CRP: 02/26952
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Prazer, me chamo Welkeleny Estevão sou psicóloga e pós graduanda em terapia cognitivo comportamental, durante o percurso profissional me deparei com inúmeras questões e demandas como ansiedade, depressão, tdah, dentre outros que me proporci...
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Telefone: (81) 98437-1717
Psicólogo
CRP: 06/141527
Abordagem: Psicanálise, Psicanálise - Lacan, Psicanálise - Freud
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Sou Flávio Luis de Aquino, psicólogo clínico (CRP 06/141527), atuando desde 2018. Ofereço um espaço de escuta acolhedora e qualificada, respeitando a singularidade de cada pessoa e sua forma de vivenciar o mundo. Sou formado pelas Faculdad...
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Telefone: (11) 98263-8690
Psicóloga
CRP: 07/35210
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Crianças, Idosos
Sobre mim:
Sou Caroline, sou psicóloga, tenho interesse em estudar pela via da psicanálise, psicologia social e da saúde. Acredito na psicoterapia como forma de potencializar as relações humanas. Instagram: psicarolinefs
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Telefone: (55) 99964-8392
Milla Rodrigues da Costa Faria
Psicóloga
CRP: 05/68789
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Olá! Como psicóloga clínica (TCC), ofereço um ambiente de escuta acolhedora e livre de julgamentos. Meu trabalho é ser o ponto de apoio que você precisa para navegar por momentos difíceis, entender padrões emocionais e reencontrar o equilíb...
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Telefone: (24) 99312-6718
Psicóloga
CRP: 11/13920
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Oi me chamo Vaneza sou psicóloga clínica e hospitalar apaixonada por pessoas e seu desenvolvimento. Tenho experiência relacionada com pessoas que apresentam dificuldade na questão da ansiedade, depressão e estresse pós traumático. Como tam...
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Telefone: (85) 98667-2720
Psicólogo
CRP: 05/39310
Abordagem: Esquizoanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
Sobre mim:
Seja muito bem vindo! Meu nome é Diogo Vancin. Sou psicólogo clínico. Tenho formação em Psicomotricidade e 15 anos de estudo em Esquizoanálse. Através destas ferramentas busco trabalhar em uma "Lógica do Sentido". Enfatizando aspectos como ...
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Telefone: (21) 99727-9445
Psicólogo
CRP: 05/69932
Abordagem: Gestalt Terapia
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Saudações! Sou Tiago, psicólogo (CRP 05/69932). Acredito na saúde mental como parte essencial do bem-estar e da nossa qualidade de vida. Gosto de conversar sobre suas nuances e sobre como ela atravessa nossas experiências no mundo. Um peq...
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Telefone: (21) 98947-7931
Psicóloga
CRP: 04/69645
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Procuro atuar na minha prática clínica a partir da ética do cuidado, de maneira acolhedora. Trabalho com Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), que é uma abordagem voltada para a queixa atual do paciente, tendo como foco os pensamentos di...
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Telefone: (31) 99199-9737
Arleide Santos Cerqueira Freitas
Psicóloga
CRP: 03/7828
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou Leide Freitas, psicóloga! Formada pelo Universidade Salvador (UNIFACS), e Pós Graduação, em TCC - Terapia Cognitivo Comportamental. Faço atendimento psicológico presencial e online. Meu objetivo maior é de cuidar, orientar, auxiliar e p...
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Telefone: (71) 98623-0555
Psicólogo
CRP: 06/191133
Abordagem: Psicodrama
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Oi! Eu sou o Samuel, me formei em 2022, estagiei, atendo e estou me especializando na abordagem Psicodrama. Gosto de interagir bastante com os pacientes durante o atendimento e procuro me adaptar para atendê-los da melhor forma possível, de...
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Telefone: (18) 99686-1916
Como funciona a terapia para relacionamento abusivo na adolescência
A terapia para relacionamento abusivo na adolescência é um processo de conversa com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e sem julgamentos. Como muitos vivem o primeiro namoro nessa fase, é comum confundir ciúme e controle com amor. A terapia oferece um espaço seguro para o adolescente enxergar a relação com clareza, entender que a culpa nunca é da vítima e retomar a confiança em si mesmo.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Reconhecer os sinais do abuso: ajudar o jovem a identificar controle, ciúme excessivo, humilhação e violência como abuso, e não como prova de amor.
- Tirar o peso da culpa: reforçar que a responsabilidade é sempre de quem abusa, nunca do adolescente que sofre a violência.
- Recuperar a autoestima: reconstruir o valor próprio que o abuso foi desgastando e resgatar a confiança nas próprias percepções.
- Pensar em segurança e apoio: no ritmo do jovem, fortalecer a rede de amigos e família e construir passos concretos de proteção quando houver risco.
Quando procurar terapia para relacionamento abusivo na adolescência
O abuso no namoro adolescente costuma se instalar aos poucos, disfarçado de cuidado, o que dificulta enxergar a situação de dentro. Vale procurar terapia quando o relacionamento passa a trazer medo, controle e sofrimento. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Ciúme e controle constantes: o parceiro quer decidir com quem o jovem fala, como se veste e para onde vai, sempre em nome do amor.
- Humilhação e desqualificação: xingamentos, chantagens e comparações que fazem o adolescente se sentir menor e duvidar de si.
- Isolamento dos amigos e da família: o jovem se afasta de quem gosta, por pressão direta do parceiro ou por vergonha da relação.
