Psicóloga
CRP: 04/74834
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, seja bem-vindo(a)! Sou Ísis Morais, psicóloga, pós graduada em psicologia clínica pelo Instituto Brasiliense de Análise do Comportamento. Para te guiar no processo terapêutico, irei aplicar a Análise do Comportamento, com as segintes ...
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Telefone: (38) 98827-8814
Psicólogo
CRP: 06/227600
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá, meu nome é Alexsandro de Almeida Silva, sou psicólogo e realizo atendimentos clínicos para pessoas que estão buscando um espaço de escuta, acolhimento e cuidado. Se você chegou até aqui, talvez esteja passando por um momento difícil, ...
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Telefone: (18) 99104-0000
Psicóloga
CRP: 12/30768
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Crianças, Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou psicóloga clínica (CRP 12/30768), especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atuo no acompanhamento de crianças, adolescentes e adultos, com atendimento presencial em Joinville (SC) e online para todo o território nacional...
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Telefone: (47) 98865-9537
Psicóloga
CRP: 05/86845
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC, Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga clínica e acredito que cada pessoa tem uma história única que merece ser acolhida com respeito, empatia e profissionalismo. Trabalho com a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), auxiliando meus pacientes a compreenderem seus ...
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Telefone: (21) 97955-1830
Psicóloga
CRP: 03/36724
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá! Seja bem-vindo(a)! Sou Catiane Ribeiro, Psicóloga pela UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA). Realizo atendimentos psicoterapêuticos para adolescentes, adultos e idosos, com base na Terapia Cognitivo Comportamental (TCC). Meu trabalho ...
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Izabelly Damasceno Barros Grangeiro
Psicóloga
CRP: 11/19177
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Eu sou Izabelly Barros, Psicóloga Clínica, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Acredito que cuidar da saúde emocional é também cuidar da vida de forma consciente, leve e mais alinhada com aquilo que realmente importa pa...
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Psicóloga
CRP: 06/211885
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Crianças, Adolescentes, Adultos
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Olá, sou Milena Oliveira. Sou psicóloga formada e pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Minha trajetória profissional também inclui experiência na área de Recursos Humanos, onde atuei desde 2023, desenvolvendo habilidades...
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Psicólogo
CRP: 10/11881
Abordagem: Humanista, Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Faço um atendimento humanizado com base na abordagem humanista, estou aqui para escutar e principalmente acolher, um atendimento humanizado e livre de julgamentos.
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Psicóloga
CRP: 06/233566
Abordagem: Psicanálise - Lacan, Psicanálise - Freud
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou psicóloga clínica e atuo a partir da abordagem psicanalítica com adolescentes, adultos e idosos de forma on-line. Atualmente, também estou me especializando em Psicanálise por meio de uma pós-graduação. Meu trabalho é pautado no acolhi...
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Psicóloga
CRP: 08/48498
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Crianças, Adolescentes, Adultos
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Olá! Sou a Luana Sakovicz, psicóloga clínica apaixonada por compreender a complexidade humana e promover o bem-estar emocional. Acredito que a terapia é um processo colaborativo, onde construímos juntos as ferramentas necessárias para que ...
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Como funciona a terapia para habilidades sociais na adolescência
A terapia para habilidades sociais na adolescência é um processo de conversa e prática com um psicólogo que ajuda o jovem a se sentir mais seguro para conviver, fazer amigos e se expressar. Não se trata de um defeito a corrigir: é o desenvolvimento de competências que se aprendem, como iniciar uma conversa, entrar em um grupo e lidar com a timidez sem se paralisar.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Iniciar e manter conversas: ajudar o adolescente a puxar assunto, escutar e responder, reduzindo o branco e o medo de não saber o que dizer.
- Ler os sinais sociais: perceber tom de voz, expressões e o momento certo de falar ou de ouvir na convivência.
- Ganhar confiança em grupo: trabalhar a timidez e a insegurança que dificultam entrar em rodas, trabalhos em grupo e atividades coletivas.
- Lidar com o medo de rejeição: reduzir o receio de julgamento que faz o jovem evitar o contato e se isolar.
