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Olá! Como você está? Espero que esteja bem! Bom, me chamo Felipe, sou psicólogo e atuo de forma clínica. Me baseio na abordagem da Análise do Comportamento para a construção de análise dentro do processo que iremos trilhar. No nosso process...
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Psicólogo
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Abordagem: Psicanálise - Freud
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O processo terapêutico visa aliviar sintomas que estejam causando desconfortos e prejudicando a qualidade de vida. também promove o autoconhecimento para compreender e lidar com as diversas situações que ocorrem no dia a dia. Sou psicólogo...
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Psicólogo
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Abordagem: Humanista
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🧠✨ Prazer, sou Bernardo Gomes, sou psicólogo, especialista em Sexualidade e Psicologia, com experiência no atendimento de adolescentes e adultos que buscam compreender melhor suas emoções, suas escolhas, seus vínculos e sua história. 🌿 A...
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Psicólogo
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Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
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Olá, sou Psicóloga Clínica com foco na Terapia Cognitivo Comportamental (TCC). Durante meu atendimento proporciono um momento acolhedor, sem julgamentos. Utilizo técnicas e métodos com o objetivo de ajudar meu paciente para que no futuro ...
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Sou Jeane de Freitas Souza, psicóloga (CRP 03/26022). Ofereço psicoterapia online baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem científica, estruturada e focada no presente, com ampla eficácia para adolescentes e adultos....
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Proponho uma terapia leve e descontraída onde eu vou te ouvir, te entender e te ajudar a construir sua melhor versão. Faremos uma terapia humanizada, e eu vou te acompanhar em cada passo desse processo. Vamos conversar?
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Olá! Sou Bruno Gomes de Almeida, psicólogo com uma especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) voltada para jovens e adultos que enfrentam desafios como ansiedade generalizada, depressão e transtorno de pânico. Minha abordagem...
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Como funciona a terapia para dependência em jogos na adolescência
A terapia para dependência em jogos na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. O objetivo não é demonizar os games nem proibir de vez, mas reequilibrar o uso e entender o que o adolescente busca nas telas, seja alívio da ansiedade, pertencimento ou fuga de conflitos.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Entender a função do jogo: identificar o que os games oferecem ao adolescente, como pertencimento, alívio ou fuga, sem julgamento.
- Reequilibrar o uso de telas: construir com o jovem limites que façam sentido, em vez de proibições que geram mais conflito.
- Cuidar do que está por trás: trabalhar ansiedade, dificuldade social ou baixa autoestima que muitas vezes alimentam o uso excessivo de games.
- Reativar outras fontes de prazer: ajudar o adolescente a resgatar amizades, hobbies e rotina fora das telas, no seu tempo.
Quando procurar terapia para dependência em jogos na adolescência
Gostar de jogar e passar horas nos games não é, por si só, um problema. Vale procurar terapia quando o jogo deixa de ser lazer e passa a dominar a vida do adolescente, com prejuízos em outras áreas. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Perda de controle sobre o tempo: jogar muito mais do que pretendia e não conseguir parar mesmo quando quer.
- Prejuízo nos estudos e no sono: notas em queda, virar noites jogando e dificuldade de acordar ou de manter a rotina.
- Afastamento da vida offline: abandonar amigos, esportes e hobbies que antes gostava para ficar mais tempo nos games.
- Irritação ao interromper: reagir com muita raiva, ansiedade ou tristeza quando precisa parar de jogar.
- Uso para fugir de problemas: recorrer aos jogos para evitar cobranças, conflitos ou emoções difíceis.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para combinar limites de tela sem transformar os games em campo de guerra, e apoiar o jovem entre as sessões.
Como fazer terapia para dependência em jogos na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para dependência em jogos na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato com o qual os adolescentes costumam se sentir à vontade. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para dependência em jogos na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para dependência em jogos na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): muito usada para o uso excessivo de games, ajuda o adolescente a mapear gatilhos e a construir hábitos de uso mais equilibrados.
- Entrevista motivacional: ajuda o jovem a enxergar razões próprias para reequilibrar o tempo de jogo, respeitando a sua resistência.
- Terapia familiar: envolve os pais na definição de limites e na comunicação, reduzindo os conflitos em torno das telas em casa.
- Regulação emocional e mindfulness: ensina o adolescente a lidar com ansiedade e tédio sem recorrer aos games como única válvula de escape.
Perguntas frequentes sobre terapia para dependência em jogos na adolescência
Como funciona a terapia para dependência em jogos na adolescência?
A terapia para dependência em jogos na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional entende o que os games oferecem ao adolescente, ajuda a reequilibrar o uso de telas e cuida do que está por trás do exagero, como ansiedade ou dificuldade social, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para vício em games e uso excessivo de jogos?
Sim. A psicoterapia é o principal caminho para lidar com o uso excessivo de games, hoje reconhecido como gaming disorder. Ao trabalhar os gatilhos, o que está por trás do exagero e a definição de limites junto com a família, ela ajuda o adolescente a reequilibrar o tempo de jogo e a retomar outras áreas da vida. O ritmo varia conforme o caso e o envolvimento do jovem.
Quanto custa uma sessão de terapia para dependência em jogos na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se o meu filho adolescente joga demais ou tem dependência em jogos?
Gostar de jogar e passar horas nos games não é, por si só, um problema. O sinal de alerta aparece quando o jogo domina a rotina e traz prejuízos: notas em queda, sono desregulado, afastamento de amigos e muita irritação ao parar. Nesses casos, vale procurar um psicólogo. Uma primeira conversa já ajuda a família a entender o momento do jovem.
Tirar os games do adolescente resolve a dependência em jogos?
Nem sempre. Proibir de forma abrupta costuma aumentar o conflito e não resolve o que está por trás do uso excessivo. A terapia ajuda a entender o que os games oferecem ao adolescente e a construir, junto com ele e com a família, limites que façam sentido, além de resgatar outras fontes de prazer. O foco é reequilibrar o uso, não apenas cortar as telas.
Quanto tempo dura a terapia para dependência em jogos na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade do uso, do momento do adolescente e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens reequilibram o tempo de jogo em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar as mudanças. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações, principalmente sobre limites de tela. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio ajuda o adolescente a confiar no processo e a falar sobre a relação com os games sem se sentir julgado.
A terapia online para dependência em jogos funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de horários para a rotina de estudos.
Meu filho adolescente falou em se machucar por causa dos conflitos com os jogos. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. O sofrimento por trás do uso excessivo de games pode ser intenso, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.