Psicóloga
CRP: 02/27186
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Crianças, Idosos
Sobre mim:
Olá, Meu nome é Bruna Freitas, sou psicóloga clínica e minha abordagem é a Terapia Cognitico Comportamental, que tem como foco uma reestruturação cognitiva sobre emoções e comportamentos, por meio de intervenções sobre as cognições baseadas...
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Telefone: (81) 99992-3697
Rochely Fátima Dierings de Oliveira
Psicóloga
CRP: 07/44168
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Olá, eu me chamo Rochely, sou psicóloga clínica e atendo pela abordagem da Terapia Cognitivo-comportamental. Estou disponível para te ouvir, te acolher e te ajudar a lidar melhor com a tua ansiedade e com as questões que estão te causando ...
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Telefone: (54) 99105-1377
CRP: 11/24973
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou Christiane Moreira, psicóloga, atendo com a abordagem TCC, oferecendo escuta ativa, sigilo, respeito e empatia pelo paciente.
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Psicóloga
CRP: 06/232743
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Psicóloga com atuação fundamentada na Fenomenologia-Existencial, atualmente, pós-graduanda no Instituto Dasein, onde realizo a Especialização em Psicologia Fenomenológica e Hermenêutica. Ofereço um espaço de escuta acolhedora e reflexão so...
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Psicóloga
CRP: 05/70248
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá! Me chamo Victoria Aguiar Araújo, ou apenas Victoria, sou psicóloga clínica (CRP 05/70248). Sou pós-graduanda em Psicologia da Saúde e do Esporte, Psicologia Clínica e Psicologia do Adolescente, com mais de 4 anos de experiência na clín...
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Psicóloga
CRP: 06/140482
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou Psicóloga clínica, pós-graduada em Terapia Cognitivo Comportamental (TCC). Tenho 6 anos de experiência e atendo na abordagem da Terapia Cognitivo Comportamental (TCC). O trabalho é voltado para jovens e adultos, mediante sessões indiv...
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Psicólogo
CRP: 20/11048
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos
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Você costuma colocar as necessidades dos outros acima das suas? Tem dificuldade de dizer "não"? Sente que nunca é suficiente, mesmo fazendo tudo certo? Muitas pessoas chegam à terapia carregando o peso da cobrança, da culpa, da ansiedade e...
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Psicólogo
CRP: 19/6690
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Olá e seja muito bem-vindo(a)! Meu nome é Kalel, psicólogo na abordagem Cognitivo-comportamental, dedicado a ajudar você a aprender a lidar com as questões e demandas que trazem angústia e sofrimento, além das crenças disfuncionais que afe...
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Psicólogo
CRP: 06/189515
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
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Sou psicólogo formado a dois anos e apaixonado pela psicologia clínica! Mesmo atuando em outras áreas da psicologia ao longo da vida, eu me encontrei na clínica onde eu posso realmente ajudar pessoas e mal posso esperar pra começar a ajudar...
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Psicóloga
CRP: 13/8670
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos, Crianças
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Sou psicóloga há 8 anos, formada pela UNINASSAU – João Pessoa, com pós-graduação em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), Saúde Mental, Psicologia Hospitalar e Psicologia da Saúde. Minha missão é ajudar pessoas a desenvolverem habilidades...
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Como funciona a terapia para insegurança na adolescência
A terapia para insegurança na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Mais do que dar um empurrão de motivação, ela trabalha a raiz da insegurança: a autocrítica dura, o medo de errar e a sensação de não ser bom o suficiente que travam o adolescente diante dos outros.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Entender de onde vem a insegurança: identificar as experiências, as comparações e as cobranças que abalaram a autoconfiança do adolescente.
- Suavizar a autocrítica: ajudar o jovem a perceber a voz interna severa e a substituí-la por um olhar mais justo sobre si mesmo.
- Construir uma imagem de si mais real: reconhecer qualidades e limites sem se definir apenas pelos defeitos ou pela opinião dos outros.
- Enfrentar o medo de julgamento: trabalhar a comparação nas redes e a exposição social para o adolescente arriscar mais sem paralisar.
