhamento com nutricionista e médico, já que os transtornos alimentares costumam pedir um cuidado multidisciplinar.
Quando procurar terapia para transtornos alimentares na adolescência
Preocupação com a aparência é comum na adolescência, e nem toda dieta ou queixa sobre o corpo indica um transtorno alimentar. Vale procurar terapia quando a relação com a comida vira fonte de sofrimento e passa a afetar a saúde, o humor e a vida social do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Restrição ou dietas rígidas: pular refeições, cortar grupos de alimentos ou contar calorias de forma obsessiva, como pode ocorrer na anorexia.
- Episódios de compulsão: comer grandes quantidades em pouco tempo, com sensação de perda de controle e culpa depois.
- Comportamentos compensatórios: vômitos, uso de laxantes ou exercício excessivo para compensar o que comeu, um sinal de alerta presente na bulimia.
- Preocupação intensa com o corpo: checar o peso o tempo todo, evitar espelhos ou fotos e falar de si com muita autocrítica.
- Isolamento nas refeições: evitar comer com a família ou com amigos, esconder comida ou mentir sobre o que comeu.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acolher o jovem sem transformar a comida em campo de conflito e apoiá-lo entre as sessões.
Como fazer terapia para transtornos alimentares na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para transtornos alimentares na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato com o qual os adolescentes costumam se sentir à vontade. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para transtornos alimentares na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para transtornos alimentares na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem e a família, a abordagem que melhor combina com o quadro e o momento. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): muito indicada para os transtornos alimentares, ajuda o adolescente a reformular os pensamentos sobre peso, corpo e comida com técnicas práticas.
- Terapia baseada na família (FBT): envolve os pais como aliados no cuidado, uma abordagem com bom respaldo para anorexia e bulimia na adolescência.
- Terapia interpessoal: foca nas relações e nas emoções ligadas aos episódios alimentares, ajudando o jovem a lidar com conflitos sem recorrer à comida.
- Regulação emocional e mindfulness: ensina o adolescente a observar impulsos e a acalmar o corpo, reduzindo a compulsão e a restrição no dia a dia.
Perguntas frequentes sobre terapia para transtornos alimentares na adolescência
Como funciona a terapia para transtornos alimentares na adolescência?
A terapia para transtornos alimentares na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional entende a relação do adolescente com a comida e o corpo, ajuda a nomear as emoções por trás dos episódios e constrói, aos poucos, uma rotina alimentar mais tranquila, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para anorexia, bulimia e compulsão alimentar?
Sim. A psicoterapia é um dos tratamentos mais recomendados para os transtornos alimentares (TCA), incluindo anorexia, bulimia e compulsão alimentar, com bom respaldo científico. Quanto mais cedo o adolescente inicia o acompanhamento, melhores tendem a ser os resultados. Em muitos casos, a terapia caminha junto com nutricionista e médico, num cuidado em equipe.
Quanto custa uma sessão de terapia para transtornos alimentares na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se a relação do meu filho adolescente com a comida precisa de terapia?
Preocupação com o corpo é comum na adolescência. O sinal de alerta aparece quando a comida vira fonte de sofrimento constante: dietas muito rígidas, episódios de compulsão, comportamentos para compensar o que comeu ou isolamento nas refeições. Nesses casos, vale procurar um psicólogo. Na dúvida, uma primeira conversa já ajuda a família a entender o momento do jovem.
O tratamento do transtorno alimentar precisa de nutricionista e médico além do psicólogo?
Muitas vezes, sim. Os transtornos alimentares costumam pedir um cuidado multidisciplinar, em que o psicólogo trabalha as questões emocionais enquanto o nutricionista orienta a alimentação e o médico acompanha a saúde física. A terapia é uma parte central desse cuidado e ajuda a sustentar as mudanças ao longo do tempo. O que cada caso precisa é avaliado individualmente.
Quanto tempo dura a terapia para transtornos alimentares na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende do tipo de transtorno, da intensidade dos sintomas e do momento do adolescente. Alguns jovens evoluem em alguns meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar a recuperação da relação com a comida. O ritmo é sempre definido em conjunto com o psicólogo.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações. Nos transtornos alimentares, esse envolvimento da família é ainda mais importante, mas o restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio ajuda o adolescente a confiar no processo e a falar sobre o que sente.
A terapia online para transtornos alimentares funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários para a rotina de estudos.
Meu filho adolescente falou em se machucar por causa do transtorno alimentar. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. O sofrimento ligado aos transtornos alimentares pode ser intenso, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.