- Medo e tensão: o adolescente mede palavras e atitudes para evitar reações de raiva, ameaças ou punições.
- Ciclos de brigas e reconciliação: momentos de agressão física ou emocional se alternam com desculpas e promessas que não se sustentam.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Apoio sem culpar e atenção ao risco: os responsáveis aprendem a acolher o jovem sem julgá-lo por continuar na relação e a ser um porto seguro. Diante de risco imediato, acione a Polícia Militar no 190; para orientação sigilosa, conte com a Central de Atendimento à Mulher no Ligue 180.
Como fazer terapia para relacionamento abusivo na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para relacionamento abusivo na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. O formato pode oferecer ao jovem um espaço mais reservado para falar sobre algo tão delicado, longe do parceiro que controla. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina de estudos do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para relacionamento abusivo na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para relacionamento abusivo na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e com a sua segurança. Entre as mais usadas estão:
- Terapia Cognitivo Comportamental (TCC): ajuda o adolescente a desmontar as crenças de culpa e desvalorização deixadas pelo abuso e a reconhecer o que é uma relação saudável.
- Abordagem focada no trauma: cuida das marcas emocionais que a violência e a manipulação deixaram, respeitando o ritmo do jovem para elaborar o que viveu.
- Abordagem centrada na pessoa: oferece uma escuta acolhedora e sem julgamento que ajuda o adolescente a resgatar a confiança nas próprias percepções.
- Treino de habilidades sociais e assertividade: ensina o jovem a estabelecer limites, a dizer não e a construir relações mais seguras e respeitosas no futuro.
Perguntas frequentes sobre terapia para relacionamento abusivo na adolescência
Como funciona a terapia para relacionamento abusivo na adolescência?
A terapia para relacionamento abusivo na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, em um espaço seguro e sem julgamentos. O profissional ajuda o jovem a reconhecer os sinais do abuso, a entender que a culpa não é dele e a recuperar a autoestima, sempre no seu ritmo e com atenção à sua segurança. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
Como saber se o namoro do meu filho adolescente é abusivo?
Alguns sinais indicam abuso: ciúme excessivo, controle das roupas, das amizades e dos horários, humilhação, chantagem emocional, isolamento dos amigos e da família, pressão para fazer o que o jovem não quer e qualquer forma de agressão física, sexual ou psicológica. Muitos adolescentes confundem esse controle com amor. Se você percebe esses sinais, vale buscar apoio psicológico com um profissional da lista desta página.
Quanto custa uma sessão de terapia para relacionamento abusivo na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
A culpa do abuso é do adolescente que sofre?
Não. A responsabilidade pelo abuso é sempre de quem o comete, nunca de quem o sofre. O relacionamento abusivo costuma desgastar a autoestima do jovem e fazê-lo duvidar de si, mas nada do que ele sentiu, fez ou deixou de fazer justifica o controle, a humilhação ou a violência. A terapia ajuda a devolver essa clareza e a aliviar o peso da culpa.
Meu filho está em um relacionamento abusivo mas não quer terminar. O que fazer?
É comum que o adolescente resista a terminar, por medo, afeto ou por acreditar que o parceiro vai mudar. Pressionar ou proibir costuma afastá-lo ainda mais. O melhor caminho é acolher sem julgar, manter o vínculo aberto e oferecer apoio profissional. Na terapia, o psicólogo ajuda o jovem a enxergar a relação com clareza e a construir, no próprio ritmo, condições para se proteger e se afastar do abuso.
Por que adolescentes confundem ciúme e controle com amor?
Porque muitos vivem o primeiro namoro nessa fase e ainda não têm referência do que é uma relação saudável. Ideias romantizadas de que ciúme é prova de amor ou de que o parceiro controla porque se importa acabam normalizando o abuso. A terapia ajuda o adolescente a distinguir cuidado de controle e a entender que amor não combina com medo, humilhação nem violência.
A terapia ajuda mesmo depois que o relacionamento abusivo termina?
Sim, e muitas vezes é justamente depois do término que o cuidado se torna mais importante. O abuso deixa marcas na autoestima e na forma de se relacionar, e sem apoio o adolescente pode repetir padrões parecidos em relações futuras. A terapia ajuda a elaborar o que viveu, a reconstruir a confiança em si mesmo e a reconhecer o que é uma relação saudável.
Quanto tempo dura a terapia para relacionamento abusivo na adolescência?
Não há um prazo fixo. Alguns processos trazem alívio já nas primeiras semanas, ao nomear a situação e reduzir o isolamento, enquanto as marcas mais profundas do abuso pedem um acompanhamento mais longo. O ritmo é sempre combinado entre o jovem e o psicólogo, de acordo com o seu momento e a sua segurança.
A terapia online para relacionamento abusivo funciona bem para adolescentes?
Sim. O formato online mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial e pode oferecer ao jovem um espaço reservado para falar sobre algo tão delicado, longe do controle do parceiro. O importante é que o adolescente tenha um local privado durante a sessão. Abordagens focadas no trauma e na reconstrução da autoestima funcionam bem nesse formato.
Meu filho adolescente está em perigo em um relacionamento abusivo. O que fazer?
A segurança dele vem em primeiro lugar, e a culpa nunca é da vítima. Diante de perigo imediato, ligue para a Polícia Militar no 190. Você também pode falar com a Central de Atendimento à Mulher pelo Ligue 180, que orienta e acolhe de forma sigilosa. Se houver sofrimento intenso ou fala de se machucar, ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.