Quando procurar terapia para habilidades sociais na adolescência
Ter mais reserva ou preferir grupos menores faz parte do jeito de cada um, e timidez não é problema. Vale procurar terapia quando a dificuldade social traz sofrimento, isolamento ou atrapalha a vida escolar do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Dificuldade de fazer amigos: vontade de ter amigos, mas travas na hora de se aproximar ou de manter as relações.
- Isolamento e evitação: recusar convites, evitar trabalhos em grupo e passar muito tempo sozinho por insegurança.
- Timidez que paralisa: ficar sem palavras, corar ou tremer diante dos colegas a ponto de não conseguir participar.
- Dificuldade de ler o social: não perceber sinais ou regras da convivência, o que pode aparecer em contextos como o TEA.
- Ansiedade social: angústia intensa antes de situações sociais, às vezes ligada à ansiedade social e ao medo de julgamento.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para incentivar a convivência do jovem sem forçar, criando oportunidades de socialização no ritmo dele.
Como fazer terapia para habilidades sociais na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para habilidades sociais na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. É um formato com o qual os adolescentes costumam se sentir à vontade. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para habilidades sociais na adolescência
Não existe uma única forma de desenvolver habilidades sociais em terapia na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Treino de habilidades sociais (THS): trabalha de forma prática e estruturada como iniciar conversas, se posicionar e se relacionar, com exercícios e ensaios.
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda o adolescente a questionar o medo de julgamento e a se expor às situações sociais de forma gradual.
- Mindfulness e regulação emocional: ensina o jovem a lidar com a ansiedade que surge antes e durante o contato social.
- Abordagem humanista e centrada na pessoa: valoriza a experiência do adolescente e fortalece a autoestima e a confiança para se relacionar sendo quem é.
Perguntas frequentes sobre terapia para habilidades sociais na adolescência
Como funciona a terapia para habilidades sociais na adolescência?
A terapia para habilidades sociais na adolescência acontece em sessões de conversa e prática com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional treina, com exercícios e ensaios, como iniciar conversas, entrar em grupos e ler os sinais sociais, ao mesmo tempo em que trabalha a timidez e o medo de julgamento, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para desenvolver habilidades sociais?
Sim. As habilidades sociais são competências que se aprendem e se treinam, e a psicoterapia é eficaz para desenvolvê-las. Ao ensaiar situações reais e reduzir o medo de julgamento, ela ajuda o adolescente a fazer amigos e a se relacionar com mais confiança. O ritmo varia conforme o caso e o envolvimento do jovem no processo.
Quanto custa uma sessão de terapia para habilidades sociais na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Meu filho é só tímido ou precisa de terapia para habilidades sociais?
Timidez é um traço comum e não é problema. O sinal de alerta é quando a dificuldade social traz sofrimento, isolamento ou impede o jovem de participar da escola e de fazer amigos que ele gostaria de ter. Nesses casos, a terapia ajuda o adolescente a desenvolver mais confiança para se relacionar. Na dúvida, uma primeira conversa com um psicólogo já orienta a família.
A dificuldade social do meu filho pode ser sinal de autismo ou ansiedade social?
Pode, em alguns casos. Dificuldades para ler sinais sociais podem aparecer no autismo (TEA), e o medo intenso de julgamento pode indicar ansiedade social, mas nem toda dificuldade tem relação com isso. O psicólogo ajuda a entender o que está por trás e, quando necessário, orienta uma avaliação mais específica. O foco do trabalho é desenvolver habilidades, não rotular o jovem.
Quanto tempo dura a terapia para habilidades sociais na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende do ponto de partida do adolescente, do momento dele e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens ganham confiança em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar as mudanças. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações sobre como incentivar a convivência sem forçar. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para treinar as habilidades sociais.
A terapia online para habilidades sociais funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Com um ambiente reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, e o psicólogo pode propor exercícios práticos para o jovem levar para a convivência do dia a dia.
Meu filho adolescente falou em se machucar por causa do isolamento social. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. O isolamento e a exclusão social podem gerar grande sofrimento, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.