Psicóloga
CRP: 08/34398
Abordagem: Psicanálise - Freud
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Sobre mim:
Olá! Sou Isabela, formada pela Universidade Estadual de Londrina. Possuo sete anos de experiência na área clínica além de atuar no SUS. Se você está buscando esse espaço, é porque algo em você pede para ser ouvido, acolhido e, talvez, com...
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Mônica Innocencio Ribeiro da Costa
Psicóloga
CRP: 05/23568
Abordagem: Psicanálise - Freud
Adolescentes, Adultos
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Psicóloga formada há 30 anos. Ao longo da minha carreira, tive a oportunidade de trabalhar com adolescentes e adultos, ajudando-os a superar desafios e alcançar seus objetivos. Minha experiência profissional inclui: - Atendimento individu...
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Psicólogo
CRP: 08/03689
Abordagem: Análise do Comportamento - Behaviorismo
Adolescentes, Adultos
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A Psicologia através da psicoterapia mudou a minha vida para melhor, desta forma podemos sim construir um mundo saudável evitando caos ou sofrimentos maiores em nossas vidas. Relato também que no período entre os anos 2000/2002 tive partic...
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Psicóloga
CRP: 04/84711
Abordagem: Psicanálise
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Meu nome é Ana Clara, e sou formada em Psicologia pela Universidade do Estado de Minas Gerais, sediada em Divinópolis. No momento, realizo atendimentos na modalidade online. Atualmente atendo pela psicanálise, buscando sempre a formação co...
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Flávia Eldane Campelo De Oliveira
Psicóloga
CRP: 21/05508
Abordagem: Humanista
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou psicóloga com atuação pautada no atendimento humanizado, valorizando a singularidade de cada pessoa. Atuo há 3 anos na clínica, com atendimentos online e presencial, além da experiência como psicóloga escolar. Meu trabalho é guiado pel...
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Telefone: (86) 99591-3615
Psicóloga
CRP: 22/04851
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos, Idosos
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Sou Ivane de Sousa Silva, psicóloga há mais 6 anos, pós graduada em Terapia Cognitivo Comportamental e pós graduanda em psicologia hospitalar, com experiência na área clínica e social Sou psicóloga comprometida com a escuta sensível, ética...
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Psicóloga
CRP: 07/45253
Abordagem: Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Acredito em uma psicologia que começa na escuta sensível, passa pelo cuidado e se sustenta no respeito ao tempo e à subjetividade de cada pessoa, porque sentir também é uma forma de se fortalecer. Minha abordagem é a Psicologia Humanista C...
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Telefone: (51) 99529-2690
Psicólogo
CRP: 15/8515
Abordagem: Psicologia Clínica, Psicanálise
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Sou Nailson Lopes, psicólogo (CRP 15/8515), formado em Psicologia e em constante aperfeiçoamento profissional, com estudos em diferentes áreas da saúde mental. Escolhi a Psicologia porque acredito que compreender o ser humano exige mais do ...
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Edmara Pereira De Almeida Silva
Psicóloga
CRP: 06/154139
Abordagem: Fenomenológica-existencial
Adolescentes, Adultos, Casais, Idosos
Sobre mim:
Sou graduada em psicologia especialização em saúde mental, já atuo nessa área a 9 anos. Trabalho com ética, sensibilidade respeito cada singularidade de cada vida que eu atendo. Tenho um olhar acolhedor um espaço seguro para o desenvolvim...
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Telefone: (16) 99461-3600
Psicólogo
CRP: 16/12831
Abordagem: Terapia Cognitivo Comportamental - TCC
Adolescentes, Adultos
Sobre mim:
Entusiasta da cultura geek, dos RPGs e das boas histórias desde a infância. Na psicologia, uno essa bagagem criativa e empática à prática clínica para ajudar pacientes a descobrirem suas próprias forças dando ênfase em seus aspectos posit...
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Telefone: (27) 99696-8219
Como funciona a terapia para traumas na adolescência
A terapia para traumas na adolescência é um processo de conversa estruturada com um psicólogo, feito no ritmo do jovem e com respeito à sua autonomia. Em vez de forçar o adolescente a reviver o que doeu, ela ajuda a elaborar a experiência difícil com segurança, para que a lembrança deixe de disparar medo, sobressalto e sofrimento no dia a dia.