Quando procurar terapia para insegurança na adolescência
Alguma insegurança é natural na adolescência, uma fase de mudanças no corpo, nas relações e na identidade. Vale procurar terapia quando a insegurança se torna constante e passa a limitar as escolhas, os estudos e a vida social do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Autocrítica excessiva: o adolescente vive se comparando, se acha inferior e desvaloriza as próprias conquistas.
- Medo de se expor: evita falar em público, dar opinião ou participar por receio de errar e ser julgado.
- Dependência da aprovação: precisa da validação dos outros o tempo todo e sofre muito com qualquer crítica.
- Insatisfação com a própria imagem: vergonha do corpo, da aparência ou de si mesmo, muitas vezes alimentada pelas redes sociais.
- Recuo diante de oportunidades: deixa de tentar coisas novas por achar de antemão que não vai dar conta.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para valorizar o jovem sem comparações nem críticas que reforçam a insegurança.
Como fazer terapia para insegurança na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para insegurança na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Falar de casa, longe da pressão social, costuma deixar o adolescente mais à vontade para se abrir. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para insegurança na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para insegurança na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda o adolescente a identificar e a reformular os pensamentos autocríticos e as crenças de incapacidade.
- Abordagem humanista: coloca o jovem no centro do processo, valorizando a autoaceitação e a construção de uma imagem de si mais gentil.
- Psicanálise: investiga a história do adolescente para entender de onde vêm a insegurança e o medo de não ser aceito.
- Terapia comportamental: propõe pequenos desafios de exposição, no ritmo do jovem, para ganhar confiança ao se arriscar aos poucos.
Perguntas frequentes sobre terapia para insegurança na adolescência
Como funciona a terapia para insegurança na adolescência?
A terapia para insegurança na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, geralmente semanais e no ritmo do jovem. Nelas, o profissional entende de onde vem a insegurança, ajuda o adolescente a suavizar a autocrítica e a construir uma imagem de si mais real, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para insegurança na adolescência?
Sim. A psicoterapia é bastante eficaz para trabalhar a autoconfiança e a autoestima na adolescência. Ao rever pensamentos autocríticos e experimentar novas atitudes com o apoio do psicólogo, o adolescente costuma se sentir mais seguro para se expor e fazer escolhas. O ritmo varia conforme o caso e o envolvimento do jovem no processo.
Quanto custa uma sessão de terapia para insegurança na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se a insegurança do meu filho adolescente é normal ou precisa de terapia?
Certa insegurança faz parte da adolescência. O sinal de alerta é quando ela é constante e passa a travar o jovem, fazendo-o evitar situações, desistir de oportunidades e sofrer com a comparação e o medo de julgamento. Nesses casos, a terapia ajuda o adolescente a fortalecer a autoconfiança. Na dúvida, uma primeira conversa com um psicólogo já orienta a família.
Insegurança e baixa autoestima na adolescência são a mesma coisa?
Estão ligadas, mas não são idênticas. A baixa autoestima é o valor pequeno que o jovem atribui a si mesmo, enquanto a insegurança é a falta de confiança para agir, decidir e se expor. Uma costuma alimentar a outra, e a terapia trabalha as duas ao mesmo tempo, fortalecendo tanto a imagem de si quanto a coragem de se arriscar.
Quanto tempo dura a terapia para insegurança na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende da intensidade da insegurança, do momento do adolescente e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns jovens ganham confiança em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar as mudanças. O ritmo é sempre definido em conjunto.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Como os pais podem ajudar um filho adolescente inseguro no dia a dia?
Evitando comparações e críticas constantes, reconhecendo o esforço e não só o resultado, e dando espaço para o jovem tentar e errar sem medo. Ouvir sem minimizar o que ele sente também fortalece a autoconfiança. A terapia orienta a família nesse cuidado e oferece ao adolescente um espaço próprio para trabalhar a insegurança.
A terapia online para insegurança funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano. Falar de um ambiente reservado, longe da pressão social, pode até facilitar a abertura de um jovem inseguro. A sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a vantagem da comodidade.
Meu filho adolescente falou em se machucar por causa da insegurança. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. A insegurança intensa pode gerar grande sofrimento, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.