Na prática, a terapia atua em algumas frentes ao mesmo tempo:
- Criar segurança primeiro: estabelecer um vínculo de confiança e recursos de estabilização antes de tocar na experiência traumática.
- Elaborar a experiência no tempo certo: ajudar o adolescente a dar sentido ao que viveu, sem pressa e sem reviver a cena de forma invasiva.
- Reduzir os sintomas do estresse pós-traumático: trabalhar as lembranças intrusivas, os pesadelos e o estado de alerta constante que marcam o trauma.
- Retomar a rotina e os vínculos: apoiar o jovem a voltar aos estudos, às amizades e às atividades que a evitação havia interrompido.
Quando procurar terapia para traumas na adolescência
Nem toda experiência difícil vira trauma, e reações intensas logo após um evento marcante são esperadas. Vale procurar terapia quando o sofrimento persiste por semanas e passa a atrapalhar a rotina, os estudos e as relações do jovem. Alguns sinais de que a terapia pode ajudar:
- Lembranças e pesadelos recorrentes: imagens da experiência difícil que voltam sem controle, pesadelos e a sensação de reviver o ocorrido.
- Evitação de gatilhos: fugir de lugares, pessoas ou assuntos que lembram o evento, mesmo ao custo de deixar de fazer coisas importantes.
- Estado de alerta constante: sobressaltos, irritabilidade, dificuldade de concentração e sono agitado depois do acontecido.
- Mudança brusca de comportamento: isolamento, queda no rendimento escolar ou reações emocionais intensas sem explicação aparente.
- Culpa, medo ou entorpecimento: sentimento de culpa, medo persistente ou sensação de anestesia emocional após a experiência traumática.
O papel dos pais e o sigilo do adolescente
Como o adolescente menor de idade é acompanhado com o apoio da família, o atendimento envolve os pais ou responsáveis legais ao mesmo tempo em que respeita a privacidade e a autonomia do jovem:
- Autorização dos responsáveis: para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal.
- Sigilo com o adolescente: o psicólogo preserva a confiança do jovem, compartilhando com a família apenas o necessário para o cuidado e a segurança.
- Participação equilibrada: os pais podem participar de alguns momentos, sobretudo no início, mas o adolescente tem o seu espaço próprio de fala.
- Orientação à família: os responsáveis recebem orientações para acolher o jovem sem reforçar o medo e apoiá-lo entre as sessões.
Como fazer terapia para traumas na adolescência online na PsyMeet
Na PsyMeet, a terapia para traumas na adolescência é 100% online, por videochamada, do celular ou computador, com o mesmo sigilo de uma consulta presencial. Estar em um ambiente conhecido e seguro costuma ajudar o adolescente a falar de experiências difíceis. Para começar, é simples:
- Escolha o psicólogo do adolescente: veja a lista de profissionais que atendem adolescentes nesta página, conheça o perfil de cada um e use os filtros no topo para refinar a busca.
- Agende o horário: escolha o dia e a hora que cabem na rotina do jovem, direto pela plataforma.
- Prepare um ambiente reservado: um espaço tranquilo e privado ajuda o adolescente a falar com liberdade durante a sessão online.
- Pague diretamente ao profissional: o pagamento é feito diretamente ao psicólogo, sem intermediários e sem mensalidade.
Tipos de terapia para traumas na adolescência
Não existe uma única forma de fazer terapia para traumas na adolescência. O psicólogo escolhe, junto com o jovem, a abordagem que melhor combina com o seu momento e o seu jeito. Entre as mais usadas estão:
- EMDR (dessensibilização e reprocessamento): abordagem específica para trauma que ajuda o cérebro do adolescente a reprocessar a lembrança e reduzir a sua carga emocional.
- TCC focada em trauma: variação da Terapia Cognitivo Comportamental voltada ao estresse pós-traumático, que trabalha lembranças, crenças e evitação com técnicas graduais.
- Mindfulness e regulação emocional: ensina o adolescente a estabilizar o corpo e a acalmar o estado de alerta que o trauma costuma deixar.
- Terapia narrativa: ajuda o jovem a recontar a própria história dando um novo lugar à experiência difícil, sem ficar definido por ela.
Perguntas frequentes sobre terapia para traumas na adolescência
Como funciona a terapia para traumas na adolescência?
A terapia para traumas na adolescência acontece em sessões de conversa com um psicólogo, no ritmo do jovem. O profissional primeiro cria segurança e recursos de estabilização e só depois ajuda o adolescente a elaborar a experiência difícil, reduzindo as lembranças intrusivas e o estado de alerta, sempre com o sigilo preservado. Você pode ver os psicólogos que atendem adolescentes na lista desta página.
A terapia funciona mesmo para trauma e estresse pós-traumático em adolescentes?
Sim. A psicoterapia é o tratamento mais recomendado para o trauma e o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), com forte respaldo científico. Abordagens como o EMDR e a TCC focada em trauma ajudam o adolescente a reprocessar a experiência e a reduzir os sintomas. O ritmo varia conforme o caso, a intensidade e o envolvimento do jovem no processo.
Quanto custa uma sessão de terapia para traumas na adolescência na PsyMeet?
Na PsyMeet, o valor da sessão é fixo e acessível: R$30,00 nos atendimentos com psicólogos e R$70,00 nos atendimentos com médicos de psiquiatria, pago diretamente ao profissional, sem intermediários. Não há mensalidade nem taxas escondidas: a família paga apenas pelas sessões que fizer.
Como saber se meu filho adolescente teve um trauma que precisa de terapia?
Reações intensas logo após um evento marcante são esperadas. O sinal de alerta é quando, semanas depois, o adolescente ainda tem lembranças intrusivas, pesadelos, evitação e estado de alerta que atrapalham o sono, os estudos e as relações. Nesses casos, a terapia ajuda a elaborar a experiência com segurança. Na dúvida, uma primeira conversa com um psicólogo já orienta a família.
Meu filho vai precisar reviver o trauma na terapia?
Não. Um bom trabalho com trauma não força o adolescente a reviver a cena de forma invasiva. O psicólogo cria segurança e vínculo primeiro e, no tempo certo do jovem, ajuda a elaborar a experiência de maneira gradual e controlada. O objetivo é reduzir o sofrimento, e não aumentá-lo, sempre respeitando os limites do adolescente.
Quanto tempo dura a terapia para traumas na adolescência?
Não existe um prazo fixo. A duração depende do tipo de trauma, da intensidade dos sintomas e dos objetivos combinados com o psicólogo. Alguns adolescentes evoluem em poucos meses, enquanto outros se beneficiam de um acompanhamento mais longo para consolidar as mudanças. O ritmo é sempre definido em conjunto e respeita o tempo do jovem.
O adolescente menor de idade precisa de autorização dos pais para fazer terapia?
Sim. Para adolescentes menores de idade, o atendimento é autorizado por um dos pais ou pelo responsável legal, que acompanha o início do processo. Ainda assim, o psicólogo preserva o sigilo do jovem, compartilhando com a família apenas o que é necessário para o cuidado e a segurança. O adolescente tem o seu espaço de fala respeitado, o que é essencial para que ele confie no processo.
Os pais participam das sessões do adolescente?
Em geral, os pais participam de alguns momentos, sobretudo no início, para passar o histórico do adolescente e receber orientações. O restante do atendimento é o espaço do jovem, com sigilo preservado. Esse equilíbrio é importante para que o adolescente confie no processo e se sinta à vontade para falar sobre a experiência difícil que viveu.
A terapia online para trauma funciona bem para adolescentes?
Sim. Os adolescentes costumam se sentir à vontade com o formato online, que faz parte do seu cotidiano, e estar em um ambiente conhecido e seguro ajuda a falar de experiências difíceis. Com um espaço reservado, a sessão por videochamada mantém o mesmo sigilo e a mesma qualidade de uma consulta presencial, com a comodidade e a flexibilidade de horários.
Meu filho adolescente falou em se machucar por causa do trauma. O que fazer?
Leve a fala a sério, acolha sem julgar e não deixe o adolescente sozinho nesse momento. O sofrimento ligado ao trauma pode ser muito intenso, então procure ajuda imediatamente: ligue para o CVV no número 188 (24 horas, gratuito e sigiloso) ou para o SAMU no 192, ou vá a um serviço de emergência. Em seguida, busque acompanhamento contínuo com um psicólogo para o adolescente.